<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0.1"><channel><title>Fabio Pena Cal Galeria de Arte</title><link>http://www.fabiopenacalgaleria.com.br</link><description>Arte contemporânea e exposições.</description><item><title>Vídeoinstalação de Giovana Dantas no Rodin</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=329</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/301120111529_rtemagicc_insustentavel.jpg.jpg">Esta em cartaz no Palacete das Artes Rodin Bahia, na Gra&ccedil;a, a mostra Insustent&aacute;vel Leveza, da artista visual baiana Giovana Dantas.
&nbsp;
A mostra re&uacute;ne cinco trabalhos que integram uma v&iacute;deoinstala&ccedil;&atilde;o sobre dois aspectos opostos da vida cotidiana: o peso e a leveza, representados pelos movimentos produzidos em certos objetos pelo vento e pela &aacute;gua. &ldquo;Aprofundando a id&eacute;ia de contraste e invers&atilde;o, o peso pode nos revelar uma face: a de nos colocar de frente &agrave; nossa pr&oacute;pria hist&oacute;ria que &eacute; tomada com firmeza e se torna elemento suscet&iacute;vel a mudan&ccedil;as que podemos operar. A leveza por outro lado, pode nos induzir ao estado de letargia&rdquo;, afirma a artista.
&nbsp;
A mostra &eacute; resultado de um pr&ecirc;mio de resid&ecirc;ncia &nbsp;art&iacute;stica do Instituto Sacatar, localizado na Ilha de Itaparica, onde a artista, que foi premiada tamb&eacute;m em 2008 com o projeto &ldquo;Iman&ecirc;ncias do Mar&rdquo;, desenvolveu seu atual trabalho entre junho e julho de 2010.&nbsp;

A artista &nbsp;Giovana Dantas &eacute; graduada em Artes Visuais e Doutora em Artes C&ecirc;nicas pela UFBA e professora do Instituto Federal de Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Tecnologia. Fez v&aacute;rias exposi&ccedil;&otilde;es individuais na Bahia, Bras&iacute;lia, S&atilde;o Paulo e Curitiba.&nbsp;Insustent&aacute;vel Leveza fica em cartaz at&eacute; o dia 29 de janeiro de 2012, sempre de ter&ccedil;a a domingo, das 10 &agrave;s 18h, com entrada gratuita.

&nbsp;
&nbsp;
Insustent&aacute;vel Leveza - Salvador
at&eacute; 29 de janeiro de 2012
Palacete das Artes Rodin Bahia
www.palacetedasartes.ba.gov.br
&nbsp;
Fonte: Dimus, Palacete das Artes
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pierre Verger, Olhares de Crianças </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=328</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/301120111510_29544_350-d29a2.jpg">Esta em cartaz na cidade, no Instituto Feminino da Bahia mais uma exposi&ccedil;&atilde;o de fotografias de Pierre Verger, artista representado em Salvador pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte. &nbsp;A mostra re&uacute;ne 35 fotos em preto e branco de autoria de Verger destacando o universo infantil, particularmente o de crian&ccedil;as da Bahia. Nas imagens &eacute; poss&iacute;vel perceber a simplicidade com a qual o fot&oacute;grafo franc&ecirc;s se inseriu na vida dos habitantes desta cidade e o modo de relacionar-se com eles, sem perguntas, observando, fotografando discretamente, tentando perceber a beleza do outro mesmo nas suas apar&ecirc;ncias mais pobres e doloridas.&nbsp;

A exposi&ccedil;&atilde;o Pierre Verger &ndash; Olhares de Crian&ccedil;as foi organizada pela Funda&ccedil;&atilde;o Pierre Verger e a entidade assistencial Associa&ccedil;&atilde;o Pontos Cora&ccedil;&atilde;o. A tem&aacute;tica foi escolhida, conforme o Padre Thierry de Roucy, fundador da Pontos Cora&ccedil;&atilde;o, &quot;pela capacidade de conex&atilde;o que as fotos de Verger propicia a quem as observa&quot;. O mesmo, traduz a identifica&ccedil;&atilde;o de sua experi&ecirc;ncia com o olhar de Verger: &quot;Desde vinte anos, depois de ter visitado tantas vezes a cidade de Salvador, descobrindo as fotos de Pierre Verger e deixando-me penetrar por elas, s&oacute; posso reconhecer: estas fotos s&atilde;o verdadeiras! Em um instante eis-me transportado para esta cidade incr&iacute;vel e inserido no seu mist&eacute;rio. Eu vejo sua luz, ou&ccedil;o os gritos e as m&uacute;sicas fortes, admiro a vitalidade das suas crian&ccedil;as, respiro a sua umidade e seus perfumes.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o fica aberta ao p&uacute;blico at&eacute; dia 20 de janeiro de 2012 e para entrada &eacute; necess&aacute;rio levar 01 kg de alimento n&atilde;o perec&iacute;vel. As arrecada&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o encaminhadas para a Fazenda do Natal, atrav&eacute;s da associa&ccedil;&atilde;o Pontos Cora&ccedil;&atilde;o, local que recebe crian&ccedil;as em situa&ccedil;&atilde;o de riscos para ajudar na manuten&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias que l&aacute; recebem apoio material e afetivo.&nbsp;
&nbsp;
O artista&nbsp;


Pierre Verger nasceu em 4 de novembro de 1902, em Paris. Formado no ambiente de uma fam&iacute;lia economicamente est&aacute;vel, aprendeu a fotografar em 1932. Fascinado por viagens, o artista aprendeu o of&iacute;cio numa m&aacute;quina Rolleiflex. De 1932 a 1946 viajou, ap&oacute;s a morte de sua m&atilde;e, por v&aacute;rios pa&iacute;ses. Nesse &uacute;ltimo ano conheceu a Bahia e ficou fascinado pelo ambiente cultural que encontrou - oposto ao clima de p&oacute;s-Guerra que a Europa vivia.
&nbsp;
Ao descobrir o candombl&eacute;, passou a pesquisar com profundidade o culto aos orix&aacute;s. A dedica&ccedil;&atilde;o nos estudos fez com que ganhasse uma bolsa para conhecer os rituais na &Aacute;frica, para onde partiu em 1948. A intimidade com a religi&atilde;o fez com que, em 1953, recebesse o nome de Fatumbi. Como resultado de sua dedica&ccedil;&atilde;o, Pierre Verger produziu 2 mil negativos e passou tamb&eacute;m a escrever sobre suas experi&ecirc;ncias e estudos. Suas viagens se intensificaram em seguida e fez interc&acirc;mbios entre pa&iacute;ses africanos, da Oceania, Europa, Am&eacute;rica Latina e a pr&oacute;pria Bahia, que adotou como o seu lugar, apesar de ser visto como n&ocirc;made.
&nbsp;
Nos anos 60, comprou uma casa em Salvador e, dez anos depois, parou de fotografar. Na d&eacute;cada de 80, preocupou-se mais com o estudo do material coletado e, em 1988, criou a Funda&ccedil;&atilde;o Pierre Verger, para a qual doou toda obra. A institui&ccedil;&atilde;o mant&eacute;m 62 mil negativos fotogr&aacute;ficos, grava&ccedil;&otilde;es sonoras, filmes, documentos, correspond&ecirc;ncias, manuscritos e objetos relacionados ao artista. Pierre Verger morreu em 1996 e pediu que o seu trabalho tivesse prosseguimento.

Pierre Verger, Olhares de Crian&ccedil;as - Salvador
24 de novembro - 20 de janeiro
Instituto Feminino da Bahia, Politeama.
www.pontoscoracao.org
www.pierreverger.org
&nbsp;
Fonte: Funda&ccedil;&atilde;o Pierre Verge, Pontos do Cora&ccedil;&atilde;o
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Van Gogh e outros mestres em Gênova</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=327</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/291120110002_woher_kommen_wir_wer_sind_wir_wohin_gehen_wir.jpg">Van Gogh e Gauguin est&atilde;o em destaque no Pal&aacute;cio Ducal de G&ecirc;nova na exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Van Gogh e a viagem de Gauguin. &nbsp;Esta &eacute; uma mostra diferente das habituais, j&aacute; que re&uacute;ne obras que nunca foram exibidas antes na It&aacute;lia.

A exposi&ccedil;&atilde;o, com curadoria de Marco Goldin, tem 80 obras de mestres europeus e americanos dos s&eacute;culos XIX e XX, incluindo&nbsp;15 desenhos, 8 livros, 40 pinturas e 10 cartas originais do g&ecirc;nio holand&ecirc;s, al&eacute;m da &nbsp;reconstitui&ccedil;&atilde;o do quarto onde Van Gogh viveu em Arles, em Fran&ccedil;a.&nbsp;

Na mostra est&aacute; presente tambem, uma das obras mais conhecidas de Paul Gauguin, &ldquo;Quem somos, de onde vimos, para onde vamos&rdquo;. O quadro chegou pela primeira vez na It&aacute;lia, e foi emprestado pelo Museu de Belas Artes de Boston. A configura&ccedil;&atilde;o que rodeia a imagem &eacute; impressionante: com a pintura, algumas imagens da paisagem do Tahiti transportam os espectadores para a natureza ex&oacute;tica da ilha. No ch&atilde;o esta impresa uma carta em que o artista explica a g&ecirc;nese da obra.&nbsp;
&nbsp;
Entre outros destaques de&nbsp;Van Gogh e a viagem de Gauguin,&nbsp;encontram-se artistas como Hopper, Mark Rothko, Richard Diebenkorn, Turner William, Morandi, Kandinsky, Monet e muitos outros protagonistas da cena art&iacute;stica dos &uacute;ltimos dois s&eacute;culos.
&nbsp;
Van Gogh e a viagem de Gauguin - It&aacute;lia
12 de novembro a 15 de abril&nbsp;
Palazzo Ducale
www.palazzoducale.genova.it
&nbsp;
Fonte: euronews, palazzo du cale
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Panorama da Arte Brasileira reincorpora brasileiros </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=326</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/281120112335_am-ll-mamsp.jpg">Os artistas brasileiros est&atilde;o de volta ao Panorama da Arte Brasileira. Ap&oacute;s a pol&ecirc;mica edi&ccedil;&atilde;o de 2009, organizada por Adriano Pedrosa, na qual foi priorizada a participa&ccedil;&atilde;o de artistas internacionais, a 32&ordm; edi&ccedil;&atilde;o do evento re&uacute;ne, desta vez, 33 artistas de diversas partes do pa&iacute;s, sendo apenas 3 estrangeiros: o fr&acirc;nces Raphael Grisey, que vive em Berlim, o argentino Nicolas Robbio e o mexicano Hector Zamora, que vivem no Brasil.&nbsp;
&nbsp;
A edi&ccedil;&atilde;o 2011 com o t&iacute;tulo &quot;Itiner&aacute;rios, Itiner&acirc;ncias&quot;, tem organiza&ccedil;&atilde;o de Cau&ecirc; Alves e Cristiana Tejo, e para a curadoria, &quot;n&atilde;o h&aacute; mais a quest&atilde;o da nacionalidade, j&aacute; que nossas ra&iacute;zes s&atilde;o mais flu&iacute;das e o que percebemos &eacute; que existe um fluxo cada vez mais urgente&quot;. Com a globaliza&ccedil;&atilde;o e a volatiliza&ccedil;&atilde;o das fronteiras, os artistas viajam cada vez mais para participar de exposi&ccedil;&otilde;es e resid&ecirc;ncias e em alguns casos passam mais tempo em tr&acirc;nsito do que nas cidades em que vivem.
&nbsp;

Para tanto, um trabalho do experiente Cildo Meireles cumpre a fun&ccedil;&atilde;o de norte: Arte F&iacute;sica: Cord&otilde;es/30 km de Linha Estendidos, de 1969, vest&iacute;gio de um fio estendido por ele numa viagem ao litoral do Rio. Virginia de Medeiros exibe uma Kombi (apelidada de Catarina) em cujo vidro s&atilde;o projetados v&iacute;deos gravados no sert&atilde;o da Bahia. Lourival Cuquinha, por sua vez, apresenta uma bandeira com 1.000 libras em esp&eacute;cie, resultado de uma tentativa de ganhar dinheiro em Londres. Gaio Matos fotografa placas de tr&acirc;nsito nas quais os sinais est&atilde;o apagados enquanto Alberto Bitar filma apartamentos e quartos de hotel vazios, marcados pela presen&ccedil;a humana recente. Chamam aten&ccedil;&atilde;o ainda dois pintores: Lucia Laguna, que elabora t&iacute;tulos para suas telas com o objetivo de fazer o espectador visualizar alguma figura&ccedil;&atilde;o onde s&oacute; h&aacute; abstra&ccedil;&atilde;o, e Rodrigo Bivar, representado por dois &oacute;leos bem-humorados que envolvem sol e ver&atilde;o. &nbsp;A mostra permanece em cartaz at&eacute; 18 de dezembro.
Panorama da Arte Brasileira - S&atilde;o Paulo
16/10/2011 a 18/12/2011
Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo - MAM
www.mam.org.br
&nbsp;
Fonte: MAM, Folha de SP

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Arte latino americana bate recordes de vendas em Nova York</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=325</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/301120111557_p1060578.jpg">As obras de v&aacute;rios artistas brasileiros e uma imensa escultura de bronze do colombiano Fernando Botero bateram novos recordes de vendas de arte latino-americana, anunciou, na ultima semana, em comunicado, a leloeira nova-iorquina Christie&rsquo;s.
&nbsp;

Dan&ccedil;arinos, forjada em 2007, foi arrematada por US$ 1,76 milh&atilde;o (cerca de R$ 3,1 milh&otilde;es). Com 1,6 tonelada e 3,18 metros de altura, &eacute; provavelmente a maior escultura de Botero j&aacute; leiloada, segundo Virgilio Garza, chefe de arte latino-americana da Christie's.
&nbsp;
No total, o leil&atilde;o de ter&ccedil;a-feira &agrave; noite arrecadou US$ 15,3 milh&otilde;es (R$ 27,2 milh&otilde;es). &quot;Os resultados foram excepcionais. O mercado latino-americano de arte est&aacute; prosperando, nove recordes foram batidos&quot;, disse Garza.
&nbsp;
Obras brasileiras do p&oacute;s-Segunda Guerra foram as mais disputadas, refletindo a escassez de trabalhos de artistas importantes do pa&iacute;s no mercado internacional. &quot;Acho que a not&iacute;cia aqui &eacute; que a arte brasileira brilha. Cinco recordes foram batidos das d&eacute;cadas de 1960 e 70. A arte brasileira foi extremamente bem&quot;, disse Garza.
&nbsp;
Bandeirinhas Estruturadas, de Alfredo Volpi, saiu por US$ 842,5 mil (R$ 1,5 milh&atilde;o), recorde para esse artista. Usando um motivo habitual do artista, a tela faz o olhar do espectador passear por pequenos tri&acirc;ngulos vermelhos, pretos e brancos, sobre fundo azul.
&nbsp;
Ruas Azuis (1955), de Ant&ocirc;nio Bandeira, foi arrematada por US$ 482,5 mil. Estrutura (1969), de Franz Weissmann, alcan&ccedil;ou US$ 386,5 mil. Outros recordes foram batidos para as obras de Jos&eacute; Pancetti (Abaet&eacute; - S&eacute;rie Bahia, no. 28&quot;, de 1957, por US$ 362,5 mil) e H&eacute;rcules Barsotti (Losango-Proposi&ccedil;&atilde;o Multileg&iacute;vel I, de 1966, por US$ 170,5 mil).
&nbsp;
&quot;A arte brasileira chegou. Ela n&atilde;o &eacute; mais uma categoria emergente de cole&ccedil;&atilde;o. Os olhos do mundo est&atilde;o olhando para o Brasil e para a sua fascinante hist&oacute;ria art&iacute;stica&quot;, disse Garza.
&nbsp;
Outros destaques do leil&atilde;o foram Vaca Vermelha (1975), do mexicano Francisco Toledo, arrematada por US$ 902,5 mil, Pintura no. 110 (1948), do argentino Juan Mel&eacute;, por US$ 134,5 mil, e Apresenta&ccedil;&atilde;o de Lagong Sob Figueira, desenho em papel do mexicano Miguel Covarrubias, por US$ 290,5 mil.
&nbsp;

Leil&atilde;o&nbsp;Christie&rsquo;s - Nova York

Fonte: EFE, IG</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Lucas Bambozzi expõe no Museu de Arte Moderna da Bahia</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=324</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/231120112052_rtemagicc_pendulocortado.jpg.jpg">O videoartista paulistano Lucas Bambozzi, criador do Festival Internacional de Arte em M&iacute;dias M&oacute;veis, o arte.mov, que acontece desde 2006 em diversas capitais do Pa&iacute;s, exp&otilde;e a instala&ccedil;&atilde;o P&ecirc;ndulo, no Museu de Arte Moderna da Bahia, de 30 de novembro a 11 de dezembro.
&nbsp;
A obra consiste na fixa&ccedil;&atilde;o um p&ecirc;ndulo similar ao de L&eacute;on Foucault, que em 1851, em Paris, tentou evidenciar a rota&ccedil;&atilde;o da terra. Da extremidade inferior do mecanismo, instalado dentro do objeto pendular, encontra-se um projetor de v&iacute;deo cujas imagens s&atilde;o emitidas em dire&ccedil;&atilde;o ao piso do museu. O p&ecirc;ndulo se movimenta e projeta as imagens de acordo com os ru&iacute;dos ambientes e a quantidade de pessoas que circular&atilde;o em torno dele.&nbsp;
&nbsp;
P&ecirc;ndulo foi montado pela primeira vez em 2005, no Centro Cultural Banco do Brasil, de S&atilde;o Paulo e recentemente no M&eacute;xico. Na vers&atilde;o apresentada em Salvador, as imagens projetadas representam situa&ccedil;&otilde;es locais. A mostra faz parte a quarta etapa do projeto Networked Hack Lab, voltado para a difus&atilde;o e experimenta&ccedil;&atilde;o de linguagens audiovisuais. No dia 29 e 30 de novembro, Lucas Bambozzi ministrar&aacute;, no espa&ccedil;o do museu, a oficina &quot;Contextos Espec&iacute;ficos: Da Mobilidade e da Representa&ccedil;&atilde;o Visual&quot;.
&nbsp;
Nascido em S&atilde;o Paulo, Lucas Bambozzi tem trabalhos exibidos em mais de 40 pa&iacute;ses. Em outubro passado, recebeu o 9&ordm; Pr&ecirc;mio Sergio Motta de Arte e Tecnologia, na categoria meio da carreira. Em 2010 recebeu men&ccedil;&atilde;o honrosa no Ars Eletr&ocirc;nica e, em 2011, teve uma retrospectiva de suas instala&ccedil;&otilde;es no Laborat&oacute;rio Arte Alameda (Cidade do M&eacute;xico, M&eacute;xico). Seus trabalhos recentes tratam das mobilidades e imobilidades do contexto urbano.&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
P&ecirc;ndulo, de Lucas Bambozzi
1&ordm; a 11 de dezembro
Museu de Arte Moderna da Bahia
www.mam.ba.gov.br
&nbsp;
&nbsp;
Fonte:G1, MAM</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Obras de Sigmar Polke ganham o Masp </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=323</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/211120112134_polke_sao_paulo_17.jpg">Realismo Capitalista e outras hist&oacute;rias ilustradas &eacute; uma &oacute;tima oportunidade para o p&uacute;blico brasileiro conferir os trabalhos deste que &eacute;, sem sombra de d&uacute;vidas, uma das mais significativas for&ccedil;as criativas da Europa no p&oacute;s-Guerra: Sigmar Polke.Na primeira exposi&ccedil;&atilde;o internacional p&oacute;stuma do artista, falecido em junho de 2010, aos 69 anos, o MASP apresenta a s&eacute;rie completa das obras gr&aacute;ficas de Polke, produzidas entre 1963 e 2009.&nbsp;

&nbsp;

Os trabalhos de Polke , que v&atilde;o de colagens a gravuras, t&ecirc;m como principal caracter&iacute;stica a experimenta&ccedil;&atilde;o.&nbsp;Em 1939, Polke esteve no Brasil para participar da 13&ordf; Bienal de S&atilde;o Paulo. Na &eacute;poca, o artista ganhou repercuss&atilde;o por causa de uma colagem, que trazia os seguintes dizeres logo abaixo de uma cabe&ccedil;a de macaco: &ldquo;Cada banana que eu como ap&oacute;ia a explora&ccedil;&atilde;o da Am&eacute;rica Latina.&rdquo;

A mostra deriva de mais uma curadoria feita em conjunto por Teixeira Coelho e pela brasileira radicada na Alemanha Tereza de Arruda que, no ano passado, trouxe a singular Se n&atilde;o neste tempo &ndash; Pintura Alem&atilde; Contempor&acirc;nea 1989-2010 ao MASP. Foi um momento importante para o p&uacute;blico brasileiro, que p&ocirc;de entrar em contato com o melhor da arte alem&atilde; visitando Gerard Richter &nbsp;no MASP e a retrospectiva de Josef Beuys no Sesc Pomp&eacute;ia quase na mesma &eacute;poca.


Sigmar Polke: Realismo Capitalista e outras hist&oacute;rias ilustradas
at&eacute; 29 de janeiro
Museu de Arte de S&atilde;o Paulo - MASP
masp.art.br/
&nbsp;
Fonte: ig, MASP

&nbsp;
&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>René Magritte no Albertina em Viena</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=322</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/181120112307_ren_magrite_os_amantes.jpg">Mais de 200 pinturas, obras sobre papel, fotografias, documentos, v&iacute;deos e cartazes que giram em torno do &quot;princ&iacute;pio de prazer&quot; existente na obra de Ren&eacute; Magritte est&atilde;o em cartaz no Museu Albertina em Viena at&eacute; 22 de fevereiro de 2012.&nbsp;

A exposi&ccedil;&atilde;o do mais famoso surrealista belga em Viena foi concebida em colabora&ccedil;&atilde;o &nbsp;com a Tate Liverpool ( Reino Unido) e aborda aspectos at&eacute; ent&atilde;o pouco explorados da vida Magritte e de sua atividade art&iacute;stica. Com base nas obras mais importantes de Magritte e nas pe&ccedil;as comerciais do inicio de sua carreira, a mostra examina a rela&ccedil;&atilde;o entre as pinturas do artista e sua produ&ccedil;&atilde;o para a ind&uacute;stria da publicidade, bem como a influ&ecirc;ncia da cultura pop em sua obra.&nbsp;
&nbsp;
&quot;Creio que esta exposi&ccedil;&atilde;o leva Magritte a um novo n&iacute;vel, a um novo significado e permite o p&uacute;blico redescobri-lo&quot;, disse o diretor da Tate Liverpool (UK), Christoph Grunenberg, em entrevista ao Jornal &quot;El Pais&quot;.

Entre os destaques da exposi&ccedil;&atilde;o encontram-se trabalhos j&aacute; bastante conhecidos pelo p&uacute;blico, tais como: &quot;Os amantes&quot; (1928), &quot;A representa&ccedil;&atilde;o (1937), &quot;Gigante&quot; (1928), &quot; O assassino amea&ccedil;ado&quot; (1927), entre outros. As obras que integram a exposi&ccedil;&atilde;o chegaram a capital austr&iacute;aca vindas de diversos pa&iacute;ses, incluindo Jap&atilde;o, os &nbsp;Estados Unidos, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia, Inglaterra e Alemanha. Maiores informa&ccedil;&otilde;es sobre a mostra no site: &nbsp;www.albertina.at/
&nbsp;
Rene Magritte (1898 - 1967) &ndash; Viena
at&eacute; 22 de fevereiro
Museu Albertina&nbsp;
www.albertina.at
&nbsp;
Fonte: El pais, Albertina
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Obras do mestre espanhol Francisco José Goya chegam a Salvador.</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=321</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/161120112346_goya-e1310753116292.jpg">Pela primeira vez no Brasil, a exposi&ccedil;&atilde;o Los Caprichos de Goya, do artista espanhol Francisco Jos&eacute; de Goya, chega a Salvador. Em cartaz no &nbsp;Instituto Cervantes, a mostra &eacute; um conjunto de oitenta gravuras, onde o pintor satiriza a sociedade espanhola do final do s&eacute;culo 18.&nbsp;
&nbsp;
&quot;Los Caprichos&quot;, primeira s&eacute;rie de gravuras de Goya, foi editada em 1799. Sua concep&ccedil;&atilde;o coincide provavelmente com a grave enfermidade que o pintor contraiu no come&ccedil;o dos anos noventa e que o deixaria surdo por toda a vida.&nbsp;Em seus trabalhos, Goya denunciava as marcas da sociedade de seu tempo e criticava o sistema educacional, chegando a desenhar asnos a fim de recriar a figura do professor e representando estudantes como pequenos burros. Com mensagens c&ocirc;micas e metaf&oacute;ricas, o espanhol brincava tamb&eacute;m com os t&iacute;tulos de suas obras, sempre carregadas de ironia, evitando que seus trabalhos fossem censurados. Com t&eacute;cnica expressionista, Goya deformou as fisionomias e corpos de seus personagens, buscando mostrar a vergonha humana em cen&aacute;rios tenebrosos.
&nbsp;
Vendo estes trabalhos muitos anos depois, nota-se que alguns comportamentos que foram representados por ele na &eacute;poca ainda persistem em diversas sociedades. Leituras como estas podem ser feitas at&eacute; 16 de dezembro, na Ladeira da Barra. A passagem da mostra por Salvador faz parte de uma itiner&acirc;ncia pelo Brasil (ela j&aacute; esteve no Rio de Janeiro, Bras&iacute;lia e Recife).A entrada &eacute; gratuita.

Los Caprichos de Goya chega - Salvador
09/11 a 16/12
Instituto Cervantes
http://salvador.cervantes.es
&nbsp;
Fonte: Instituto Cervantes, 360&ordm;

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>80 fotografias da Coleção Rubens Fernandes Jr ficam até janeiro na Pinacoteca</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=320</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/101120112234_fernando_lemos.jpg">Cen&aacute;rios e personalidades da cidade de S&atilde;o Paulo s&atilde;o o tema de uma exposi&ccedil;&atilde;o que a Pinacoteca do Estado apresenta entre os dias 08 de outubro e 15 de janeiro.
&nbsp;&nbsp;
Denominada Percursos e Afetos &ndash; Fotografias, 1928/2011 &ndash; Cole&ccedil;&atilde;o Rubens Fernandes Junior, a mostra re&uacute;ne mais de 80 fotografias, coloridas e PB, realizadas entre 1928 e 2011
&nbsp;
S&atilde;o obras realizadas por profissionais como German Lorca, Gaspar Gaparian, Jos&eacute; Oiticica Filho, Jos&eacute; Medeiros, Jean Manzon, Nair Benedicto, Stefania Brill, Hildegard Rosenthal, Mario Cravo Neto, Fernando Lemos, Elza Lima, Bob Wolfenson, Cristiano Mascaro, C&aacute;ssio Vasconcelos e Boris Kossoy.
&nbsp;
Com curadoria de Di&oacute;genes Moura, a mostra tem como ponto de partida um retrato de M&aacute;rio de Andrade, 1928, feito por Michelle Rizzo um dos primeiros fot&oacute;grafos a atuar em S&atilde;o Paulo.
&nbsp;
A partir desta imagem s&atilde;o apresentadas cenas da cidade de S&atilde;o Paulo, da vida cotidiana e uma s&eacute;rie de retratos de personalidades da cidade como Geraldo de Barros, Pierre Verger e Thomas Farkas, entre outros.
&nbsp;
&nbsp;
Percursos e Afetos &ndash; Fotografias, 1928/2011 | S&atilde;o Paulo
08 de outubro e 15 de janeiro
Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo
www.pinacoteca.org.br
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;Fonte: Arcoweb, Pinacoteca</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>As obras-primas de Leonardo da Vinci em Londres</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=319</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/091120111806_1956leonardo_da_vinci.jpg">A maior exposi&ccedil;&atilde;o de todos os tempos dedicada a Leonardo da Vinci abre as portas em Londres .Em cartaz a partir de 9 de novembro na National Gallery, a mostra Leonardo da Vinci: Pintor da Corte de Mil&atilde;o &eacute; uma oportunidade &uacute;nica para ver um grande n&uacute;meros de obras do g&ecirc;nio renascentista num s&oacute; espa&ccedil;o.&nbsp;
&nbsp;
Sob a curadoria de Luke Syson,que trabalhou por cinco anos na mostra, a exposi&ccedil;&atilde;o retrata o per&iacute;odo em que Da Vinci passou na corte de Mil&atilde;o, nas d&eacute;cadas de 1480 e 1490, a servi&ccedil;o do governador Ludovico Sforza, 'Il Moro', que deu a ele, pela primeira vez, dinheiro, tempo e espa&ccedil;o para se expressar.&nbsp;
&nbsp;
A atual mostra em Londres re&uacute;ne nove das 15 pinturas que restaram dentre as vinte feitas pelo mestre italiano. N&atilde;o est&atilde;o na exposi&ccedil;&atilde;o a famosa &quot;Mona Lisa&quot;, nem o mural &quot;A &Uacute;ltima Ceia&quot;, mas h&aacute; obras importantes como a pol&ecirc;mica pintura &quot;O Salvador do Mundo&quot;, que teve autoria atribu&iacute;da ao pintor apenas este ano. O outro ponto forte &eacute; a apresenta&ccedil;&atilde;o in&eacute;dita das duas vers&otilde;es de &quot;A Madona das Rochas&quot;, cuja exist&ecirc;ncia intriga &nbsp;os especialistas e estudiosos das artes.
&nbsp;
Apesar de os organizadores terem decidido limitar o n&uacute;mero de visitantes para evitar multid&atilde;o, a National Gallery espera um p&uacute;blico recorde: mais as 300.000 pessoas que foram ao local ver Vel&aacute;zquez, em 2007. &quot;J&aacute; vendemos um n&uacute;mero sem precedentes de entradas&quot;, anunciou o site da National Gallery.
&nbsp;
Leonardo da Vinci: Pintor da Corte de Mil&atilde;o - Londres
09/11 a 05/02
National Gallery
www.nationalgallery.org.uk
&nbsp;
Fonte: National Gallery, G1
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Sante Scaldaferri em cartaz no Palacete das Artes Rodin </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=318</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/081120111106_sante_scaldaferri.jpg">Nesta ter&ccedil;a (8), &agrave;s 19h o Palacete das Artes Rodin inaugura a exposi&ccedil;&atilde;o POP/Bienais, do artista pl&aacute;stico Sante Scaldaferri, &iacute;cone das artes pl&aacute;sticas da Bahia, importante representante do Movimento de Arte Moderna dos Anos 40.

A mostra re&uacute;ne um acervo de 85 telas pintadas pelo artista desde a d&eacute;cada de 70. Entre os trabalhos que ser&atilde;o apresentados na mostra est&aacute; &ldquo;Bacanal&rdquo; (1966), &ldquo;Prisioneiros do Pecado&rdquo; (2000) e &ldquo;Retrato de Fernando da Rocha Peres&rdquo; (2002).
&nbsp;
&ldquo;A pintura de Sante Scaldaferri &eacute; f&eacute;, povo e carne viva. &Eacute; m&atilde;o na dor e dedo na ferida. P&eacute; descal&ccedil;o, amputado e curado&rdquo;, define o artista pl&aacute;stico e diretor do Palacete das Artes, Murilo Ribeiro.
&nbsp;
Nascido em Salvador, 83 anos, Sante &eacute; um artista nato. Considerado como um dos mais importantes pintores brasileiros contempor&acirc;neos, o artista retrata o drama e a trag&eacute;dia do sert&atilde;o nordestino, a partir da profunda e prof&iacute;cua fonte do &lsquo;popular&rsquo; e do &lsquo;religioso&rsquo;. &nbsp;A exposi&ccedil;&atilde;o POP/Bienais fica em cartaz at&eacute; 6 de janeiro de 2012.
&nbsp;
POP/Bienais &ndash; Salvador
08/11 a 06/01
Palacete das Artes Rodin
www.cultura.ba.gov.br

Fonte: Secult, iBahia
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Corretora de Arte.com negocia obra de Marepe</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=317</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/031120111314_marepe.jpg">At&eacute; o dia 15 de novembro, colecionadores e amantes das artes visuais podem aproveitar uma oportunidade &uacute;nica: comprar na internet um quadro de Marepe. Filho da terra, Marepe &eacute; baiano, nasceu em Santo Antonio de Jesus, cidade do Rec&ocirc;ncavo Baiano onde vive at&eacute; hoje, e atualmente, &eacute; um dos mais conceituados artistas contempor&acirc;neos do pa&iacute;s, com reconhecimento internacional e mostras realizadas nos principais museus e galerias do Brasil e do mundo. &nbsp;
A obra &ldquo;Neura&rdquo;, de 1993, um acr&iacute;lico sobre Eucatex com 100 x 100 cm, est&aacute; sendo vendida pela Corretora de Arte.com com oferta inicial de R$ 10 mil reais. As negocia&ccedil;&otilde;es j&aacute; foram abertas e a avalia&ccedil;&atilde;o encontra-se em andamento. Mas, para quem j&aacute; quer fechar neg&oacute;cio, basta oferecer o lance para aquisi&ccedil;&atilde;o imediata e, por R$15 mil reais, adquirir a &ldquo;Neura&rdquo; de Marepe.

&nbsp;
Para dar sua oferta e estar apto a comprar obras atrav&eacute;s da Corretora de Arte.com &eacute; preciso realizar o pr&eacute;vio preenchimento dos dados pessoais solicitados para cadastramento. 

Conhe&ccedil;o os outros artistas e obras atualmente em negocia&ccedil;&atilde;o no site da Corretora de Arte.com.
&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Chega a Lisboa exposição com fotografias de Frida Kahlo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=316</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/011120112338_1.jpg">A Casa da Am&eacute;rica Latina inaugura em Lisboa uma sele&ccedil;&atilde;o de 257 fotografias das 6.500 que comp&otilde;em o acervo da Casa Azul-Museu Frida Kahlo na exposi&ccedil;&atilde;o Frida Kahlo - As Suas Fotografias. Esta &eacute; a primeira apresenta&ccedil;&atilde;o internacional da exposi&ccedil;&atilde;o que pode ser visitada de 4 de Novembro de 2011 a 29 de Janeiro de 2012, no Pavilh&atilde;o Preto do Museu da Cidade.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o que mostra uma s&eacute;rie de fotografias que pertenciam ao acervo pessoal da artista, na sua maioria desconhecidas, divide-se em seis n&uacute;cleos: Os Pais: Guillermo e Matilde; A Casa Azul; O Corpo Acidentado; Os Amores de Frida; A Fotografia e a Luta Pol&iacute;tica. N&atilde;o se pretende apresentar uma cronologia da vida e obra de Frida Kahlo, mas antes, mostrar peda&ccedil;os da sua hist&oacute;ria pessoal e da sua intimidade, de um pa&iacute;s e de uma &eacute;poca, permitindo tamb&eacute;m descobrir novas facetas de uma das personalidades mais complexas e enigm&aacute;ticas do s&eacute;culo XX.
&nbsp;
O valor das imagens como testemunho hist&oacute;rico &eacute; ineg&aacute;vel, mas tamb&eacute;m o &eacute; pela presen&ccedil;a de olhares de outros fot&oacute;grafos de renome que a fotografaram e se podem encontrar nesta exposi&ccedil;&atilde;o: Man Ray, Martin Munk&aacute;csi, Fritz Henle, Adward Weston, Brassai, Tina Modotti, Pierre Verger, Lola y Manuel &Aacute;lvarez, entre outros.
&nbsp;
Sobre a fotografia Frida escreveu: &ldquo;Sabia que o campo de batalha do sofrimento se reflectia nos meus olhos. Desde ent&atilde;o, comecei a encarar directamente a objectiva, sem pestanejar, sem sorrir, decidida a mostrar que seria uma excelente lutadora at&eacute; ao final.&rdquo;
&nbsp;
Frida Kahlo - As Suas Fotografias | Lisboa
04/11 a 29/01
Museu da Cidade
http://www.casamericalatina.pt/
&nbsp;
Fonte: Museu da Cidade; Guia da Cidade</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Cow Parade 2011 chega ao Rio de Janeiro</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=315</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/011120112157_mais-vaquinhas-em-fase-de-producao.jpg">Considerado o maior e mais bem sucedido evento de arte p&uacute;blica do mundo o Cow Parade&nbsp;chega mais uma vez ao Brasil e modifica a paisagem do Rio de Janeiro e Goi&acirc;nia. &nbsp;Em sua atual edi&ccedil;&atilde;o, cerca de 80 exemplares de vacas customizadas j&aacute; ocupam cal&ccedil;adas, pra&ccedil;as, parques e ruas de diversos bairros cariocas. J&aacute; em Goi&acirc;nia o evento s&oacute; come&ccedil;a no fim do m&ecirc;s.
&nbsp;
Esta &eacute; a segunda vez que o Rio de Janeiro recebe o evento (a primeira foi em 2007) espalhado por diversos bairros como Ilha do Governador, Jardim Bot&acirc;nico, Lagoa, Barra, Tijuca, Leblon, Botafogo, Laranjeiras, Lapa, Copacabana, Ipanema e Centro. Al&eacute;m disso, comunidades pacificadas tamb&eacute;m servem de loca&ccedil;&atilde;o para algumas vaquinhas, como Complexo do Alem&atilde;o, Cidade de Deus, Santa Marta, entre outras.
&nbsp;
O bom humor faz parte do Cow Parade e como de costume as charmosas vaquinhas de fibra de vidro, apresentam divertidos nomes: Cowxa de Pandora, Frida Cowlo, Vaca de Elite, Escowregou, Cowvers&iacute;vel e Vaca de Familia s&atilde;o alguns dos exemplos. Entre os temas que serviram de inspira&ccedil;&atilde;o para os artistas destacam-se a cultura pop, a blitz da Lei Seca, &nbsp;a Web 2.0 e at&eacute; mesmo o Batalh&atilde;o de Opera&ccedil;&otilde;es Especiais da PM (Bope).
&nbsp;
O Cow Parade surgiu &nbsp;na Sui&ccedil;a em 1999, criado pelo diretor art&iacute;stico Walter Knapp. &nbsp;O evento j&aacute; passou por mais de 55 cidades em todo o mundo, incluindo Chicago, New York , Londres, T&oacute;quio, Bruxelas &nbsp;e Mil&atilde;o. Ap&oacute;s a exposi&ccedil;&atilde;o em cada cidade, as vacas s&atilde;o leiloadas e o dinheiro &eacute; entregue para institui&ccedil;&otilde;es &nbsp;beneficentes. No caso do Rio de Janeiro, a arrecada&ccedil;&atilde;o ser&aacute; revertida para a ONG Rio Inclui.
&nbsp;
Cow Parade Brasil - 2011
02/11 a 20/12 e 24/11 a 22/01
Rio de Janeiro e Goi&acirc;nia
http://cowparade.com.br/
&nbsp;
Fonte: Jornal do Brasil, Cow Parade
Cr&eacute;dito da imagem: Jornal do Brasil
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> O mundo da arte contemporânea resiste à crise e movimenta milhões em Paris.</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=314</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/271020111621_grand-palais-2009-fiac-paris.jpg">A Feira Internacional de Arte Contempor&acirc;nea (FIAC) de Paris, encerrada no dia 23/10, n&atilde;o tomou conhecimento da crise financeira global que muitos temiam. Pelo contr&aacute;rio, surpreendeu e atraiu um grande n&uacute;mero de colecionadores, sendo classificada como &quot;a melhor dos &uacute;ltimos anos&quot;.


&quot;Esta foi a melhor Fiac&quot;, afirmou &agrave; AFP, Bernard Prazan, dono da galeria de Paris, Applicat Prazan, pouco antes do fechamento da &nbsp;feira, onde foram vendidas obras cujos pre&ccedil;os atingiram milh&otilde;es de euros.
&nbsp;
&quot;Levando em conta tudo o que est&aacute; acontecendo no mundo e a volatilidade financeira, esta Fiac teve grande &ecirc;xito&quot;, disse Elliot McDonald, da galeria Pace, de Nova York. &quot;O mais interessante foi a grande variedade de nacionalidades dos colecionadores&quot;, completou em entrevista &agrave; AFP.
&nbsp;
A FIAC 2011 aconteceu simultaneamente em dois espa&ccedil;os, o museu do Grand Palais e o P&aacute;tio Quadrado do Louvre, onde foram expostas obras de 21 pa&iacute;ses estrangeiros, entre eles Estados Unidos, Alemanha e It&aacute;lia. O Brasil foi representado atrav&eacute;s de &nbsp;tr&ecirc;s galerias paulistas: Luciana Brito, Luisa Strina, e a Vermelho.&nbsp;
&nbsp;
Picasso, Atlan, Louise Bourgeois, Joan Mitchell, Jean-Michel Basquiat, Kirchner, Magritte, Calder, Eric Baudart, Didier Marcel, Pierre Bismuth e &nbsp;Daniel Firman foram alguns dos artistas expostos.&nbsp;Entre os brasileiros destacam-se Marina Abramovic, Lucas Bambozzi, Eder Santos, Caio Reisewitz , Regina Silveira,&nbsp;Ros&acirc;ngela Renn&oacute;, Marcelo Cidade, Cia. De Foto, Chelpa Ferro, Pedro Motta e Marepe.
&nbsp;

Apesar de a FIAC continuar sendo um mercado sobretudo europeu, os colecionadores da China representaram 33% das compras do mercado de arte, passando Nova York e Londres, que tamb&eacute;m aumentaram participa&ccedil;&atilde;o na FIAC este ano, disseram os organizadores do evento.


Feira Internacional de Arte Contempor&acirc;nea (FIAC) - Paris
Museu do Grand Palais/P&aacute;tio Quadrado do Louvre
18-21 de outubro
http://www.fiac.com/
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: Ag&ecirc;ncia de Not&iacute;cias AFP e FIAC.&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Alba Vasconcelos e a beleza da pele negra </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=313</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/271020110017_305795_296253833725360_100000222384048_1345475_704683868_n.jpg">O Palacete das Artes - Rodin Bahia recebe at&eacute; 13 de novembro a exposi&ccedil;&atilde;o Pele, a cor de cor, da fot&oacute;grafa Alba Vasconcelos. A mostra expressa a beleza da pele negra, o universo fascinante das luzes, cores e contrastes misturados ao corpo humano.
&nbsp;
Pele, a cor de cor re&uacute;ne ao todo 21 fotografias e imagens de mulheres fortes e profissionais engajadas na nossa sociedade. S&atilde;o jornalistas, estudantes, empres&aacute;rias e modelos fotografadas para esta exposi&ccedil;&atilde;o, um trabalho que Vauluizo Bezerra, artista pl&aacute;stico, expressou como de &ldquo;uma delicadeza que percorre de modo explorat&oacute;rio as demarca&ccedil;&otilde;es pr&oacute;prias do olho feminino&rdquo;.
&nbsp;
Alba tem uma trajet&oacute;ria nas artes que inclui as premia&ccedil;&otilde;es em 1990 e no ano passado, da Bienal do Rec&ocirc;ncavo, e o pr&ecirc;mio da Bienal FotoBahia, no Museu de Arte Moderna. Ela participou da exposi&ccedil;&atilde;o Contemporary Art of Brasil em San Francisco (2000) e da exposi&ccedil;&atilde;o comemorativa do Ano da Fran&ccedil;a no Brasil (2009) na Galeria Canizares, em Salvador, entre outras . Apresentou suas fotografias ainda na Coletiva Artes e Filantropia (2006), na mostra individual &ldquo; Retratos&rdquo; e em 2010, em S&atilde;o F&eacute;lix, uma exposi&ccedil;&atilde;o individual no Centro Cultural Danneman.

Pele, a cor de cor&nbsp;- Salvador
at&eacute; 13 de novembro
Palacente das Artes - Rodin Bahia
www.palacetedasartes.ba.gov.br

Fonte: Dimus, Palacete das Artes


&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Retrospetiva de Miró é destaque em Barcelona</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=312</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/271020110000_dancarinos-ii.jpg">A Funda&ccedil;&atilde;o Joan Mir&oacute; apresenta em Barcelona uma vasta retrospetiva da obra do pintor catal&atilde;o. A exposi&ccedil;&atilde;o Joan Mir&oacute;. La escalera de la evasi&oacute;n&nbsp;(A escada da evas&atilde;o), &nbsp;re&uacute;ne 170 obras de Mir&oacute;, entre pinturas, esculturas e ilustra&ccedil;&otilde;es, que manifestam o compromisso do artista com o tempo em que viveu.&nbsp;
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o, mais importante do artista realizada em Espanha nos &uacute;ltimos 20 anos, re&uacute;ne obras de colec&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e privadas de todo o mundo, e foi organizada em conjunto com a Tate Modern de Londres e a National Gallery of Art de Washington, com um or&ccedil;amento que rondou um milh&atilde;o de euros.&nbsp;
&nbsp;
La escalera de la evasi&oacute;n &eacute; uma panor&acirc;mica completa da obra de Mir&oacute; que ressalta a import&acirc;ncia do seu lugar de origem, de como este influenciou a sua obra.&nbsp;
&nbsp;
Esta exposi&ccedil;&atilde;o, previamente exposta na Tate Modern, onde foi visitada por 303.000 pessoas, surge agora em Barcelona, n&atilde;o se assinalando grandes diferen&ccedil;as na sua apresenta&ccedil;&atilde;o.&nbsp;La escalera de la evasi&oacute;n&nbsp;&eacute; um dos acontecimentos art&iacute;sticos do ano e, por isso, ser&aacute; acompanhada de jornadas acad&eacute;micas, de itiner&aacute;rios tur&iacute;sticos pela Barcelona de Mir&oacute; e at&eacute; de outras exposi&ccedil;&otilde;es, como &ldquo;Joan Mir&oacute;. Carteles de un tiempo, de un pa&iacute;s&rdquo;, no Museu d&rsquo;Hist&ograve;ria de Catalunya.&nbsp;
&nbsp;
Depois da escala em Barcelona a mostra viajar&aacute; para a National Gallery of Art de Washington, onde poder&aacute; &nbsp;ser visitada a partir de Maio de 2012.
&nbsp;
&nbsp;
Joan Mir&oacute;. La escalera de la evasi&oacute;n - Barcelona
6/10/2011 - 18/03/2012
Funda&ccedil;&atilde;o Joan Mir&oacute;
www.fundaciomiro-bcn.org
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: elpais, funda&ccedil;&atilde;o joan mir&oacute;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição celebra 50 anos de carreira de Nelson Leirner</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=311</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/251020112337_11244418.jpg">
Esta em cartaz &nbsp;em S&atilde;o Paulo a exposi&ccedil;&atilde;o Nelson Leirner 2011-1961=50 anos, que traz mais de 40 obras do artista pl&aacute;stico. A mostra &eacute; uma retrospectiva do trabalho de Leirner, com destaque para a in&eacute;dita instala&ccedil;&atilde;o &quot;Um, nenhum e cem mil&quot;, que re&uacute;ne trabalhos dos &uacute;ltimos 15 anos.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o tem curadoria de Agnaldo Farias e abarca tr&ecirc;s momentos decisivos da trajet&oacute;ria de Leirner. O primeiro aborda os anos iniciais do artista, dedicados &agrave; pintura e desenho. Ap&oacute;s se concentra o per&iacute;odo entre 1965 e 1994, em que ele troca a cria&ccedil;&atilde;o pela apropria&ccedil;&atilde;o e cria happenings e instala&ccedil;&otilde;es. Na mesma &eacute;poca, a cultura popular brasileira cresce como fonte de inspira&ccedil;&atilde;o em seu trabalho.
&nbsp;
Por fim, a exposi&ccedil;&atilde;o aborda a fase p&oacute;s-1994, marcada pela utiliza&ccedil;&atilde;o de objetos industriais. Desde 2000 ele tem se apropriado de forma bem-humorada de imagens art&iacute;sticas cl&aacute;ssicas como a Mona Lisa, de Da Vinci, e a Fonte, de Marcel Duchamp.

A exposi&ccedil;&atilde;o tem entrada gratuita e fica aberta at&eacute; o dia 6 de novembro na Galeria de Arte do Sesi-SP (Av. Paulista, 1.313).

&nbsp;

Nelson Leirner 2011-1961=50 anos
at&eacute; 06 de novembro
Galeria de Arte do Sesi-SP
http://www.sesisp.org.br

Fonte: G1, SESC
&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Londres redescobre as bailarinas de Edgar Degas</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=310</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/191020112315_edgar-degas-two-dancers-on-the-stage-c.-1874.jpg">Esta em cartaz em Londres no Royal Academy of Arts a exposic&atilde;o: Degas and the Ballet: Picturing Movement, que a exibe a paix&atilde;o de Edgar Degas pela dan&ccedil;a e pelo trabalho pr&aacute;tico das bailarinas. &nbsp;&Eacute; como artista que Degas as observava, desenhando-as sob os mais variados &acirc;ngulos e acabando por apreender o que o obcecava: o movimento.
&nbsp;
Com curadoria de Richard Kendall, a exposi&ccedil;&atilde;o revela a inventividade de Degas e a forma como este integrou as t&eacute;cnicas do cinema e da fotografia ao seu trabalho de pintor. S&atilde;o mais de 85 obras produzidas entre 1870 e 1912, ano em que o artista franc&ecirc;s parou de trabalhar devido a cegueira. Al&eacute;m das pinturas e esculturas, a mostra inclui algumas fotografias tiradas pelo pr&oacute;prio Degas.
&nbsp;
Edgard Degas &eacute; um dos artistas mais admirados do s&eacute;culo XXI. O artista franc&ecirc;s &eacute; geralmente classificado como impressionista, mas sua obra ultrapassa as categorias da hist&oacute;ria da arte por seu car&aacute;ter vanguardista.&nbsp;
&nbsp;


Degas and the Ballet: Picturing Movement - Londres
17 de setembro a 11 de dezembro
Royal Academy of Arts
www.royalacademy.org.uk
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: rac, euronews
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição reúne pinturas contemporâneas de artistas em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=309</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/191020111952_rtemagicc_pintura_nova_txdam23733_b80f84.jpg.jpg">A Galeria ACBEU oferece uma &oacute;tima oportunidade para o p&uacute;blico conferir como anda a produ&ccedil;&atilde;o contempor&acirc;nea de uma nova gera&ccedil;&atilde;o de pintores baianos. A exposi&ccedil;&atilde;o Pintura Nova, em cartaz at&eacute; 29 de outubro, apresenta, trabalhos in&eacute;ditos de &Aacute;lvaro Machado, Ananda Nahu, Andr&eacute;a May, Andr&eacute;s Rubio, F&aacute;bio Magalh&atilde;es, Igor Souza, Izolag, Mike Sam e Naara.

Com curadoria de Justino Marinho, o prop&oacute;sito da exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; refletir sobre a pintura como parte ou meio fundamental na arte contempor&acirc;nea. Os artistas foram escolhidos ap&oacute;s observa&ccedil;&otilde;es das linhas de trabalho e acompanhamento do movimento art&iacute;stico baiano.&nbsp;O resultado s&atilde;o nove pinturas em grandes formatos, Cada um com seu estilo e tema, uns figurativos como Naara, Mike Sam, Amanda Nahu e Izalog; outros abstratos, Andr&eacute;s Rubio, Igor Souza e &Aacute;lvaro Machado; surrealista pop, como HumanAnimals de Andrea May, e hiper-realista, como F&aacute;bio Magalh&atilde;es.
&nbsp;
Pintura Nova &ndash; Salvador
14 a 29 de outubro
Galeria ACBEU &ndash; Corredor da Vit&oacute;ria
www.acbeubahia.org.br


 Fonte: atarde, acbeu&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Modigliani ganha mostra no Brasil</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=308</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/171020112230_modigliani.jpg">Vit&oacute;ria &eacute; a primeira capital do pa&iacute;s a receber a exposi&ccedil;&atilde;o in&eacute;dita Modigliani: Imagens de uma vida, que re&uacute;ne obras do artista italiano Amedeo Modigliani.
&nbsp;
A mostra internacional traz 188 pinturas em &oacute;leo, esculturas em bronze, desenhos, documentos e outros itens do acerto do Instituto Modigliani, situado em Roma. Ela pretende tra&ccedil;ar um panorama entre a vida do artista e sua obra, que marcou novas formas na pintura &mdash; e na qual se veem quase sempre mulheres, muitas delas suas amantes.
&nbsp;
A realiza&ccedil;&atilde;o da mostra internacional em Vit&oacute;ria abre oficialmente as comemora&ccedil;&otilde;es do Ano da It&aacute;lia no Brasil. Ap&oacute;s a temporada no Espirito Santo, a exposi&ccedil;&atilde;o far&aacute; um circuito por mais duas capitais: Em janeiro de 2012, vai para o Rio (Museu Nacional de Belas Artes) e em abril chega a S&atilde;o Paulo (Masp).
&nbsp;



&nbsp;
&nbsp;
Modigliani: Imagens de uma vida - Vit&oacute;ria
18 de outubro a 18 de dezembro de 2011
Sal&atilde;o Afonso Br&aacute;s, no Pal&aacute;cio Anchieta&nbsp;
www.palacioanchieta.es.gov.br
&nbsp;
Fonte: G1, Bravo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Vik Muniz apresenta retrospectiva em Portugal</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=307</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/121020112312_vik_muniz_5.jpg">Uma retrospectiva da obra do artista pl&aacute;stico e fot&oacute;grafo brasileiro Vik Muniz, com cerca de 100 trabalhos desde os anos 1980 at&eacute; &agrave; atualidade, esta em cartaz no Museu Colec&ccedil;&atilde;o Berardo, em Lisboa.
&nbsp;
VIK &eacute; a maior retrospetiva do artista pl&aacute;stico brasileiro at&eacute; &agrave; atualidade e apresenta ao p&uacute;blico icones como Marilyn Monroe, Elizabeth Taylor e Monalisa. Na suas obras, &eacute; comum o uso de materiais inusitados: calda de chocolate, pasta de amendoim, caviar e diamantes, s&atilde;o utilizados para recriar grandes mestres da fotografia e da pintura. O resultado s&atilde;o imagens surpreendentes, que parecem a um s&oacute; tempo familiares e estranhas.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o - que ficar&aacute; em cartaz at&eacute; 31 de dezembro resulta de uma co-produ&ccedil;&atilde;o entre o Museu Colec&ccedil;&atilde;o Berardo e o Est&uacute;dio Vik Muniz, em Nova Iorque, onde o artista est&aacute; radicado h&aacute; 25 anos. Antes de chegar a Lisboa, VIK passou pelo Rio de Janeiro (no MAM), por S&atilde;o Paulo (MASP), por Nova Iorque (no MoMA), Miami (Miami Fine Arts Museum), M&eacute;xico e Canad&aacute;.
&nbsp;
Vik Muniz, nasceu em S&atilde;o Paulo em 1961, e vem desenvolvendo um trabalho como fot&oacute;grafo, desenhista, pintor e gravador. Estudou publicidade na Funda&ccedil;&atilde;o Armando &Aacute;lvares Penteado, em S&atilde;o Paulo, e mudou-se em 1983 para Nova Iorque, onde passou a viver e a explorar materiais menos habituais nos seus trabalhos de artes pl&aacute;sticas e fotografia.
&nbsp;


VIK - Lisboa
at&eacute; 31 de dezembro
Museu Colec&ccedil;&atilde;o Berardo
http://www.museuberardo.pt/
&nbsp;
Fonte: Eurorews, Museu Colec&ccedil;&atilde;o Berardo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Marcelo Grassman expõe Sombras e Sortilégios na Caixa Cultural</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=306</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/111020112005_sombras_e_sortilegios.jpg">&nbsp;A Caixa Cultural Salvador recebe, at&eacute; 22 de novembro, a exposi&ccedil;&atilde;o de Marcelo Grassman, que re&uacute;ne 60 gravuras do artista pl&aacute;stico paulista. Dentre as t&eacute;cnicas utilizadas pelo artista est&atilde;o a xilografia, litografia e gravura em metal. Em suas obras, figuram damas, cavaleiros, crust&aacute;ceos e mam&iacute;feros.
&nbsp;
O curador da exposi&ccedil;&atilde;o, Ant&ocirc;nio Carlos Abdalla, observa que Grassmann &eacute; criador de vasta obra e, por isso, tem sido constantemente reconhecido como um dos nomes mais importantes da gravura, em mais de 60 anos de cont&iacute;nua e intensa atividade. &quot;A visibilidade nacional e internacional, que o artista experimenta &eacute; justa e merecida.&quot;
&nbsp;
Detentor de importantes pr&ecirc;mios nas Bienais de S&atilde;o Paulo, Veneza e Paris, Marcelo Grassman participou de quase 500 exposi&ccedil;&otilde;es coletivas e individuais. Paulista de S&atilde;o Sim&atilde;o, Grassmann residiu em Salvador, nos anos 1950 e 1960. Neste per&iacute;odo, trabalhou com Mario Cravo Neto e conheceu sua primeira mulher, a b&uacute;lgara Sonya Grassmannm, tamb&eacute;m uma importante pintora.
&nbsp;

&nbsp;
Sombras e Sortil&eacute;gios - Marcelo Grassman
at&eacute; 22 de novembro
Caixa Cultural Salvador
wwww.caixacultural.com.br


Fonte: Caixa Cultural, Ibahia</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arte e interatividade nas obras de Mariko Mori</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=305</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/101020110023_wave-ufo.jpg">
A primeira exposi&ccedil;&atilde;o individual de Mariko Mori no Brasil tem sido um grande sucesso. Ap&oacute;s passar por Bras&iacute;lia e Rio de Janeiro, onde atraiu mais de 300 mil visitantes, a mostra Oneness permanece em cartaz at&eacute; 16 de outubro no Centro Cultural Banco do Brasil em S&atilde;o Paulo.&nbsp;
&nbsp;
Sob a coordena&ccedil;&atilde;o e curadoria de Nicola Goretti, a exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; um passeio pela trajet&oacute;ria de &nbsp;uma das artistas orientais mais famosas no lado de c&aacute; do globo. Oneness revela desde os primeiros trabalhos de Mariko, realizados em 1995, at&eacute; os mais atuais entre instala&ccedil;&otilde;es, v&iacute;deos, fotografias e desenhos.
&nbsp;
Para compor sua arte de vanguarda, Mariko Mori inspira-se no conceito budista de conex&atilde;o entre todos os elementos do universo e utiliza o design, a interatividade e a computa&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica como forma de express&atilde;o. A principal atra&ccedil;&atilde;o da mostra &eacute; Wave UFO. Uma nave espacial que pesa seis toneladas e comporta tr&ecirc;s visitantes por vez. A obra l&ecirc; e traduz as ondas cerebrais do espectador em figuras, que s&atilde;o projetadas em seu casco.
&nbsp;
Com forma&ccedil;&atilde;o em design de moda, no Jap&atilde;o, e artes, no Chelsea College of Art &amp; Design, em Londres, e no Whitney Museum of American Art&rsquo;s Independent Study Program, em Nova York, Mariko Mori tem obras em acervos de importantes institui&ccedil;&otilde;es. Seus trabalhos fundem arte e tecnologia, Budismo e a ideia de uma consci&ecirc;ncia espiritual universal.
&nbsp;
Oneness - Mariko Mori | S&atilde;o Paulo
at&eacute; 16 de outubro
Centro Cultural Banco do Brasil
www.ccbb
&nbsp;
Fonte: dasartes, madeinjapan
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição em Paris revela um Edvard Munch moderno</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=304</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/041020112249_exp-munch.jpg">
Uma exposi&ccedil;&atilde;o em Paris lan&ccedil;a um olhar moderno sobre a obra de Edvard Munch. A mostra intitula-se O olho moderno e exibe algumas raridades, entre pinturas, desenhos e fotografias do pintor expressionista noruegu&ecirc;s.

Em cartaz no Centro Pompidou, at&eacute; 09 de janeiro, a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;busca ir al&eacute;m da fama de problem&aacute;tico e atormentado de Munch, destacando telas que mostram um interesse em discutir forma e linguagem e uma curiosidade sobre diferentes formas de representa&ccedil;&atilde;o. &nbsp;

&nbsp;
Em 12 se&ccedil;&otilde;es, divididas em nove assuntos, a mostra aborda as compuls&otilde;es (h&aacute; seis vers&otilde;es de The sick child e oito de Vampire); a paix&atilde;o pelo cinema (era um f&atilde; das com&eacute;dias de Charlie Chaplin); seu interesse pelo teatro (era amigo do sueco August Strindberg) e os problemas oftamol&oacute;gicos no final da vida, entre outros.
&nbsp;
Edvard Munch &eacute; tido como um dos maiores pintores simbolistas do s&eacute;culo 19. &Eacute; considerado, por muitos estudiosos das artes pl&aacute;sticas, como um dos artistas que iniciaram o expressionismo na Alemanha. Ficou bastante conhecido por sua obra emblematica &quot;O Grito&quot;(1893) .
&nbsp;


O olho moderno - Paris
at&eacute; 09 de Janeiro
Centro Pompidou
http://www.centrepompidou.fr
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: Centre Pompidou, o Globo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arte Feminina é destaque em exposição no MAB</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=303</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/031020111611_o_touro_de_tarsila.jpg">O Museu de Arte da Bahia recebe, at&eacute; 06 de novembro, a exposi&ccedil;&atilde;o Pintoras da Primavera de 2011. Obras de 34 artistas brasileiras, entre elas, Tarsila de Amaral, Maria Bonomi, Djanira, al&eacute;m das baianas Ligia Sampaio, Sonia Castro, M&aacute;rcia Magno comp&otilde;em a mostra, que integra a 5&deg; Primavera dos Museus na Bahia. S&atilde;o artistas que atuaram nas seis &uacute;ltimas d&eacute;cadas no movimento das artes pl&aacute;sticas do pa&iacute;s.
&nbsp;
Pinturas, gravuras e desenhos foram selecionados pela curadora Sylvia Athayde, diretora do MAB, a partir do acervo da pr&oacute;pria institui&ccedil;&atilde;o e do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). O evento &eacute; coordenado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/Minc), que estabelece a rela&ccedil;&atilde;o &lsquo;Mulheres, Museus e Mem&oacute;rias&rsquo; no m&ecirc;s da primavera, em &acirc;mbito nacional.

Pintoras da Primavera de 2011 - Salvador
at&eacute; 06 de novembro
Museu de Arte da Bahia - MAB
http://dimusbahia.wordpress.com/mostras/

Fonte: Dimus, G1

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Mostra reúne artistas contemporâneos americanos</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=302</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/021020112234_7usfww2u6ov20tee9lujocg0b.jpg">
Em 2011, ano em que a bienal de S&atilde;o Paulo comemora seus 60 anos, o p&uacute;blico brasileiro tem a chance de entrar em contato, pela primeira vez, com alguns dos maiores nomes da arte contempor&acirc;nea internacional. Em nome dos artistas &ndash; Arte contempor&acirc;nea norte-americana na Cole&ccedil;&atilde;o Astrup Fearnley, exposi&ccedil;&atilde;o que ocupa o Pavilh&atilde;o da Bienal at&eacute; 4 de dezembro, exibe um conjunto de 219 obras do acervo do Astrup Fearnley Museum of Modern Art, de Oslo, na Noruega.
&nbsp;
O recorte da cole&ccedil;&atilde;o apresentado no Brasil traz, no total, obras de 50 artistas norte-americanos, feitas desde a d&eacute;cada de 1980 at&eacute; os dias de hoje. Crescidos e educados no p&oacute;s-guerra e em meio &agrave; cultura do consumo e do espet&aacute;culo que se desenvolvia rapidamente nos EUA e se espalhava pelo mundo, esses artistas foram, uns mais, outros menos, confrontados e influenciados pelas ideias relacionadas ao pop, &agrave; arte conceitual e &agrave; nova cr&iacute;tica. &ldquo;O car&aacute;ter pessoal e &uacute;nico de suas abordagens foi classificado como neoconceitual ou arte da apropria&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explica o curador Gunnar Kvaran
&nbsp;
Nomes como Jeff Koons, Matthew Barney, Richard Prince, Cindy Sherman e Damian Hirst por exemplo, est&atilde;o representados individualmente em grandes s&eacute;ries de obras in&eacute;ditas no pa&iacute;s. Muitas das obras apresentadas devem levantar polemica durante a exposi&ccedil;&atilde;o, uma vaca e um bezerro cortados ao meio e fotos expl&iacute;citas da ex-estrela porn&ocirc; italiana Cicciolina s&atilde;o as mais controversas.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o representa um momento importante na hist&oacute;ria da Bienal. Ap&oacute;s a retomada de seu prest&iacute;gio no Brasil e no exterior &ndash; com a realiza&ccedil;&atilde;o, em 2010, da 29&ordf; Bienal de S&atilde;o Paulo &ndash; a Bienal passa a promover grandes mostras nos anos em que n&atilde;o realiza o seu principal evento.&nbsp;
&nbsp;
Arte contempor&acirc;nea norte-americana na Cole&ccedil;&atilde;o Astrup Fearnley
Pavilh&atilde;o da Bienal - Pq Ibirapuera - S&atilde;o Paulo
At&eacute; 04 de dezembro
http://emnomedosartistas.org.br/
&nbsp;


Fonte: das artes, Bienal
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Brasileiros marcam presença na 11ª Bienal de Lyon</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=301</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/300920110114_img_606x341_biennaledelyon.jpg">A 11&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Bienal de arte contempor&acirc;nea de Lyon prop&otilde;e, at&eacute; o final de dezembro, uma &ldquo;longa viagem pelo imagin&aacute;rio&quot;, atrav&eacute;s das obras de 78 artistas provenientes de 25 pa&iacute;ses. A presen&ccedil;a de brasileiros &eacute; marcante. Ao todo s&atilde;o nove artistas, de diferentes gera&ccedil;&otilde;es, que oferecem ao p&uacute;blico franc&ecirc;s uma pequena mostra da arte contempor&acirc;nea nacional.

O projeto curatorial elaborado pela argentina Victoria Noorthoorn, &nbsp;&ldquo;fala de uma s&oacute; vez da incerteza do presente e de um futuro pr&oacute;ximo, do status do artista no mundo atual e da necessidade absoluta da arte manter-se aberta a d&uacute;vida, a contradi&ccedil;&atilde;o e confus&atilde;o, a mudan&ccedil;a e ao movimento&rdquo;, comenta Noorthoorn.

Sob o tema Uma Terr&iacute;vel Beleza Nasceu e com mais de 200 obras expostas de artistas vindos principalmente do Leste Europeu, &Aacute;frica e Am&eacute;rica Latina, a curadora esclarece que &ldquo;os artistas da exposi&ccedil;&atilde;o foram selecionados como indiv&iacute;duos e por sua capacidade de di&aacute;logo com outros artistas da mostra e n&atilde;o como representantes de seus pa&iacute;ses ou regi&otilde;es de origem&rdquo;.

Apesar disto, &eacute; dif&iacute;cil n&atilde;o destacar o time de artistas brasileiros selecionados, composto por Lenora de Barros, Augusto de Campos, Cildo Meireles, Arthur Bispo do Rosario, Laura Lima, Erika Verzutti, Lucia Koch, Daniela Thomas e Jarbas Lopes, que exp&otilde;em suas obras nos mais de 13.000m&sup2;, espalhados por quatro espa&ccedil;os da cidade francesa.

Este n&atilde;o &eacute; o primeiro &nbsp;desafio profissional internacional encarado por Noorthoorn, que em 2006 j&aacute; foi curadora geral da Bienal de Arte de Pontevedra, Espanha, e em 2009, da 7 &ordf; Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, al&eacute;m de ter organizado numerosas mostras em seu &nbsp;pa&iacute;s.
&nbsp;
Cerca de 200.000 pessoas visitam cada edi&ccedil;&atilde;o da&nbsp;Bienal de arte contempor&acirc;nea de Lyon, criada em 1991, onde, viajam tr&ecirc;s mil curadores, cr&iacute;ticos e colecionadores para as exposi&ccedil;&otilde;es e &nbsp;Jornadas Profissionais. &nbsp;O p&uacute;blico tem at&eacute; 31 de dezembro para conferir o grande evento.

&nbsp;

Bienal de arte contempor&acirc;nea de Lyon&nbsp;
15 de setembro a 31 de dezembro
Lyon- Fran&ccedil;a
www.biennale-de-lyon.org
&nbsp;
Fonte: Euronews , Bienal de Lyon
&nbsp;

&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Infância é tema de mostra de esculturas em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=300</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/260920111705_consuelo_radclyffe24bff386b5914d.jpg">Hist&oacute;rias e recorda&ccedil;&otilde;es da inf&acirc;ncia &eacute; o que o p&uacute;blico soteropolitano encontra ao visitar a exposi&ccedil;&atilde;o Momentos - Esculturas em cer&acirc;mica, da artista Consuelo Radclyffe. Em cartaz at&eacute; 06 de novembro, a exposi&ccedil;&atilde;o da baiana radicada em Londres, apresenta 14 esculturas confeccionadas em cer&acirc;mica, que retratam a inf&acirc;ncia da artista.
&nbsp;
Suas figuras infantis, elaboradas a partir de&nbsp;materiais como argila, arame e outros objetos coletados,&nbsp;carregam sempre um semblante melanc&oacute;lico, s&atilde;o express&otilde;es da dor da rejei&ccedil;&atilde;o e da exclus&atilde;o. Esses sentimentos muitas vezes entram em choque com balan&ccedil;os, pipas e bicicletas: representa&ccedil;&otilde;es t&iacute;picas do universo infantil presentes em suas esculturas. &Eacute; interessante perceber que o que ela faz atrav&eacute;s do trabalho &eacute; contar hist&oacute;rias, o que envolve inclusive a constru&ccedil;&atilde;o do ambiente onde se passam e a cria&ccedil;&atilde;o dos figurinos que vestem os seus personagens.
&nbsp;
Consuelo Radclyffe estudou na Universidade de Westminster e concluiu uma especializa&ccedil;&atilde;o na Camberwell University. Desde ent&atilde;o, tem realizado exposi&ccedil;&otilde;es em Londres e em Glasgow, na Esc&oacute;cia, e conta com reconhecimento e destaque de sua obra em algumas revistas de arte londrinas. Saiba mais no site da artista: http://www.consueloradclyffe.com/
&nbsp;
Momentos - Esculturas em cer&acirc;mica | Salvador
at&eacute; 06 de novembro
Caixa Cultural
www.caixacultural.com.br
&nbsp;
Fonte: Terra, Caixa Cultural</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Retrospectiva latino-americana no Malba </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=299</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/260920110024_abaporu.jpg">Para comemorar seu 10&ordm; anivers&aacute;rio, o Museu de Arte Latino Americano - MALBA, organizou uma grande retrospectiva &nbsp;com obras do seu acervo. Entre os destaques est&atilde;o obras de Tarsila do Amaral, Diego Rivera, Frida Kahlo e Candido Portinari. Incluindo o quadro Abaporu, &nbsp;que simboliza o movimento antropof&aacute;gico, do modernismo brasileiro.&nbsp;
&nbsp;
A &nbsp;curadoria elaborada por Marcelo Pacheco, curador-chefe do Malba, apresenta ao p&uacute;blico um roteiro que vai desde o surgimento da &nbsp;avant-garde na Am&eacute;rica Latina, &nbsp;algo em torno de &nbsp;1910, at&eacute; as &uacute;ltimas tend&ecirc;ncias emergentes da primeira d&eacute;cada do s&eacute;culo XXI.
&nbsp;
&quot;A proposta &eacute; um dos muitos olhares quanto poss&iacute;vel sobre a hist&oacute;ria da arte moderna e contempor&acirc;nea da Am&eacute;rica Latina, que surgiu a partir da combina&ccedil;&atilde;o de artistas e obras mais representativas que traz acervo do museu e trama de propostas art&iacute;sticas que caracterizaram a maior parte do destaques escolhido corte cronol&oacute;gica &quot;, diz Pacheco.
&nbsp;
Esta exposi&ccedil;&atilde;o busca retratar os contrapontos artisticos em pa&iacute;ses como Argentina, Uruguai, Brasil, Venezuela, M&eacute;xico, Cuba, Col&ocirc;mbia e Chile, pondo em circula&ccedil;&atilde;o novas leituras e re-escritos de arte latino-americana. Quem estiver por Buenos Aires pode visita-la at&eacute; 6 de fevereiro.


Arte latinoamericano 1910 - 2010
21 de setembro a 6 de fevereiro&nbsp;
Museu de Arte Latino Americano
www.malba.org.ar

Fonte: MALBA, BBC
&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Louise Bourgeois é destaque no Rio de Janeiro.</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=298</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/240920111423_obra-original.jpg">Ap&oacute;s passar por S&atilde;o Paulo, a primeira grande mostra individual de um dos mais emblem&aacute;ticos nomes da arte no s&eacute;culo XX chega Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Louise Bourgeois: O Retorno do Desejo Proibido apresenta ao p&uacute;blico 113 obras, dentre desenhos, objetos, pinturas, esculturas e instala&ccedil;&otilde;es, produzidas no per&iacute;odo de 1942 a 2009,&nbsp;pela artista franco-americana, nascida em Paris em 1911 e que faleceu em maio do ano passado, aos 98 anos, em Nova York.

Com curadoria de Philip Larratt-Smith, a exposi&ccedil;&atilde;o tem como destaque &ldquo;Maman&rdquo; (1999) uma imensa aranha de bronze e a&ccedil;o, com ovos de m&aacute;rmore. Com cerca de dez metros de altura, dez metros de di&acirc;metro, e pesando perto de onze toneladas. Devido a sua escala monumental, a obra ficar&aacute; na &aacute;rea externa do museu, no Parque do Flamengo.&nbsp;
&nbsp;
A curadoria buscou vincular a obra de Bourgeois a alguns dos conceitos mais importantes da psican&aacute;lise, onde est&aacute; um arquivo in&eacute;dito, com mais de mil folhas de papel com correspond&ecirc;ncias e escritos da artista, de 2004 e 2010, em que ela compartilha traumas e desejos de cura. Composto de notas, registros de sonhos e anota&ccedil;&otilde;es para esculturas, este reposit&oacute;rio de textos, escritos no per&iacute;odo em que a artista fez psican&aacute;lise, complementa os di&aacute;rios que manteve durante&nbsp;toda a vida. Segundo Larratt-Smith, os trabalhos de Bourgeois s&atilde;o formas que ela encontra para relacionar equivalentes pl&aacute;sticos a estados psicol&oacute;gicos.
&nbsp;

&quot;Todas as obras foram escolhidas para destacar a persistente presen&ccedil;a da psican&aacute;lise como for&ccedil;a inspiradora e espa&ccedil;o de explora&ccedil;&atilde;o em sua vida e obra&rdquo;, diz o curador. Os textos confirmam ainda a centralidade da mem&oacute;ria no processo criativo da artista. A exposi&ccedil;&atilde;o pode ser conferia at&eacute; o dia 13 de novembro.

Louise Bourgeois: O Retorno do Desejo Proibido
16 de setembro &agrave; 13 de novembro
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
www.mamrio.org.br

Fonte: MAM-RJ, Terra




&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Retratos e Auto-Retratos, de José Paulo (PE) </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=297</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/220920111002_site_ze_paulo.jpg">Finalmente, chega &agrave; cidade um dos mais importantes trabalhos do pernambucano Jos&eacute; Paulo, representado em Salvador pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte. Na exposi&ccedil;&atilde;o individual Retratos e Auto-Retratos, aberta no &uacute;ltimo dia 15 de setembro, no espa&ccedil;o do Centro Cultural dos Correios, 30 trabalhos representam a fase mais atual da produ&ccedil;&atilde;o desse artista. Os usuais objetos e esculturas que permeiam sua po&eacute;tica dividem agora espa&ccedil;o com uma pesquisa pict&oacute;rica que encontra solu&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m na fotografia, desenho, pintura e v&iacute;deo. A mostra fica em cartaz at&eacute; o dia 29 de outubro.
&nbsp;
Retratos e Auto-Retratos &eacute; dividida em diferentes agrupamentos de trabalhos, com obras de arte realizadas com t&eacute;cnicas diversas. O primeiro &eacute; dedicado &agrave; fotografia, com a representa&ccedil;&atilde;o de amigos, parentes assim como o pr&oacute;prio artista, atrav&eacute;s das imagens de envelopes de rem&eacute;dios por eles consumidos e imagens de objetos do dia a dia.
&nbsp;
Nestes trabalhos, um dos mais provocativos da carreira de Jos&eacute; Paulo, ele explora a visualidade do objeto em sua composi&ccedil;&atilde;o real, provocar uma transfigura&ccedil;&atilde;o dos rem&eacute;dios para a pintura, e buscando, pela amplia&ccedil;&atilde;o, perceber os conte&uacute;dos pict&oacute;ricos neles existentes: luz e sombra, cheios e vazios, varia&ccedil;&otilde;es crom&aacute;ticas e de composi&ccedil;&otilde;es. A exposi&ccedil;&atilde;o procura estabelecer v&iacute;nculos entre a concep&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica do retrato e uma possibilidade ampliada de criar diferentes caminhos nesta categ&oacute;rica representa&ccedil;&atilde;o. A retrata&ccedil;&atilde;o pretendida n&atilde;o busca expor as &nbsp;necessidade fisiol&oacute;gicas ou neurol&oacute;gicas dos retratados, mas sim o universo formal presente nessas embalagens - as cores, os formatos e os materiais empregados.
&nbsp;
Em outro espa&ccedil;o, com 40 desenhos em grafite sobre papel representam copos de diversas formas (copos de crian&ccedil;as, pl&aacute;sticos, descart&aacute;veis, de designers, ordin&aacute;rios, sofisticados), sugerindo a mesma associa&ccedil;&atilde;o, na rela&ccedil;&atilde;o entre os seres humanos e os objetos que utilizam.&nbsp;
&nbsp;
Em seguida, Jos&eacute; Paulo elabora sete objetos em madeira e espelho, num conjunto entitulado Espelhos para Auto-Retratos. S&atilde;o espelhos de formatos diferentes entre si que foram cortados e foram reduzidos a 3cm de espelhos, provocando no p&uacute;blico a dificuldade de se refletir com inteireza.&nbsp;
&nbsp;
O &uacute;ltimo trabalho da exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; um v&iacute;deo (Retrato de Van Gogh com Orelha Cortada), que apresenta um copo com &aacute;gua onde vai sendo depositado lentamente v&aacute;rios comprimidos de vitamina C efervescente.&nbsp;
&nbsp;


O artista
Nascido em Recife em 1962, Jos&eacute; Paulo vem nos &uacute;ltimos anos construindo uma carreira s&oacute;lida e ascendente. Foi um dos poucos artistas brasileiros convidados para a D&eacute;cima Bienal de Havana em 2009 e, em 2010 apresenta o trabalho Para Nunca Mais Me Esquecer no SESC Pompeia &ndash; S&atilde;o Paulo e na Pinacoteca Universit&aacute;ria de Alagoas &ndash; Macei&oacute;.
&nbsp;
Antes, em 2007 apresenta a instala&ccedil;&atilde;o Quimera &nbsp;na mostra &ldquo;Encuentro entre dos Mares &ndash; Otras Contemporaneidades &ndash; Problem&aacute;ticas&rdquo;, na Bienal de Valencia, na Espanha, atrav&eacute;s de convite dos curadores Kevin Power (Inglaterra) e T&iacute;cio Escobar (Paraguai). Em 2005 realizou a mostra Repetir, Repetir, Repetir no Museu de Arte Contempor&acirc;nea de Niter&oacute;i, e representou Pernambuco juntamente com outros artistas, na exposi&ccedil;&atilde;o Territoires Transitoires ocorrida em Paris no ano Brasil-Fran&ccedil;a. No ano de 2004 participou da Trienal Poli-Gr&aacute;fica de San Juan em Porto Rico, atrav&eacute;s de convite do curador colombiano Jos&eacute; Ign&aacute;cio Roca (curador adjunto da Bienal de S&atilde;o Paulo 2006).&nbsp;
&nbsp;



Retratos e Auto-Retratos | Jos&eacute; Paulo
Centro Cultural Correios Salvador &nbsp;- at&eacute; 29 de outubro
(Pra&ccedil;a Anchieta, n&ordm; 20, esquina com a rua In&aacute;cio Acioli, Pelourinho, Centro Hist&oacute;rico de Salvador)
Visita&ccedil;&atilde;o: de seg a sex, das 10h &agrave;s 18h; e s&aacute;b, das 8h &agrave;s 12h
Informa&ccedil;&otilde;es e agendamento: (71) 3321 6665
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Em expansão, SP-Arte reúne 750 obras e 26 galerias.</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=296</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/160920110149_foto-de-marina-abramovic-presente-na-spartefoto-5e7hb823743_(1).jpg">Cerca de 750 fotos de 26 galerias nacionais e internacionais est&atilde;o expostas na quinta edi&ccedil;&atilde;o da SP-Arte/Foto, no Shopping Iguatemi, em S&atilde;o Paulo. Thomaz Farkas (1924-2011), Marina Abramovic, Geraldo de Barros (1923-1998), Massimo Vitali, Robert Polidori e Lucia Koch s&atilde;o alguns dos artistas da atual edi&ccedil;&atilde;o do evento. Neste ano, a feira trouxe tamb&eacute;m obras de jovens fot&oacute;grafos de sete novas galerias: as paulistanas Transversal, Fauna, Arterix, Central, Lume Photos, Escrit&oacute;rio de Fotografias Luiz Porchat e a espanhola Sendas.&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;&quot;H&aacute; anos sofremos forte demanda das galerias por mais espa&ccedil;os na SP-Arte/Foto, que vem crescendo a cada ano desde sua cria&ccedil;&atilde;o em 2007. Este ano conseguimos um espa&ccedil;o maior e pudemos convidar nove galerias a mais para participar. A movimenta&ccedil;&atilde;o se deve ao fato de o mercado de fotografia ter crescido com vigor e despertado o interesse e a cobi&ccedil;a de muitos colecionadores&quot;, afirma a diretora da feira, Fernanda Feitosa, no blog da SP-Arte/Foto. &nbsp;O evento re&uacute;ne &nbsp;importantes galerias de arte que trabalham com fotografia e mostram mais de 700 trabalhos, tendo portanto um forte elemento econ&ocirc;mico-comercial. A feira movimenta mais de R$ 2 milh&otilde;es em fotografias. (Dados oficiais da feira).

Al&eacute;m da exposi&ccedil;&atilde;o,&nbsp;a SP-Arte/Foto&nbsp;apresenta um ciclo de debates gratuitos organizados pela artista Denise Gadelha e o lan&ccedil;amentos de livros, como &quot;Imita Bichos&quot; (Cosac Naify), escrito por Sergu&eacute;i Tretiakov e ilustrado por Aleksandr Rodchenko. Para conferir a lista completa de galerias e artistas, assim como a programa&ccedil;&atilde;o da feira, acesse o site oficial do evento: http://sp-arte.com
&nbsp;
SP-Arte/Foto - &nbsp;S&atilde;o Paulo
14/09 &agrave; 18/09
http://sp-arte.com
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: SP-Arte/Foto, O Globo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Dez anos de fotografia espanhola contemporânea</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=295</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/160920110053_maider-lopez-playa-itzurun-4.jpg">O Museu de Arte Moderna da Bahia, em parceria com o Instituto Cervantes, inaugura na pr&oacute;xima segunda, 19/09 &agrave;s 19h, a exposi&ccedil;&atilde;o Dez anos de fotografia espanhola contempor&acirc;nea - Cole&ccedil;&atilde;o Funda&ccedil;&atilde;o Coca-Cola, reunindo alguns dos principais artistas espanh&oacute;is dos &uacute;ltimos dez anos.
&nbsp;
A mostra contar&aacute; com a participa&ccedil;&atilde;o de 26 artistas, que exp&otilde;em no total 33 obras, que investigam diversas possibilidades da imagem dentro da arte . A curadora Lorena Mart&iacute;nez de Corral tem por objetivo mostrar a abordagem destes artistas frente ao mundo, e as vis&otilde;es que resultam de tal contato. &quot;N&atilde;o se trata de mostrar caracter&iacute;sticas pr&oacute;prias de um pa&iacute;s, mas sim de confrontar diferentes interpreta&ccedil;&otilde;es forjadas nos universos pr&oacute;prios de artistas com as interpreta&ccedil;&otilde;es que os espectadores de outro pa&iacute;s t&ecirc;m de uma realidade que a cada dia &eacute; mais e mais comum&quot;, declara Lorena no texto de apresenta&ccedil;&atilde;o da exposi&ccedil;&atilde;o.
&nbsp;
Segundo Stella Carrozzo, diretora do MAM-BA, &ldquo;o p&uacute;blico local ter&aacute; esta possibilidade de perceber distintos olhares, comparando a forma como m&uacute;ltiplas percep&ccedil;&otilde;es encontram meios de responder simbolicamente a diferentes realidades. Esta mostra traz um significativo recorte da produ&ccedil;&atilde;o contempor&acirc;nea espanhola, e evidencia as aproxima&ccedil;&otilde;es e distanciamentos entre a produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica brasileira e espanhola, apesar das mais &oacute;bvias, e sutis, diferen&ccedil;as entre as duas realidades&rdquo;.
&nbsp;
Dentre os artistas que ter&atilde;o trabalhos expostos est&atilde;o Santiago Sierra, Lara Alm&aacute;rcegui, Tere Recarens, Pablo Genov&eacute;s, Maider L&oacute;pez, F&eacute;lix Curto, entre outros.A exposi&ccedil;&atilde;o que permanece no MAM-BA at&eacute; 20/11, possui car&aacute;ter itnerante e j&aacute; esteve em cartaz no Rio de Janeiro e em S&atilde;o Paulo.&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
Dez anos de fotografia espanhola contempor&acirc;nea - Cole&ccedil;&atilde;o Funda&ccedil;&atilde;o Coca-Cola | Salvador
19 de setembro &agrave; 20 de novembro
Museu de Arte Moderna da Bahia
www.mam.ba.gov.br
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: mam-ba, instituto cervantes</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>80 anos de cinema através dos storyboards </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=294</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/150920110144_os-passaros_redux.jpg">
Est&aacute; acontecendo no Museu do Cinema de Berlim a exposi&ccedil;&atilde;o Entre Cinema e Arte, que re&uacute;ne &nbsp;pela primeira vez no pa&iacute;s 80 anos de cinema contados pela montagem de storyboards.
&nbsp;
Para quem n&atilde;o conhece, os storyboards funcionam &nbsp;como roteiros desenhados, com ilustra&ccedil;&otilde;es e imagens em sequ&ecirc;ncia, semelhantes &agrave;s hist&oacute;rias em quadrinho, que servem para ajudar na pr&eacute;-visualiza&ccedil;&atilde;o do filme.
&nbsp;
Os primeiros storyboards surgiram na d&eacute;cada de 1920, mas quem desenvolveu essa t&eacute;cnica da forma como a conhecemos hoje foram os est&uacute;dios Walt Disney no come&ccedil;o da d&eacute;cada seguinte. O primeiro filme a ter um storyboard completo foi Os Tr&ecirc;s Porquinhos, em 1933.J&aacute; o primeiro filme de fic&ccedil;&atilde;o totalmente concebido com storyboards foi E o Vento Levou, de 1939. O cl&aacute;ssico hollywoodiano tamb&eacute;m faz parte da mostra.
&nbsp;
Al&eacute;m de O Vento Levou e de Os Tr&ecirc;s Porquinhos, a&nbsp;exposi&ccedil;&atilde;o cont&eacute;m storyboards de outras importantes obras do cinema, como por exemplo: &nbsp;Os P&aacute;ssaros (Hitchcock); Taxi Driver (Scorsese) e Intelig&ecirc;ncia artificial (Spielberg). &nbsp;Entre Cinema e Arte fica em cartaz no Museu do Cinema de Berlim at&eacute; 27 de novembro.
&nbsp;


Entre Cinema e Arte - Berlim
at&eacute; 27 de novembro
Museu do Cinema de Berlim



Fonte:dw-world, Brasil-Alemanha news






</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Começa em Porto Alegre a 8ª Bienal do Mercosul </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=293</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/140920111215_1315511077-4e691b25efa0c.jpg">De setembro a novembro Porto Alegre abriga um dos principais eventos de arte contempor&acirc;nea da Am&eacute;rica Latina, a Bienal do Mercosul. &nbsp;Em sua oitava edi&ccedil;&atilde;o, sob o t&iacute;tulo &quot;Ensaios de Geopo&eacute;tica, a Bienal ocupa diversos locais da cidade &nbsp;- os Armaz&eacute;ns do Cais do Porto, o Santander Cultural, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul e alguns espa&ccedil;os ao ar livre da capital ga&uacute;cha.
&nbsp;
Com curadoria geral do colombiano Jos&eacute; Roca a exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; dividida em sete n&uacute;cleos e re&uacute;ne um total de 105 artistas de 31 pa&iacute;ses, principalmente da Am&eacute;rica Latina. Entre os destaques est&atilde;o nomes como: Cao Guimar&atilde;es, Coco Fusco, Carlos Vergara, Regina Silveira, Anna Bella Geiger, Nick Rands, Gal Weinstein, entre outros. Confira aqui a lista completa.
&nbsp;
Esta edi&ccedil;&atilde;o se prop&otilde;e a uma dupla miss&atilde;o: refletir sobre o espa&ccedil;o, questionando as formas tradicionais de representa&ccedil;&atilde;o dos territ&oacute;rios, e transcender o per&iacute;odo de exposi&ccedil;&otilde;es, deixando de ser um megaevento que se encerra nos dois meses de visita&ccedil;&atilde;o. Em suas primeiras declara&ccedil;&otilde;es como curador-geral da 8&ordf; Bienal do Mercosul, Jos&eacute; Roca disse que desejava &quot;desmitificar a ideia de que o evento seria um espet&aacute;culo misterioso, como se algu&eacute;m simplesmente abrisse a cortina de um teatro para mostrar a pe&ccedil;a pronta&quot;. Ap&oacute;s a abertura da mostra Roca acredita que a equipe de curadores conseguiu criar uma &quot;comunidade em torno do projeto&quot;.
&nbsp;
Al&eacute;m do grande n&uacute;mero de exposi&ccedil;&otilde;es, a 8&ordm; Bienal do Mercosul re&uacute;ne&nbsp;uma s&eacute;rie de eventos paralelos na cidade, incluindo performances, resid&ecirc;ncias art&iacute;sticas, cursos, workshops e semin&aacute;rios.Para saber mais sobre o evento basta acessar o site ou o blog oficial da mostra.&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
8&ordf; Bienal do Mercosul - Porto Alegre
10 de setembro a 15 de novembro
Divesos espa&ccedil;os da cidade
www.bienalmercosul.art.br
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: Bienal, Zero Hora</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>As imagens humanas de Ripper - Caixa Cultural</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=292</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090920112055_imagens_humanas_-_joao_roberto_ripper3.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o Imagens Humanas, em cartaz , na Caixa Cultural Salvador, at&eacute; 23 de outubro, &eacute; uma &oacute;tima oportunidade para o p&uacute;blico conferir o trabalho do fot&oacute;grafo Jo&atilde;o Roberto Ripper, que em seus 35 anos de carreira sempre colocou a fotografia a servi&ccedil;o dos Direitos Humanos.
&nbsp;
&quot;Poucas imagens s&atilde;o t&atilde;o radicalmente humanas quanto as fotografias produzidas por Jo&atilde;o Roberto Ripper. Elas s&atilde;o frutos de um olhar humanista sobre os muitos territ&oacute;rios que integram nosso pa&iacute;s e constituem um vigoroso painel fotogr&aacute;fico do povo brasileiro&quot;, declarou o curador da exposi&ccedil;&atilde;o Dante Gastaldoni.
&nbsp;
Com coordena&ccedil;&atilde;o de Mariana Marinho, a mostra exibir&aacute; 70 amplia&ccedil;&otilde;es selecionadas do arquivo de mais de 150 mil fotos de Ripper.Para fazer um recorte do enorme acervo do fot&oacute;grafo, a exposi&ccedil;&atilde;o foi dividida em cinco m&oacute;dulos tem&aacute;ticos: Amor, Alegria, Dor, Supera&ccedil;&atilde;o e Liberdade. Os ensaios que marcam a documenta&ccedil;&atilde;o fotogr&aacute;fica de Riper - &iacute;ndios, carvoeiros, trabalho escravos, etc.- reaparecem caracterizados por sentimentos que transbordam de suas fotos e que conduzem o fot&oacute;grafo em sua busca por um mundo socialmente mais justo.
&nbsp;
O fot&oacute;grafo Jo&atilde;o Roberto Ripper &eacute; formado em jornalismo e j&aacute; teve seus trabalhos publicados em grandes ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o no &nbsp;Washington Post, New York Times, Le Mond, Herald Tribune, Revista Marie Claire, Revista Caros Amigos, Revista Domingo (Jornal do Brasil), Revista Sem Fronteiras, entre outros.
&nbsp;
Recebeu diversos pr&ecirc;mios pelos seus trabalhos, como Pr&ecirc;mio Interpresphoto, Pr&ecirc;mio Waldimir Herzog, Pr&ecirc;mio Nacional de Fotografia da Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Arte e do Instituto Nacional de Fotografia, Pr&ecirc;mio Agenda Latino-americana, Jo&atilde;o Canuto &ndash; Homenagem da organiza&ccedil;&atilde;o &ldquo;Humanos Direitos&rdquo;, Pr&ecirc;mio Marc Ferrez, entre outros. O fot&oacute;grafo publicou os livros &ldquo;Imagens Humanas&rdquo; e &ldquo;Retrato Escravo&rdquo;. Al&eacute;m disso, coordena escolas e workshops de fotografia e faz proje&ccedil;&otilde;es e palestras em favelas, &aacute;reas rurais e quilombolas.


Imagens Humanas - Jo&atilde;o Roberto Ripper | Salvador
at&eacute; 23 de outubro
Caixa Cultural
www.caixacultural.com.br


Fonte: Caixa Cultural, A Tarde


&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Retrospetiva sobre “pai do manga” em Berlim</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=291</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/080920112138_a_grande_onda.jpg">Uma exposi&ccedil;&atilde;o em Berlim apresenta a retrospetiva da obra do famoso mestre japon&ecirc;s Katsushika Hokusai, nascido em 1760 e considerado por muitos como o &nbsp;&quot;pai do manga&quot;.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne mais de 400 obras do artista, dos trabalhos de juventude &agrave; sua fase mais madura, incluindo sua obra mais famosa a &quot;Grande Onda de Kanagawa&quot; pintada na d&eacute;cada de 20 do s&eacute;culo XIX. Est&aacute; &eacute; a primeira de uma s&eacute;rie de 36 xilogravuras realizadas por Hokusai em homenagem ao Monte Fuji, no Jap&atilde;o.
&nbsp;
Segundo o curador da mostra, Seiji Nagata: &quot;As poucas exposi&ccedil;&otilde;es em homenagem a Hokusai que foram organizadas em diferentes partes do mundo, s&oacute; mostraram as imagens mais famosas do art&iacute;sta, mas a atual exposi&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne toda a variedade da produ&ccedil;&atilde;o artista ao longo de 70 anos, come&ccedil;amos com os trabalhos de quando ele tinha 20 anos&quot;.
&nbsp;
Katsushika Hokusai morreu em 1849, aos 88 anos tendo trabalhado at&eacute; o fim de seus dias. Sua obra nflu&ecirc;nciou diversos artistas europeus como Gauguin, Van Gogh e Monet. A exposi&ccedil;&atilde;o pode ser visitada no museu Martin-Gropius-Bau, em Berlim, at&eacute; 26 de outubro.
&nbsp;
Hokusai - Retrospectiva | Berlin
at&eacute; 26 de outubro
Martin-Gropius-Bau Berlin
www.museumsportal-berlin.de
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: Euronews, Berlinerfes
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Importantes nomes da street art invadem o MASP</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=290</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/060920112313_de-dentro-e-de-fora-el-toron-masp-3.jpg">Uma vers&atilde;o internacional da mostra De dentro para fora / De fora para dentro, que em 2009 e 2010 levou mais de 140 mil visitantes ao MASP, pode ser vista em S&atilde;o Paulo at&eacute; 23 de dezembro. De dentro e de fora, que est&aacute; em cartaz no Museu e imedia&ccedil;&otilde;es desde 17 de agosto, traz ao Brasil alguns dos mais importantes nomes da arte urbana mundial, vindos dos Estados Unidos, Argentina, Rep&uacute;blica Tcheca e Fran&ccedil;a.
&nbsp;
Iniciativa do curador do MASP Teixeira Coelho, a mostra tem curadoria especial de Baixo Ribeiro, Eduardo Saretta e Mariana Martins e utiliza a arquitetura do MASP como base para o graffiti, fotografia, v&iacute;deo, escultura, pintura, muralismo, colagem e instala&ccedil;&otilde;es.&nbsp;
&nbsp;
A curadoria foi especialmente cuidadosa na escolha e no desenvolvimento de cada projeto de cada artista. Destaque em seus pa&iacute;ses e com reconhecimento internacional, os oito convidados s&atilde;o artistas multim&iacute;dia que transitam por diferentes linguagens: instala&ccedil;&otilde;es, pintura, anima&ccedil;&atilde;o, escultura ou desenho. &nbsp;&ldquo;Convidamos artistas capazes de expandir a experi&ecirc;ncia do p&uacute;blico para al&eacute;m da plasticidade nessa exposi&ccedil;&atilde;o. Quer&iacute;amos que o p&uacute;blico pudesse aumentar sua participa&ccedil;&atilde;o e intera&ccedil;&atilde;o com a arte apresentada&rdquo;, diz Baixo Ribeiro.
&nbsp;
Os franceses Remed, JR e Invader, o tcheco Point, os argentinos Tec, Defi e Chu e a norte-americana Swoon estiveram em S&atilde;o Paulo por cerca de um m&ecirc;s para desenvolver suas instala&ccedil;&otilde;es e obras no MASP e vias pr&oacute;ximas. Entre os convidados especiais que realizam interven&ccedil;&otilde;es durante o per&iacute;odo da exposi&ccedil;&atilde;o est&aacute; o coletivo BijaRi, &uacute;nico grupo brasileiro participando da mostra.

De dentro e de fora - S&atilde;o Paulo
at&eacute; 23 de dezembro
Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo - MASP
www.masp.art.br


Fonte: Masp, Bravo


&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Anotações Sobre Pintura: Os tons de azul de Alice Vinagre</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=289</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/300820111925_20110816121249p.jpg">Alice Vinagre vem se destacando na arte brasileira contempor&acirc;nea desde a d&eacute;cada de 80. Com trabalhos que utilizam diferentes meios de express&atilde;o, tais como &nbsp;pintura, desenho e colagem, a artista &nbsp;para&iacute;bana, radicada em Pernambuco, tem constru&iacute;do ao longo de sua carreira, um potente e expressivo universo po&eacute;tico e imag&eacute;tico.
&nbsp;
Em sua mais recente exposi&ccedil;&atilde;o, em cartaz no Recife, Alice apresenta ao p&uacute;blico a for&ccedil;a do seu trabalho atrav&eacute;s da instala&ccedil;&atilde;o pict&oacute;rica Anota&ccedil;&otilde;es Sobre Pintura. &nbsp;Iniciada em 2008, a s&eacute;rie est&aacute; atualmente em sua quarta vers&atilde;o e conta com 90 quadros formando um grande quebra-cabe&ccedil;as, que cobre desde o inicio do m&ecirc;s de agosto, as paredes da Galeria Marcant&ocirc;nio Vila&ccedil;a, no Santander Cultural.
&nbsp;
Quase todas as obras apresentadas no espa&ccedil;o s&atilde;o em tons de azul, cor que acompanha a artista pelo menos desde o final da d&eacute;cada de 90. As primeiras obras faziam refer&ecirc;ncia a azulejos, j&aacute; as mais recentes, trazem elementos circulares que podem lembrar colares, redes e tramas.&nbsp;
&nbsp;
Com curadoria de &nbsp;Fernando Cocchiarale, a instala&ccedil;&atilde;o revela um intenso tempo de pesquisa sobre a pintura, demarcando uma predile&ccedil;&atilde;o de fundos monocrom&aacute;ticos com presen&ccedil;a sobreposta de formas circulares e org&acirc;nicas, interligadas, que favorecem transmuta&ccedil;&otilde;es a partir de sua reordena&ccedil;&atilde;o modulada. A cada vers&atilde;o, o projeto se transforma, os mesmos quadros individuais passam a ser percebidos de outras formas a partir da disposi&ccedil;&atilde;o coletiva deles, constituindo pain&eacute;is pass&iacute;veis de distintas impress&otilde;es.&nbsp;
&nbsp;
Conhe&ccedil;a algumas obras de Alice Vinagre, uma das artistas representadas em Salvador pela Fabio Penal Cal Galeria de Arte, visitando o espa&ccedil;o &quot;Artistas&quot; do&nbsp;&nbsp;nosso site, ou acessem o seu site pessoal: http://www.alicevinagre.com.br/
&nbsp;
&nbsp;
Anota&ccedil;&otilde;es Sobre Pintura - Alice Vinagre | Recife
at&eacute; 25 de setembro
Santander Cultural
http://www.santandercultural.com.br
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: Diario de Pernambuco, Santander Cultural
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Mostra traz obras pouco conhecidas de Di Cavalcanti</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=288</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/300820110012_di_cavalcanti_-_mulher_com_chapeu_amarelo-2.jpg">Quem estiver pelo Rio de Janeiro tem at&eacute; 18 de setembro para conferir obras pouco conhecidas de um dos mestres da pintura brasileira na exposi&ccedil;&atilde;o &nbsp;Di Cavalcanti &ndash; do Desenhista ao Pintor em cartaz no Centro Cultural Correios.
&nbsp;
Com curadoria de &nbsp;Jacqueline Finkelstein e Romaric B&uuml;el, a mostra re&uacute;ne 108 desenhos , 6 &nbsp;pinturas a &oacute;leo, alguns croquis originais &nbsp;e 11 joias criadas por Di Cavalcanti, a pedido do amigo e joalheiro, Lucien Finkelstein, tamb&eacute;m criador do Museu Internacional de Arte Na&iuml;f do Rio de Janeiro.
&nbsp;
As obras apresentadas ao p&uacute;blico, na exposi&ccedil;&atilde;o do Centro Cultural Correios, faziam parte da cole&ccedil;&atilde;o particular de Finkelstein, falecido em 2008, e revelam a variedade de estilos e tecnicas do pintor brasileiro. Entre os destaques est&atilde;o as pinturas: Mulher do chap&eacute;u amarelo (1964), Retrato de Ivette (1968/9), Mulata com casario (1963) e Carnaval (sem data).
&nbsp;
Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, mais conhecido como Di Cavalcanti, foi um pintor, ilustrador e caricaturista brasileiro. Nascido no Rio de Janeiro, em 1897, foi o idealizador e um dos organizadores da Semana de Arte Moderna de 1922 ao lado de M&aacute;rio de Andrande, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti entre outros grandes nomes.
&nbsp;
Conviveu na Europa com mestres da pintura como Picasso, Braque, Matisse e L&eacute;ger. Suas obras mais conhecidas abordam principalmente temas nacionais, com grande presen&ccedil;a dos trabalhadores e das festas populares.
&nbsp;
Di Cavalcanti &ndash; do Desenhista ao Pintor &nbsp;
at&eacute; 18 de setembro
Centro Cultural Correios
http://www.correios.com.br
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: Centro Cultural Correios
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Caixa Cultural apresenta aquarelas de Renina Katz </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=287</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/290820112232_1299.jpg">A Caixa Cultural Salvador costuma reunir boas exposi&ccedil;&otilde;es em seu espa&ccedil;o. Atualmente um dos destaque &eacute; a mostra Cor e Luz, que re&uacute;ne cerca de 92 obras, entre aquarelas, xilogravuras e gravuras, realizadas entre 2006 e 2011, pela artista carioca &nbsp;Renina Katz, &nbsp;considerada uma importante refer&ecirc;ncia da arte moderna no Brasil.
&nbsp;
Renina Katz cursou a Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro; &nbsp;influenciada pelo expressionismo, come&ccedil;ou sua carreira nos anos 1940, dedicando-se &agrave; pintura de retratos e paisagens cariocas. Na d&eacute;cada seguinte, quando se muda para S&atilde;o Paulo, sua obra come&ccedil;a a apresentar preocupa&ccedil;&otilde;es sociais, com car&aacute;ter de den&uacute;ncia: o mundo dos trabalhadores urbanos e dos marginalizados, como nas v&aacute;rias gravuras com retirantes ou no &aacute;lbum Favelas, 1956. Nos anos 1960, os temas ligados ao realismo social s&atilde;o abandonados, pela arte abstrata e nos 1980, surgem as superf&iacute;cies transl&uacute;cidas que a tornariam conhecida. &nbsp;
&nbsp;
Katz&nbsp;dedicou grande parte da vida &agrave; gravura, g&ecirc;nero no qual &eacute; um dos &iacute;cones do pa&iacute;s. Problemas de sa&uacute;de, contudo, obrigaram a artista de 84 anos a abandonar a t&eacute;cnica e dedicar-se cada vez mais as aquarelas. E foi justamente, com uma s&eacute;rie de aquarelas, que a artista representou o Brasil na Bienal de Veneza, em 1986.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o Cor e Luz - Aquarelas de Renina Katz tem curadoria de S&eacute;rgio Pizzoli e permanece em cartar at&eacute; 25 de setembro.
&nbsp;
&nbsp;


Cor e Luz - Aquarelas de Renina Katz | Salvador
at&eacute; 25 de setembro
ter&ccedil;a a domingo das 09h &agrave;s 18h
Caixa Cultural
www.caixacultural.com.br
&nbsp;
Fonte: Caixa Cultural, A Tarde</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição reúne importantes nomes da arte contemporânea</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=286</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/290820110113_paul-mccarthy.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o O Intervalo Luminoso, &nbsp;em cartaz &nbsp;no Museu Guggenheim Bilbao, re&uacute;ne &nbsp;obras de mais de 30 artistas procedentes da D.Daskalopoulos Collection, uma das mais importantes cole&ccedil;&otilde;es &nbsp;privadas de arte contempor&acirc;nea do mundo.

Na mostra, com curadoria de &nbsp;Nancy Spector e Katherine Brinson, &eacute; possivel ver trabalhos significantes produzidos entre os anos oitenta e noventa, al&eacute;m de obras de jovens art&iacute;stas. Entre os principais nomes est&atilde;o: Marina Abramovic (Belgrado, Iugosl&aacute;via, 1946), Matthew Barney (San Francisco, EUA, 1967), Damien Hirst (Bristol, 1965), Paul McCarthy (Salt Lake City, EUA, 1945 ) Steve McQueen (Londres, 1969) entre outros destaques das &uacute;ltimas d&eacute;cadas. Representando &agrave; arte brasileira est&aacute; Rivane Neuenschwander (Belo Horizonte, 1967) e seu v&iacute;deo&nbsp;Contigent.

O t&iacute;tulo da exposi&ccedil;&atilde;o -&nbsp;O Intervalo Luminoso -&nbsp;&nbsp;prov&eacute;m de um dos textos do fil&oacute;sofo grego Nikos Kazantzakis (1883-1957), que concebia a vida como o &quot;espa&ccedil;o luminoso intermedi&aacute;rio&quot;- no qual a decomposi&ccedil;&atilde;o e a decad&ecirc;ncia s&atilde;o requisitos necess&aacute;rios para a cria&ccedil;&atilde;o e o renascimento. A mostra, que permanece em cartaz at&eacute; 11 de setembro, explora esta coexist&ecirc;ncia de esperan&ccedil;a e desespero dentro da condi&ccedil;&atilde;o humana, com especial aten&ccedil;&atilde;o para conceitos como aliena&ccedil;&atilde;o, trauma, identidade cultural ou o corpo humano.&nbsp;


O Intervalo Luminoso -&nbsp;D.Daskalopoulos Collection
at&eacute; 11 de setembro
Museu Guggenheim Bilbao
www.guggenheim-bilbao.es

Fonte: El Pais,&nbsp;Museu Guggenheim Bilbao
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Os Sons de Cildo Meireles invadem o Itaú Cultural </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=284</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/220820112253_expo_cildo_meireles_03-640x425.jpg">O Ita&uacute; Cultural vai virar rio. Pelo menos essa &eacute; a proposta da exposi&ccedil;&atilde;o rio oir, de Cildo Meireles, que fica em cartaz at&eacute; outubro e leva ao espa&ccedil;o o som e as imagens das correntes de &aacute;gua de quatro rios do Brasil.&nbsp;
&nbsp;
Com curadoria de Guilherme Wisnik, o projeto sonoro combina sons de &aacute;gua e risadas humanas captados nas &aacute;guas da Esta&ccedil;&atilde;o Ecol&oacute;gica de &Aacute;guas Emendadas, no Distrito Federal; nas cachoeiras de Foz do Igua&ccedil;u, no Paran&aacute;; no rio S&atilde;o Francisco, no Nordeste; e na pororoca do rio Araguari, no Amap&aacute;. J&aacute; o projeto cenogr&aacute;fico foi criado pelo curador da ocupa&ccedil;&atilde;o, em parceria com a designer Noni Geiger e apresenta &nbsp;imagens e v&iacute;deos da expedi&ccedil;&atilde;o de Cildo pelo pa&iacute;s.
&nbsp;
Concebido por Cildo Meireles em 1976, rio oir foi realizado entre os anos de 2009 e 2011 e &eacute; pela primeira vez executado e apresentado ao p&uacute;blico. A exposi&ccedil;&atilde;o faz parte da s&eacute;rie Ocupa&ccedil;&atilde;o do Ita&uacute; Cultural que chega em sua 10&ordm; edi&ccedil;&atilde;o e j&aacute; apresentou trabalhos de nomes como: Z&eacute; Celso, Paulo Leminski, Haroldo de Campos, Regina silveira, entre outros.
&nbsp;

rio oir - Cildo Meireles | S&atilde;o Paulo
21 de agosto a 02 de outubro
Ita&uacute; Cultural
www.itaucultural.org.br


Fonte: Ita&uacute; Cultural, g1</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Festival UAMO acontece pela primeira vez em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=283</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200820111842_ultra.jpg">Com sede em Munique, o Urban Art and Media Organiza&ccedil;&atilde;o Inc. &eacute; um festival de arte que tem como objetivo reunir jovens artistas de diversas areas e experi&ecirc;ncias. &nbsp;A edi&ccedil;&atilde;o deste ano se expandiu com UAMO City Tour 2011 e vai acontecer em outras cidades, al&eacute;m de Munique, incluindo: &nbsp;Amsterdam, Helsinki, Los Angeles, Zurique, Col&ocirc;nia, Breslau, Londres, Rio de Janeiro, at&eacute; chegar a Salvador.
&nbsp;
A edi&ccedil;&atilde;o soteropolitana do evento, que este ano possui o tema Ultra Social, acontecer&aacute; no per&iacute;odo de 24 a 28 de agosto no Museu de Arte Moderna da Bahia, com a presen&ccedil;a dos artistas locais Aline Porto, Elias Wachholz; Lanussi Pasquali e Jo&atilde;ozito.&nbsp;
&nbsp;
A abertura ser&aacute; no dia 24 de agosto (quarta) &agrave;s 19h. Na ocasi&atilde;o, Jo&atilde;ozito gravar&aacute; depoimentos sobre a imin&ecirc;ncia do fim do mundo, em 2012. J&aacute; a artista Lanussi Pasquali apresentar&aacute; uma interven&ccedil;&atilde;o em pel&uacute;cia na &aacute;rea externa do MAM-BA, seguindo suas pesquisas de integra&ccedil;&atilde;o entre obra e p&uacute;blico com um tapete vermelho recebendo convidados e visitantes do museu.O casal Elias Wachholz e Aline Porto apresentar&aacute; uma v&iacute;deo-instala&ccedil;&atilde;o em que o amor &eacute; o tema escolhido.
&nbsp;
O publico poder&aacute; ter acesso ao evento de abertura assistindo &agrave; transmiss&atilde;o ao vivo pelo site: www.uamo.info

UAMO City Tour 2011 - Salvador
24 a 28 de agosto
Museu de Arte Moderna da Bahia
www.mam.ba.gov.br
www.uamo.info

Fonte: MAM-BA, UAMO


&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Carlito Carvalhosa apresenta individual no MoMa</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=282</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180820112152_1310985691b.jpg">O paulistano Carlito Carvalhosa vive uma &oacute;tima fase em sua carreira. Ap&oacute;s o sucesso da impressionante A Soma dos Dias na Pinacoteca de S&atilde;o Paulo em 2010, Carlito foi convidado para expor seu trabalho no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), a partir do dia 24 de agosto.&nbsp;
&nbsp;
O trabalho que ocupar&aacute; o atrio do MoMA &eacute; uma adapta&ccedil;&atilde;o expandida do apresentado na Pinacoteca, sendo&nbsp;composto por fitas de alum&iacute;nio que sustentam grandes peda&ccedil;os de tecido, envolvendo o espa&ccedil;o do Museu e tomando a forma de um grande labirinto branco transl&uacute;cido que pende do teto ao ch&atilde;o.
&nbsp;
A parte sonora de&nbsp;A Soma dos Dias&nbsp;&nbsp;merece destaque, j&aacute; que Carlito preparou um sistema complexo. Em um primeiro momento o som ambiente da instala&ccedil;&atilde;o &eacute; captado, no dia seguinte este som &eacute; jogado novamente dentro da instala&ccedil;&atilde;o revelando di&aacute;logos e impresss&otilde;es do p&uacute;blico, construindo uma mem&oacute;ria auditiva inerente &agrave; experi&ecirc;ncia cotidiana. Para completar, est&atilde;o programados no interior da instala&ccedil;&atilde;o, apresenta&ccedil;&otilde;es musicais de artistas como Lisa Bielawa, David Crowell, Jon Gibson, Philip Glass, Carla Kihlstedt, Michael Riesman, Mick Rossi, e Andrew Sterman.
&nbsp;
A Soma dos Dias&nbsp;vem coroar a carreira de aproximadamente 30 anos de Carlito Carvalhosa. Formado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, o artista iniciou a carreira na Casa 7, um ateli&ecirc; em S&atilde;o Paulo da d&eacute;cada de 1980. Nos &uacute;ltimos anos, o art&iacute;sta vem cada vez mais chamando a aten&ccedil;&atilde;o com a sua capacidade de transformar radicalmente os locais onde cria suas instala&ccedil;&otilde;es. Participou de in&uacute;meras exposi&ccedil;&otilde;es, incluindo: Bienal de S&atilde;o Paulo; Bienal de Havana; a Bienal Brasil S&eacute;culo XX, e a Art Contemporain du Br&eacute;sil, na Fran&ccedil;a. Em 2010 fez uma elogiada exposi&ccedil;&atilde;o Roteiro para visita&ccedil;&atilde;o, no Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o, em Salvador.


A Soma dos Dias&nbsp;- Nova York
Museu de Arte Moderna de Nova York
24 agosto - 14 novembro
www.moma.org

Fonte: O Globo, MoMA


</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Lenda do jazz é tema de exposição no Rio de Janeiro</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=281</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/150820112235_0,,53816629,00.jpg">Est&aacute; em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro a exposi&ccedil;&atilde;o Queremos Miles, mostra que homenageia a lenda do jazz Miles Davis.
&nbsp;
Concebida pela Cit&eacute; de la Musique de Paris, organizada com o apoio da fam&iacute;lia, a exposi&ccedil;&atilde;o est&aacute; dividida em oito sequ&ecirc;ncias tem&aacute;ticas e traz numerosos documentos, objetos, can&ccedil;&otilde;es e videos de apresenta&ccedil;&otilde;es do artista, desde a cidade de sua inf&acirc;ncia, East St. Louis (Illinois), at&eacute; os &uacute;ltimos anos de sua vida.

Com esta proposta, o CCBB realiza a primeira exposi&ccedil;&atilde;o em homenagem ao m&uacute;sico no Brasil, que deve passar ainda por outras cidades, incluindo S&atilde;o Paulo e Brasilia. Queremos Miles, foi apresentada em 2009 na Cidade da M&uacute;sica do Parque de la Villette, em Paris e alcan&ccedil;ou grande sucesso de p&uacute;blico.
&nbsp;
Morto em 28 de setembro de 1991, assassinado pelo pr&oacute;prio pai, Miles Davis foi respons&aacute;vel pela cria&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento de diversos sub-g&ecirc;neros do jazz, como o bebop e o fusion. Trabalhos como Kind of Blue (1959) e Birth of the Cool (1957) s&atilde;o citados frequentemente como influ&ecirc;ncia n&atilde;o s&oacute; para o jazz, mas para a m&uacute;sica no s&eacute;c. XX, incluindo o rock.




Queremos Miles - Miles Davis | Rio de Janeiro
1 de agosto a 28 de setembro
Centro Cultural Banco do Brasil- CCBB
www.ccbb.com.br

Fonte: CCBB, O Globo





&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Art Rio  movimentará o mercado de arte nacional</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=280</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120820111213_109a.jpg">Inserir o Rio de Janeiro no mercado de arte internacional e desenvolver um interc&acirc;mbio cultural &eacute; o que pretende os organizadores da primeira edi&ccedil;&atilde;o da Art Rio - Feira Internacional de Arte Contempor&acirc;nea do Rio de Janeiro,&nbsp; que acontecer&aacute; na cidade, entre os dias 08 e 11 de setembro.
&nbsp;
O evento que pretende destar-se como o maior do setor de artes no Brasil, apresenta uma programa&ccedil;&atilde;o que inclui, al&eacute;m das feiras, uma grande exposi&ccedil;&atilde;o com artistas reconhecidos no cen&aacute;rio internacional, um espa&ccedil;o dedicado &agrave; publica&ccedil;&otilde;es de arte, palestras e workshops. Os organizadores esperam que este seja tamb&eacute;m &ldquo;um importante est&iacute;mulo para a forma&ccedil;&atilde;o de novos artistas e colecionadores&rdquo;.
&nbsp;
Cerca de 80 galerias j&aacute; confirmaram presen&ccedil;a no evento. Renomados espa&ccedil;os internacionais, como Tristian Koenig (da Austr&aacute;lia), Mario Sequeira (de Portugal), Crone (da Alemanha), Bendana-Pinel (da Fran&ccedil;a) e Magnan Metz (dos Estados Unidos) estar&atilde;o presentes na Art Rio. Entre as galerias brasileiras participar&atilde;o A Gentil Carioca, Silvia Cintra + Box 4, Anita Schwartz, Vermelho, entre outras.
&nbsp;
S&atilde;o esperadas para esta primeira edi&ccedil;&atilde;o mais de 20 mil visitantes, entre &nbsp;colecionadores, jornalistas e apreciadores que poder&atilde;o adquirir arte moderna e contempor&acirc;nea, entre pinturas, esculturas, instala&ccedil;&otilde;es, fotografias e v&iacute;deos. &quot;As pessoas ter&atilde;o a oportunidade de conferir obras de Picasso, Volpi, John Baldessari, Lygia Clark, Helio Oiticica, Waltercio Caldas, Carlos Vergara e outros artistas consagrados&rdquo;, afirma a jornalista Elisangela Valadares, uma das idealizadoras do evento ao lado da&nbsp;artista pl&aacute;stica Brenda Valansi Osorio.
&nbsp;
&nbsp;

Art Rio - Feira Internacional de Arte Contempor&acirc;nea do Rio de Janeiro

08 a 11 de setembro
P&iacute;er Mau&aacute;
http://www.artriofair.com.br/


Fonte: Arte Rio, Ig
&nbsp;

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição 100x100, homenageia Carybé e Jorge Amado</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=279</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120820110852_rtemagicc_carybe_e_jorge_amado_txdam14769_d4837a.jpg.jpg">Para comemorar o centen&aacute;rio de dois dos maiores expoentes artisticos da Bahia, o Teatro Castro Alves apresenta em seu foyer a exposi&ccedil;&atilde;o 100x100, com ilustra&ccedil;&otilde;es que o artista pl&aacute;stico Caryb&eacute; fez para a obra de Jorge Amado.&nbsp;

A mostra, apresenta os trabalhos realizados por Caryb&eacute; para 04 obras do amigo Jorge: &nbsp;&ldquo;Jubiab&aacute;&rdquo;, &ldquo;O sumi&ccedil;o da Santa&rdquo;, &ldquo;O Gato Malhado e a Andorinha Sinh&aacute;&rdquo; e &ldquo;A Morte e a Morte de Quincas Berro d'&Aacute;gua&rdquo;, livros nos quais Caryb&eacute; criou a arte para as capas e fez uma s&eacute;rie de ilustra&ccedil;&otilde;es internas.
&nbsp;
Solange Bernab&oacute;, filha do artista, &eacute; quem assina a curadoria da exposi&ccedil;&atilde;o e revela que &ldquo;Caryb&eacute; e Jorge Amado eram irm&atilde;os, por escolha pr&oacute;pria e dos orix&aacute;s, al&eacute;m de compadres. Como artistas, seus temas e interesses tamb&eacute;m coincidiam&rdquo;. Por conta disso, ela aponta que n&atilde;o h&aacute; nada mais adequado do que celebrar o centen&aacute;rio de Caryb&eacute; com uma mostra das ilustra&ccedil;&otilde;es que ele fez para Jorge, em um evento que anuncia exatamente o pr&oacute;ximo centen&aacute;rio deste, em 2012.

Esta &eacute; a segunda exposi&ccedil;&atilde;o comemorativa aos 100 anos de Caryb&eacute; que acontece em Salvador. Entre abril e junho de 2011 esteve em cartaz no Solar Ferr&atilde;o a exposi&ccedil;&atilde;o O Ateli&ecirc;: Caryb&eacute; 1911-2011 que reuniu pinturas, pe&ccedil;as de mobili&aacute;rio e objetos do artista. J&aacute; as comemora&ccedil;&otilde;es pelo centen&aacute;rio de Jorge Amado est&atilde;o apenas come&ccedil;ando e devem continuar at&eacute; o dia 10 de agosto, data na qual o escritor baiano completaria 100 anos.
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;

100x100: Caryb&eacute; ilustra Jorge Amado - Salvador
10 a 21 de agosto
das 12 &agrave;s 18 horas
Teatro Castro Alves
www.tca.ba.gov.br
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: Tca, G1
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Os tridimensionais de Henrique Oliveira invadem a Europa</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=278</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/100820110055_inst-34.jpg">Nos &uacute;ltimos anos a arte contempor&acirc;nea brasileira tem se destacado no cirtuito internacional. Cada vez mais novos artistas vem ocupando espa&ccedil;os dedicados a arte e alcan&ccedil;ando o reconhecimento de galeristas, cr&iacute;ticos, colecionadores e do p&uacute;blico em geral. No inicio de setembro &eacute; a vez do paulista Henrique Oliveira apresentar sua primeira exposi&ccedil;&atilde;o individual na Europa, mais precisamente, na Galerie Georges-Philippe e Nathalie Vallois, em Paris.
&nbsp;
Na exposi&ccedil;&atilde;o que esta por vir, Henrique apresentar&aacute; pinturas, esculturas e instala&ccedil;&otilde;es de forte impacto visual. Em seus trabalhos, o artista emprega materiais recolhidos pelas ruas - l&acirc;minas de madeira e tapumes usados est&atilde;o entres seus materias preferidos. A colagem e a modelagem desta mat&eacute;ria &quot;abandonada&quot; e rudimentar, resulta em obras organicas que seduzem o espectador com suas formas e relevos.
&nbsp;
Natural de Ourinhos (1973), Henrique Oliveira vive e trabalha em S&atilde;o Paulo. Cursou a Faculdade de Artes pl&aacute;sticas na Escola de Comunica&ccedil;&otilde;es e Artes da Universidade de S&atilde;o Paulo e tem na pintura, a origem e a maior refer&ecirc;ncia de sua obra. &nbsp;A partir da pintura, o artista desenvolveu uma explora&ccedil;&atilde;o program&aacute;tica relacionada &agrave; sua mat&eacute;ria e execu&ccedil;&atilde;o, que progressivamente se destacou da tela e demandou a conquista de uma espacialidade fora dela. J&aacute; participou de diversas exposi&ccedil;&otilde;es no Brasil e no exterior. Em 2010 participou da 3&ordf; Edi&ccedil;&atilde;o &nbsp;do Pr&ecirc;mio CNI SESI Marcantonio Vila&ccedil;a para as artes pl&aacute;sticas no &nbsp;Museu de Arte Moderna da Bahia.


Henrique Oliveira - Paris
09/09 a 12/10
Galerie Georges-Philippe e Nathalie Vallois
http://www.galerie-vallois.com/
&nbsp;
Fonte: Bravo, Mapa das Artes


&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>MuBe recebe exposição do fotógrafo Steven Klein</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=277</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/080820111835_becks5.jpg">Se voc&ecirc; mora em S&atilde;o Paulo ou vai estar na cidade pelo m&ecirc;s de agosto, aproveite para visitar a exposi&ccedil;&atilde;o USAnatomy,&nbsp;do&nbsp;fot&oacute;grafo Steven Klein, em cartaz no Museu Brasileiro da Escultura - MuBe.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o in&eacute;dita no pais, &eacute; uma grande oportunidade para se apreciar uma &nbsp;panor&acirc;mica do fot&oacute;grafo americano, cujo trabalho faz o mundo da moda e o universo da arte se encontrarem em um ponto especial: audacioso, er&oacute;tico, transgressor e comercial ao mesmo tempo.&nbsp;USAnatomy ter&aacute; 87 obras de Klein: 40 de celebridades e 47 polar&oacute;ides originais, incluindo retratos de Madonna, Justin Timberlake, Britney Spears, Natalie Portman, &nbsp;casais Angelina Jolie e Brad Pitt &nbsp;e do fot&oacute;grafo Helmut Newton.
&nbsp;
Steven Klein nasceu em Nova York em 1961. Formado em pintura pela Escola de Design de Rhode Island, Klein tornou-se um dos fot&oacute;grafos mais requisitados do mundo ao clicar as campanhas de empresas do porte de Calvin Klein, Dolce &amp; Gabanna, Alexandre McQueen, entre outras. &nbsp;Colaborou durante muitos anos para a realiza&ccedil;&atilde;o de v&iacute;deos, shows de Madonna e recentemente dirigiu o videoclipe Alejandro, de Lady Gaga.Seu trabalho j&aacute; foi mostrado em grandes galerias de arte nas principais cidades do mundo.
&nbsp;
&nbsp;
USAnatomy - S&atilde;o Paulo
10 a 28 de agosto
MuBe - Museu Brasileiro da Escultura
www.mube.art.br/&nbsp;
&nbsp;
Fonte: Uol, MuBe</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Quem conta um conto aumenta um ponto (O Mundo de Alessa).</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=276</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040820111713_954-800.jpg">
Um novo mundo criado a partir da rela&ccedil;&atilde;o entre O Livro de Areia, de Jorge Lu&iacute;s Borges, e Alice no Pa&iacute;s das Maravilhas de Lewis Carroll, &eacute; o que a artista carioca Alessandra Vaghi apresenta ao p&uacute;blico do Museu de Arte Moderna da Bahia na exposi&ccedil;&atilde;o Quem conta um conto aumenta um ponto.
&nbsp;
Linhas, croch&ecirc;s e areia s&atilde;o as mat&eacute;rias primas do site specif (instala&ccedil;&atilde;o preparada especialmente para um determinado espa&ccedil;o) que ocupa a galeria 3 do museu. Segundo &nbsp;Renato Rezende, em seu texto de apresenta&ccedil;ao da exposi&ccedil;&atilde;o, &quot;o elemento b&aacute;sico da instala&ccedil;&atilde;o Conta um conto aumenta um ponto &eacute; o tra&ccedil;o, a linha. Sua rela&ccedil;&atilde;o com a escrita &ndash; principalmente com a poesia &ndash; &eacute; fundamental, e um dos pontos mais marcantes da obra de Vaghi.&quot;
&nbsp;
Um outro elemento importante no site specific &eacute; a areia, material que remete ao tempo e tambem &agrave; mem&oacute;ria e &agrave; escrita, criando um lugar de experimenta&ccedil;&atilde;o da origem da poesia. Esta &eacute; a primeira vez que Alessandra Vaghi exp&otilde;e em Salvador e a mostra permanece em cartaz at&eacute; 04 de setembro.
&nbsp;


Quem conta um conto aumenta um ponto- Salvador
at&eacute; 04 de setembro
Museu de Arte Moderna da Bahia
www.mam.ba.gov.br
&nbsp;


Fonte: MAM-BA
&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Frans Hals protagoniza mostra em Nova York</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=275</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030820111110_young_man_with_a_skull_(vanitas)_frans_hals.jpg">&nbsp;O imediatismo e as pinceladas deslumbrantes do pintor belga Frans Hals (1582/83-1666) protagonizam uma exposi&ccedil;&atilde;o no Museu Metropolitano de Nova York, que conta com uma das cole&ccedil;&otilde;es mais importantes do mundo das obras deste artista.
&nbsp;
&quot;A t&eacute;cnica de Hals &eacute; excepcional, suas pinceladas soltas foram muito admiradas por pintores impressionistas como Claude Monet, e em seu pr&oacute;prio pa&iacute;s por Van Gogh&quot;, disse &agrave; Ag&ecirc;ncia Efe o respons&aacute;vel pela exposi&ccedil;&atilde;o e pela &aacute;rea de pintura europeia do museu, Walter Liedtke.
&nbsp;
&nbsp;A mostra se completa com uma sele&ccedil;&atilde;o de obras de outros mestres belgas, entre eles, Peter Paul Rubens (1577-1640) e Anton Van Dyck (1599-1641), para p&ocirc;r em contexto o &quot;excepcional&quot; trabalho de Hals naquele momento.
&nbsp;
&nbsp;As obras do naturalista foram muito famosas em seu tempo, mas deixaram de ser no s&eacute;culo 18, &quot;quando a est&eacute;tica pedia detalhes mais marcados&quot;, afirmou Liedtke.
&nbsp;
No entanto, desde 1860, os impressionistas voltaram a reivindicar o trabalho de Hals, e al&eacute;m de Monet (1840-1926) e Van Gogh (1853-1890), outros pintores como Gustave Courbet (1819-1877) e &Eacute;douard Manet (1832-1883) se tornaram f&atilde;s do mestre belga e realizaram obras que evocam as de Hals.
&nbsp;

Entre as telas mais famosas, Liedtke destacou &quot;Jovem Homem e Mulher em uma Taberna &quot; (1623), um quadro de car&aacute;ter alegre que retrata um casal de jovens que acabaram de se conhecer em uma taverna.


Frans Hals in the Metropolitan Museum - Nova York
Metropolitan Museum
At&eacute; 10 de outubro
http://www.metmuseum.org/


Fonte: EFE

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Mostra exibe trabalhos de Andy Warhol para TV</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=274</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/310720112347_p1130905.jpg">Os trabalhos que o icone da pop art, Andy Warhol (1928-1987), produziu para a televis&atilde;o s&atilde;o os objeto da exposi&ccedil;&atilde;o Warhol TV, em cartaz no Sesc Pinheiros em S&atilde;o Paulo. A mostra exibe filmes e v&iacute;deos gravados entre os anos 60 e 80 e que integram o acervo do Museu Andy Warhol, em Pittsburgh, nos Estados Unidos.
&nbsp;
Durante sua carreira, Warhol produziu tr&ecirc;s programas dedicados respectivamente &agrave; moda, &agrave;s artes e &agrave;s entrevistas com celebridades: Fashion, Andy Warhol's TV e Andy Warhol's Fifteen Minutes, exibidos em canais a cabo norte-americanos. Al&eacute;m disso, escreveu tr&ecirc;s novelas, que nunca chegaram a ser exibidas, mas que agora poder&atilde;o ser conferidas pelo p&uacute;blico. Ainda fazem parte da mostra, atra&ccedil;&otilde;es televisivas que contaram com a participa&ccedil;&atilde;o do artista, tais como Saturday Night Live e Love Boat.&nbsp;
&nbsp;
Com curadoria de Judith Benhamou-Huet, Warhol TV procura ressaltar a versatilidade do representante da pop arte, que experimentou v&aacute;rios meios de express&otilde;es art&iacute;sticas, do cinema &agrave; pintura. &quot;N&oacute;s reencontramos ao longo dessas produ&ccedil;&otilde;es feitas para a TV, os temas recorrentes de seu universo, como a beleza e o sexo, o ca&ccedil;ador de talentos, os artistas, a transforma&ccedil;&atilde;o dos seres e as celebridades&quot;, explica Judith no texto de apresenta&ccedil;&atilde;o da mostra.



Warhol TV - S&atilde;o Paulo
De 29 de julho a 25 de setembro
Sesc Pinheiros&nbsp;
Entrada gratuita
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: Band, Mapa das artes



&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Márcio Lima apresenta seu mais novo projeto</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=273</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/290720111710_19_cig.jpg">&nbsp;&ldquo;Minha Terra &eacute; o Planeta, Meu teto &eacute; o Universo, Minha Religi&atilde;o &eacute; a Liberdade&rdquo;. &Eacute; com este pensamento que o M&aacute;rcio Lima apresenta seu mais novo projeto fotogr&aacute;fico Povo Cigano fruto de um trabalho de pesquisa, documenta&ccedil;&atilde;o e registro dos h&aacute;bitos e costumes de quatro comunidades ciganas situadas na Bahia.
&nbsp;
Durante os meses dedicados a produ&ccedil;&atilde;o do ensaio, o artista representado pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte, registrou o cotidiano, a beleza e as cores dos bandos n&ocirc;mades pela Chapada Diamantina, Ilha de Itaparica e Rec&ocirc;ncavo Baiano. M&aacute;rcio destaca que para os ciganos a palavra bando n&atilde;o tem nenhum sentido pejorativo, mas sim representa &ldquo;um conjunto de fam&iacute;lias vivendo juntas, seguindo princ&iacute;pios igualit&aacute;rios e buscando se organizar de forma simples, num sistema de lideran&ccedil;a pouco formalizado. Os conflitos existem, mas o senso de comunidade fala mais alto.&rdquo;&nbsp;
&nbsp;
Sobre a experi&ecirc;ncia de convivio e registro das comunidades ciganas M&aacute;rcio Lima declara ainda: &ldquo;Em geral, o cigano &eacute; vaidoso, e n&atilde;o se deixa fotografar de qualquer jeito. Essa caracter&iacute;stica &eacute; ainda mais presente nas mulheres. &Eacute; quase imposs&iacute;vel registrar um instant&acirc;neo do cotidiano feminino, aquele famoso &ldquo;flagra&rdquo; que muitas vezes produz belas e inesperadas fotos. Todas as vezes que tentei essa abordagem, elas gritaram, puseram a m&atilde;o no rosto e me rogaram pragas. Por sorte, elas me perdoaram mais tarde&rdquo;, brinca.
&nbsp;
Povo Cigano &nbsp;foi um dos vencedores do XI Pr&ecirc;mio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, uma iniciativa que cria condi&ccedil;&otilde;es para que pesquisadores e artistas possam se dedicar ao desenvolvimento de trabalhos in&eacute;ditos no campo da fotografia. O Resultado final do projeto pode ser conferido atrav&eacute;s do site http://www.arcapress.org/opovocigano/.


Povo Cigano - M&aacute;rcio Lima
www.arcapress.org/opovocigano/


Fonte:&nbsp;arcapress






&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição homenageia artista baiana Letícia Parente</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=272</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/280720111859_3.jpg">O Museu de Arte Moderna da Bahia abre suas portas para receber o trabalho de uma das precursoras da videoarte no Brasil.A exposi&ccedil;&atilde;o Let&iacute;cia Parente, traz &agrave; Capela e ao Casar&atilde;o do Museu &nbsp;v&iacute;deos e fotografias da artista baiana (1930 &ndash; 1991) que viveu, entre Salvador, Fortaleza e Rio de Janeiro e construiu, a partir da&iacute;, um mapa particular de v&aacute;rias sensa&ccedil;&otilde;es de Brasil.
&nbsp;
Com curadoria de Katia Maciel e Andr&eacute; Parente, filho de Let&iacute;cia, a mostra &eacute; uma grande homenagem a artista que fez de objetos de seu cotidiano, tais como cabide, t&aacute;bua de passar, arm&aacute;rio, linha e agulha, seringa e tubo de ensaio mat&eacute;ria prima de sua arte. Professora e qu&iacute;mica, Let&iacute;cia decomp&otilde;e e recomp&otilde;e seu cotidiano no que os curadores, da atual exposi&ccedil;&atilde;o, convencionaram a chamar de um &quot;laborat&oacute;rio inaugural&quot; na arte brasileira.
&nbsp;
&nbsp;&ldquo;Reconhecida pelo forte car&aacute;ter pol&iacute;tico de sua obra, Let&iacute;cia Parente expandiu as fronteiras formais e conceituais do fazer art&iacute;stico, radicalizando experi&ecirc;ncias atrav&eacute;s do seu corpo numa atitude permanente de cr&iacute;tica l&uacute;cida, confronto e transgress&atilde;o&rdquo;, declara a diretora do MAM-BA, Stella Carrozzo.
&nbsp;
Entre os trabalhos que integram a exposi&ccedil;&atilde;o Let&iacute;cia Parente, est&atilde;o os v&iacute;deos &quot;Marca Registrada&quot;, &quot;O homem do bra&ccedil;o e o bra&ccedil;o do homem&quot;, &quot;Quem piscou primeiro&quot;, a instala&ccedil;&atilde;o &quot;Ora Pro Nobis&quot;, al&eacute;m de fotografias e outros v&iacute;deos. A exposi&ccedil;&atilde;o permanece em cartaz at&eacute; 04 de setembro.
&nbsp;
&nbsp;
Let&iacute;cia Parente - Salvador
Museu de Arte Moderna da Bahia
at&eacute; 04 de setembro
www.mam.ba.gov.br

Fonte: MAM-BA, Atarde
Imagem: S&eacute;rie -De Aflict, Ora pro Nobis, 1979

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Monet a Picasso reúne ícones da pintura do século 20</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=271</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/260720111347_1215680358319.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o Monet a Picasso, em cartaz no Albertina Museum de Viena, explora a pintura cl&aacute;ssica moderna, a partir de grandes nomes da arte, tais como Monet, Renoir, C&eacute;zanne,&nbsp;Degas,&nbsp;Modigliani,&nbsp;Matisse e Picasso.

As obras apresentadas na mostra fazem parte de uma das mais importantes cole&ccedil;&otilde;es privadas da Europa dedicadas ao modernismo cl&aacute;ssico.&nbsp; Rita e Herbet Batiliner emprestaram permanentemente ao Albertina Museum as 500 obras do seu acervo pessoal, das quais, uma parte pode agora ser conferida pelo p&uacute;blico.

Monet a Picasso n&atilde;o apresenta conceito subjacente, a proposta &eacute; apenas apresentar uma exposi&ccedil;&atilde;o cronol&oacute;gica e bem documentada de alguns dos artistas mais conhecidos do s&eacute;culo 20. O per&iacute;odo abrangido na&nbsp;mostra passa pelo impressionismo, fauvismo, expressionismo alem&atilde;o e da Bauhaus &agrave; vanguarda russa. Inaugurada no m&ecirc;s de julho a exposi&ccedil;&atilde;o permanece em cartaz at&eacute; 13 de setembro.



Monet a Picasso- Viena
Albertina Museum
At&eacute;
www.albertina.at

Fonte: Euronews, ElPais


</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pierre Verger, Adenor Gondim e a A Irmandade da Boa Morte de Cachoeira.</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=270</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/240720112335_boa_morte1.jpg">Quem estiver por S&atilde;o Paulo tem at&eacute; 01 de agosto para visitar a exposi&ccedil;&atilde;o Mulheres Negras - A Irmandade da Boa Morte de Cachoeira, com fotografias de Pierre Verger e de Adenor Gondim.

A exposi&ccedil;&atilde;o em cartaz no &nbsp;Museu Afro Brasil - Parque do Ibirapuera, apresenta diversas &nbsp;fotografias da Irmandade da Boa Morte de Cachoeira retrando aspectos culturais e religiosos da cidade hist&oacute;rica do Rec&ocirc;ncavo Baiano.
&nbsp;

Com a curadoria do artista pl&aacute;stico Emanoel Ara&uacute;jo, a exposi&ccedil;&atilde;o traz, ainda, pinturas, esculturas, j&oacute;ias crioulas, arte sacra e vestimentas tradicionais da irmandade. Ao todo s&atilde;o mais de 90 pe&ccedil;as, al&eacute;m da imagem original do s&eacute;c. XIX, da Nossa Senhora da Boa Morte.


Mulheres Negras - A Irmandade da Boa Morte de Cachoeira - S&atilde;o Paulo
Museu Afro Brasil - Parque do Ibirapuera
Ate 01 de agosto
www.museuafrobrasil.org.br
&nbsp;
Fonte: Terra, Museu Afro
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Transe Deslocamentos de Dimensões</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=269</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/210720112328_kemp11-19124.jpg">
A arquiteta e artista visual Eneida Sanches inaugurou, recentemente na Caixa Cultural Salvador, a exposi&ccedil;&atilde;o Transe Deslocamento de Dimens&otilde;es que permanece em cartaz at&eacute; o dia 04 de setembro.
&nbsp;
Para a realiza&ccedil;&atilde;o da mostra, a artista elegeu um elemento ritual&iacute;stico, o olho de boi, utilizado na religi&atilde;o afro-brasileira, como objeto de prote&ccedil;&atilde;o. A proposta possibilita ao espectador a transposi&ccedil;&atilde;o dos limites da percep&ccedil;&atilde;o-forma e a cria&ccedil;&atilde;o de novas perspectivas visuais, libertando os sentidos.
&nbsp;
O transe, como um estado alterado de percep&ccedil;&atilde;o e consci&ecirc;ncia, e a religi&atilde;o afro-brasileira com seu universo simb&oacute;lico, t&ecirc;m sido objeto de estudo, investiga&ccedil;&atilde;o, influ&ecirc;ncia e cria&ccedil;&atilde;o nos trabalhos de Eneida Sanches, que ap&oacute;s dedicar v&aacute;rios anos de pesquisa sobre a tem&aacute;tica, transp&ocirc;s seu conhecimento e aprendizado para a realiza&ccedil;&atilde;o de suas obras.
&nbsp;
Transe Deslocamento de Dimens&otilde;es re&uacute;ne trabalhos realizados entre 2002 e 2010, utilizando t&eacute;cnicas e meios que se incorporam e interpenetram.


Transe Deslocamentos de Dimens&otilde;es - Salvador
at&eacute; 04 de setembro
Caixa Cultural
www.caixacultural.com.br


Fonte: Caixa Cultural, Eneida Sanches Blog
&nbsp;
&nbsp;

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Museu de Madri exibe a arte de Lygia Pape.</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=268</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180720112142_5755244322_49b7cca088.jpg">O Museu Nacional Reina Sofia de Madri, uma das institui&ccedil;&otilde;es mais atuantes da Europa, apresenta ao p&uacute;blico espanhol, uma exposi&ccedil;&atilde;o individual da artista brasileira, Lygia Pape (1927-2004) reunindo cerca de 200 obras.&nbsp;
&nbsp;
A mostra Espacio Imantado (Espa&ccedil;o Magn&eacute;tico) apresenta pinturas, xilogravuras, registros de performances, poemas, colagens, documentos e a produ&ccedil;&atilde;o cinematogr&aacute;fica da artista, tanto de cria&ccedil;&otilde;es pr&oacute;prias como &nbsp;Eat Me (1975) at&eacute; suas colabora&ccedil;&otilde;es com o Cinema Novo brasileiro, j&aacute; que desenhou, por exemplo, o cartaz do filme Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha.
&nbsp;
&nbsp;A mostra &eacute; a oportunidade do espectador de contemplar algumas das pe&ccedil;as mais conhecidas de Lygia Pape, como &ldquo;Tecelares&rdquo; e &ldquo;Livros&rdquo;. Mas tamb&eacute;m poder&atilde;o ser vistas algumas de suas obras menos difundidas, como &quot;Ballets Neoconcretos&quot;.
&nbsp;
A obra de Lygia Pape (1927-2004) vem de um dos ambientes mais inovadores da arte na segunda metade do s&eacute;culo XX. Importante representante da arte contempor&acirc;nea no Brasil, Lygia possui uma trajet&oacute;ria art&iacute;stica que se inicia com o abstracionismo geom&eacute;trico. J&aacute; na d&eacute;cada de 1950 possuia renome na cena art&iacute;stica carioca e, em 1957, &eacute; uma das signat&aacute;rias do manifesto neoconcreto, encabe&ccedil;ado por Ferreira Gullar e H&eacute;lio Oiticica.
&nbsp;
Espacio Imantado permanece em Madri at&eacute; o dia 03 de outubro, depois, a exposi&ccedil;&atilde;o viajar&aacute; para a Serpentine Gallery em Lodres e posteriormente para a Pinacoteca de S&atilde;o Paulo.
&nbsp;
&nbsp;
Espacio Imantado - Madri
at&eacute; 03 de outubro
Museu Nacional Reina Sofia
www.museoreinasofia.es
&nbsp;
Fonte: El Pa&iacute;s; Museu Nacional Reina Sofia</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Portinari é tema de exposição no MAM-SP</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=267</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/160720111643_size_590_autorretrato-portinari.jpg">O Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo inaugurou na ultima quinta feira (14 de julho), a exposi&ccedil;&atilde;o No ateli&ecirc; de Portinari (1920-45) que aborda o per&iacute;odo de forma&ccedil;&atilde;o do &iacute;cone da pintura modernista brasileira atrav&eacute;s da reuni&atilde;o de aproximadamente 90 obras. Com curadoria de Annateresa Fabris, o p&uacute;blico poder&aacute; conferir entre os trabalhos do artista, retratos, cenarios do cotidiano, de sua cidade natal e raros frutos de uma breve incurs&atilde;o pela arte abstrata.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; dividida em cinco blocos que contemplam trabalhos realizados por Portinari nas mais diferentes tem&aacute;ticas e sua busca de um estilo ainda indefinido no momento de forma&ccedil;&atilde;o, mas que veio se consolidando com o tempo at&eacute; atingir uma fei&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria, reconhecida pela cr&iacute;tica nacional e internacional. A tens&atilde;o entre o di&aacute;logo com diferentes artistas, dentre os quais Picasso, e a busca de uma linguagem pr&oacute;pria &eacute; o fio condutor da exposi&ccedil;&atilde;o.
&nbsp;
Os cinco blocos s&atilde;o: Da Escola Nacional de Belas-Artes a Paris; Um modelo constante; Cenas brasileiras; Projetos monumentais e Abstra&ccedil;&atilde;o. A mostra n&atilde;o &eacute; uma retrospectiva do pintor. Foi concebida a partir de alguns recortes no &acirc;mbito de sua produ&ccedil;&atilde;o, que contemplam o per&iacute;odo de forma&ccedil;&atilde;o, entre o Rio de Janeiro e Paris; a pr&aacute;tica de um g&ecirc;nero como o retrato; a decis&atilde;o de dedicar-se &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de &ldquo;grandes telas, com muitas figuras agrupadas em enormes composi&ccedil;&otilde;es, com estruturas variadas&rdquo;, provocada pela vis&atilde;o das obras de Paolo Veronese (1528-1588) na National Gallery de Londres em 1929; a realiza&ccedil;&atilde;o de trabalhos de porte monumental para o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o e Sa&uacute;de (Rio de Janeiro, 1936 &ndash; 1944), a Funda&ccedil;&atilde;o Hisp&acirc;nica da Biblioteca do Congresso (Washington, 1941), a igreja de S&atilde;o Francisco de Assis da Pampulha (Belo Horizonte, 1944-1945); algumas experi&ecirc;ncias com a abstra&ccedil;&atilde;o, apesar das cr&iacute;ticas feitas por Portinari a uma arte que fugia do assunto.
&nbsp;
Ao lado de trabalhos bastante conhecidos do pintor, como Retrato de Maria (1932), Domingo no morro (1935), Paisagem de Brodowski (1940), Sapateiro de Brodowski (1941), Crian&ccedil;a morta (1944), a mostra apresentar&aacute; obras pouco divulgadas como Meu primeiro trabalho (c. 1920), Retrato do poeta Oleg&aacute;rio Mariano (1926), Nu (1930), Ronda infantil (1932). Ser&atilde;o ainda expostos tr&ecirc;s conjuntos significativos de estudos preparat&oacute;rios para os projetos monumentais, pouco conhecidos pelo grande p&uacute;blico, sobretudo no caso da Funda&ccedil;&atilde;o Hisp&acirc;nica e da igreja de Belo Horizonte.


No ateli&ecirc; de Portinari (1920-45) - S&atilde;o Paulo
Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo
14 de julho a&nbsp;&nbsp;11 de setembro
www.mam.org.br

Fonte: Terra Magazine, MAM-SP
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Niobe Xandó na CAIXA Cultural</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=266</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/160720111634_f00451fb32.jpg">O p&uacute;blico soteropolitano tem ate o dia 31 de agosto para conferir a primeira exposi&ccedil;&atilde;o de Niobe Xand&oacute; em terras baianas. A mostra Florestas Fant&aacute;sticas e M&aacute;scaras Imagin&aacute;rias re&uacute;ne dezenas de obras da artista pl&aacute;stica paulista na Galeria Arcos da CAIXA Cultural.
&nbsp;
Niobe tem uma produ&ccedil;&atilde;o baseada em s&iacute;mbolos gr&aacute;ficos, seu trabalho representa a influ&ecirc;ncia das culturas africana e ind&iacute;gena na arte brasileira. Na mostra, s&atilde;o destacadas suas s&eacute;ries de pinturas florais e uma sequ&ecirc;ncia de representa&ccedil;&otilde;es de m&aacute;scaras.
&nbsp;
A sele&ccedil;&atilde;o das 42 pinturas e desenhos dessa exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; assinada pelo curador independente Antonio Carlos Abdalla, que pesquisa e cataloga a obra da artista h&aacute; mais de 10 anos. Em 2007, foi realizada grande retrospectiva de Niobe Xand&oacute; na Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo e, em 2008, outra grande mostra da artista foi feita no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba.
&nbsp;
Niobe Xand&oacute; nasceu em 1915 e faleceu h&aacute; pouco mais de um ano. Nos quase 60 anos de carreira, ela criou uma vasta obra, incorporando diversas tend&ecirc;ncias e movimentos. Em 1978, participou da 1&ordf; Bienal Latino-Americana de S&atilde;o Paulo e dali para frente ganhou notoriedade.


Florestas Fant&aacute;sticas e M&aacute;scaras Imagin&aacute;rias - Salvador
CAIXA Cultural
at&eacute; 31 de agosto
www.caixacultural.com.br

Fonte: Caixa Cultural, IBahia
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Quadro de Francesco Guardi é vendido por US$ 42,8 milhões</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=265</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/150720111100_guardi-rialto-bridge-reut-543.jpg">Veneza &eacute; sempre Veneza. H&aacute; s&eacute;culos a cidade italiana encanta moradores e visitantes com a beleza e o charme de suas ruas, arquiteturas e paisagens.&nbsp;

No leil&atilde;o realizado pela Sotheby's, em Londres, no inicio do m&ecirc;s, Veneza encantou mais uma vez. Na ocasi&atilde;o, uma importante obra do pintor &nbsp;veneziano&nbsp;Francesco Guardi (1712-1793) bateu o recorde mundial em um leil&atilde;o para uma vista da cidade, ao ser vendido por 42,8 milh&otilde;es de d&oacute;lares.
&nbsp;
Vista da Ponte de Rialto, quadro avaliado inicialmente em no m&aacute;ximo 25 milh&otilde;es de libras, foi adquirido por um comprador an&ocirc;nimo por telefone, no final de uma dura disputa entre dois candidatos.A obra, uma das &uacute;nicas feita em grande escala pelo artista, executada no fim dos anos 1760, estabeleceu o pre&ccedil;o mais alto para uma obra de arte em um leil&atilde;o at&eacute; agora este ano.
&nbsp;
Francesco Guardi foi um dos &uacute;ltimos representantes da cl&aacute;ssica escola de pintura veneziana, e um dos rivais mais significativos de Giovanni Antonio Canal, mais conhecido como Canaletto, na &uacute;ltima etapa de sua vida, apesar de em sua obra dar mais import&acirc;ncia &agrave; atmosfera do que &agrave; topografia.
&nbsp;
&quot;As obras monumentais do artista raramente v&atilde;o a leil&atilde;o, e o pre&ccedil;o estabelecido esta noite fixa um novo ponto de refer&ecirc;ncia, n&atilde;o apenas para este artista importante, mas tamb&eacute;m para os quadros de vistas venezianas&quot;, disse Alex Bell, presidente da Divis&atilde;o de Velhos Mestres da casa Sotheby's.
&nbsp;
No total, o leil&atilde;o arrecadou um total de 47,64 milh&otilde;es de libras (76,49 milh&otilde;es de d&oacute;lares).


Leil&atilde;o Sotheby's - Londres
5 de Julho

Fonte:&nbsp;AFP




&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Artistas brasileiros participam da 16º Bienal de Cerveira</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=264</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120720110920_popup600x450px.jpg">A Bienal de Cerveira chega &agrave; 16a edi&ccedil;&atilde;o com exposi&ccedil;&otilde;es que se estendem &agrave;s cidades de Porto, Braga e Vigo. O diretor art&iacute;stico Augusto Canedo dividiu o evento portugu&ecirc;s em mostras, concebidas por curadores convidados. Carlos Casteleira, F&aacute;tima Lambert, Jo&atilde;o Mour&atilde;o, Lu&iacute;s Silva, Orlando Britto Jinorio, Louren&ccedil;o Egreja, Paulo Reis e Solange Farkas s&atilde;o os curadores presentes na mostra de arte contempor&acirc;nea.&nbsp;
&nbsp;
Tempos em Suspens&atilde;o, a mostra organizada pela ex diretora do Museu de Arte Moderna da Bahia, Solange Farkas, apresenta aos portugueses obras de artistas brasileiros e sul-americanos que t&ecirc;m em comum uma ideia particular de cidade como lugar de tempos e mem&oacute;rias sobrepostos.&nbsp;
&nbsp;
Entre os brasileiros destacam-se : Cesar Meneghetti; Jonathas de Andrade;; Armando Queiroz; Dirceu Mau&eacute;s; Pablo Lobato e os baianos Caetano Dias e Gaio Matos que meditam sobre as cidades, entendidas como lugares onde os tempos se sobrep&otilde;em.&nbsp;
A curadoria abrange a dimens&atilde;o pol&iacute;tica da presen&ccedil;a humana, no trabalho de Cesar Meneghetti; a ideia de incomunicabilidade em oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; sensa&ccedil;&atilde;o de identidade, em Jonathas de Andrade; as tradu&ccedil;&otilde;es arquitet&ocirc;nicas e espaciais do pertencimento cultural, na obra de Gaio Matos; a contribui&ccedil;&atilde;o individual an&ocirc;nima para a constru&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria coletiva, em Pablo Lobato; o olhar de Caetano Dias sobre o soterramento de um microcosmo cultural; um cotidiano de identidade transfigurada nas imagens de Dirceu Mau&eacute;s; e a invisibilidade da matriz cultural, em Armando Queiroz.
&nbsp;
O evento integra ainda um conjunto de atividades complementares como as resid&ecirc;ncias art&iacute;sticas, ateli&ecirc;s, workshops, debates, confer&ecirc;ncias, concertos, visitas guiadas entre outros.A Bienal de Cerveira vai de &nbsp;de 16 de julho a 17 de setembro.
&nbsp;
Bienal de Cerveira &ndash; Portugal
at&eacute; 17 de setembro
http://www.bienaldecerveira.pt
&nbsp;
Fonte:Revista Muito, VideoBrasil
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Desenhos e esculturas de Michelangelo chegam ao Recife</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=263</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/100720112024_expomichelangelo.jpg">Uma exposi&ccedil;&atilde;o em cartaz no Recife &nbsp;apresenta ao p&uacute;blico algumas obras relacionadas a carreira &nbsp;do pintor, arquiteto, poeta e escultor italiano Michelangelo. S&atilde;o seis desenhos originais e 25 esculturas de diferentes tamanhos, per&iacute;odos e artistas &nbsp;que ajudam a entender a grandiosidade da obra de Michelangelo Buonarroti, considerado um divisor de &aacute;guas na hist&oacute;ria das artes.
&nbsp;
Em cartaz &nbsp;atualmente no Instituto Ricardo Brennand, A beleza na escultura de Michelangelo &eacute; apresentada pela primeira vez no Nordeste ap&oacute;s passar pelos estados de S&atilde;o Paulo e do Esp&iacute;rito Santo. &nbsp;Esta &eacute; a primeira exposi&ccedil;&atilde;o itinerante do novo sal&atilde;o do instituto, de 1021,89 m&sup2;, onde tamb&eacute;m est&aacute; exposta a r&eacute;plica da escultura O Pensador, de Auguste Rodin.&nbsp;
&nbsp;
A cenografia da exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; complementada por fotografias gigantes, assinadas pelo &uacute;nico fot&oacute;grafo autorizado a reproduzir, em imagens, as obras de Michelangelo, Aur&eacute;lio Amendola. Na galeria do IRB o p&uacute;blico poder&aacute; conferir trabalhos de artistas como Virrotira de Samatrocia, que inspirou o renascentista quanto &agrave; tridimensionalidade e de outros escultores que se basearam na concep&ccedil;&atilde;o criada ap&oacute;s os seus trabalhos. O p&uacute;blico ainda poder&aacute; participar de palestras e assistir a um filme que mostra como as esculturas foram produzidas.
&nbsp;

A beleza na escultura de Michelangelo&nbsp;- Recife
Instituto Ricardo Brennand
06/07 a 04/09
www.institutoricardobrennand.org.br


Fonte: Diario de Pernambuco, 360&ordm;

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Artista plástico e poeta italiano expõe em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=262</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/060720112242_rtemagicc_expo_anonymous_txdam9956_5c1010.jpg.jpg">A mostra inedita Anonymous, de Antonio Gatto, artista pl&aacute;stico e poeta italiano da Calabria, ser&aacute; aberta ao p&uacute;blico de Salvador a partir de 07 de Julho &agrave;s 19h na &nbsp;Galeria EBEC

O p&uacute;blico vai ver nessa mostra fotos processadas por colagem digital que mixam imagens de magazine de moda com sua linguagem cr&iacute;tico-po&eacute;tica, bem como trabalho de fundi&ccedil;&atilde;o em alum&iacute;nio, imagens constru&iacute;das, vistas atrav&eacute;s de tubos e &oacute;culos negros, sem nenhuma luz: um mundo onde a fic&ccedil;&atilde;o &eacute; perigosa para qualquer tempo real.Como bem podem imaginar, &eacute; uma mostra absolutamente in&eacute;dita.
&nbsp;
Em 1960 o artista come&ccedil;ou a participar de exposi&ccedil;&otilde;es, procurando ao mesmo tempo aprofundar sua m&iacute;stica existencial em estudos te&oacute;ricos de reflex&atilde;o e &agrave; analise cr&iacute;tica da arte e suas fun&ccedil;&otilde;es.
&nbsp;
Esses estudos o levaram em 1966, a abandonar a tela como suporte passivo, encontrando nela campo de a&ccedil;&atilde;o ativa para objetos e novas solicita&ccedil;&otilde;es para as lacunas conceituais da linguagem visual.
&nbsp;
O artista acredita que o tempo virtual, paradoxal e amb&iacute;guo, n&atilde;o &eacute; o mesmo tempo da realidade que marca o presente, passado e futuro, e busca na arte uma s&iacute;ntese baseada em espa&ccedil;o e tempo juntos: o sempre e agora do instante eterno.

Anonymous - Salvador
EBEC&nbsp;
abertura: 07 de julho &agrave;s 19h
visita&ccedil;&atilde;o: 08 de julho a 05 de agosto
www.ebec.com.br


Fonte: Ibahia, Ebec
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Rembrandt e Degas ganham exposição em Amsterdã</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=261</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040720112234_05.jpg">Rembrandt e Degas; dois jovens artistas, rec&eacute;m inaugurada no museu Rijksmuseum, Amsterd&atilde;, revela proximidades e liga&ccedil;&otilde;es entre a obra de do pintor &nbsp;franc&ecirc;s Edgar Degas com a do pintor e gravurista holand&ecirc;s Rembrandt van Rijn.
&nbsp;

Embora seja sabido que o impressionista Degas foi inspirado por Rembrandt, esta pode ser considerada a primeira exposi&ccedil;&atilde;o que transp&otilde;e as barreiras f&iacute;sicas e temporais entre estes dois &iacute;cones da pintura, colocando lado a lado o s&eacute;culo de Ouro holand&ecirc;s &nbsp;da Fran&ccedil;a do s&eacute;culo 19.

A mostra apresenta uma s&eacute;rie de auto-retratos dos dois artistas quando jovens. &nbsp;Os auto-retratos mostram os pintores em torno da idade de 23 anos, num momento em que ambos estavam come&ccedil;ando a ilustre carreira. Cansado da monotonia da academia de artes o jovem Degas se aventurou por Roma e Floren&ccedil;a para estudar artistas do passado. A inspira&ccedil;&atilde;o em Rembrandt pode ser observada, particularmente em seus experimentos com v&aacute;rias poses e &nbsp;da forma que utiliza a luz e sombra.

A mostra Rembrandt e Degas; dois jovens artistas, faz parte de uma s&eacute;rie de exposi&ccedil;&otilde;es organizadas pelo Rijksmuseum mostrando como os mestres da Idade de Ouro Holandesa inspiraram &nbsp;artistas de um per&iacute;odo posterior. &nbsp;Um dos grandes sucessos do museu foi a exposi&ccedil;&atilde;o que comparava os trabalhos de Mir&oacute; com Jan Steen em 2010.

Ap&oacute;s o Rijksmuseum, a exposi&ccedil;&atilde;o vai passar a The Art Institute Clark em Williamstown (Novembro de 2011 - fevereiro 2012) e The Metropolitan Museum of Art, em Nova York (fevereiro-maio 2012).

Rembrandt e Degas; dois jovens artistas
Rijksmuseum - Amsterd&atilde;
At&eacute; 23 de outubro
http://www.rijksmuseum.nl/

Fonte:&nbsp;rnw brasil
Imagem:&nbsp;Edgar Degas, Self-Portrait en face, c. 1857.

&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Mostra reúne obras que trabalham a interação </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=260</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/020720111539_artecibernetica600.jpg">Uma exposi&ccedil;&atilde;o em S&atilde;o Paulo re&uacute;ne obras de arte cibern&eacute;tica em cerca de dez instala&ccedil;&otilde;es, em trabalhos que interligam poesia e tecnologia, das mais diversas formas poss&iacute;veis, tendo a arte como pano de fundo. Trata-se da exposi&ccedil;&atilde;o Rumos Arte Cibern&eacute;tica, que acontece at&eacute; 4 de setembro no Ita&uacute; Cultural, em S&atilde;o Paulo.

A interatividade &eacute; ponto forte dos trabalhos, com a participa&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico em todas as instala&ccedil;&otilde;es. Entre os trabalhos est&aacute; 'I, Hamlet', um rob&ocirc; que interpreta e declama textos com base na obra de Shakespeare, enquanto o p&uacute;blico manipula elementos cenogr&aacute;ficos como espadas e c&aacute;lices.

Uma das obras que mais trabalha o real e o virtual &eacute; 'Corpo Digitalizado', que discute os limites entre o corpo e as m&aacute;quinas, em que o p&uacute;blico &eacute; escaneado por partes em uma cabine, fragmentados e unidos numa proje&ccedil;&atilde;o no ambiente.O som est&aacute; muito presente na mostra, com a obra 'IDance', uma pista controlada pelo p&uacute;blico em que os movimentos mudam a obra em tempo real.

A exposi&ccedil;&atilde;o tem apoio do Ita&uacute; Cultural. Institui&ccedil;&atilde;o que financiou todos os trabalhos atrav&eacute;s do programa Rumos 2006-2009, dedicado a arte e tecnlogia.&nbsp;

Rumos Arte Cibern&eacute;tica - S&atilde;o Paulo
30 de junho a 04 de setembro
Ita&uacute; Cultural - Avenida Paulista
http://www.itaucultural.org.br/

Fonte: Ita&uacute; Cultural, MTV</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Antonio Mari mostra cenas urbanas da big apple  </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=259</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/300620111639_subwaysantas_v1.jpg">O p&uacute;blico soteropolitano pode conferir, at&eacute; 16 de julho, o olhar do&nbsp;capixaba Antonio Mari sobre a cidade de Nova York&nbsp;na exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;New York Street Scenes, em cartaz na Galeria Acbeu.&nbsp;&nbsp;

A mostra in&eacute;dita no Brasil re&uacute;ne ao todo 24 fotografias das ruas, arquitetura, tr&acirc;nsito e, sobretudo das pessoas que habitam a cidade mais cosmopolita do mundo. &nbsp;Para compor a exposi&ccedil;&atilde;o, Antonio Mari procurou as fotos que, ao longo de sua carreira, foram as mais marcantes, ou pela est&eacute;tica ou pelo inusitado da situa&ccedil;&atilde;o. Est&aacute; presente, por exemplo, a foto que conseguiu fazer, na &eacute;poca do Natal, de um grupo de quase 60 &nbsp;&ldquo;Papais Noeis&rdquo; que foram obrigados a tomar o metr&ocirc; conjuntamente pelo n&atilde;o comparecimento do &ocirc;nibus que os deveriam conduzir para a sede da ONG Volunteers of America, para a qual trabalhavam.

Antonio Mari construiu sua carreira de fot&oacute;grafo nos Estados Unidos. &nbsp;Ainda nos anos 80, viajou para cursar mestrado em fotografia, encantou-se pela efervesc&ecirc;ncia de Nova York e por l&aacute; fixou resid&ecirc;ncia durante 27 anos. Neste per&iacute;odo, dedicou-se ao registro do cotidiano da cidade e de suas m&uacute;ltiplas facetas, &agrave;s vezes de forma independente, e outras como fotogr&aacute;fo contratado dos jornais New York Times e New York Post.&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
 
New York Street Scenes-Salvador
At&eacute; 16 de julho
Galeria Acbeu- Corredor da Vit&oacute;ria
&nbsp;
Fonte: Ibahia, Atarde</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Braz Marinho e Movimento Pró-Criança investem em parceria</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=258</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/300620111625_250220101142_img_1954_copia.jpg">O m&ecirc;s de junho foi extremamente importante para Braz Marinho. E n&atilde;o apenas do ponto de vista art&iacute;stico, mas tamb&eacute;m da utiliza&ccedil;&atilde;o da arte como um instrumento de transforma&ccedil;&atilde;o social. Uma grande exposi&ccedil;&atilde;o de sua obra foi realizada a partir de uma parceria com uma ONG que trabalha com crian&ccedil;as, em Recife - experi&ecirc;ncia que deve ser novamente repetida.

Neste per&iacute;odo, o artista representado pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte exp&ocirc;s no Recife Antigo uma retrospectiva com o resultado da sua produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica nos &uacute;ltimos cinco anos, incluindo trabalhos que investigam a tridimensionalidade da arte.&nbsp;A exposi&ccedil;&atilde;o, surgida a partir de uma oficina ministrada para crian&ccedil;as, adolescentes e jovens do Movimento Pr&oacute; Crian&ccedil;a, reuniu 43 esculturas, pinturas e gravuras, entre pe&ccedil;as in&eacute;ditas e outras que participaram de exposi&ccedil;&otilde;es institucionais e mostras coletivas no Brasil e na It&aacute;lia.&nbsp;
&nbsp;
O p&uacute;blico que visitou a exposi&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de conferir as obras de Marinho, pode contribuir financeiramente com o Movimento Pr&oacute;-Crian&ccedil;a, j&aacute; que parte da renda obtida com a venda das obras foi convertida para essa institui&ccedil;&atilde;o, que atua em Recife.&nbsp;Braz Marinho e o Movimento Pr&oacute;-Crian&ccedil;a planejam agora manter a parceria e viabilizar uma oficina permanente de escultura destinada a jovens atendidos pela institui&ccedil;&atilde;o e para alunos dos cursos de artes pl&aacute;sticas, design, desenho, arquitetura e urbanismo, al&eacute;m de arte-educadores.
&nbsp;&nbsp;

Exposi&ccedil;&atilde;o Braz Marinho-Pr&oacute;-Crian&ccedil;a - Recife
31 de maio a 30 de junho
Galeria Franz Post -Espa&ccedil;o Cultural Maria Helena Marinho
www.espa&ccedil;omariahlenamarinho.com.br
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;





&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A Arte Indígena de Victor Brecheret em cartaz no Recife</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=257</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/240620111545_o_victor_brecheret_0_0.jpg">As obras do artista pl&aacute;stico modernista Victor Brecheret (1894 -1955) s&atilde;o expostas pela primeira vez no Nordeste e o Recife &eacute; a cidade escolhida para receber a mostra que apresenta um panorama da 3&ordf; fase do artista, inspirada no imagin&aacute;rio da Ilha do Maraj&oacute;, no Par&aacute;.
&nbsp;
A Arte Ind&iacute;gena de Victor Brecheret em cartaz no Centro Cultural Correios, apresenta 23 esculturas e 22 esbo&ccedil;os e desenhos do artista.&nbsp;Al&eacute;m destes trabalhos, podem ser conferidos pelo p&uacute;blico fotografias do acervo pessoal do escultor, ferramentas que ele utilizava em seu ateli&ecirc; e um especial em v&iacute;deo sobre Victor Brecheret, feito pela TV Cultura.
&nbsp;
Dono de uma personalidade introspectiva, Brecheret &nbsp;&eacute; considerado um dos mais importantes escultores do Brasil. O artista, nascido na It&aacute;lia, fazia esculturas em pedra, terracota, bronze patinado, sempre pontuadas por grafismos e incis&otilde;es, lembrando a escrita cuneiforme dos ind&iacute;genas.&nbsp;
&nbsp;
Quem estiver por Recife tem at&eacute; o dia 31 de julho para visitar a exposi&ccedil;&atilde;o.
&nbsp;
&nbsp;
A arte ind&iacute;gena de Victor Brecheret &ndash; Recife
at&eacute; 31 de julho
Centro Cultural Correios&nbsp;
www.correios.com.br
&nbsp;
Fonte: Di&aacute;rio de Pernambuco, &nbsp;Globo.</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Tate de Liverpool dedica exposição a Magritte</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=256</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/230620111627_golconda-magritte.jpg">Ren&eacute; Magritte (1898-1967), um dos artistas mais respeitados e populares do s&eacute;culo 20, &nbsp;&eacute; destaque da programa&ccedil;&atilde;o de ver&atilde;o da galeria inglesa Tate Liverpool.
&nbsp;
&nbsp;
Sob o t&iacute;tulo de Ren&eacute; Magritte: The Pleasure Principle, &nbsp;a mostra exibe obras de diferentes per&iacute;odos da carreira &nbsp;do surrealista belga incluindo mais de 100 pinturas, uma sele&ccedil;&atilde;o de fotografias, filmes caseiros e trabalhos comerciais. Entre os destaques est&atilde;o as pinturas ic&ocirc;nicas &nbsp;&quot;O Assassino Amea&ccedil;ado&quot;, &quot;A Condi&ccedil;&atilde;o Humana&quot; e &quot;Golconda&quot; (foto).
&nbsp;
Famoso por imagens espirituosas retratando objetos do cotidiano tais como ma&ccedil;&atilde;s, chap&eacute;us-coco e tubos em contextos incomuns, a arte de Magritte joga com a id&eacute;ia de realidade e ilus&atilde;o. Seus trabalhos tiveram &nbsp;um efeito duradouro sobre o mundo da arte, inspirando artistas que v&atilde;o de John Baldessari, Ed Ruscha, Jasper Johns a Andy Warhol.


Ren&eacute; Magritte: The Pleasure Principle - UK
24 de junho a 16 de outubro
Tate Liverpool
www.tate.org.uk

Fonte: Folha SP, Terra


&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arte brasileira é tema de exposição em Valência</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=254</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180620111114_20110518155201_10287_large.jpg">Em cartaz no Instituto Valenciano de Arte Moderna (IVAM) &nbsp;a exposi&ccedil;&atilde;o coletiva Gigante por la propia naturaleza, oferece aos espanh&oacute;is um panorama da produ&ccedil;&atilde;o moderna e contempor&acirc;nea do Brasil.
&nbsp;
A mostra busca uma reflex&atilde;o sobre a arte brasileira, desde a d&eacute;cada de 40 &nbsp;at&eacute; a atualidade e os aspectos que diferenciam a arte nacional da demais produ&ccedil;&otilde;es contempor&acirc;neas da am&eacute;rica do sul.
&nbsp;
Para Wilson L&aacute;zaro, um dos curadores da exposi&ccedil;&atilde;o, a arte brasileira est&aacute; em alta, acompanhando o cen&aacute;rio do Pa&iacute;s internacionalmente. &quot;Isso se reflete na exposi&ccedil;&atilde;o, que exibe um Brasil atual, de misturas, surpresas e nuances.&quot; Ele optou por olhar a partir da pr&oacute;pria hist&oacute;ria brasileira, mesmo que recente, &quot;um caminho para entender e descobrir surpresas muitas das vezes bem guardadas.

Gigante por la pr&oacute;pria naruraleza, que permanece em cartaz at&eacute; o dia 17 de julho, re&uacute;ne obras de 52 artistas, entre eles Anna Maria Maiolino, Adriana Varej&atilde;o, Alfredo Volpi, &nbsp;Arthur Bispo do Ros&aacute;rio, Beatriz Milhazes, &nbsp;Caio Reisewitz, Cao Guimar&atilde;es, Carlos Vergara, Cildo Meireles, &nbsp;H&eacute;lio Oiticica, Ivens Machado, &nbsp;Lygia Clark, Marcos Chaves, Marepe, Maria Leontina, &nbsp;Os G&ecirc;meos, Tunga, Vik Muniz, entre outros.
&nbsp;
Gigante por la propia naturaleza &ndash; Val&ecirc;ncia
IVAM Instituto Valenciano de Arte Moderno
31 maio a 17 de junho
www.ivam.es

Fonte: Mapa das artes, IVAM
Foto:&nbsp;instala&ccedil;&atilde;o Arroz e feijao, 1979-2011, Anna Maria Maiolino
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Maior feira mundial movimenta o mercado de arte</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=253</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/170620111708_art-basel-2011a.jpg">Desde o dia 15 de junho, a Art Basel 2011 tem movimentado bilh&otilde;es de d&oacute;lares na cidade Su&iacute;&ccedil;a da Basil&eacute;ia.&nbsp;Considerada como a maior feira mundial de obras de arte moderna e contempor&acirc;nea do mundo, a Art Basel re&uacute;ne em sua 42&ordf; edi&ccedil;&atilde;o, galerias de 35 pa&iacute;ses, em uma exposi&ccedil;&atilde;o com mais de 2500 artistas.&nbsp;
&nbsp;
Os estandes da feira s&atilde;o disputad&iacute;ssimos e apenas 300 galeristas (de 1000 candidatos, segundo os organizadores) tiveram a &ldquo;sorte&rdquo; de poder pagar somas absurdas por t&atilde;o poucos metros quadrados. &nbsp;

O pa&iacute;s com maior n&uacute;mero de galerias, na edi&ccedil;&atilde;o 2011, &eacute; os Estados Unidos com 73, seguido pela Alemanha (50) e pela Su&iacute;&ccedil;a (32). O Brasil participa do evento com 4 galerias: Galeria Fortes Vila&ccedil;a; Galeria Millan; Galeria Luisa Strina e A Gentil Carioca.
&nbsp;
Percorrendo a feira, &eacute; poss&iacute;vel encontrar obras-primas de Fernand L&eacute;ger, Giorgio Morandi, Pablo Picasso, Juan Gris e Henri Matisse. J&aacute; a se&ccedil;&atilde;o mais espetacular da atual edi&ccedil;&atilde;o &eacute; a Art Unlimited, onde s&atilde;o exibidos trabalhos de grandes dimens&otilde;es, proje&ccedil;&otilde;es de v&iacute;deo, esculturas monumentais e todo tipo de instala&ccedil;&otilde;es de artistas como Daniel Buren, Anish Kapoor e Robert Rauschenberg. &nbsp;

Art Basel - Su&iacute;&ccedil;a
15 a 19 de junho
www.artbasel.com.br

Fonte: Terra, Artbasel
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Alex Flemming apresenta fotogravuras em SP</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=252</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/160620111215_flemming.jpg">Estreou neste m&ecirc;s, no Sesc Pinheiro, a mostra Paulistana, composta por trabalhos do artista Alex Flemming.

Apresentando uma esp&eacute;cie de cr&ocirc;nica visual, em que s&atilde;o revelados flagrantes do dia-a-dia, o artista mostra registros, em fotogravura, da popula&ccedil;&atilde;o da grande metr&oacute;pole e suas mais diversas profiss&otilde;es.

Vivendo h&aacute; mais de 10 anos em Berlim,&nbsp; Flemming &eacute; hoje considerado pela cr&iacute;tica, como um dos mais f&eacute;rteis, provocadores e criativos artistas brasileiros contempor&acirc;neos. 

As experi&ecirc;ncias art&iacute;sticas de Alex Flemming com fotografias e gravuras come&ccedil;aram ainda na &eacute;poca em que era estudante da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP). Paralelamente a isso, ainda nos anos 70, o artista cursou cinema na Funda&ccedil;&atilde;o Armando &Aacute;lvares Penteado (FAAP)&nbsp; e estudou serigrafia com Regina Silveira. Foi essa mistura que o levou a ser um dos primeiros artistas no Brasil a utilizar a fotogravura art&iacute;stica.


Paulistana - S&atilde;o Paulo
Sesc Pinheiros
ter&ccedil;a s&aacute;bado de&nbsp; 10h30 &agrave;s 21h30 
at&eacute; 18 de julho
www.sescsp.org.br

Fonte: Catraca Livre, Sescsp
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Britânico cria gueixas com técnicas de grafite</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=251</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120620111401_2103_photo_1305235362.jpg">O artista brit&acirc;nico Hush mostra suas gueixas criadas com grafite na exposi&ccedil;&atilde;o Twin, que acontece em uma galeria na Calif&oacute;rnia, EUA.

Nos murais e telas presentes na exposi&ccedil;&atilde;o, o artista combina t&eacute;cnicas do grafite com elementos da cultura visual japonesa como animes (desenhos animados) e imagens tradicionais de gueixas.
&nbsp;
As obras do ilustrador e designer gr&aacute;fico brit&acirc;nico frequentemente retraram o corpo feminino e j&aacute; foram comparadas &agrave;s imagens de mulheres criadas pelo pintor austr&iacute;aco Gustav Klimt.
&nbsp;
Segundo os curadores da exposi&ccedil;&atilde;o, os trabalhos exploram os contrastes entre novo e velho, passado e futuro e a fus&atilde;o das culturas ocidental e oriental.
&nbsp;
Para a s&eacute;rie Twin, Hush criou diversas imagens de gueixas g&ecirc;meas espelhadas, que s&atilde;o diferenciadas usando cores e t&eacute;cnicas de claro e escuro.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o fica aberta ao p&uacute;blico at&eacute; o dia 18 de junho na galeria New Image Art, em West Hollywood, que tamb&eacute;m j&aacute; exp&ocirc;s trabalhos da dupla de artistas brasileiros Osg&ecirc;meos.

Twin -&nbsp;Calif&oacute;rnia
New Image Art,
at&eacute; 18 de junho
www.newimageartgallery.com

Fonte: BBC, Euronews
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Eu me desdobro em muitos é um dos destaques do FotoRio</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=250</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/110620111518_l_burlamaqui_ccbb.jpg">Acontece atualmente na capital carioca a edi&ccedil;&atilde;o 2011 do FotoRio - Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro. A programa&ccedil;&atilde;o do evento, sempre voltada para a produ&ccedil;&atilde;o de fotografia contempor&acirc;nea nacional e internacional, inclui exposi&ccedil;&otilde;es, proje&ccedil;&otilde;es, interven&ccedil;&otilde;es, cursos, semin&aacute;rios, oficinas, mesas-redondas, palestras e confer&ecirc;ncias.
&nbsp;
Um dos destaques da atual edi&ccedil;&atilde;o &eacute; a exposi&ccedil;&atilde;o in&eacute;dita Eu me desdobro em muitos &nbsp;em cartaz no Centro Cultural do Banco do Brasil - CCBB. &nbsp;Fruto de uma parceria entre o FotoRio &nbsp;e a MEP - Maison Europ&eacute;enne de la Photographie de Paris, a mostra re&uacute;ne 69 obras de sete artistas brasileiros e 14 estrangeiros, dentre os mais importantes autores da vanguarda da fotografia no mundo.&nbsp;
&nbsp;
Reunidos sobre a proposta da autorrepresenta&ccedil;&atilde;o como realiza&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica est&atilde;o os brasileiros Alisson Gothz, Helenbar, Luisa Burlamaqui, Fernanda Magalh&atilde;es, Rodrigo Braga e Sofia Borges; &nbsp;o mexicano Gerardo Montiel Klint; &nbsp;a argentina Tatiana Parcero, o noruegu&ecirc;s Bjorn Sterri e uma s&eacute;rie de artistas europeus e norte-americanos da cole&ccedil;&atilde;o da Maison Europ&eacute;enne de la Photographie, de Paris. S&atilde;o eles: Martial Cherrier, Gilbert &amp; Georg, Robert Mapplethorpe, Duane Michals, Pierre Molinier, ORLAN, Philippe Perrin, Pierre &amp; Gilles e Cindy Sherman.
&nbsp;
Para conferir a programa&ccedil;&atilde;o completa do encontro que acontece at&eacute; 10 de Julho basta acessar o site oficial do FotoRio dispon&iacute;vel no endere&ccedil;o fotorio.fot.br/.


FotoRio 2011 - Rio de Janeiro
30 de maio a 19 de agosto
www.fotorio.fot.br

Eu me desdobro em muitos - Rio de Janeiro
30 de maio a 10 de julho
Centro Cultural do Banco do Brasil - CCBB
Ter&ccedil;a a a domingo, de 9h &agrave;s 21h
www.bb.com.br


Fonte: FotoRio, das artes
Cr&eacute;dito da Imagem: Luisa Burlamaqui&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Fotografia Contemporânea no Acervo do MAM-BA</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=249</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/110620111434_jun060.jpg">O p&uacute;blico baiano tem at&eacute; 10 de julho para conferir o trabalho de importantes fotogr&aacute;fos contempor&acirc;neos que fazem parte do acervo do Museu de Arte Moderna da Bahia. Ao todo, doze artistas, entre baianos e de outros estados brasileiros, est&atilde;o representados em fotos que ajudam o espectador a refletir sobre as rela&ccedil;&otilde;es entre o espa&ccedil;o e o sujeito, e suas transforma&ccedil;&otilde;es na sociedade contempor&acirc;nea.
&nbsp;
Entre os fot&oacute;grafos expostos est&atilde;o M&aacute;rcio Lima, Caetano Dias, Caio Reisewitz, Cinthia Marcelle, Cristiano Mascaro, Ding Musa, Frederico C&acirc;mara, Jana&iacute;na Tschape, Luiz Braga,&nbsp; Pedro Motta, Milena Travassos, Danillo Barata e Rog&eacute;rio Canella.
&nbsp;
A mostra est&aacute; dividida em dois momentos: no Casar&atilde;o do MAM-BA, espa&ccedil;os diversos, amplos e muitas vezes vazios, que trazem forte significa&ccedil;&atilde;o simb&oacute;lica; e na Galeria 3, obras que remetem a quest&otilde;es de identidade, mostrando a rela&ccedil;&atilde;o do homem com o meio que o cerca de forma intimista.


Fotografia Contempor&acirc;nea no Acervo do MAM-BA - Salvador
Museu de Arte Moderna da Bahia - at&eacute;&nbsp;10 de julho
Hor&aacute;rios: 13h &agrave;s 19h, de ter&ccedil;a a domingo, e das 13h &agrave;s 21h, aos s&aacute;bados
www.mam.ba.gov.br


Fonte: MAM, Atarde
Cr&eacute;dito de imagem: M&aacute;rcio Lima</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>O Surrealismo de Joan Miró é tema de mostra na Itália</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=248</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/050620112353_carnaval-de-arlequim.jpg">Joan Mir&oacute;-Po&egrave;me, &eacute; o t&iacute;tulo da exposi&ccedil;&atilde;o sobre o pintor catal&atilde;o em Forte di Bard, It&aacute;lia. &nbsp;A mostra re&uacute;ne uma cole&ccedil;&atilde;o de 188 obras, entre pinturas a &oacute;leo, esculturas, desenhos, gravuras, litografias &nbsp;e cer&acirc;micas. Os trabalhos expostos foram criados entre 1947 e 1980 e pretendem evocar a revolu&ccedil;&atilde;o surrealista, caracter&iacute;stica dessa &eacute;poca, e da qual Mir&oacute; foi um dos grandes expoentes.&nbsp;
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o oferece uma vis&atilde;o completa do artista e dos temas que o inspiraram: a mulher, o p&aacute;ssaro, a estrela, o c&eacute;u, as constela&ccedil;&otilde;es, o sol ou a lua &nbsp;e o anonimato dos grandes mitos fundadores, est&atilde;o no imagin&aacute;rio do artista. As imagens mostram um Joan Mir&oacute; brincalh&atilde;o, perturbador e que gostava de se colocar desafios.&nbsp;
&nbsp;
Entre as obras presentes na mostra est&atilde;o: Naissance du Jour I, II e III, &nbsp;Femme Oiseau I e II e e Le Chant de La Prairie. Ao visitar&nbsp;Joan Mir&oacute;-Po&egrave;m&nbsp;em cartaz at&eacute; 1&ordm; de novembro, o p&uacute;blico &nbsp;poder&aacute; perceber a import&acirc;ncia e a influ&ecirc;ncia &nbsp;do artista na arte do s&eacute;culo XX.
&nbsp;

Joan Mir&oacute;-Po&egrave;me | It&aacute;lia
25 de maio a 01 de novembro
Forte di Bard
www.fortedibard.it


Fonte: Euronews

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Esculturas em giz ganham destaque na galeria ACBEU</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=247</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/020620112357_gabinete,_warranty_void_if_removed_(detalhe_3).jpg">Jun&ccedil;&otilde;es &eacute; o tema adotado pelo artista visual Elias Santos para sua mais recente exposi&ccedil;&atilde;o. Nesta mostra, o artista que iniciou sua carreira &nbsp;nos anos 90, apresenta uma s&eacute;rie de trabalhos realizados a partir de pequenas cabe&ccedil;as esculpidas em giz, somadas a componentes retirados de sucatas eletr&ocirc;nicas. Tais esculturas s&atilde;o resultado&nbsp;de uma experimenta&ccedil;&atilde;o iniciada h&aacute; mais de uma d&eacute;cada, mas que s&oacute; agora s&atilde;o apresentadas ao p&uacute;blico.
&nbsp;
Segundo o artista, a proposta que norteia sua produ&ccedil;&atilde;o &eacute; a de &ldquo;juntar coisas, juntar processos, produzir novos agregados a partir de elementos encontrados ao acaso. Reunir linhas de cria&ccedil;&atilde;o, gerar novas s&iacute;nteses conectivas como numa polifonia&rdquo;.&nbsp;

O p&uacute;blico ter&aacute; at&eacute; o dia 18 de junho para visitar a exposi&ccedil;&atilde;o &nbsp;na Galeria Acbeu. O acesso &eacute; gratuito.
&nbsp;
Jun&ccedil;&otilde;es &ndash; Elias Santos | Salvador
01 a 18 de junho
seg a sex, das 14h &agrave;s 20h; s&aacute;b, das 16h &agrave;s 20h
Galeria Acbeu
&nbsp;


Fonte: Acbeu, atarde</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Ilustrador da revista The New Yorker em cartaz no RJ</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=246</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/020620110102_saul_steinberg_0258-540.jpg">O tra&ccedil;o vivaz, a sagacidade e o humor de Saul Steinberg pode ser conferido pelo p&uacute;blico carioca na exposi&ccedil;&atilde;o As Aventuras da Linha em cartaz at&eacute; 28 de agosto no Instituto Moreira Salles.
&nbsp;
A mostra conta com 111 desenhos do artista romeno radicado nos EUA que &eacute; considerado um dos maiores g&ecirc;nios da ilustra&ccedil;&atilde;o editorial. Apesar de ser bastante conhecido por suas ilustra&ccedil;&otilde;es para a revista The New Yorker, na qual foi colaborador por quase 60 anos, a exposi&ccedil;&atilde;o traz a diversidade de sua obra, incluindo trabalhos de tr&ecirc;s importantes exposi&ccedil;&otilde;es que o projetaram internacionalmente: Fourteen Americans, coletiva organizada pelo MoMA, em 1946; a mostra individual em Nova York, em 1952, nas galerias Sidney Janis e Betty Parsons e a montada no Museu de Arte de S&atilde;o Paulo, tamb&eacute;m em 1952.
&nbsp;
Usando &agrave;s vezes uma &uacute;nica linha, Steinberg necessita apenas de caneta e naquim para sugerir muito sobre o ser humano. Entre seus trabalhos encontramos constantemente figuras de cowboys, trens, monumentos fict&iacute;cios, p&aacute;ssaros, gatos e bichos sem nome, mulheres em casacos de pele, desfiles, entre outros. Segundo a curadora da mostra Roberta Saraiva, &ldquo;Steinberg costumava trabalhar um tema ou motivo at&eacute; esgot&aacute;-lo, produzindo longas s&eacute;ries de varia&ccedil;&otilde;es gr&aacute;ficas&rdquo;.
&nbsp;
A maior parte desse acervo pertence ao museu The Saul Steinberg Foundation, nos Estados Unidos. A mostra funciona de ter&ccedil;a a sexta, das 13h &agrave;s 20h e tamb&eacute;m de s&aacute;bados, domingos e feriados, das 11h &agrave;s 20h.
&nbsp;
Saul Steinberg &nbsp;- As Aventuras da Linha &ndash; Rio de Janeiro
28 de maio a 28 de agosto
Instituto Moreira Salles
www.ims.com.br

Fonte: IMS, Bravo!
&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Adrianne Gallinari é a mais nova artista da Fábio Pena Cal Galeria</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=245</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/310520111740_dsc02093.jpg">A partir do m&ecirc;s de junho, a artista pl&aacute;stica mineira Adrianne Gallinari (1965) passa a integrar o staff da galeria F&aacute;bio Pena Cal ao lado de importantes nomes da arte contempor&acirc;nea nacional, como&nbsp;Eudes Mota&nbsp;e Jos&eacute; Patr&iacute;cio.
&nbsp;
&nbsp;
Entre as 26 obras da artista dispon&iacute;veis no acervo da galeria encontram-se esculturas pinturas e desenhos nas quais Gallinari utiliza tecidos com nanquim, giz de cera e grafite, explorando a trama e a transpar&ecirc;ncia por meio de formas que remetem ao corpo, paisagens e elementos org&acirc;nicos.

Segundo F&aacute;bio Pena, a iniciativa &quot;visa aproximar Gallinari, j&aacute; bastante reconhecida no sudeste, do mercado de arte baiano ainda n&atilde;o t&atilde;o familiarizado com a qualidade de sua produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica&quot;. Nesse sentido, Gallinari destaca a import&acirc;ncia de ser representada por uma galeria como a Fabio Pena Cal, &ldquo;que vem atuando h&aacute; mais de 10 anos no mercado de arte local.

Gallinari que viveu um per&iacute;odo da inf&acirc;ncia em Salvador e come&ccedil;ou a desenhar sob os cuidados da artista pl&aacute;stica baiana S&ocirc;nia Castro, &ldquo;considera uma honra este retorno a cidade que sempre lhe foi familiar e a influenciou de maneira positiva.&rdquo;.

Formada pela Escola Guignard, em Belo Horizonte, Adrianne Gallinare atualmente vive e trabalha em S&atilde;o Paulo. Entre suas principais mostras individuais est&atilde;o as apresentadas no Drawing Center de Nova York, no Centro Cultural Borges, em Buenos Aires, e no Museu de arte da Pampulha, Belo Horizonte.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Quadro de Botero é vendido por US$ 1,4 milhão em NY</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=244</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/280520111041_una-familia.jpg">O colombiano Fernando Botero foi a grande estrela do lei&atilde;o de obras primas latino-americanas na Sotheby's, em Nova York. Seu quadro &quot;Uma fam&iacute;lia&quot; (1972), foi arrematado por cerca de US$ 1,4 milh&atilde;o, sendo a obra mais cara do evento que, tamb&eacute;m incluiu obras de cl&aacute;ssicos como os mexicanos Diego Rivera e Frida Kahlo, mostrando a riqueza e a diversidade da arte latino-americana.

O quadro de Botero faz parte de uma s&eacute;rie de fam&iacute;lias que o artista iniciou na d&eacute;cada de 1970 e que retomou ao longo de sua carreira. &quot;Botero &eacute; um artista que tem um poder de reconhecimento instant&acirc;neo, e &eacute; um dos que mais marcaram a arte do fim do s&eacute;culo XX&quot;, explicou &agrave; Ag&ecirc;ncia EFE o vice-presidente da Sotheby's, Axel Stein.
Sob o t&iacute;tulo Fernando Botero: Uma celebra&ccedil;&atilde;o, o leil&atilde;o comercializou outras obras do artista, como a monumental escultura em bronze &quot;Hombre a Caballo&quot; (1992), de dois metros e meio de altura, pela qual seu comprador pagou US$ 1,17 milh&atilde;o e outras 17 obras tamb&eacute;m vendidas &nbsp;por cerca de US$ 1 milh&atilde;o, fato que demonstra o fascinio que o artista colombiano exerce sobre os colecionadores de arte.
Entre os brasieiros o destaque foi o escultor Cildo Meireles. O &uacute;nico a receber aplausos durante o leil&atilde;o, depois de vender sua obra em madeira &quot;In-Mensa&quot; por US$ 518.500, um recorde para o artista.&nbsp;


Lei&atilde;o de obras primas latino-americanas - Nova Iorque
25 de maio
Sotheby's international realty
www.sothebys.com/

Fonte: Agencia EFE, G1

&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Expressionismo alemão é tema de exposição em NY</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=243</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/270520112347_otto-dix-shock-troops-advance-under-gas-500x356.jpg">
A exposi&ccedil;&atilde;o Expressionismo alem&atilde;o &ndash; o impulso gr&aacute;fico &eacute; destaque no Museu de Arte Moderna em Nova Iorque. S&atilde;o mais de duzentas e cinquenta obras de cerca de 30 artistas, incluindo trabalhos em pintura, desenho, escultura e serigrafia.
&nbsp;
O impulso gr&aacute;fico &eacute; tra&ccedil;ado a partir da forma&ccedil;&atilde;o do grupo de artistas Br&uuml;cke, em 1905, e perdura at&eacute; 1930, j&aacute; no per&iacute;odo do p&oacute;s-guerra. &nbsp;A exposi&ccedil;&atilde;o tem uma vis&atilde;o ampla do Expressionismo, destacando um conjunto diversificado de indiv&iacute;duos, como Oskar Kokoschka, Vasily Kandinsky, Erich Heckel , Emil Nolde, entre outros.
&nbsp;
Suas obras refletem um per&iacute;odo de turbul&ecirc;ncia social e intensas transforma&ccedil;&otilde;es est&eacute;ticas e politicas na Europa. Estes artistas incluem em seu trabalho um foco na experi&ecirc;ncia urbana, no corpo, na sexualidade e uma preocupa&ccedil;&atilde;o permanente com a natureza, religi&atilde;o e espiritualidade. Mais crucial para esses nomes, no entanto, foi &agrave; experi&ecirc;ncia da Primeira Guerra Mundial.
&nbsp;
A guerra e suas consequ&ecirc;ncias s&atilde;o objecto de obras de uma gama de artistas, incluindo Otto Dix, cuja s&eacute;rie de cinquenta gravuras escaldante, a guerra, foi baseada em seu pr&oacute;prio servi&ccedil;o nas trincheiras; K&auml;the Kollwitz, em uma carteira de sete xilogravuras enfocando a devasta&ccedil;&atilde;o sentida pelas fam&iacute;lias deixadas para tr&aacute;s, e Max Beckmann, cuja s&eacute;rie litogr&aacute;fica, Inferno (1919), enfrenta a viol&ecirc;ncia e a decad&ecirc;ncia em Berlim durante o p&oacute;s-guerra imediato per&iacute;odo.
&nbsp;
Nesta mostra foram reunidas pela primeira vez as dezenas de doa&ccedil;&otilde;es realizadas pela Funda&ccedil;&atilde;o Annenberg para o MoMA, que atualmente apresenta uma das mais importantes cole&ccedil;&otilde;es internacionais do expressionismo &nbsp;com cerca de 3000 obras.
&nbsp;

Expressionismo alem&atilde;o &ndash; o impulso gr&aacute;fico - Nova Iorque
27 de mar&ccedil;o a 11 de Julho
Museu de arte Moderna - MoMA
http://www.moma.org/


Fonte: MoMA, Euronews
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Acervo do Museu de Arte de Lima ganha exposição em SP</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=242</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/270520112140_mali_brasil.jpg">Quem estiver em S&atilde;o Paulo tem uma &oacute;tima oportunidade de conhecer um pouco da produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica contempor&acirc;nea do Peru. A exposi&ccedil;&atilde;o Arte al paso em cartaz na Pinacoteca de SP re&uacute;ne cerca de 100 trabalhos, &nbsp;entre pinturas, esculturas, fotografias, v&iacute;deos e instala&ccedil;&atilde;o, de 36 artistas cujas obras integram o acervo do Museo de Arte de Lima &ndash; MALI.

Arte al passo exibe temas ligados &agrave; pr&aacute;tica coletiva da gravura e da fotografia, com obras que demonstram as primeiras aproxima&ccedil;&otilde;es peruanas ao conceitualismo e &agrave;s vanguardas internacionais dos anos de 1960 e 1970. &nbsp;Esta iniciativa pioneira - j&aacute; que &eacute; a primeira vez que parte da cole&ccedil;&atilde;o de arte contempor&acirc;nea do MALI &eacute; exposta no exterior - apresenta ao p&uacute;blico um importante panorama da arte peruana &nbsp;com trabalhos representativos da realidade do pa&iacute;s seja do ponto de vista, pol&iacute;tico, social e cultural.

A realiza&ccedil;&atilde;o de&nbsp;Arte al passo&nbsp;&eacute; uma parceria da Pinacoteca com o Museo de Arte de Lima que busca consolidar o intercambio entre institui&ccedil;&otilde;es latino americanas, fazendo circular seus acervos e permitindo que diversos p&uacute;blicos tenham acesso &agrave; obras importantes da Hist&oacute;ria da Arte das Am&eacute;ricas.


Arte al passo - Cole&ccedil;&atilde;o Contempor&acirc;nea do Museo de Arte de Lima &nbsp;- S&atilde;o Paulo
28 maio a 31 de julho
Ter&ccedil;a a domingo das 10h &agrave;s 18h
Ingressos: R$ 6,00 e R$ 3,00 - Gr&aacute;tis aos s&aacute;bados.
Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo
www.pinacoteca.org.br

&nbsp;
Fonte: &nbsp;Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo, Podcultura
&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Maria Leontina: quatro décadas de arte na Caixa Cultural</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=241</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/270520111943_digitalizar0002.jpg">Tra&ccedil;os, cores, equil&iacute;brio, t&eacute;cnicas e formas modernistas s&atilde;o caracter&iacute;sticas marcantes do trabalho de Maria Leontina. Considerada uma das mais importantes refer&ecirc;ncias da pintura moderna brasileira, a artista tem sua vida e obra contada na exposi&ccedil;&atilde;o Desenho em Risco, atualmente em cartaz na Caixa Cultural Salvador.

A exposi&ccedil;&atilde;o que j&aacute; passou por cidades como Rio de Janeiro e Bras&iacute;lia, apresenta aos &nbsp;soteropolitanos mais de 200 obras da artista paulista, incluindo desenhos, estudos preparativos e cadernos de anota&ccedil;&otilde;es. Com a mostra, o p&uacute;blico tem a oportunidade de observar o processo criativo, o passo a passo do atelier, desde os primeiros esbo&ccedil;os at&eacute; os desenhos finalizados e assinados em quatro d&eacute;cadas de atua&ccedil;&atilde;o, passando do figurativismo expressionismo &agrave; geometria sens&iacute;vel.
&nbsp;
Com curadoria de S&eacute;rgio Pizzolli, a exposi&ccedil;&atilde;o apresenta ainda obras que &nbsp;participaram de eventos especiais no curr&iacute;culo da artista: os desenhos da Bienal de S&atilde;o Paulo, 1955, e de sua atua&ccedil;&atilde;o anterior, em Paris, quando recebeu pr&ecirc;mio da cr&iacute;tica com bolsa de estudos no exterior. J&aacute; os mais adeptos ao audiovisual podem conferir um document&aacute;rio po&eacute;tico sobre a artista, de 15 minutos, produzido e dirigido por Alexandre Dacosta, seu filho.
&nbsp;
&nbsp;
Desenho em Risco &ndash; Salvador
04 de maio a 19 de junho
Ter&ccedil;a a Domingo &ndash; 10h as 18h
Caixa Cultural Salvador
www.caixacultural.com.br

&nbsp;
Fonte: Caixa Cultural, Ibahia
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A carreira de David Bowie é tema de exposição em N.Y</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=240</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/220520111433_blog8698widea.jpg">Perfomances em cabar&eacute;s, filmes, videoclipes, campanhas publicit&aacute;rias, turn&ecirc;s, fotografias, entrevistas&hellip;Um panorama completo sobre a carreira de David Bowie &eacute; o que a exposi&ccedil;&atilde;o David Bowie, Artist oferece ao p&uacute;blico de Nova York.

A mostra em cartaz desde o dia 09 de maio no Museum of Arts and Design (MAD) &nbsp;tem como objetivo transcender a m&uacute;sica e expor a diversidade da carreira de Bowie, que com seu personagem &nbsp;androg&eacute;no Ziggy Stardust revolucionou a cena do rock nos anos 1970.
&nbsp;

&quot;Muitas vezes nos focamos apenas no campo pelo qual um artista &eacute; famoso, mas a metodologia e o trabalho de Bowie nascem de uma forma&ccedil;&atilde;o realmente diversa, baseada na mudan&ccedil;a cont&iacute;nua, na experimenta&ccedil;&atilde;o, na necessidade de fazer algo inovador&quot;, explicou &agrave; Ag&ecirc;ncia Efe o diretor do programa desta retrospectiva, Jake Yuzna.
&nbsp;
Bowie &eacute; &nbsp;t&atilde;o vanguarda que sua carreira serve serve de inspira&ccedil;&atilde;o para uma s&eacute;rie de artistas at&eacute; hoje. Atualmente podemos ver seu legado em diversas apresenta&ccedil;&otilde;es como a da cantora Lady Gaga, por exemplo.


David Bowie, Artist- Nova york
Museum of Arts and Design
09 de maio a 15 de julho
www.madmuseum.org


Fonte: Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo
 
&nbsp;
&nbsp;

&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Nen Cardim apresenta Relíquias do Terceiro Extrato</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=239</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200520111951_63320006_new_fundo-marrom1.jpg">Nen Cardim faz dos detalhes do seu cotidiano a sua rel&iacute;quia particular. Peda&ccedil;os de madeira, vidros, metais, couro de peixe e o que mais conseguir coletar pelas praias o artista re&uacute;ne em seu acervo. A partir disto, cria esculturas de formas originais e sem compromissos com a figura&ccedil;&atilde;o. Em sua primeira mostra individual intitulada Rel&iacute;quias do Terceiro Extrato o artista compartilha toda esta sensibilidade com o p&uacute;blico baiano.
&nbsp;
A mostra em cartaz somente at&eacute; o dia 27, na galeria do EBEC, revela a cultura pesqueira e o olhar peculiar do artista sobre embarca&ccedil;&otilde;es &nbsp;antigas do Baixo Sul da Bahia. Em suas obras, Cardim demontra intimidade com a mat&eacute;ria prima escolhida. Fator que pode ser entendido atrav&eacute;s de sua biografia: Natural de Valen&ccedil;a, filho de um pescador e uma artes&atilde;, desde crian&ccedil;a circulou pelos estaleiros e acompanhou o trabalho dos carpinteiros navais na fabrica&ccedil;&atilde;o de embarca&ccedil;&otilde;es.
&nbsp;
O&nbsp;artista fez v&aacute;rias exposi&ccedil;&otilde;es individuais e participou de diversas mostras coletivas em S&atilde;o Paulo, M&eacute;xico, Salvador, S&atilde;o F&eacute;lix, Valen&ccedil;a, Alagoinhas, Itabuna, Juazeiro, Porto Seguro, Feira de Santana e Itaparica, tendo recebido diversos pr&ecirc;mios.&nbsp;O projeto Rel&iacute;quias do Terceiro Extrato &eacute; vencedor do edital Matilde Matos &ndash; Apoio &agrave; Curadoria e Montagem de Exposi&ccedil;&otilde;es, da Funda&ccedil;&atilde;o Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB).


Rel&iacute;quias do Terceiro Extrato - Salvador
at&eacute; 27/05
EBEC, Galeria de Arte - Pituba
Seg a Sex de 9h &agrave;s 19h


Fonte: Ascom Funceb, Ibahia
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Guy Bourdin ganha retrospectiva no Brasil</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=238</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200520111842_aac2375661.jpg">Aud&aacute;cia e inova&ccedil;&atilde;o integram o cen&aacute;rio da exposi&ccedil;&atilde;o Retrospetive Guy Bourdin, em cartaz no Museu de Arte Contempor&acirc;nea de Porto Alegre. Misturando fotografias de moda, filmes e editoriais em movimento, a exposi&ccedil;&atilde;o de um dos precursores da fotografia de moda no mundo, re&uacute;ne pe&ccedil;as produzidas entre 1950 e 1990, cujos temas envolvem sempre humor, surrealismo, fantasia e situa&ccedil;&otilde;es inusitadas.
&nbsp;
O artista que influenciou outros fot&oacute;grafos como Terry Richardson e David La Chapelle, criou imagens &uacute;nicas, nas quais hist&oacute;rias, composi&ccedil;&otilde;es e cores saturadas remetem &nbsp;ao imagin&aacute;rio coletivo. Em vida, nunca participou de uma exposi&ccedil;&atilde;o. Acreditava que seu trabalho deveria ser apresentando apenas dentro do contexto em que foi concebido.Grande parte de sua produ&ccedil;&atilde;o fotogr&aacute;fica pode ser encontrada nas p&aacute;ginas da revista francesa Vogue, publica&ccedil;&atilde;o para a qual Bourdin colaborou durante 30 anos.
&nbsp;
Seu filho, Samuel Bourdin e a curadora responsavel pela da obra de Guy Bourdin, Shelly Verthime, estiveram na capital ga&uacute;cha, na abertura da mostra no dia 13/05. Paralelo a exposi&ccedil;&atilde;o, acontece um ciclo de palestras investigando elementos e enlaces presentes na obra de Guy Bourdin, entre eles o surrealismo, o corpo feminino e a fotografia de moda contempor&acirc;nea.
&nbsp;
&nbsp;
Retrospetive Guy Bourdin - Porto Alegre
13/05 a 10/06&nbsp;
MAC- Casa de Cultura Mario Quintana
visita&ccedil;&atilde;o: Ter a sexta de 09h &agrave;s 12h | Sab e Dom de 12h &agrave;s 21h
www.ccmq.com.br
&nbsp;
Fonte: Casa de Cultura Mario Quintana, hagah
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>1º Salão de Fotografia do Salvador Fotoclube em cartaz na Caixa.</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=237</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/140520111540_sala-640x250.jpg">A arte fototogr&aacute;fica da Bahia &eacute; o destaque na exposi&ccedil;&atilde;o em cartaz no&nbsp;Caixa Cultural.&nbsp;At&eacute; 26 de junho, o p&uacute;blico baiano poder&aacute; conhecer os 30 &nbsp;trabalhos selecionados no 1&ordm; Sal&atilde;o de Fotografia do Salvador Foto Clube. &nbsp;A mostra apresenta o resultado de uma premia&ccedil;&atilde;o para os trabalhos mais representativos de fot&oacute;grafos residentes na Bahia h&aacute; pelo menos tr&ecirc;s anos.&nbsp;O j&uacute;ri composto por Marcio Lima, Oliva Patr&iacute;cia Rego, Armando Ribeiro e Xando Pereira, buscou entre os trabalhos inscritos um olhar diferenciado sobre a cultura baiana e as diversas regi&otilde;es do estado, valorizando a criatividade dos fot&oacute;grafos.
&nbsp;
O 1&ordm; Sal&atilde;o de Fotografia do Salvador Foto Clube busca contribuir para a articula&ccedil;&atilde;o do segmento e a forma&ccedil;&atilde;o de novos coletivos de fotografia na Bahia, incentivando os novos talentos a se inserirem no circuito das artes visuais.&nbsp;Al&eacute;m do Sal&atilde;o, ser&atilde;o realizados dois cursos durante o per&iacute;odo da exposi&ccedil;&atilde;o: Fotografia para Iniciantes e Aprimoramento T&eacute;cnico em fotografia. Esse &uacute;ltimo ser&aacute; ministrado por Cristiano Moscoso. As inscri&ccedil;&otilde;es podem ser realizadas presencialmente na Caixa Cultural Salvador ou pelo telefone (71) 3421-4200.
&nbsp;
A lista dos artistas selecionados pode ser acessada atrav&eacute;s do site&nbsp;http://salvadorfotoclube.com.br/




1&ordm; Sal&atilde;o de Fotografia do Salvador Foto Clube- &nbsp;Salvador
Caixa Cultural Salvador
17 de maio a 26 de junho - 10h as 18h
www.caixacultural.com.br


Fonte: Salvador Foto Clube








</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>9º Semana Nacional de Museus diversifica programação.</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=236</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/140520111551_rede_social_museu.jpg">Dia 18 de Maio &eacute; o Dia Internacional dos Museus e para celebrar tal data o IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus)&nbsp;promove em todo o pa&iacute;s a Semana Nacional de Museus entre os dias 16 e 22 de maio. &nbsp;Participar&atilde;o da 9&ordm; edi&ccedil;&atilde;o do evento, museus, galerias e outros espa&ccedil;os culturais, tais como bibliotecas e casas de cultura.
&nbsp;
O evento de 2011 tem recorde de participa&ccedil;&atilde;o: 994 museus e institui&ccedil;&otilde;es culturais presentes em 502 cidades brasileiras. Deste total, mais de 350 institui&ccedil;&otilde;es participam pela primeira vez do evento.&nbsp;A programa&ccedil;&atilde;o nacional objetiva ser o mais diversa poss&iacute;vel despertando o interesse do p&uacute;blico para as atividades que acontecem no espa&ccedil;o museol&oacute;gico. Com mais de 3 mil atividades, a programa&ccedil;&atilde;o 2011 inclui cursos, semin&aacute;rios, exposi&ccedil;&otilde;es, feiras, exibi&ccedil;&atilde;o de v&iacute;deos e shows musicais.
&nbsp;
Na Bahia, a Diretoria de Museus da Secretaria de Cultura tamb&eacute;m criou uma programa&ccedil;&atilde;o especial, com destaque para a 1&ordm; Feira de Museus da Bahia que acontecer&aacute; na Pra&ccedil;a Municipal de Salvador. &nbsp;A feira com participa&ccedil;&atilde;o de 28 museus colocar&aacute; a disposi&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico grande parte da produ&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica produzida nos espa&ccedil;os culturais da cidade. Cat&aacute;logos e livros de arte poder&atilde;o ser adquiridos por pre&ccedil;os bem mais em conta do que os praticados no mercado.
&nbsp;
Quem n&atilde;o quiser se aventurar na feira, pode aproveitar a semana para visitar os acervos e exposi&ccedil;&otilde;es em cartaz, dentre elas: O Ateli&ecirc;: Caryb&eacute; 1911-2011, em cartaz na Galeria do Centro Cultural Solar Ferr&atilde;o, no Pelourinho; Grito! Ano Mundial da &Aacute;rvore, na Sala de Arte Contempor&acirc;nea do Palacete das Artes, na Gra&ccedil;a; a 29&deg; Bienal de S&atilde;o Paulo &ndash; Obras Selecionadas, no Museus de Arte Moderna (MAM); al&eacute;m da mostra Life Style, de David Gerstein, no Museu de Arte da Bahia (MAB).
&nbsp;
A programa&ccedil;&atilde;o Nacional do evento, assim como a lista de institui&ccedil;&otilde;es participantes esta dispon&iacute;vel para consulta no site do IBRAM. J&aacute; a programa&ccedil;&atilde;o local Semana Nacional de Museus pode ser conferida no blog da DIMUS. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;
&nbsp;
Semana Nacional de Museus &ndash; Brasil
16 a 22 de maio
http://www.museus.gov.br
&nbsp;
Fonte: Ibram, Dimus
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Em NY, retrospectiva sobre McQueen é sucesso de público.</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=235</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/130520111559_6-mcqueengalleryviewplatosatlantis.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o Alexander McQueen: Savage Beauty, aberta no come&ccedil;o deste m&ecirc;s de maio, j&aacute; atraiu para o Metropolitan Museum of Art um dos maiores p&uacute;blicos de todos os tempos da institui&ccedil;&atilde;o nova iorquina. Apenas no primeiro dia de visita&ccedil;&atilde;opassaram pelo local mais de 5 mil pessoas, n&uacute;mero que ultrapassou outras exposi&ccedil;&otilde;es emblem&aacute;ticas do museu como a dedicada a Chanel e a Jaqueline Kennedy.
&nbsp;
Savage Beauty celebra os 19 anos de carreira do estilista brit&acirc;nico falecido em 2010 aos 40 anos de idade. &nbsp;Entre as pe&ccedil;as expostas est&atilde;o aproximadamente 100 trajes e 70 acess&oacute;rios desenhados por McQueen, entre 1992 e 2010. A cenografia da exposi&ccedil;&atilde;o inclui labirintos de espelhos, hologramas, proje&ccedil;&otilde;es em v&iacute;deos e manequins que se mexem, tudo organizado para mostrar ao p&uacute;blico o m&aacute;ximo de detalhes das cria&ccedil;&otilde;es do estilista.
&nbsp;
As exposi&ccedil;&otilde;es anuais inauguradas ap&oacute;s o baile de gala (2 de maio) do Metropolitam Museum of Art s&atilde;o tradicionalmente muito aguardadas e celebradas pelo p&uacute;blico de Nova York. Este ano a exposi&ccedil;&atilde;o ganhou folego extra pela qualidade do trabalho e popularidade de McQueen que j&aacute; desenhou roupas para in&uacute;meras celebridades como Bjork, Sarah J&eacute;ssica Parker, Cameron Dias, Cate Blanchett e Lady Gaga. &nbsp;Quem estiver por Nova York tem at&eacute; 31 de Julho para conferir Savage Beauty.


Alexander McQueen: Savage Beauty - Nova York- EUA
04 de maio a 31 de julho
Metropolitam Museum of Art
http://www.metmuseum.org/


Fonte: BBC Brasil

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>SP-Arte reúne mais de 2.500 obras</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=234</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120520110035_sp-arte.jpg">A 7&ordm; edi&ccedil;&atilde;o da SP-Arte &ndash; Feira Internacional de Arte de S&atilde;o Paulo come&ccedil;ou no dia 12 deste m&ecirc;s, em S&atilde;o Paulo&nbsp;e&nbsp;at&eacute; o dia 15 ocupa&nbsp;o Pavilh&atilde;o Ciccillo Matarazzo no Ibirapuera. O evento que este ano conta com 89 galerias participantes (14 internacionais) apresenta ao p&uacute;blico mais de 2.500 obras de arte moderna e contempor&acirc;nea, incluindo trabalhos de nomes como Tarsila do Amaral, Marina Abramovic, Sergio Camargo e Cildo Meireles.
&nbsp;
A maior e mais importante feira da Am&eacute;rica Latina acontece desde 2005 e vem a cada ano se expandindo. Em 2010 teve um aumento de 15% de vendas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; edi&ccedil;&atilde;o anterior, totalizando R$32 milh&otilde;es de com&eacute;rcio direto de obras art&iacute;sticas. Segundo Fernanda Feitosa, diretora e criadora da SP-Arte, este n&uacute;mero deve ser ultrapassado na atual edi&ccedil;&atilde;o do evento, j&aacute; que o mercado brasileiro vive um bom momento.&nbsp;
&nbsp;
Uma das novidades da 7&ordm; Edi&ccedil;&atilde;o &eacute; a cria&ccedil;&atilde;o de um espa&ccedil;o para instala&ccedil;&otilde;es e obras de grande porte com o objetivo de atrair compras institucionais. S&atilde;o 22 obras localizadas no segundo piso do pavilh&atilde;o, os destaques s&atilde;o Luiz Zerbini, Iole de Freitas, Marepe e Regina Silveira. Neste mesmo pavimento, existe ainda uma sala para exibi&ccedil;&atilde;o de v&iacute;deos selecionados pela cr&iacute;tica Paula Alzugaray.
&nbsp;
A edi&ccedil;&atilde;o 2011 da feira contar&aacute; ainda com um programa de Ciclo de Encontros, dos quais entusiastas de arte poder&atilde;o participar para debater temas contempor&acirc;neos do mercado. Esta programa&ccedil;&atilde;o gratuita acontecer&aacute; &nbsp;no Audit&oacute;rio Lina Bo Bardi do MAM-SP.

Artistas pernabucanos e baianos representados pela Galeria Fabio Pena Cal tambem participam da feira, entre eles Jos&eacute; Patricio, Eudes Mota, Florian Reis e Jos&eacute; Paulo.&nbsp;A lista das galerias participantes, assim como os artistas representados e a programa&ccedil;&atilde;o do Ciclo de Encontros pode ser acessada no site oficial do evento http://sp-arte.com.
&nbsp;

SP-Arte - S&atilde;o Paulo - SP
12 a 15 de maio
Pavilh&atilde;o Ciccillo Matarazzo&nbsp;- Ibirapuera
Visita&ccedil;&atilde;o: QUI-SEX |14h as 22h e SAB-DOM | 14h as 20h
Pre&ccedil;o: R$ 30,00
www.sp-arte.com.


Fonte: O Estado de S. Paulo
 

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto mapeia espaços culturais</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=233</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/050520112128_visiomappingok.jpg">Produtores, galeristas e respons&aacute;veis por espa&ccedil;os culturais voltados para as artes visuais t&ecirc;m a oportunidade de participar de um projeto de mapeamento pioneiro em Salvador. O VISIO MAPPING&nbsp;pretende formar um banco de dados online contendo informa&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas, fotos ilustrativas e sites de espa&ccedil;os culturais, com o objetivo de facilitar a realiza&ccedil;&atilde;o de exposi&ccedil;&otilde;es e eventos de artes na cidade.

A cria&ccedil;&atilde;o desta rede visa contribuir de forma efetiva para o fortalecimento da cena de artes visuais soteropolitana, transformando-se em um canal de divulga&ccedil;&atilde;o e suporte para eventos e produ&ccedil;&otilde;es art&iacute;sticas - valiosa tanto para os profissionais quanto para o p&uacute;blico.
&nbsp;
Os interessados em participar do projeto, podem se cadastrar atrav&eacute;s do endere&ccedil;o: http://visioponto.blogspot.com/p/visio-mapping.html
&nbsp;

Fonte: Coletivo Visio</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>I VIDE URBE - Mostra itinerante de videoarte - RJ</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=232</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/050520112043_vide_urbe-e1303988600331.jpg">De 05 a 11 de maio acontece nas ruas do Rio de Janeiro a primeira mostra itinerante dedicada a v&iacute;deoarte em espa&ccedil;os p&uacute;blicos (I&nbsp;VIDE URBE). Durante o per&iacute;odo, Eder Santos, Simone Michelin, Jo&atilde;o Penoni e Chico Jofilsan &nbsp;ir&atilde;o explorar as ruas e fachadas de pr&eacute;dios hist&oacute;ricos da capital carioca projetando importantes trabalhos da v&iacute;deoarte nacional.
&nbsp;
O projeto, com curadoria da videoartista Moana Mayall, explora o espa&ccedil;o urbano como suporte e interface art&iacute;stica e busca aproximar o p&uacute;blico da linguagem do v&iacute;deo. Exibidos diretamente na rua, os trabalhos art&iacute;sticos intencionam chamar a aten&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o transeunte que muitas vezes n&atilde;o est&aacute; habituada a este consumo cultural.&nbsp;
&nbsp;
Al&eacute;m das proje&ccedil;&otilde;es, o festival conta ainda com uma s&eacute;rie de oficinas de v&iacute;deo para jovens de comunidades populares do Rio de Janeiro. O objetivo de tais atividades &eacute; &ldquo;resgatar experi&ecirc;ncias pessoais ou compartilhadas, a partir do pr&oacute;prio cotidiano dos participantes e de seus percursos dentro do Rio&rdquo;, afirma Moana Mayall.
&nbsp;
&nbsp;
Programa&ccedil;&atilde;o:
&nbsp;
Oi Futuro Ipanema &ndash; 5 de maio, quinta-feira: Dogville, de Eder Santos, inaugura a mostra a partir da fachada art d&eacute;co do Oi Futuro Ipanema.&nbsp;
Localiza&ccedil;&atilde;o: Rua Visconde de Piraj&aacute;, 54, Ipanema &nbsp;(ao lado do Metr&ocirc; de Ipanema &ndash; sa&iacute;da Visconde de Piraj&aacute;).
&nbsp;
Lapa &ndash; 7 de maio, s&aacute;bado: Chico Jofilsan reveste com Janelas Habitadas a empena de um grande edif&iacute;cio garagem da rua das Marrecas, na Lapa.
Localiza&ccedil;&atilde;o: Rua das Marrecas 39, fundos, Lapa, Centro&nbsp;
&nbsp;
Centro &ndash; 9 de maio, segunda-feira: Circuito, de Jo&atilde;o Penoni, situa o corpo na superf&iacute;cie concreta da empena de uma casa noturna na Lapa, .
Localiza&ccedil;&atilde;o: Travessa Mosqueira, 13, Lapa, 

Centro UERJ &ndash; 11 de maio, quarta-feira:&nbsp;Projetada sobre uma das empenas do campus da UERJ, no Maracan&atilde;, voltada tamb&eacute;m para as comunidades da Mangueira e Parque da Candel&aacute;ria, &ldquo;Fogos de artif&iacute;cio&rdquo; faz acender um di&aacute;logo po&eacute;tico em combust&atilde;o;
Localiza&ccedil;&atilde;o: Campus Maracan&atilde; (port&atilde;o situado pr&oacute;ximo a sa&iacute;da do Metr&ocirc;, na entrada onde fica o anfiteatro).


I VIDE URBE - Rio de Janeiro
05 a 11 de maio
www.videurbe.com.br
&nbsp;

Fonte: Revista Trip</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Bienal de Veneza anuncia premiados da 54ª Edição</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=231</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090520112232_sturtevant_elaine-study_for_warhol_flowers~300~10157_20080207_7655_0421.jpg">
O austr&iacute;aco Franz West e a americana Elaine Sturtevant s&atilde;o os dois grandes homenageados da 54&ordf; Bienal de Veneza. A decis&atilde;o foi anunciada pelo diretor da Bienal, Paolo Baratta, e pela curadora desta edi&ccedil;&atilde;o, a su&iacute;&ccedil;a Bice Curiger. No dia 4 de junho, em cerim&ocirc;nia ap&oacute;s a abertura oficial da mostra os artistas receber&atilde;o o pr&ecirc;mio Le&atilde;o de Ouro pelo conjunto de suas respectivas obras. &nbsp;
&nbsp;
Nascido em 1947 em Viena, Franz West &eacute; considerado um dos mais importantes escultores da Europa, al&eacute;m de se destacar pela relev&acirc;ncia de suas colagens e instala&ccedil;&otilde;es. Sua produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica que come&ccedil;ou como uma rea&ccedil;&atilde;o ao chamado Viennese Actionism (movimento independente dos anos 60 que procurou desenvolver a chamada &ldquo;arte de a&ccedil;&atilde;o&rdquo; - Fluxus , Happening , Performance , Body Art, etc.) vem sendo exibida por mais de tr&ecirc;s d&eacute;cadas em importantes museus, galerias e festivais.
&nbsp;
J&aacute; Sturtevant, natural de Ohio, problematiza em seu trabalho a quest&atilde;o da originalidade atrav&eacute;s de c&oacute;pias de obras dos mais diversos artistas contempor&acirc;neos, como por exemplo Andy Warhol, Marcel Duchamp, Joseph Beuys, Frank Stella e Felix Gonzalex-Torres.
&nbsp;
Criada em 1895, a Bienal de Veneza &eacute; a mais antiga das grandes mostras internacionais de arte. A cada dois anos uma grande exposi&ccedil;&atilde;o coletiva e dezenas de pavilh&otilde;es nacionais trazem &agrave; cidade italiana centenas de artistas de diversas nacionalidades. Na atual edi&ccedil;&atilde;o, o pavilh&atilde;o brasileiro, com curadoria de Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias, ser&aacute; ocupado pelo artista Artur Barrio.
&nbsp;
54.&ordf; Bienal de Veneza - Veneza
04/06 a 27/11&nbsp;
Visita&ccedil;&atilde;o: 10h as 18h
http://www.labiennale.org/&nbsp;
&nbsp;
Fonte: O Estado de S. Paulo
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Esculturas de parede no MAB </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=230</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/010520112243_david_gerstein9.jpg">O Museu de Arte da Bahia apresenta pela primeira vez em Salvador o trabalho do artista David Gerstein, considerado um dos mais importantes pintores e escultores contempor&acirc;neos de Israel. Na exposi&ccedil;&atilde;o Life Style, ele apresenta 36 obras feitas em metal, cortadas a laser e pintadas com cores vibrantes, que formam esp&eacute;cies de &ldquo;esculturas de parede&rdquo;. &nbsp;
&nbsp;
Em Life Style, o p&uacute;blico pode ver uma pequena mostra do que David Gerstein realizou nos &uacute;ltimos anos. &nbsp;Seus trabalhos mais marcantes surgiram ap&oacute;s uma pesquisa de sete anos, quando, em 1995, Gerstein descobriu a tecnologia a laser e come&ccedil;ou a criar esculturas de parede em tr&ecirc;s camadas de a&ccedil;o cortado com esta tecnologia, mas pintadas &agrave; m&atilde;o com tintas para autom&oacute;vel. &ldquo;Embora eu as considere como esculturas, ainda me vejo como um pintor que estendeu os limites da pintura para o espa&ccedil;o.&rdquo;
&nbsp;
Esta nova t&eacute;cnica gerou uma s&eacute;rie de trabalhos realizados com a mesma t&eacute;cnica, mas com temas diversos. Desde obras inspiradas no meio ambiente, passando pela publicidade, m&uacute;sica popular, grafites, entre outros. &ldquo;Minha inspira&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m deriva de minha experi&ecirc;ncia pessoal e mem&oacute;rias de inf&acirc;ncia, como as de minha m&atilde;e andando de bicicleta com sua saia voando ao vento, ou as das vacas que os meus av&oacute;s criavam em Jerusal&eacute;m&rdquo;.

David Gerstein nasceu em Jerusal&eacute;m (Israel), em 1944. Estudou na Academia Bezalel de Jerusal&eacute;m, na Ecole Superieur des Beaux Arts de Paris (Fran&ccedil;a) e na Liga dos Estudantes de Artes de New York (EUA). P&oacute;s-graduado pela Faculdade de St. Martin&rsquo;s of Arts de Londres (Inglaterra) foi, entre 1971 e 1985, Professor S&ecirc;nior da Academia Bezalel de Jerusal&eacute;m, onde estudou entre 1965/1966.
&nbsp;

LIFE STYLE - David Gerstein
Museu de Arte da Bahia (MAB) &ndash; at&eacute; 19 de junho de 2011
Av. Sete de Setembro, 2.340, Vit&oacute;ria. Tel. (71) 3117-6902.
Visita&ccedil;&atilde;o: De ter&ccedil;a a sexta das 14h &agrave;s 19h. S&aacute;bados e domingos das 14h30 &agrave;s 18h30.
&nbsp;

Fonte: Plug Cultura
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> A experimentação de Dziga Vertov </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=229</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/010520112241_sinfonia_de_donbas_dziga_vertov.jpg">Um dos mais importantes mestres do cinema sovi&eacute;tico, ao lado de Sergei Eisenstein, Vsevolod Pudovkin, e Grigori Aleksandro, o grande Dziga Vertov (1896&ndash;1954) &eacute; apresentado pelo MoMA de Nova York em toda a sua radical experimenta&ccedil;&atilde;o visual. Suas cria&ccedil;&otilde;es com a imagem e o som, seus elaborad&iacute;ssimos cartazes realizados em colabora&ccedil;&atilde;o com Aleksandr Rodchenko e a influ&ecirc;ncia que exerceu sobre artistas como Jean-Luc Godard e Steve McQueen, podem finalmente ser apreciadas numa grande exposi&ccedil;&atilde;o.

A retrospectiva do MoMA sobre Vertov &eacute; a maior j&aacute; realizada sobre este artista nos Estados Unidos e apresenta desde os seus filmes mudos, trilhas sonoras e trabalhos realizados por seus colaboradores e at&eacute; mesmo rivais. Pesquisadores, artistas e cineastas, incluindo William Kentridge, Peter Kubelka, Guy Maddin e Michael Nyman, apresentam o trabalho de Vertov e seu legado sob perspectivas contempor&acirc;neas em v&iacute;deos e debates realizados no dia 07 de maio. A exposi&ccedil;&atilde;o fica em cartaz at&eacute; o dia 04 de junho.
&nbsp;
Dziga Vertov nasceu Denis Abramovich Kaufman na R&uacute;ssia, em 2 de janeiro de 1896, e faleceu no dia 12 de fevereiro de 1954. Foi cineasta, documentarista e jornalista e o grande precursor do cinema direto, na sua vers&atilde;o de cinema verdade.

Dziga Vertov foi um dos primeiros cineastas russos a usar t&eacute;cnicas de anima&ccedil;&atilde;o e desenvolver certos princ&iacute;pios fundamentais da montagem no cinema. Estabeleceu o ABC das linguagem cinematogr&aacute;fica. Para Vertov a montagem &eacute; a alma do filme, o motor da sua est&eacute;tica e do seu sentido. O trabalho de Dizga Vertov foi fundamental para o desenvolvimento da constru&ccedil;&atilde;o dram&aacute;tica e melhoria do cinema e para o surgimento do cinema direto nos anos sessenta, com o desenvolvimento das t&eacute;cnicas de filmagem com c&acirc;maras leves com som s&iacute;ncrono.

O seu filme O Homem com uma C&acirc;mera &eacute; um marco na hist&oacute;ria do cinema. Para associar o olho humano ao da c&acirc;mera, usa, por exemplo, planos de uma persiana, numa met&aacute;fora da retina, do diafragma da objetiva, do cinema-olho, capaz de apreender o real. A sua teoria do Kino Pravda, a do cinema-verdade, &eacute; fundadora de futuras teorias e pr&aacute;ticas numa &aacute;rea fundamental do cinema: o contato direto do olho da c&acirc;mera com o evento filmado, a verdadeira realidade, ao contr&aacute;rio da fic&ccedil;&atilde;o.&nbsp;

&quot;Eu sou o cinema-olho, eu sou o olho mec&acirc;nico, eu sou a m&aacute;quina que mostra o mundo como s&oacute; ela pode ver. Doravante serei libertado da imobilidade humana. Eu estou em movimento perp&eacute;tuo, aproximo-me das coisas, afasto-me, deslizo por sobre elas, nelas penetro; eu me coloco no focinho do cavalo de corrida, atravesso as multid&otilde;es a toda velocidade, coloco-me &agrave; frente dos soldados em assalto, decolo com os aeroplanos, viro-me de costas, caio e me levanto ao mesmo tempo dos copos que caem e se levantam...&quot;
&nbsp;
(Manifesto dos Kinoks [cinema-olho] de 1923)
&nbsp;
Dziga Vertov
The Museum of Modern Art NY &ndash; at&eacute; 04 de junho
11 West 53 Street
Visita&ccedil;&atilde;o: das 10h30 &agrave;s 20h30 (fechado &agrave;s ter&ccedil;as)
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A contemporaneidade de Paula Rego</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=228</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/010520112239_pietapaularego.jpg">Poucas pessoas conhecem seu trabalho no Brasil, mas basta entrar na exposi&ccedil;&atilde;o montada na Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo para entender por que Paula Rego &eacute; uma das mais importantes artistas contempor&acirc;neas portuguesas. Na mostra, que leva o nome da artista, est&atilde;o exibidas 110 obras, entre pinturas, gravuras, desenhos e colagens, percorrendo os &uacute;ltimos 56 anos da carreira da artista nascida em Lisboa, em 1935. A artista constr&oacute;i com suas cores, pinceis e sensibilidade uma narrativa visual da condi&ccedil;&atilde;o humana, abordando temas como viol&ecirc;ncia, jogo de poder, crueldade e a sobre a situa&ccedil;&atilde;o da mulher.&nbsp;
&nbsp;
Segundo Marco Livingstone, curador da mostra, &ldquo;Paula produziu de maneira consistente uma obra que se comunica de forma poderosa e direta com todos que possuem um sentido de compaix&atilde;o e justi&ccedil;a social&rdquo;. A exposi&ccedil;&atilde;o est&aacute; organizada de maneira cronol&oacute;gica, possibilitando ao visitante conhecer todas as fases da produ&ccedil;&atilde;o de Paula Rego.&nbsp;
&nbsp;
Paula Rego j&aacute; exp&ocirc;s em diversas mostras individuais e coletivas como retrospectivas na Tate Gallery Liverpool (Inglaterra), no Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia (Espanha) e no National Museum of Women in the Arts (Estados Unidos) entre outros. No Brasil, participou da 10&ordf; (1969) e13&ordm; (1975) edi&ccedil;&otilde;es da Bienal Internacional de S&atilde;o Paulo, representando Portugal, e na 18&ordf; edi&ccedil;&atilde;o (1985) representando a Inglaterra, onde vive. Sua obra integra importantes cole&ccedil;&otilde;es como as da Funda&ccedil;&atilde;o Gulbenkian, Lisboa, Portugal, Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque, Estados Unidos, Tate e Victoria &amp; Albert Museum, ambas em Londres, Reino Unido.
&nbsp;

Paula Rego
Pinacoteca do Estado &ndash; at&eacute; 05 de junho
Pra&ccedil;a da Luz, 2, Luz, tel. (11) 3324-1000.&nbsp;
Visita&ccedil;&atilde;o: Ter&ccedil;a a domingo, das 10h &agrave;s 18h.&nbsp;
Ingressos: R$ 6.
&nbsp;
&nbsp;
Fonte: Assessoria de Imprensa Pinacoteca&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Feira de arte justa e acessível</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=227</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/010520112234_aaf_cab.jpg">
&nbsp;

Come&ccedil;a agora, no in&iacute;cio do m&ecirc;s de maio, em Nova York, a temporada 2011 da Affordable Art Fair (AAF), importante evento do mundo das artes criado h&aacute; 12 anos com o objetivo de subverter o modelo tradicional das feiras de arte &ndash; que t&ecirc;m seus resultados medidos menos pelo n&uacute;mero de obras vendidas, e mais pelas altas cifras que movimentam. A AFF, ao contr&aacute;rio, tem como objetivo principal fazer a arte contempor&acirc;nea acess&iacute;vel a todos.

A Affordable Art Fair um lugar para descobrir e comprar trabalhos de alguns dos mais promissores e jovens artistas, al&eacute;m de nomes j&aacute; conhecidos da arte mundial, com valores que variam de $100 a $10.000 mil d&oacute;lares. Por esta variedade de pre&ccedil;os, a AAF pretende atingir a um p&uacute;blico amplo, do colecionador mais econ&ocirc;mico, ao comprador de primeira viagem.

A AAF quer provar que n&atilde;o &eacute; preciso ser um expert em arte ou um milion&aacute;rio para ter nas paredes de casa ou escrit&oacute;rio obras de importantes artistas vivos. E mesmo que para isso a organiza&ccedil;&atilde;o busque estabelecer com as galerias um pre&ccedil;o justo, a feira movimenta perto de 250 milh&otilde;es de d&oacute;lares.

Criada por Will Ramsay na Inglaterra, atualmente, a Affordable Art Fair (AAF) acontece em nove cidades do mundo. Al&eacute;m de duas edi&ccedil;&otilde;es em Nova York (primavera e outono), a AAF &eacute; realizada em Amsterdam, Bristol, Brussels, Melbourne, Sydney, Mil&atilde;o e Singapura, e tamb&eacute;m em duas edi&ccedil;&otilde;es em Londres.

Para conhecer as datas da feira em cada uma das cidades onde ela acontece &eacute; importante visitar o site da AAF. L&aacute;, para auxiliar os novatos no mundo do com&eacute;rcio de obras de arte, existem dicas para adquirir trabalhos e aproveitar melhor a feira. No site &eacute; poss&iacute;vel ainda encontrar resumos dos principais movimentos art&iacute;sticos, cumprindo ainda a fun&ccedil;&atilde;o de educar.




Affordable Art Fair &ndash; New York City
05 a 08 de maio&nbsp;
7W 34th Street&nbsp;
Visita&ccedil;&atilde;o: das 18h &agrave;s 20h



Fonte: site AAF
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Bel Borba e sua arte do fundo do mar </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=226</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/010520112225_bel_borba.jpg">Bel Borba, um dos artistas mais populares e conhecidos da Bahia, famoso por seus pain&eacute;is e obras expostas nas vias p&uacute;blicas de Salvador, recentemente realizou uma interven&ccedil;&atilde;o que foi quase uma performance, mas que, na verdade, &eacute; a etapa final de um dos seus inovadores processos de cria&ccedil;&atilde;o. 

Acompanhado por cineastas de Nova York (da Columbia University) que est&atilde;o filmando um document&aacute;rio sobre o seu trabalho e a sua rela&ccedil;&atilde;o com a cidade, Bel retirou no in&iacute;cio da noite do dia 29 de abril, do fundo da Ba&iacute;a de Todos os Santos, obras que estavam submersas h&aacute; 13 meses e foram afundadas para conseguir uma nova textura pl&aacute;stica. Agora, est&aacute; por finalizar este impressionante trabalho, que vai reunir &agrave; sua pesquisa de materiais como o ferro e madeira um elemento novo e natural: o mar.&nbsp;
&nbsp;

As esculturas que foram retiradas pelo artista do fundo do mar foram expostas inicialmente por Bel Borba em 2009, no galp&atilde;o das docas de Salvador, para II Semana do Saveiro, como parte da cole&ccedil;&atilde;o de esculturas &Aacute;gua Grande. Agora, transformadas pela nova textura e relevos que ganharam debaixo d&rsquo;&aacute;gua, as esculturas ser&atilde;o novamente expostas. A inten&ccedil;&atilde;o do artista &eacute; instalar as pe&ccedil;as em frente ao mar do Rio Vermelho (bairro onde est&atilde;o outras obras do artista), pr&oacute;ximo ao campo de futebol, na Avenida Paci&ecirc;ncia - inclusive, para ver o que acontece com elas ao estarem dessa vez expostas ao sol.
&nbsp;


Fontes: G1, Bahia Noticias | Foto: divulga&ccedil;&atilde;o
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Primeiro autorretrato de Andy Warhol será leiloado</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=225</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/100420111553_wrhll.jpg">O tempo pode ser um grande aliado para quem investe em arte. Uma testemunha disso &eacute; p que aconteceu com a colecionadora america Florence Barron, que em 1963 encomendou um retrato seu a Andy Warhol e depois desistiu da id&eacute;ia, requisitando que o artista retratasse a sim mesmo. E ele o fez em uma tela que mostra quatro imagens em uma cabine fotogr&aacute;fica, reproduzidas em tons de azul. Self-Portrait&nbsp;foi pago pela colecionadora em algumas presta&ccedil;&otilde;es, que ao todo somaram US$ 1.600. D&eacute;cadas depois, a fam&iacute;lia resolveu vender a obra, que ser&aacute; oferecida em um leil&atilde;o, realizado em maio pela casa Christie's.&nbsp;A expectativa &eacute; de que os lances cheguem at&eacute; a casa dos US$ 30 milh&otilde;es, ou mais.

O retrato,&nbsp;um silkscreen sobre acr&iacute;lico&nbsp;que ficava na parede da sala de estar da fam&iacute;lia Barron, em Detroit, tamb&eacute;m foi exposto ao p&uacute;blico, tendo servido como imagem de capa de cat&aacute;logos de grandes mostras e retrospectivas da obra de Warhol no Museu de Arte Moderna de Nova York e no museu Guggenheim de Bilbao, na Espanha. Se, como acontece de costume, o quadro alcan&ccedil;ar ou superar o valor estimado pela casa de leil&atilde;o, ele transformar&aacute; um investimento relativemente pequeno - que n&atilde;o chegou nem a dois mil d&oacute;lares - em uma verdadeira fortuna.&nbsp;

O recorde de pre&ccedil;o para um autorretrato de Warhol &eacute; US$ 32,6 milh&otilde;es, obtido em um leil&atilde;o da Sotheby's em Nova York, em maio do ano passado. J&aacute; o valor mais alto pago por uma obra do artista foi desembolsado pelo comprador de Green Car Crash (Green Burning Car I), vendida pela Christie's por nada menos que US$ 71,7 milh&otilde;es em 2007.

E a senhora Barron, que comprou o primeiro autorretrato de Warhol quando encomendou seu pr&oacute;prio retrato, mas mudou de ideia e sugeriu que o jovem artista retratasse a si mesmo, &nbsp;afirmando: &quot;Ningu&eacute;m me conhece. As pessoas querem ver voc&ecirc;&quot;, agora poderia ter uma prova de que estava mais do que certa.

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Frans Krajcberg expõe suas árvores em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=224</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090420112234_escultura_frans_krajcberg.jpg">A mostra de Frans Krajcberg no Palacete das Artes Rodin Bahia intitulada&nbsp;Grito! Ano Mundial da &Aacute;rvore&nbsp;integra as comemora&ccedil;&otilde;es dos 90 anos do artista e pode ser visitada at&eacute; o dia&nbsp;05 de junho. Nela est&atilde;o expostas 13 esculturas, 08 relevos e 16 fotos realizados pelo pintor, escultor, gravador e fot&oacute;grafo nascido em 1921, na cidade de Kozienice (Pol&ocirc;nia).

Ativista da causa ambiental, o artista tamb&eacute;m exibe em salvador a escultura&nbsp;Flor do Mangue, constru&iacute;da a partir de res&iacute;duos de &aacute;rvores de manguezais destru&iacute;dos pela especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria. H&aacute; outras esculturas de grandes dimens&otilde;es, feitas de cip&oacute; e troncos de madeira queimada, retiradas de florestas onde houve depreda&ccedil;&atilde;o.

Frans Krajcberg &eacute; um dos artistas visuais mais importantes e pol&ecirc;micos de sua gera&ccedil;&atilde;o e nesta mostra destaca a figura da &aacute;rvore &nbsp;nas esculturas, relevos e as fotografias. &ldquo;A natureza deu-me a for&ccedil;a, devolveu-me o prazer de sentir, de pensar, de trabalhar, de sobreviver. Quando estou na natureza, eu penso a verdade, eu falo a verdade, eu me exijo verdadeiro&rdquo;.

Grito! Ano Mundial da &Aacute;rvore&nbsp;| Frans Krajcberg
Palacete das Artes Rodin Bahia &nbsp;- Salvador
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 5 de junho
Entrada Gratuita

Fonte: Pelourinho Cultural</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Museu francês destaca androginia na arte arficana</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=223</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090420112210_11098747.jpg">O Mus&eacute;e du quai Branly exibe, at&eacute; o dia 24 de julho, est&aacute;tuas, m&aacute;scaras e outros objetos produzidos pelo povo Dogon, de Mali oriental, e grupos &eacute;tnicos vizinhos no Mali. O destaque da mostra, batizada com o nome deste povo, que produziu as pe&ccedil;as em exibi&ccedil;&atilde;o, &eacute; a androginia presente na forma como eles representavam as figuras humanas.

O conjuto das 300 esculturas que comp&otilde;em a mostras inclui pe&ccedil;as do museu Paris Dapper, do New York Metropolitan Museum of Art, do museu Brooklyn e de cole&ccedil;&otilde;es privadas - al&eacute;m da cole&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;prio museu que sedia a mostra - e h&aacute; verdadeiras antiguidades, como itens datados do s&eacute;culo 10.

Muitas das pe&ccedil;as, feitas em madeira, s&atilde;o figuras hermafroditas, com tra&ccedil;os tanto masculinos como femininos. Acredita-se que desempenhavam uma fun&ccedil;&atilde;o em rituais de fertilidade feitos pelo povo Dogon. &quot;Os Dogon acreditam que &eacute; a uni&atilde;o do homem e da mulher que comp&otilde;e o ser perfeito&quot;, explica Helene Leloup, organizadora da exposi&ccedil;&atilde;o. H&aacute; tamb&eacute;m figuras de cavaleiros, m&atilde;e com crian&ccedil;as, al&eacute;m de figuras com os bra&ccedil;os para cima pedindo por chuva.

Dogon
Mus&eacute;e du quai Branly - Paris
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 24 de julho
Entrada: 8,50 &euro;


Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pintor alemão abre mostra inspirada em São Paulo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=222</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090420111948_ackermann_g05_702.jpg">O artista alem&atilde;o Franz Ackermann tem S&atilde;o Paulo como a sua segunda cidade. Durante dois meses, morou em um apartamento no bairro de Pinheiros, &nbsp;experi&ecirc;ncia que motivou os trabalhos apresentado na exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;New Ads for S&atilde;o Paulo, em cartaz no Galp&atilde;o e na Galeria Fortes Vila&ccedil;a.

No cinzento galp&atilde;o, na Barra Funda, o artista se pauta pelo urbanismo e mescla t&eacute;cnicas e m&iacute;dias, trazendo tonalidades chamativas em um grande painel composto&nbsp;de registros fotogr&aacute;ficos, pinturas e desenhos a l&aacute;pis. Na galeria da Vila Madalena ele foca em paisagens e formas naturais. Est&atilde;o tamb&eacute;m na galeria alguns trabalhos antigos, como uma s&eacute;rie fotogr&aacute;fica do centro de S&atilde;o Paulo em que foram realizadas interven&ccedil;&otilde;es digitais.

Franz Ackermann costuma registrar em suas obras as impress&otilde;es dos diferentes lugares do mundo pelos quais tem a oportunidade de passar. O artista esteve presente no ano passado na mostra Se N&atilde;o Neste Tempo &mdash; Pintura Alem&atilde; Contempor&acirc;nea: 1989-2010, do Masp.

New Ads for S&atilde;o Paulo&nbsp;|&nbsp;&nbsp;Franz Ackermann
Galeria Fortes Vila&ccedil;a e Galp&atilde;o Fortes Vila&ccedil;a - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 30 de abril
Entrada gratuita


Fontes: Uol, Folha de S&atilde;o Paulo. EYE4DESIGN, Veja S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>New Museum expõe retrospectiva de George Condo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=221</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030420111706_images.jpg">O New Museum apresenta em Nova Iorque uma retrospectiva do celebrado artista George Condo. Com seu tra&ccedil;o &quot;cartunizado&quot; o pintor consegue se aproximar tamb&eacute;m de grandes refer&ecirc;ncias da arte cl&aacute;ssica, utilizando m&eacute;todos tradicionais de pintura. &Eacute; essa fus&atilde;o de elementos que o p&uacute;blico poder&aacute; vem na exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Mental States&nbsp;e que fez de Condo um dos mais consagrados nome da cena americana.

A exposi&ccedil;&atilde;o apresenta o que o artista chamou de &quot;pesquisa conceitual&quot; do trabalho nos &uacute;ltimos 30 anos. Dividido em diferentes se&ccedil;&otilde;es que examinam diferentes temas e g&ecirc;neros que ocupam papel central &nbsp;em sua obra, revelando tamb&eacute;m sua vis&atilde;o tragic&ocirc;mica. A instala&ccedil;&atilde;o de maior impacto da mostra &eacute; uma enorme parede ao estilo dos sal&otilde;es acad&ecirc;micos do s&eacute;culo 19, com mais de 50 &ldquo;retratos&rdquo; de personagens imagin&aacute;rios, em t&eacute;cnicas e tamanhos variados, de diferentes e sen&atilde;o de todas as fases do artista, que escancara suas inten&ccedil;&otilde;es, criatividade e habilidade t&eacute;cnica.

Condo desenvolveu um estilo de pintura original, que emprega o desenho virtuoso e pintura manipula&ccedil;&atilde;o dos velhos mestres para descrever suas id&eacute;ias, com clar&iacute;ssimas refer&ecirc;ncias a Picasso e Gory, na hora de criar seus &nbsp;personagens. Amigo de &nbsp;Keith Haring e Jean-Michel Basquiat, ele misturou a arte cl&aacute;ssica com &iacute;cones pop criando um repert&oacute;rio surpreendente e original.


Mental States | George Condo
New Museum - Nova Iorque
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 8 de maio
Entrada: U$12


Fontes: EYE4DESIGN, New Museum</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Obras inacabadas de Carybé em exposição no Pelourinho</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=220</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030420111559_thumbnail_1220_hfsioe.jpg">Se estivesse vivo, em 2011 Caryb&eacute; se tornaria um homem centen&aacute;rio. Celebrando a ocasi&atilde;o, a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;O Ateli&ecirc;: Caryb&eacute; 1911-2011, em cartaz no Centro Cultural Solar Ferr&atilde;o, exibe 17 pinturas a &oacute;leo que o artista deixou inacabadas e nas quais trabalhava na &eacute;poca de sua morte.

Al&eacute;m das pinturas, fazem parte da exposi&ccedil;&atilde;o pe&ccedil;as do mobili&aacute;rio do ateli&ecirc;, muitos objetos de arte e livros que o pintor colecionava. A id&eacute;ia da curadoria &eacute;&nbsp;aproximar o p&uacute;blico da intimidade do artista e de seu processo criativo.

A mostra traz a reprodu&ccedil;&atilde;o do lugar onde Caryb&eacute; realizou grande parte de sua obra &ndash; incluindo seu cavalete e sua mesa de trabalho, que ainda mant&eacute;m as paletas de preparo de tintas, pinc&eacute;is e esp&aacute;tulas, j&aacute; que o lugar foi conservado da maneira como foi deixado pelo artista, quando da sua morte em 1997.&nbsp;J&aacute; as 17 obras inacabadas, sem assinatura, revelam bastante do processos e t&eacute;cnicas utilizados pelo artista, pois se apresentam em diferentes est&aacute;gios de acabamento.&nbsp;
&nbsp;
Caryb&eacute; &eacute; visto como um dos inventores da Bahia e agora a exposi&ccedil;&atilde;o traz ao p&uacute;blico a oportunidade de ver um pouco do lugar e das ferramentas que ajudaram a forjar esta id&eacute;ia de baianidade.
&nbsp;
O Ateli&ecirc;: Caryb&eacute; 1911-2011
Galeria Solar Ferr&atilde;o - Salvador
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 5 de junho
Entrada&nbsp;Gratuita


Fonte: DIMUS - IPAC</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Thomaz Farkas é homenageado no Instituto Moreira Sales</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=219</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030420111530_frks1.jpg">Morto em Mar&ccedil;o, o fotogr&aacute;fo Thomaz Farkas &eacute; homenageado com uma exposi&ccedil;&atilde;o que traz cerca de cem imagens clicadas entre as d&eacute;cadas de 40 e 70, escolhidas por ele pouco antes de sua morte. A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Thomas Farkas: Uma Antologia Pessoal&nbsp;fica em cartaz no Instituto Moreira Sales, em S&atilde;o Paulo, at&eacute; o dia 1 de maio.

Algumas imagens apresentadas pertencem &agrave; &eacute;poca em que o artista se associou ao Foto Cine Clube Bandeirante (FCCB), &nbsp;que foi umlocal de debate sobre a atividade fotogr&aacute;fica, que buscava discutir e colocar em pr&aacute;tica as id&eacute;ias das vanguardas europeias e norte-americanas. Os paulistas do FCCB buscavam uma est&eacute;tica espec&iacute;fica para a foto, com novos enquadramentos e pontos de vista inusitados.&nbsp;

Com uma abordagem mais humanista, de quando Farkas se aproxima do fotojornalismo, h&aacute; imagens s&eacute;ries produzidas sobre o Rio de Janeiro, mostrando a vida dos moradores de bairros populares e regi&otilde;es do centro hist&oacute;rico da ent&atilde;o capital federal. &Eacute; dessa mesma fase sua c&eacute;lebre sequ&ecirc;ncia sobre o Bal&eacute; Yara.

Mais recentes, tamb&eacute;m fazem parte da antologia imagens coloridas, datadas de 1975,, feitas durante uma expedi&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica ao Amazonas e em uma incurs&atilde;o a Salvador.

&quot;Ele ser&aacute; lembrado como o grande nome da fotografia moderna brasileira e tamb&eacute;m deixar&aacute; um legado important&iacute;ssimo para o cinema nacional&quot;, diz Sergio Burgi, um dos curadores da exposi&ccedil;&atilde;o.


Thomas Farkas: Uma Antologia Pessoal
Insitutp Moreira Sales - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 1 de maio
Entrada Gratuita

&nbsp;
Fontes: G1, Instituto Moreira Sales</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Fátima Tosca recebe Prêmio Barra Mulher</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=218</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/290320112226_trofeubarramulher2011.jpg">No m&ecirc;s em que se comemorou o Dia Internacional da Mulher, a artista pl&aacute;stica F&aacute;tima Tosca teve sua obra reconhecida pelo &ldquo;Pr&ecirc;mio Barra Mulher 2011&rdquo;. A iniciativa homenageou dez mulheres baianas que foram destaque em 2010, em diferentes &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o, tendo como tema &quot;Mulheres que promovem a Felicidade&quot;.

Realizado pelo Shopping Barra, o pr&ecirc;mio foi comemorado em uma solenidade na noite do&nbsp;&uacute;ltimo dia 22 de mar&ccedil;o, quando foi entregue o trof&eacute;u foi criado tamb&eacute;m por uma mulher, a escultora Evannez Pyton. F&aacute;tima, representante das Artes Pl&aacute;sticas, foi premiada ao lado da arquiteta Eliane Kruschewsky (Arquitetura e Design); da estilista Luciana Gale&atilde;o (Moda); da professora e escritora Mabel Veloso (Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura); da empres&aacute;ria Karine Queiroz (Atividade Empresarial); da desembargadora S&iacute;lvia Zarif (Atividade Jur&iacute;dica); da rep&oacute;rter Anna Val&eacute;ria (Comunica&ccedil;&atilde;o); da nadadora M&ocirc;nica Veloso (Esporte); da m&eacute;dica Gildete Lessa (Medicina e Sa&uacute;de); e da assistente social Maria do Carmo de Oliveira (A&ccedil;&atilde;o Social).

At&eacute; o dia 3 de abril, o&nbsp;p&uacute;blico poder&aacute; conhecer mais sobre as trajet&oacute;rias das ganhadoras na exposi&ccedil;&atilde;o que permanece em cartaz na pra&ccedil;a central do Shopping.


Fontes: Tribuna da Bahia,&nbsp; Salvador Acontece, Mundo Vip Bahia, Revista Bahia Social</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>SP-Arte confirma participantes da edição 2011</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=217</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/290320111703_0.78145200_1284555087.jpg">A edi&ccedil;&atilde;o 2011 da maior e mais importante feira de arte da Am&eacute;rica Latina j&aacute; come&ccedil;a a gerar repercuss&atilde;o. A SP-Arte finalmente divulgou as 87 institui&ccedil;&otilde;es (quinze delas internacionais) que participam do evento em seu s&eacute;timo ano de exist&ecirc;ncia, quando ocupar&aacute; todo o t&eacute;rreo e o primeiro piso do Pavilh&atilde;o Ciccilo Matarazzo, entre os dias 12 e 15 de maio. A lista completa com todos os artistas e galerias que participar&atilde;o da feira pode ser conferida no site oficial da SP-Arte. 

Artistas baianos e pernambucanos representados por Fabio Pena Cal, ou que possuem obras &agrave; venda na Galeria, como Calazans Neto, Christian Cravo, Eudes Mota, Florian Raiss, Floriano Teixeira, Gaio Matos, Jos&eacute; Patr&iacute;cio, Jos&eacute; Paulo, Marcelo Silveira, Mario Cravo J&uacute;nior, Mario Cravo Neto e Vauluizo Bezerra, participam da SP-Arte este ano. 

Para esta edi&ccedil;&atilde;o, a organiza&ccedil;&atilde;o investiu na reformula&ccedil;&atilde;o do site, projetado para ser tanto um ambiente virtual para a divulga&ccedil;&atilde;o do evento, quanto para o acompanhamento de suas atividades. Nele, o internauta pode acessar a lista de galerias, por ordem alfab&eacute;tica, encontrando informa&ccedil;&otilde;es sobre os artistas representados por cada uma delas. Al&eacute;m disso, blog da SP-Arte vai acompanhar a programa&ccedil;&atilde;o do evento e divulgar not&iacute;cias do mundo das artes visuais e do mercado, tamb&eacute;m publicadas pelo Twitter, diariamente.

Nesta s&eacute;tima edi&ccedil;&atilde;o, o destaque da SP-Arte fica ainda por conta do programa do Ciclo de Encontros, onde os visitantes poder&atilde;o debater temas relacionados &agrave; arte e ao mercado. Em breve, a organiza&ccedil;&atilde;o vai divulgar no blog a programa&ccedil;&atilde;o dos Encontros, que acontecem entre os dias 12 a 14 de maio no audit&oacute;rio do MAM . 
&nbsp;
Na edi&ccedil;&atilde;o anterior, a SP-Arte registrou um aumento de 20% no seu volume de vendas, movimentando 31,45 milh&otilde;es de reais. Este ano, a organiza&ccedil;&atilde;o espera superar estes n&uacute;meros. 
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Mostra londrina procura revelar novos talentos</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=216</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/290320111627_20100426122327_mustafa_hulusi_exstacy_8.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Newspeak: British Art Now - Part II, exibida na Saatchi Gallery, fica em cartaz at&eacute; o dia 17 de abril e pretende apresentar trabalhos de artistas contempor&acirc;neos fora dos padr&otilde;es, normalmente n&atilde;o aceitos por outras grandes institui&ccedil;&otilde;es art&iacute;sticas de Londres. O espa&ccedil;o foi Inaugurado por Charles Saatchi em 1985 &nbsp;para exibir sua cole&ccedil;&atilde;o particular de obras de arte. Mais de vinte anos depois, a galeria &eacute; uma das maiores influ&ecirc;ncias art&iacute;sticas da Inglaterra.&nbsp;

Newspeak: British Art Now - Part II&nbsp;traz 150 pe&ccedil;as, entre esculturas, pinturas, instala&ccedil;&otilde;es e fotografias de mais de 50 artistas em in&iacute;cio de carreira, e para a cr&iacute;tica representa &quot;uma explos&atilde;o de novas e vigorosas formas&rdquo;, demonstrando a for&ccedil;a da arte contempor&acirc;nea brit&acirc;nica - o que parece cumprir o objetivo da galeria de antecipar o que est&aacute; sendo feito e reconhecer os artistas mais interessantes, atraindo a aten&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico hoje para algu&eacute;m que pode ser o sucesso de amanh&atilde;.

Newspeak: British Art Now - Part II
Saatchi Gallery - Londres
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 30 de abril
Entrada Gratuita

Fonte: EYE4DESIGN</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Gerhard Richter - Retrospectiva em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=215</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/290320111539_m023.jpg">Gerhard Richter &eacute; um dos mais conhecidos artistas alem&atilde;es da contemporaneidade. Ele apresenta na Caixa Cultura Salvador a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Sinopse,&nbsp;com&nbsp;27 trabalhos que representam todas as fases de sua obra, que mistura fotografia e pintura.&nbsp;Visitar sua exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; uma oportunidade &uacute;nica para conhecer a obra de um artista em alta no mercado de arte. Em fevereiro deste ano, uma das mais influentes galerias de arte do mundo, a Sotheby&lsquo;s, de Londres, vendeu&nbsp;um quadro abstrato seu, de 1990, por 7,2 milh&otilde;es de libras, o equivalente a R$ 19,2 milh&otilde;es. Esta fa&ccedil;anha fez com que a publica&ccedil;&atilde;o especializada Art Newspaper o considerasse o artista vivo mais caro do mundo.

Em 1961,&nbsp;Gerhard Richter&nbsp;trocou a tradi&ccedil;&atilde;o da pintura do realismo socialista da Rep&uacute;blica Democr&aacute;tica Alem&atilde; por um confronto com a pintura informal tardia e da iniciante PopArt, sempre explorou novas possibilidade. Em 1962, pela primeira vez, partiu de uma foto para realizar uma pintura. Desde ent&atilde;o, coleciona sistematicamente obras de fotografia para servirem como matriz para seu trabalho.

&ldquo;Eu n&atilde;o sou seguidor de sistemas, de vertentes ou de inten&ccedil;&otilde;es. Eu n&atilde;o tenho nenhum programa, nenhum estilo, nenhuma raz&atilde;o especial&rdquo;, decretou o artista, em&nbsp;1966. A retrospectiva apresentada em Salvador traz obras que datam dos anos 60, al&eacute;m de pinturas abstratatas dos anos 80 e 90, todas pautadas por seu interesse pela experimenta&ccedil;&atilde;o na pintura e pela hist&oacute;ria recente da Alemanha.&nbsp;

Sinopse&nbsp;|&nbsp;Gerhard Richter&nbsp;
Caixa Cultural Salvador - at&eacute; 24 de abril
Av. Carlos Gomes, 57, Centro
Visita&ccedil;&atilde;o: das 9h &agrave;s 18h
Entrada franca

Fonte: site Caixa Cultural, Salvador Acontece , Correio da Bahia e Beco Cultural</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Botero expõe imagens da violência em seu país</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=214</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/290320111514_2210-2369-imagem.jpg">O pintor Fernando Botero, c&eacute;lebre por suas pinturas de mulheres e&nbsp;homens sorridentes e gordinhos,&nbsp;apresenta na Caixa Cultural Bras&iacute;lia trabalhos pouco conhecidos, motivados pela viol&ecirc;ncia da hist&oacute;ria colombiana. As obras da exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Dores da Col&ocirc;mbia&nbsp;&nbsp;ficam em cartaz at&eacute; o dia 1&ordm; de maio.
&nbsp;
Ao todo,&nbsp; est&atilde;o em exposi&ccedil;&atilde;o 67 obras,&nbsp; que destoam do tom humor&iacute;stico mais conhecido do pintor. Em Dores da Col&ocirc;mbia, o&nbsp; artista se volta para epis&oacute;dios que afligiram seu pa&iacute;s, marcado pela viol&ecirc;ncia e&nbsp;pelo narcotr&aacute;fico, que&nbsp;Botero classificou como &ldquo;um testemunho da irracional hist&oacute;ria colombiana&rdquo;.&nbsp; S&atilde;o obras produzidas entre 1999 e 2004 e&nbsp;doadas ao Museu Nacional da Col&ocirc;mbia

Botero nasceu em 1932, na cidade de Medellin, e em 1951 mudou-se para Bogot&aacute;. No M&eacute;xico, ele estudou os murais pol&iacute;ticos de Rivera e Orozco, que o influenciaram em sua vis&atilde;o pol&iacute;tica. &nbsp;&ldquo;Meu pa&iacute;s tem duas faces. Col&ocirc;mbia &eacute; esse mundo am&aacute;vel que eu pinto sempre, mas tamb&eacute;m tem o rosto terr&iacute;vel da viol&ecirc;ncia&quot;, analisa.&nbsp;
&nbsp;

Dores da Col&ocirc;mbia&nbsp;| Fernando Botero 
Caixa Cultural Bras&iacute;lia - at&eacute; 1&ordm; de maio de 2011
(SBS, Qd. 3, Lt. 34 - Asa Sul)
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a domingo, das 9h &agrave;s 21h
Entrada gratuita
&nbsp;
Fontes: site Caixa Cultural, jornal Correio Brasiliense, site Mais Bras&iacute;lia
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Recorte da Bienal de São Paulo chega a Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=213</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/210320110055_auto-retrato-matando-fhc1.jpg">A 29&ordf; Bienal de S&atilde;o Paulo esteve em cartaz no Pavilh&atilde;o da Bienal Parque Ibirapuera entre 25 de setembro e 12 de dezembro de 2010, reunindo 850 obras de 159 artistas dos mais variados pa&iacute;ses. Em Salvador, &nbsp;54 trabalhos de 14 artistas formam o recorte da exposi&ccedil;&atilde;o apresentado ao p&uacute;blico no Museu de Arte Moderna, a partir de 25 de mar&ccedil;o.&nbsp;A mostra&nbsp;29&ordf; Bienal de S&atilde;o Paulo &ndash; Obras Selecionadas (Salvador)&nbsp;ocupar&aacute; todos os cinco espa&ccedil;os expositivos do MAM-BA com curadoria de Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias, respons&aacute;veis pela coordena&ccedil;&atilde;o da curadoria da 29&ordf; Bienal.

Na edi&ccedil;&atilde;o soteropolitana est&atilde;o presentes trabalhos de Andrew Esiebo, Anri Sala, Antonio Dias, Apichatpong Weerasethakul, David Goldblatt, Douglas Gordon, Enrique Jezik, Gil Vicente, Jean Luc Godard, &nbsp;Miguel Rio Branco, M&aacute;rio Garcia Torres, Marta Minujin, Sophie Ristelhueber e Grupo de Artistas de Vanguardia.
&nbsp;
&ldquo;O p&uacute;blico se surpreender&aacute; com a espetacular instala&ccedil;&atilde;o do artista ingl&ecirc;s Douglas Gordon, que ocupar&aacute; o espa&ccedil;o da Capela do MAM com dezenas de monitores de TV, cada um exibindo um trabalho diferente, al&eacute;m da videoinstala&ccedil;&atilde;o do tailand&ecirc;s&nbsp; Apichatpong Weerasethakul, artista vencedor do &uacute;ltimo festival de cinema de Cannes&rdquo;, promete o curador Moacir dos Anjos.

Entre as obras que integram a mostra itinerante, destaca-se ainda em Salvador o filme que&nbsp;retrata o Pelourinho no final da d&eacute;cada de 1970, feito pelo&nbsp;artista espanhol Miguel Rio Branco. A itiner&acirc;ncia da Bienal vai passar por 12 cidades brasileiras at&eacute; o final do tamb&eacute;m passou por outras cidades, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Porto Alegre, Araraquara, Campinas, S&atilde;o Carlos, Piracicaba, Santos e Ribeir&atilde;o Preto.
&nbsp;
&nbsp;
A 29&ordf; Bienal de S&atilde;o Paulo &ndash; Obras Selecionadas (Salvador)
Museu de Arte Moderna da Bahia
Visita&ccedil;&atilde;o: De 25 de mar&ccedil;o at&eacute; 20 de maio de 2011
Entrada Gratuita


Fontes: site do Museu de Arte Moderna da Bahia, Portal SECULT



</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição no Planalto reúne principais artistas brasileiras</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=212</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200320112130_abaporu.jpg">Na primeira vez que uma exposi&ccedil;&atilde;o aberta ao p&uacute;blico &eacute; montada no segundo andar do Pal&aacute;cio do Pal&aacute;cio do Planalto, o tema &eacute; especial. Durante o &nbsp;mandato da primeira mulher a ser presidente do Brasil, a exposi&atilde;o&nbsp;Mulheres, Artistas e Brasileiras, em cartaz de 23 de mar&ccedil;o a 5 de maio na sede do governo, &nbsp;traz cerca de 80 &nbsp;obras das principais pintoras e escultoras brasileiras do s&eacute;culo XX..

Apesar da presen&ccedil;a de nomes como Anita Malfatti, Djanira, Maria Leontina, Tomie Otake, Maria Martins, Carmela Gross, Leda Catunda, Beatriz Milhazes, Regina Silveira, Fayga Ostrower, Lygia Pape, Rosangela Renn&oacute;, Mary Vieira, Anna Bela Geiger, Yolanda Mohalyi, Maria Bonomi, Lygia Clark, o destaque da exposi&ccedil;&atilde;o vai para a presen&ccedil;a do&nbsp;Abaporu, de Tarsila do Amaral. 

Emprestado pelo &nbsp;Museu de Arte Latino-americano de Buenos Aires, o quadro &eacute; um dos grandes s&iacute;mbolos do modernismo no Brasil e foi exposto durante a Semana de Arte Moderna, em 1922. &nbsp;O nome Abaporu significa, em Tupi, &ldquo;homem que come gente&rdquo;, uma refer&ecirc;ncia &agrave; proposta modernista de &ldquo;deglutir&rdquo; a cultura estrangeira, fazendo uma releitura com base na realidade brasileira.
&nbsp;
Com tema pol&iacute;tico e localizada na casa do governo, a exposi&ccedil;&atilde;o, antes de ser aberta ao p&uacute;blico, teve um p&uacute;blico ilustre. Em visita ao Brasil, o presidente americano Barack Obama e sua esposa, Michelle Obama, foram acompanhados pela presidenta em uma visita &agrave; mostra.


Mulheres, Artistas e Brasileiras
Pal&aacute;cio do Planalto - at&eacute; 5 de maio
Entrada Gratuita

Fonte: Blog do Planato</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Flip apresenta individual na Inglaterra</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=211</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200320112037_shungapop.jpg">Est&aacute; em cartaz em Londres, na galeria Pure Evil, a primeira invidividual do brasileiro Felipe Yung &ldquo;Flip&rdquo; &nbsp;no pa&iacute;s. Misturando refer&ecirc;ncias orientais e ocidentais, a &nbsp;exposi&ccedil;&atilde;o &nbsp;Shunga Pop&nbsp;traz a ironia da pop art para o mundo da pornografia oriental, dialogando com o conceito de &ldquo;shunga&rdquo; - desenhos er&oacute;ticos do s&eacute;culo XVI, que eram criados para consumo exclusivo da corte do imperador, e que, al&eacute;m do objetivo de est&iacute;mulo, tinha&nbsp;car&aacute;ter de educa&ccedil;&atilde;o sexual.

Com imagens&nbsp;feitas em um papel impresso artesanalmente em Kyoto, no Jap&atilde;o, Flip reafirma na mostra &nbsp;suas&nbsp;m&uacute;ltiplas ra&iacute;zes culturais, al&eacute;m da grande influ&ecirc;ncia da arte e filosofia oriental. Para esta exposi&ccedil;&atilde;o na Inglaterra, com fortes&nbsp;elementos sexuais, aparecem ainda as&nbsp;padronagens vibrantes e os personagens infantis do artista paulistano, que criou um di&aacute;logo impactante entre esses diferentes elementos.


Sunga Pop |&nbsp;Felipe Yung &ldquo;Flip&rdquo;
Galeria Pure Evil &ndash; Londres
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; o dia 27 de mar&ccedil;o
Entrada Gratuita

Fontes: Update or Die, EYE4DESIGN</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Biblioteca Nacional de Portugal homenageia José Augusto</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=210</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/130320112221_image0012.jpg">Retratos, Naturezas Mortas e Jardins Intemporais&nbsp;leva &agrave; Biblioteca Nacional de Portugal trabalhos do artista portugu&ecirc;s Jos&eacute; Augusto (1922- 2005). Na mostra, aparecem as influ&ecirc;ncias recebidas dos movimentos impressionistas, que tamb&eacute;m o levaram a uma curta fase pontilhista, desenvolvida mais tarde, desde os anos oitenta at&eacute; o seu falecimento.
&nbsp;
Transitando entre diversos estilos, o artivista sempre se dividiu entre &nbsp;arte abstrata e o figurativismo, sempre trabalhando com alto grau de excel&ecirc;ncia t&eacute;cnica. Sua necessidade de mudar diminuiu no fim da vida, quando se dedicou aos trabalhos em que criou as imagens conhecidas como &quot;jardins intemporais&quot; que comp&otilde;em a exposi&atilde;o na Biblioteca Naciolnal Portuguesa, junto com outros trabalhos das diferentes fases do artista.
&nbsp;
&nbsp;
Retratos, Naturezas Mortas e Jardins Intemporais&nbsp;&nbsp;| Jos&eacute; Augusto
Biblioteca Nacional de Portugal
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 30 de abril
Entrada Gratuita


Fonte: Biblioteca Nacional de Portugal</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Esculturas inspiradas na literatura são expostas em livraria</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=209</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/130320112109_dom_quixote,_do_artista_claudio_de_souza.jpg">Os artistas baianos Araci Tanan, Cl&aacute;udio de Souza e Elias Santos apresentam&nbsp;Desdobras &ndash; Desdobramentos de obras liter&aacute;rias em obras de escultura, na Livraria Cultura. As oito esculturas produzidas com materiais como pap&eacute;is canson, ferro, arames, gesso e giz, trazem interpreta&ccedil;&otilde;es de obras liter&aacute;rias e do trabalho de te&oacute;ricos como Nietzsche; Theodor Adorno; Gilles Deleuze; Kafka; Gilles Lipovetsky; Simone de Beauvoir; Jean Baudrillard e Jacques Ranci&egrave;re.
&nbsp;
&nbsp;
Desdobras &ndash; Desdobramentos de obras liter&aacute;rias em obras de escultura
Livraria Cultura -Salvador
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 10 de abril
Entrada Gratuita

Fonte: Salvador por Estefano Diaz</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pinacoteca apresenta exposição fictícia</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=208</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/130320112055_imagem.jpg">Ap&oacute;s 12 anos a exposi&ccedil;&atilde;o de longa dura&ccedil;&atilde;o do acervo da Pinacoteca do Estado vai mudar neste segundo trimestre de 2011, e com ela, todo o segundo andar que a abriga. Marcando esse processo, desde o dia 10 de mar&ccedil;o, os visitantes da Pinacoteca podem ver instala&ccedil;&otilde;es expostas nas &aacute;reas de acesso do andar em reforma e que exploram o tema da curiosidade.&nbsp;

Com o t&iacute;tulo&nbsp;Aos curiosos, a primeira instala&ccedil;&atilde;o traz um olho m&aacute;gico na parede e olhando atrav&eacute;s dele &eacute; poss&iacute;vel ver um painel eletr&ocirc;nico com uma pergunta. J&aacute; a&nbsp;segunda instala&ccedil;&atilde;o, traz a mesma pergunta dividida em oito fechaduras fixadas na parede. Ao nos aproximarmos delas, lemos cada parte da frase em cada uma das fechaduras.

Na terceira instala&ccedil;&atilde;o, prevista para o dia o in&iacute;cio de abril, um copo foi fixado na parede. Colocando o ouvido, ouvimos uma voz que, como nas outras pe&ccedil;as, tamb&eacute;m repete um questionamento. E na quarta e &uacute;ltima instala&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s de um perisc&oacute;pio lemos uma placa colocada do outro lado da parede, com a mesma pergunta. Assim como &eacute; nas exposi&ccedil;&otilde;es regulares museu, a fachada do pr&eacute;dio ganhou um banner divulgando a exposi&ccedil;&atilde;o &quot;fict&iacute;cia&quot;, considerada tamb&eacute;m como uma&nbsp;campanha publicit&aacute;ria.&nbsp;Assinam a cria&ccedil;&atilde;o Eduardo Lima, Bruno Oppido, Romero Cavalcanti e Mariana Borga, com dire&ccedil;&atilde;o de cria&ccedil;&atilde;o de Fabio Fernandes e Eduardo Lima.


Aos Curiosos
Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o informado/ Enquanto durar a montagem da nova exposi&ccedil;&atilde;o
Entrada Gratuita


Fonte: F/Nazca</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Galeristas brasileiros vêem desempenho na Art Basel Miami como bom indicativo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=207</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/130320112021_gustavo-resende-galeria-mar.jpg">O desempenho do Brasil na &uacute;ltima Art Basel Miami &eacute; motivo para comemora&ccedil;&atilde;o no mercado brasileiro. Apontado como uma nova pot&ecirc;ncia no neg&oacute;cio, a sua presen&ccedil;a em uma das maiores feiras do g&ecirc;nero no mundo &eacute; reflexo de uma boa combina&ccedil;&atilde;o do contexto econ&ocirc;mico mundial com o bom momento da produ&ccedil;&atilde;o local. &quot;Foi espetacular. Digo n&atilde;o s&oacute; financeiramente, mas tamb&eacute;m pelo fato de as obras terem sido vendidas para boas cole&ccedil;&otilde;es. Para n&oacute;s, o mais importante &eacute; isso. Significa que os colecionadores cr&ecirc;em no artista e em sua carreira, al&eacute;m da visibilidade que a obra ganha dentro dessas cole&ccedil;&otilde;es&quot;, afirma Akio Aoki, diretor internacional da Galeria Vermelho, em S&atilde;o Paulo.
&nbsp;
Luciana Brito galerista de S&atilde;o Paulo, que levou nomes nacionais e estrangeiros a Miami, concorda. &quot;O saldo da feira foi muito bom pra gente. Hoje, h&aacute; um grande interesse pela arte brasileira l&aacute; fora. Houve uma descoberta da nossa produ&ccedil;&atilde;o, principalmente, contempor&acirc;nea&quot;, afirma. 
&nbsp;
Para Andr&eacute; Millan o mercado de arte contempor&acirc;nea vem crescendo em progress&atilde;o geom&eacute;trica e d&aacute; aten&ccedil;&atilde;o especial aos artistas nacionais. O propriet&aacute;rio da Galeria Millan, no bairro da Vila Madalena, em S&atilde;o Paulo, levou &agrave; Art Basel um time formado exclusivamente por brasileiros, entre eles Tunga, Mira Schendel e Ana Maria Maiolino. Ele atribui o bom momento &agrave; inventividade e originalidade do produto nacional: &quot;A arte contempor&acirc;nea brasileira atrai o p&uacute;blico, o mercado e colecionadores no exterior porque traz algo de novo. Ela est&aacute; firmada no mercado internacional hoje, ao contr&aacute;rio da arte moderna nacional, que n&atilde;o acrescentou nada &agrave; hist&oacute;ria da arte moderna&quot;, afirma. Segundo ele, o bom momento da produ&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou com nomes como H&eacute;lio Oiticica, Lygia Clark e S&eacute;rgio Camargo &nbsp;e &nbsp;se fundamentou sobre o legado que esses artistas deixaram para gera&ccedil;&otilde;es posteriores.
&nbsp;
Millan aponta ainda uma queda da participa&ccedil;&atilde;o de colecionadores internacionais, em contraste com o crescete interesse e desenvolvimento do mercado interno. Ele observa a mundan&ccedil;a nos n&uacute;meros: &quot;Vendi de 60% a 70% das obras a brasileiros e de 30% a 40% para estrangeiros. Normalmente, o que acontece, ou o que acontecia at&eacute; ent&atilde;o, &eacute; que n&oacute;s vend&iacute;amos de 80% a 90% para cole&ccedil;&otilde;es estrangeiras e de 10% a 20% para cole&ccedil;&otilde;es nacionais. Fa&ccedil;o feira de arte h&aacute; 15 anos e &eacute; a primeira vez que isso acontece&quot;.&nbsp;
&nbsp;
A galerista Luciana Brito chama a aten&ccedil;&atilde;o para a grande quantidade de galerias brasileiras presentes na Art Basel Miami de 2010 e da for&ccedil;a que vem ganhando a arte da am&eacute;rica latina. &quot;A ARCO, de Madri, est&aacute; fazendo uma se&ccedil;&atilde;o especial focada na arte latino-americana. A Armory, em Nova York, que acontece em mar&ccedil;o, tamb&eacute;m vai ter um espa&ccedil;o dedicado &agrave; arte da Am&eacute;rica Latina. Isso quer dizer que existe uma aten&ccedil;&atilde;o muito especial para essa produ&ccedil;&atilde;o e, l&oacute;gico, que o Brasil &eacute; a maior presen&ccedil;a&quot;, diz.


Fonte: Revista Brasileiros
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Leo Strand mostra cenas típicas da Bahia na Aliança Francesa</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=203</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/050320111743_exosio.jpg">A mostra&nbsp;Cenas da Bahia&nbsp;re&uacute;ne 20 pinturas em acr&iacute;lica sobre tela do&nbsp;artista&nbsp;pl&aacute;stico baiano Leo Strand , mostrando imagens t&iacute;picas da Bahia: o Rec&ocirc;ncavo, o carnaval e cenas cotidianas.

&nbsp;O artista come&ccedil;ou a se interessar por pintura aos 12 anos e ,na adolesc&ecirc;ncia, estudou grandes mestres das artes como Van Gogh, Gorky, Braque, Klimt, Beckmann e Rouault. Admirador dos artistas como Caryb&eacute;, Jenner Augusto e Carlos Bastos, Strand apresenta trabalho fortemente marcado pelo legado destas figuras e tamb&eacute;m por sua de sua terra natal.


Cenas da Bahia&nbsp;|&nbsp;Leo Strand
Alian&ccedil;a Francesa&nbsp;
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 12 de mar&ccedil;o
Entrada Gratuita

Fontes: iBahia, Visto Livre
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Produção dos países lusófonos ganha destaque em Lisboa</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=202</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/050320111636_imagem_idioma_comum_menor.jpg">Em cartaz na ciade de &nbsp;Lisboa, a mostra&nbsp;Idioma Comum&nbsp;reune obras de nomes importantes da CPLP (Comunidade dos Pa&iacute;ses de L&iacute;ngua Portuguesa). No Espa&ccedil;o da Funda&ccedil;&atilde;o PLMJ (institui&ccedil;&atilde;o que leva o nome de seus fundadores) o p&uacute;blico pode ver parte do seu acervo, come&ccedil;ado h&aacute; 10 anos para investir na arte produzida em portugu&ecirc;s.&nbsp;

As obras apresentadas foram inspiradas por cidades como Maputo, Luanda, S&atilde;o Paulo, Lisboa, Cidade da Praia e S&atilde;o Tom&eacute;, e assinadas por artistas que, em v&aacute;rios momentos, extrapolaram as fronteiras pol&iacute;ticas e ganharam visibilidade em feiras de arte internacionais ,como a Bienal de S&atilde;o Paulo ou de Veneza.&nbsp;

O curador Miguel Amado observa: &quot;Numa cena art&iacute;stica internacional cada vez mais atenta aos fen&ocirc;menos locais e &agrave;s regi&otilde;es exteriores ao eixo de poder protagonizado pela Europa Central e do Norte e pelos Estados Unidos da Am&eacute;rica, o potencial deste acervo &eacute; elevado porque oferece uma leitura panor&acirc;mica e sistem&aacute;tica da produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica emergente no espa&ccedil;o lus&oacute;fono, suscitando o seu contato com a realidade internacional&quot;


Idioma Comum
Espa&ccedil;o Funda&ccedil;&atilde;o PLMJ -&nbsp;Lisboa
Visita&atilde;o: At&eacute; 26 de Mar&ccedil;o
Entrada Gratuita


Fonte: Revista Zupi</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Vik Muniz revê sua história em mostra no Tomie Ohtake</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=201</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/050320111619_bwt7buf9xxwz5d1ib0q9qj802.jpg">Trinta obras do artista pl&aacute;stico brasileiro Vik Muniz estar&atilde;o expostas em S&atilde;o Paulo at&eacute; o final de abril. As pe&ccedil;as fazem parte da mostra&nbsp;Relic&aacute;rio, em cartaz no Instituto Tomie Ohtake. &nbsp;A maior parte do que est&aacute; exposto&nbsp;vem dos anos 80 e 90.Muitas das pe&ccedil;as estiveram nas primeiras individuas que o artista fez em Nova York (1988) e no Brasil (2000) e n&atilde;o foram &nbsp;mostradas ao p&uacute;blico desde ent&atilde;o.

H&aacute;, al&eacute;m disso, trabalhos mais recentes, derivados de projetos antigos que n&atilde;o foram realizados &agrave; &eacute;poca, por diferentes motivos. Com luvas de seis dedos, caveiras com nariz de palha&ccedil;o, plumas de m&aacute;rmore Carrara e sarc&oacute;fagos feitos de tupperware, o artista promove uma mostra com pe&ccedil;as muito variadas. Na s&eacute;rie&nbsp;Flora Industrtialis,ele cataloga fotografias de flores artificiais com rigor cient&iacute;fico e identifica o pa&iacute;s fabricante e o tipo de material empregado.



Relic&aacute;rio |&nbsp;Vik Muniz
Instituto Tomie Ohtake - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o:&nbsp;At&eacute; o dia 24 de abril
Entrada gratuita

Fontes: Ig, Uol</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Alice Vinagre expõe obras em Recife e Fortaleza</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=200</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/280220111211_alice_vinagre.jpg">O ano de 2011 come&ccedil;ou movimentado para Alice Vinagre. A artista paraibana participou de duas mostras coletivas, inaugurando novos espa&ccedil;os para &nbsp;a arte contempor&acirc;nea em Jo&atilde;o Pessoa e em Recife, e foi selecionada para expor no Centro Cultural Banco do Nordeste, no Cear&aacute;.&nbsp;
&nbsp;
Em fevereiro, Alice Vinagre participou da mostra que marcou a abertura oficial da Galeria de Arte Archidy Picado, da Funda&ccedil;&atilde;o Espa&ccedil;o Cultural da Para&iacute;ba (Funesc), em Jo&atilde;o Pessoa. A exposi&ccedil;&atilde;o apresentou ao p&uacute;blico a Reserva T&eacute;cnica da Galeria (que comp&otilde;e o acervo de artes visuais da Funda&ccedil;&atilde;o e possui atualmente mais de 100 pe&ccedil;as). A mostra foi tamb&eacute;m uma oportunidade de expor pela primeira vez as 15 obras recentemente restauradas do seu acervo, entre as quais est&aacute; o trabalho de Alice Vinagre e outras de Josildo Dias, Sebasti&atilde;o Pedrosa, Raul C&oacute;rdula, Jos&eacute; Rufino, Chico Dantas, Alberto Lacet, Roberto L&uacute;cio, Marlene Almeida e Akbar Behkalam.&nbsp;
&nbsp;
Neste mesmo m&ecirc;s, Alice participou da mostra coletiva Ano 11, que reinaugurou a Galeria Mariana Moura em seu novo endere&ccedil;o, no bairro de Boa Viagem, em Recife. A obra de Alice foi exposta ao lado do trabalho de outros 17 artistas, como Gil Vicente, Carlos Melo, B&aacute;rbara Wagner, Pragana, Laura Vinci e Nazareno, al&eacute;m de Marcelo Silveira e Jos&eacute; Patr&iacute;cio - estes dois, com obras tamb&eacute;m na Fabio Pena Cal Galeria de Arte.
&nbsp;
E para fechar, tamb&eacute;m no in&iacute;cio deste ano o Centro Cultural Banco do Nordeste confirmou a pauta das suas exposi&ccedil;&otilde;es, com uma boa not&iacute;cia para Alice Vinagre. Sua individual &ldquo;Anota&ccedil;&otilde;es sobre Pintura&rdquo; foi selecionada, ao lado de &ldquo;&Aacute;gua Viva&rdquo;, de Amanda Melo, e da coletiva &ldquo;Entre 8&Prime;, para compor a programa&ccedil;&atilde;o das galerias do Centro Cultural Banco do Nordeste de Fortaleza e de Cariri, no Cear&aacute;.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição fotográfica homenageia sacerdotisa</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=198</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/270220112313_benc3a7a-joc3a3omiletmeirelles-06_11_2010-05991.jpg">&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;A Cultura Negra e Suas Cidades&nbsp;&eacute; uma homenagem&nbsp;&agrave; sacerdotisa&nbsp;Makota Valdina . A mostra re&uacute;ne 60 imagens de&nbsp;diferentes fot&oacute;grafos,&nbsp;registradas em lugares como Salvador, Cuba e Paris, e celebra tamb&eacute;m a beleza da cultura negra.
&nbsp;
Valdina Pinto ocupa o cargo de Makota (auxiliar direta da M&atilde;e de Santo) do Tanuri Jun&ccedil;ara, Terreiro de Candombl&eacute; Angola. Professora aposentada da rede p&uacute;blica municipal e educadora dos projetos do &nbsp;Il&ecirc; Aiy&ecirc;, Valdina Pinto &eacute; uma refer&ecirc;ncia para as comunidades negras de Salvador, sendo reconhecida como mestra nos ambientes intelectuais nacionais e internacionais pela articula&ccedil;&atilde;o entre a pr&aacute;tica e a teoria da sabedoria bantu.
&nbsp;
A Cultura Negra e Suas Cidades
Teatro Vila Velha
Visita&ccedil;&atilde;o: A partir de 01/03/2011 (longa dura&ccedil;&atilde;o)
Entrada Gratuita

Fonte: Guia do &Oacute;cio</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição em Paris celebra obra de ilustrador Moebius</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=197</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/270220112157_moebius03.jpg">At&eacute; o dia 13 de mar&ccedil;o, a&nbsp;Fondation Cartier Pour l'Art Contemporain, Paris, apresenta a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Moebius-Transe-Forme. S&atilde;o cerca de 250 documentos, incluindo ilustra&ccedil;&otilde;es in&eacute;ditas, que fazem parte da carreira do autor e ilustrador franc&ecirc;s Jean Girard, conhecido como Moebius.
&nbsp;
Com seus desenhos m&iacute;ticos, placas originais em preto e branco, composi&ccedil;&otilde;es em cores hipn&oacute;ticas e hist&oacute;ricas in&eacute;ditas, a exposi&ccedil;&atilde;o abre passagem para o mundo &quot;moebiesque&quot;.&nbsp;

Moebius &eacute; de longe um dos artistas mais importantes das hist&oacute;rias em quadrinhos no mundo. Al&eacute;m disso, trabalhou em Hollywood, sendo respons&aacute;vel pelo visual de filmes considerados vision&aacute;rios, como Tron, de 1982. A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;celebra os 50 anos de carreira&nbsp;
&nbsp;
Moebius-Transe-Forme
Fondation Cartier Pour l'art Contemporain - Paris
Visita&ccedil;&atilde;o: Ate 13 de mar&ccedil;o
Entrada: 8,50&nbsp;&euro;


Fontes: IG, &nbsp;Em Quadrinho</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Escultura é tema de exposição no MASP</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=196</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/270220112133_dgs.jpg">&nbsp;Ela tem os olhos entreabertos, os bra&ccedil;os alongados atr&aacute;s das costas e os p&eacute;s na quarta posi&ccedil;&atilde;o. &Eacute; como se a bailarina de Degas se preparasse para entrar na dan&ccedil;a, agora que volta ao Masp depois de passar dois anos e meio numa turn&ecirc; mundial.

Obra de 1880 do artista franc&ecirc;s Edgar Degas, a&nbsp;Bailarina de 14 Anos&nbsp;tem algumas irm&atilde;s g&ecirc;meas pelo mundo, mas est&aacute; sozinha no pa&iacute;s.&nbsp;Passou por museus de Hamburgo, Madri e fez algumas paradas nos Estados Unidos antes do retorno agora como pe&ccedil;a central da primeira mostra do ano no museu da avenida Paulista.

Nela, a rugosidade do bronze do corpo e do corpete contrasta com a leveza do tecido da saia e do la&ccedil;o que amarra seus cabelos. Degas retoma aqui um pouco da est&eacute;tica impressionista que cunhou em seus numerosos quadros de bailarinas, deixando aflorar um realismo um tanto anacr&ocirc;nico no retrato da pequena dan&ccedil;arina.

N&atilde;o h&aacute; desvios no tra&ccedil;o, o rosto &eacute; preciso, as m&atilde;os e as pernas firmes no bronze, como se fossem carne congelada, longe das pinceladas difusas das telas do artista.Isso talvez pela obsess&atilde;o que nutria pela figura dessa garotinha. Marie van Goethem, que chegou a dan&ccedil;ar na &Oacute;pera de Paris, serviu de modelo para a escultura, mas historiadores encontraram no ateli&ecirc; do artista in&uacute;meros esbo&ccedil;os em giz e carv&atilde;o da mesma menina em poses diferentes, uma delas at&eacute; nua.

Na leitura do Masp, n&atilde;o espanta que a mostra que come&ccedil;a hoje tenha o nome&nbsp;Obsess&otilde;es da Forma, embora seja outra a obsess&atilde;o de que fala o museu. Degas entra no balaio do conjunto de esculturas como representante da obsess&atilde;o pela mat&eacute;ria que pautou a escultura moderna.&nbsp;Na mesma linha, est&atilde;o obras de Francisco Stockinger, que constr&oacute;i um casal de contornos esmaecidos - a dissolu&ccedil;&atilde;o da forma -, ou Cacipor&eacute; Torres, com um trabalho que lembra escombros naufragados, a forma toda bruta.

Mas o ponto fulcral da mostra parece ser outro: a oposi&ccedil;&atilde;o entre a V&ecirc;nus de Renoir e o Bicho Alado&nbsp;do brasileiro Emanoel Ara&uacute;jo.&nbsp;S&atilde;o duas figuras em metal negro, a primeira em bronze e a outra em a&ccedil;o. Renoir cria uma mulher lustrosa, figurativa. Rejeita o entorno, numa frequ&ecirc;ncia alternativa, obcecado pela pr&oacute;pria perfei&ccedil;&atilde;o e suas curvas hiperb&oacute;licas.&nbsp;Ara&uacute;jo abstrai qualquer contorno org&acirc;nico de seu bicho, construindo um vulto enorme que exalta n&atilde;o a subjuga&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria &agrave; forma representada, mas o triunfo dessa mat&eacute;ria sobre os anseios do artista, vencido pela pot&ecirc;ncia do a&ccedil;o r&iacute;gido.&Eacute; uma briga que a abstra&ccedil;&atilde;o parece ter vencido at&eacute; agora, pelo menos at&eacute; que apare&ccedil;a outra V&ecirc;nus.
&nbsp;
Obsess&otilde;es da Forma
Museu de Arte de S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 27 de mar&ccedil;o
Entrada:&nbsp;R$ 15

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Bienal do Mercosul pretende subverter geografia das artes</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=195</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/270220112026_mrcsl.jpg">No lugar de Veneza, S&atilde;o Paulo ou Kassel, Jos&eacute; Roca - colombiano que &eacute; o curador geral da oitava edi&ccedil;&atilde;o da Bienal do Mercosul - busca no interior do pa&iacute;s a inspira&ccedil;&atilde;o para o projeto de um dos principais eventos de artes visuais da Am&eacute;rica Latina. Ao lado de outros curadores, Roca prop&otilde;e uma reinven&ccedil;&atilde;o da cartografia das artes visuais do pa&iacute;s na 8&ordf; Bienal do Mercosul, que tem como tema &ldquo;Ensaios de Geopo&eacute;tica&rdquo; e acontece em setembro deste ano, n&atilde;o apenas em Porto Alegre, mas, pela primeira vez, tamb&eacute;m em pequenas cidades do Rio Grande do Sul.&nbsp;
&nbsp;
A &quot;est&eacute;tica do frio&quot; &eacute; um conceito definido em livro pelo ga&uacute;cho Vitor Ramil que foi retomado por Jos&eacute; Roca para o projeto da 8&ordf; Bienal. &quot;Precisamos de uma est&eacute;tica do frio. (...) Havia uma est&eacute;tica que parecia mesmo unificar os brasileiros, uma est&eacute;tica para que n&oacute;s, do extremo sul, contribu&iacute;amos minimamente&quot;, escreveu Ramil. &nbsp;A partir desta ideia, Roca enxerga a paisagem do pampa, a milonga e a cultura da carne como eixo definidor dessa est&eacute;tica, completamente diferente do trio &quot;selva, samba e calor&quot; que parecem definir, interna e externamente, o resto do pa&iacute;s.&nbsp;
&nbsp;
Porto Alegre, sede da Bienal, &eacute; uma refer&ecirc;ncia de Brasil para os pa&iacute;ses que lhe fazem fronteira. Uma terra distante do famoso Brasil tropical, mas muito pr&oacute;xima da realidade e da paisagem dos hermanos do Paraguai, Uruguai e Argentina (n&atilde;o &agrave; toa, estes pa&iacute;ses dividem h&aacute;bitos como o grande consumo do chimarr&atilde;o e da carne). E s&atilde;o estas semelhan&ccedil;as culturais, ou as suas diferen&ccedil;as, que dar&atilde;o o tom &agrave; Bienal.&nbsp;
&nbsp;
&quot;Sempre me pareceu estranho que uma Bienal tivesse o nome de um tratado de livre com&eacute;rcio&quot;, disse Roca aos jornalistas presentes na apresenta&ccedil;&atilde;o do seu projeto de Bienal, que aconteceu na cidade de Pelotas, no interior ga&uacute;cho. &quot;Mas como, hoje, multinacionais t&ecirc;m mais poder e dinheiro que alguns Estados, quero entender essa nova no&ccedil;&atilde;o de na&ccedil;&atilde;o.&quot; &nbsp;Roca d&aacute; neste momento a dica da sua linha curatorial dessa Bienal, centrada na ideia de uma nova geopol&iacute;tica, formada a partir dos la&ccedil;os n&atilde;o s&oacute; econ&ocirc;micos, mas tamb&eacute;m culturais e geogr&aacute;ficos.
&nbsp;
Assim, o t&iacute;tulo da 8&ordf; Bienal do Mercosul &ndash; Ensaios de Geopo&eacute;tica &ndash; refere-se &agrave;s diversas formas sugeridas pela arte para definir o territ&oacute;rio a partir da geografia, da pol&iacute;tica, da economia e da cultura. Mais que um tema, a no&ccedil;&atilde;o de territ&oacute;rio &eacute; uma estrat&eacute;gia de a&ccedil;&atilde;o curatorial. Nesta nova proposta, artistas, obras e curadores viajar&atilde;o pelo Rio Grande do Sul em diferentes momentos do projeto, enquanto Porto Alegre, sede da Bienal, tamb&eacute;m ser&aacute; entendida como territ&oacute;rio a ser descoberto e ativado. Para acompanhar estas &ldquo;viagens&rdquo; um blog foi criado para registrar e compartilhar com a comunidade o desenvolvimento do projeto curatorial.
&nbsp;
E o trabalho j&aacute; come&ccedil;ou. Os curadores viajaram para pa&iacute;ses latino-americanos como Paraguai, Peru, Cuba, Argentina, Uruguai, al&eacute;m de terem apresentado o projeto da Bienal na Espanha (ARCO), na Costa Rica, no M&eacute;xico e no Panam&aacute;. No Brasil, Roca e seus assistentes j&aacute; visitaram 20 cidades, descobrindo circuitos alternativos das artes visuais, com artistas que transformaram f&aacute;bricas desativadas e antigas tecelagens em ateli&ecirc;s. Este contato direto &eacute; tamb&eacute;m uma caracter&iacute;stica dessa Bienal do Mercosul. Nela, Roca pretende expor o resultado de viagens realizadas por artistas convidados que, juntos, percorrer&atilde;o velhas rotas do gado e miss&otilde;es jesu&iacute;ticas. Seus relatos de viagem e os produtos realizados ao longo do caminho ser&atilde;o mostrados tanto em pontos das rotas viajadas, quanto no cais do rio Gua&iacute;ba, em Porto Alegre. Nessa cidade, o interesse de Roca &eacute; chamar a aten&ccedil;&atilde;o para partes esquecidas da malha urbana, atrav&eacute;s de instala&ccedil;&otilde;es que provoquem est&iacute;mulos sensoriais.
&nbsp;

Fontes: site e blog da Funda&ccedil;&atilde;o Bienal do Mercosul e jornal Folha de S&atilde;o Paulo.
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Zau Pimentel expõe pinturas e esculturas no Pelourinho</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=194</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200220112305_humanus.jpg">O p&uacute;blico poder&aacute; visitar at&eacute; o dia 20 de mar&ccedil;o a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Humanus, da artista Zau Pimentel, no N&uacute;cleo de Cultura e Natureza Okada, no Pelourinho.&nbsp;As pinturas e esculturas ficam dispon&iacute;veis para visita&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica gratuita gratuita.
&nbsp;
Nesta mostra, a artista exp&otilde;e seus trabalhos com o objetivo de sensibilizar o olhar para a necessidade urgente de se reencontrar o equil&iacute;brio entre os valores do &ldquo;ter&rdquo; e do &ldquo;ser&rdquo;.&nbsp;








Humanus |&nbsp;Zau Pimentel&nbsp;
N&uacute;cleo de Cultura e Natureza Okada
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute;&nbsp;20 de mar&ccedil;o
Entrada Gratuita

Fonte: Guia do &Oacute;cio
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>MoMA organiza mostra com violões de Picasso</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=193</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200220112242_48824.jpg">O Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) inaugurou esta semana uma exposi&ccedil;&atilde;o com 65 obras do pintor espanhol Pablo Picasso que representam viol&otilde;es.&nbsp;Desenhos, pinturas, esculturas e fotografias est&atilde;o entre as pe&ccedil;as que comp&otilde;em a exposi&ccedil;&atilde;o que fica aberta at&eacute; o dia 6 de junho .

A mostra Picasso. Viol&otilde;es. 1912-1914&nbsp;conta com obras do per&iacute;odo art&iacute;stico do pintor entre a cria&ccedil;&atilde;o de duas esculturas em forma de viol&otilde;es: a primeira, feita de papel&atilde;o e corda, em 1912, e a segunda, fabricada com metal, em 1914.&nbsp;&quot;Trata-se da primeira exibi&ccedil;&atilde;o que observa com profundidade estas duas constru&ccedil;&otilde;es de viol&otilde;es e as p&otilde;e no contexto de uma &eacute;poca de grande experimenta&ccedil;&atilde;o do artista&quot;, explicou a organizadora da mostra, Anne Umland.



Picasso. Viol&otilde;es. 1912-1914&nbsp;
Museu de Arte Moderna de Nova York
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 6 de junho
Entrada: U$ 20
&nbsp;
Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Ródtchenko em exposição a Pinacoteca</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=192</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200220112236_11048680.jpg">&nbsp;Mais de 50 anos depois que fez sua &uacute;ltima fotografia, as manobras da objetiva, o rigor obsessivo e a m&eacute;trica de uma po&eacute;tica visual que forjou a fotografia moderna est&atilde;o juntas na retrospectiva com 170 de suas obras que a Pinacoteca do Estado abre em S&atilde;o Paulo.
&nbsp;
Foi no s&oacute;t&atilde;o de um teatro que Aleksandr R&oacute;dtchenko nasceu. Descia uma escada &iacute;ngreme e dava direto no palco. &quot;Vi minha primeira paisagem ali&quot;, lembra o artista russo. &quot;A vida do teatro era a vida verdadeira, e o que estava l&aacute; fora --eu n&atilde;o tinha ideia.&quot; R&oacute;dtchenko come&ccedil;ou moldando paisagens com flores artificiais que seu pai montava para os cen&aacute;rios das pe&ccedil;as. Depois foi depurando sua est&eacute;tica at&eacute; come&ccedil;ar a fotografar e provocar a maior revolu&ccedil;&atilde;o na imagem capturada j&aacute; vista at&eacute; hoje.
&nbsp;
Quando passou a ter alguma ideia do que se passava l&aacute; fora, alargou os horizontes do teatro onde nasceu para o palco da R&uacute;ssia &agrave;s voltas com a revolu&ccedil;&atilde;o iniciada em 1917. Entendeu que a nova ordem pol&iacute;tica pedia outra ordem est&eacute;tica e deixou um receitu&aacute;rio para retratar a vida na crueza de seus &acirc;ngulos. &quot;A arte do futuro n&atilde;o ser&aacute; a agrad&aacute;vel decora&ccedil;&atilde;o de apartamentos&quot;, escreveu o artista morto em 1956. &quot;At&eacute; agora n&atilde;o percebemos este fato chamado vida, que s&oacute; necessitaria ser organizado e depurado de ornamentos.&quot;
&nbsp;
J&aacute; sem as flores do palco, R&oacute;dtchenko encarava o teatro da vida real, em desfiles c&iacute;vicos, retratos de amigos e parentes, cartazes e fotomontagens, com forte rigor geom&eacute;trico. Desafiava o olhar duro, o ponto de vista &uacute;nico, com sobreposi&ccedil;&otilde;es de imagens, a viola&ccedil;&atilde;o do negativo, e enquadramentos curtos, de baixo para cima. &quot;Quero fazer fotos incr&iacute;veis, nunca feitas, da pr&oacute;pria vida, reais&quot;, escreveu. &quot;Fotos simples e complexas ao mesmo tempo, que espantar&atilde;o e arrebatar&atilde;o as pessoas.&quot;
&nbsp;
Num de seus retratos mais c&eacute;lebres, enquadra a pr&oacute;pria m&atilde;e com uma lente no olho se esfor&ccedil;ando para ler - s&oacute; muito velha &eacute; que come&ccedil;ou a entender a palavra escrita. Seu livro some e o rosto e os &oacute;culos ocupam todo o plano, num prel&uacute;dio &agrave; reinven&ccedil;&atilde;o do olhar que R&oacute;dtchenko come&ccedil;ava ent&atilde;o a montar. Tamb&eacute;m n&atilde;o deixa de encarnar ali certa vontade de desestruturar a ordem, um paralelo entre a leitura tardia da m&atilde;e, a R&uacute;ssia em convuls&atilde;o, e uma releitura da forma propalada pela fotografia.
&nbsp;
R&oacute;dtchenko emprestou seus experimentos visuais para dar cara e carne aos versos de Vladimir Maiak&oacute;vski, poeta que retratou noutra de suas s&eacute;ries mais emblem&aacute;ticas. Ele rodeia seu retratado com a c&acirc;mera, que surge em m&uacute;ltiplos &acirc;ngulos, l&aacute;pis no bolso e cigarro na boca. &quot;Cristalize o homem n&atilde;o pelo retrato 'sint&eacute;tico' mas de v&aacute;rios instant&acirc;neos em momentos e condi&ccedil;&otilde;es diferentes&quot;, escreveu. &quot;Preze tudo que &eacute; real e contempor&acirc;neo.&quot;
&nbsp;
Aleksandr R&oacute;dthenko
Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 1 de maio
Entrada: R$ 6

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Galeria americana promove primeira feira de artes feita na Internet</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=191</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120220111302_vip-art-fair-image-2.jpg">Com o intuito de cortar custos, aproximar os continentes e ampliar os espectros, a VIP Art Fair &ndash; e aqui, a sigla ganha novo significado: &ldquo;Viewing in Private&rdquo;, ou &ldquo;Visualiza&ccedil;&atilde;o Privativa&rdquo; &ndash; aconteceu entre 22 e 30 de janeiro e foi a primeira feira de arte virtual do mundo.

Organizada por James Cohan, dono da prestigiada e hom&ocirc;nima galeria de Nova York, e sua mulher Jane, o evento reuniu 139 galerias dos cinco continentes. Dentre as brasileiras est&atilde;o as galerias Fortes Vila&ccedil;a, Nara Roesler e Luisa Strina.

&ldquo;Desenvolvemos, atrav&eacute;s da tecnologia, um sistema refinado no qual as galerias e os colecionadores pudessem tirar vantagem da abrang&ecirc;ncia global da internet&rdquo;, diz Jane Cohen, organizadora da feira. E explica: &ldquo;Ao fazer login, os internautas entrar&atilde;o no Atrium, onde podem acessar informa&ccedil;&otilde;es gerais sobre a feira, al&eacute;m de um mapa dos tr&ecirc;s halls, Premier, Focus e Emerging, onde poder&atilde;o navegar&rdquo;.

O evento teve acesso livre, mas os interessados em realizar compras deveriam comprar ingressos VIP, que custaram US$ 100 nos dois primeiros dias e US$ 20 nos restantes. As negocia&ccedil;&otilde;es eram feitas diretamente entre comprador e vendedor.

Fonte: Revista Cult</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Ilustradora Iansã Negrão reabre Galeria Moacir Moreno</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=190</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120220111252_5370104837_bba6960666_z.jpg">O trabalho da ilustradora Ians&atilde; Negr&atilde;o marca a reabertura da Galeria Moacir Moreno, no Theatro XVIII, no Pelourinho.&nbsp;A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Jardim Suspenso&nbsp;&eacute; a primeira mostra individual da designer e ilustradora e apresneta cerca de 100 obras que formam um apanhado da produ&ccedil;&atilde;o da artista nos &uacute;ltimos anos.
&nbsp;
Com imagens marcadas pela constru&ccedil;&atilde;o de momentos de intimidade, solid&atilde;o, alheamento e entrega dos personagens, surpreendidos em epifanias cotidianas, a&nbsp;artista flagra o banal do mundo com afeto, materializando-o em diversos suportes e em diferentes horas - em casa, no trabalho, numa sala de espera. &quot;Jardim suspenso sempre teve essa conota&ccedil;&atilde;o de lar para mim, de varanda da casa com plantas&quot;, afirma a artista.

Os quadros de pequeno formato dominam boa parte da exposi&ccedil;&atilde;o, apresentados em molduras de diferentes formatos e cores, que contrastam com o preto e o cinza dominantes nas imagens. &ldquo;&Eacute; que sou meio cega para as cores&rdquo;, afirma a artista em tom de brincadeira. Boa parte dos desenhos foi feita com tinta preta e l&aacute;pis, outros s&atilde;o experimenta&ccedil;&otilde;es no ambiente digital. Os formatos maiores s&atilde;o gravuras digitais impressas em canvas.&nbsp;



Jardim Suspenso |&nbsp;Ians&atilde; Negr&atilde;o
Galeria Moacir Moreno - Pelourinho
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 03 de mar&ccedil;o
Entrada Gratuita



Fonte: Visio</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição relembra vida de Caravaggio em Roma</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=189</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120220111208_1297094112347_1.jpg">Documentos in&eacute;ditos e pertencentes ao Arquivo do Estado da It&aacute;lia, como manuscritos do pintor Michelangelo Merisi da Caravaggio (1571-1610) de anedotas e pensamentos, al&eacute;m de seus contratos de aluguel e den&uacute;ncias policiais contra ele, s&atilde;o os protagonistas da exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Caravaggio em Roma - Uma Vida Aut&ecirc;ntica, inaugurada na capital italiana. A mostra, em cartaz at&eacute; 15 de maio, centra-se no per&iacute;odo em que o artista viveu na capital italiana, de 1595 a 1606. Entre as informa&ccedil;&otilde;es destacadas nessa pesquisa, est&aacute; a de que Caravaggio trabalhou por anos no ateli&ecirc; do pintor siciliano Lorenzo Carli e nele pintou o famoso quadro&nbsp;A Morte da Virgem.

A exposi&ccedil;&atilde;o, que celebra o quarto centen&aacute;rio da morte do artista, tamb&eacute;m conta com um contrato de aluguel no nome de Caravaggio, no qual figura uma cl&aacute;usula que permite ao pintor &quot;quebrar o teto para poder ter mais espa&ccedil;o para suas pinturas de grande formato&quot; al&eacute;m de oferecer mais luz.

O professor de arte Maurizio Calvesi explicou durante a entrevista coletiva de inaugura&ccedil;&atilde;o da exposi&ccedil;&atilde;o que ter descoberto algo assim &eacute; &quot;verdadeiramente interessante&quot;, pois explica aspectos t&eacute;cnicos do uso da luz nas obras do pintor, e assinalou que o famoso quadro&nbsp;A morte a Virgem&nbsp;foi pintado nesse est&uacute;dio.

Outro destaque da mostra &eacute; a presen&ccedil;a do retrato que Caravaggio pintou do papa Pablo V, o pont&iacute;fice que condenou a morte do artista anos depois.&nbsp;

Caravaggio a Roma. Una vita dal vero
Archivio di Stato - Roma
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 15 de maio
Enrada: &euro; 8&nbsp;

Fonte: Estad&atilde;o
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Haroldo de Campos é homenageado em São Paulo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=188</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120220111045_hc.jpg">Algumas experi&ecirc;ncias multim&iacute;dia ousadas que nunca sa&iacute;ram do papel concebidas por Haroldo de Campos tomaram corpo para a exposi&ccedil;&atilde;o realizada em sua homenagem no Ita&uacute; Cultural e na Casa das Rosas.

A instala&ccedil;&atilde;o audiovisual&nbsp;H LAXIA, que tamb&eacute;m batiza a mostra, surge como vedete do projeto Ocupa&ccedil;&atilde;o.&nbsp;Inspirada em&nbsp;Gal&aacute;xias, cultuada obra experimental de Haroldo mais conhecida do p&uacute;blico pelo trecho musicado por Caetano Veloso (Circulad&ocirc;), a pe&ccedil;a &eacute; um t&uacute;nel de 11 metros, em espiral, iluminado por luzes psicod&eacute;licas, no qual o p&uacute;blico assiste a v&iacute;deos e ouve trechos do livro lidos por vozes an&ocirc;nimas (gravados durante a &uacute;ltima Bienal).


Numa cabine de &aacute;udio, o visitante poder&aacute; tamb&eacute;m gravar sua leitura de&nbsp;Gal&aacute;xias, que ser&aacute; de pronto incorporada ao trabalho.&nbsp;O t&uacute;nel leva a um &quot;&uacute;tero&quot;, onde est&atilde;o expostos objetos do acervo de Haroldo, revelam seu &quot;paideuma&quot; (grupo de autores referenciais) e sua troca com intelectuais.&nbsp;Est&atilde;o l&aacute; as &quot;margin&aacute;lias&quot; (anota&ccedil;&otilde;es que ele fazia nas laterais dos livros), recortes de jornais acumulados por 50 anos, edi&ccedil;&otilde;es raras, dedicat&oacute;rias de amigos como Octavio Paz, Umberto Eco e Jo&atilde;o Cabral de Mello Neto.

Se&nbsp;H LAXIA, instalada no Ita&uacute;, explora a figura do intelectual m&uacute;ltiplo, as salas da Casa das Rosas (centro vizinho que conserva o acervo do escritor e que, vale lembrar, chama-se Espa&ccedil;o Haroldo de Campos de Poesia e Literatura) se at&ecirc;m &agrave;s fases e &agrave; profus&atilde;o da obra po&eacute;tica.

Estar&atilde;o l&aacute; as salas&nbsp;&acirc; mago do &ocirc; mega, com cartazes originais da exposi&ccedil;&atilde;o concretista de 56 (pintados com esmalte por Carmem, mulher e parceira de Haroldo);&nbsp;Percurso Po&eacute;tico&nbsp;(fase da &quot;poesia do cotidiano&quot;);&nbsp;A M&aacute;quina do Mundo Repensada&nbsp;e o m&oacute;bile&nbsp;Do C&eacute;u ao Ch&atilde;o.

No espa&ccedil;o externo da Casa, estar&atilde;o totens com trechos do poema&nbsp;Servid&atilde;o de passagem. Feliz coincid&ecirc;ncia, o local, que liga a avenida Paulista &agrave; alameda Santos, &eacute; de fato, uma servid&atilde;o - passagem, para uso do p&uacute;blico, por terreno particular.

Para o poeta Frederico Barbosa, curador junto com G&ecirc;nese Andrade, Marcelo T&aacute;pia e L&iacute;vio Tragtenberg, &eacute; uma chance de mostrar que Haroldo foi bem mais que um poeta concreto.

H LAXIA&nbsp;- OCUPA&Ccedil;&Atilde;O HAROLDO DE CAMPOS
Ita&uacute; Cultura e Casa das Rosas - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 10 de abril
Entrada Gratuita


Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Bienal do Recôncavo reabre suas portas ao público</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=187</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/070220110153_pedro-marighella_mata.jpg">Ap&oacute;s o recesso do final de ano, a 10&ordf; Bienal do Rec&ocirc;ncavo &ndash; um dos maiores e mais significativos eventos dedicado &agrave;s artes visuais do Norte-Nordeste do pa&iacute;s &ndash; retoma suas atividades e abre novamente as portas ao p&uacute;blico, na cidade de S&atilde;o F&eacute;lix (Rec&ocirc;ncavo Baiano). At&eacute; o dia 27 de mar&ccedil;o, a programa&ccedil;&atilde;o educativa da Bienal continua com a realiza&ccedil;&atilde;o de palestras e eventos como o lan&ccedil;amento do livro 50 Anos de Arte na Bahia, da curadora e critica de arte Matilde Matos, al&eacute;m de apresenta&ccedil;&otilde;es de grupos musicais.
&nbsp;
Entre pinturas, esculturas, fotografias, instala&ccedil;&otilde;es e v&iacute;deos, a Bienal exibe 200 trabalhos de artistas de todo o pa&iacute;s, que apontam para a diversidade de estilos e tend&ecirc;ncias art&iacute;sticas (como performances, instala&ccedil;&otilde;es, fotografias, pinturas, gravuras, desenhos, esculturas, objetos e tape&ccedil;arias).&nbsp;Como observaram por unanimidade os membros da comiss&atilde;o formada por Aldo Tripodi, Chico Liberato e Danillo Barata, o julgamento foi trabalhoso, complexo, por&eacute;m compensador.


10 &ordf; Bienal do Rec&ocirc;ncavo
Centro Cultural Dannemann - S&atilde;o F&eacute;lix
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; &nbsp;27 de mar&ccedil;o
Entrada Gratuita

Fontes: Guia do &Oacute;cio, Correio*, Fofoki</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>MAC traz novos expoentes da arte chinesa</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=186</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/070220110125_26-01-dong-wencheng.jpg">O Museu de Arte Contempor&acirc;nea apresenta 48 obras de jovens artistas chineses - entre v&iacute;deos, instala&ccedil;&otilde;es, fotografias e pinturas &ndash; com foco especial nas quest&otilde;es sociais de uma nova China.

A acelerada economia de mercado na China provocou mudan&ccedil;as na produ&ccedil;&atilde;o cultural do pa&iacute;s. Os artistas passaram a dedicar aten&ccedil;&atilde;o especial &agrave;s quest&otilde;es sociais revelando outras facetas do pa&iacute;s para al&eacute;m do seu papel como um dos protagonistas da economia contempor&acirc;nea na sociedade de consumo globalizada.&nbsp;Comunidade de Gostos: Arte Contempor&acirc;nea Chinesa desde 2000, fica em cartaz entre os dias at&eacute; o dia 27 de mar&ccedil;o.

Os trabalhos s&atilde;o dos mais reconhecidos artistas chineses contempor&acirc;neos, como os pintores Lao Jiang e Wang Yin, al&eacute;m dos artistas e fot&oacute;grafos Cao Fei e Dong Wensheng, permitindo que o p&uacute;blico de S&atilde;o Paulo entre em contato com o que de mais instigante se produz em termos de arte na China de hoje.

A mostra apresenta ainda as vertentes da produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica chinesa contempor&acirc;nea, englobando fotografias, instala&ccedil;&otilde;es, v&iacute;deos e pinturas. Embora as obras apresentem tra&ccedil;os de experi&ecirc;ncias art&iacute;sticas ocidentais, cada vez mais elas s&atilde;o dominadas por indaga&ccedil;&otilde;es sobre como perpetuar e responder &agrave; cultura tradicional.

Comunidade de Gostos: Arte Contempor&acirc;nea Chinesa desde 2000
Museu de Arte Contempor&acirc;nea &nbsp;- S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 27 de mar&ccedil;o
Entrada Gratuita
&nbsp;
Fonte: Cidade de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Metropolitan expõe relíquias da arte chinesa</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=185</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/070220110120_met.jpg">O Museu Metropolitan de Nova York apresenta a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;O Para&iacute;so Privado do Imperador: Tesouros da Cidade Proibida, com obras retiradas da &aacute;rea mais secreta do pal&aacute;cio imperial de Pequim. Ela fica em cartaz at&eacute; 1o de maio.

S&atilde;o 90 pe&ccedil;as oriundas dos 27 pr&eacute;dios do jardim-santu&aacute;rio constru&iacute;do por ordens do imperador Qianlong no canto nordeste da Cidade Proibida, no centro de Pequim.

Ele pretendia usar o local quando se aposentasse, o que nunca aconteceu. O jardim ent&atilde;o permaneceu intocado e desocupado desde que ficou pronto, em 1776. Nunca foi aberto ao p&uacute;blico, e uma restaura&ccedil;&atilde;o iniciada em 2001 deve ser conclu&iacute;da em 2019.

O jardim &eacute; composto por diversos edif&iacute;cios, projetados para diferentes atividades -- como a &quot;c&acirc;mara suprema do cultivo harmonioso&quot;, ou o &quot;pr&eacute;dio das nuvens luminosas.&quot; Curadores da exposi&ccedil;&atilde;o disseram na segunda-feira que o evento ser&aacute; uma oportunidade &uacute;nica para ver objetos de l&aacute;, j&aacute; que eles provavelmente nunca mais deixar&atilde;o a China.

&quot;O jardim se destinava a ser um testemunho duradouro da efic&aacute;cia do regime (do imperador)&quot;, disse o curador Maxwell Hearn. &quot;Cada superf&iacute;cie foi embelezada com o mais fino artesanato, os mais preciosos materiais imagin&aacute;veis.&quot;

Embora a cole&ccedil;&atilde;o represente o &aacute;pice da arte chinesa no final do s&eacute;culo 18, ela tamb&eacute;m revela influ&ecirc;ncias ocidentais. Alguns biombos, por exemplo, apresentam tradicionais motivos orientais -- bambu, flores de ameixeiras e pinheiros -- junto com vidros, que s&atilde;o uma importa&ccedil;&atilde;o do Ocidente. T&eacute;cnicas ocidentais de propor&ccedil;&atilde;o e representa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m s&atilde;o incorporados em v&aacute;rios pergaminhos.

Mas a influ&ecirc;ncia ocidental se limita principalmente a aspectos decorativos, disse Hearn, j&aacute; que o imperador n&atilde;o soube lidar com a ascens&atilde;o da Europa, ent&atilde;o &aacute;vida por ter acesso &agrave;s rotas comerciais da China.
&nbsp;
O Para&iacute;so Privado do Imperador: Tesouros da Cidade Proibida
The Metropolitan Museum of Art - Nova Iorque
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 1 de maio
Entrada: US$ 20

&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
Fonte:&nbsp;Uol
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Andy Warhol e seu programas de TV, em cartaz no Rio</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=184</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/300120112135_warhol.jpg">&nbsp;A partir do dia 2 de fevereiro, o Oi Futuro apresenta a exposi&ccedil;&atilde;o Warhol TV, que re&uacute;ne a importante e pouco conhecida obra do artista Andy Warhol produzida para televis&atilde;o.
&nbsp;
Todos os filmes e v&iacute;deos fazem parte do acervo do Museu Andy Warhol, em Pittsburgh, Estados Unidos e a curadoria e idealiza&ccedil;&atilde;o do evento ficou por conta da francesa Judith Benhamou-Huet, autora de in&uacute;meras publica&ccedil;&otilde;es de arte.
&nbsp;
A expo fica no Rio at&eacute; 3 de abril, em seguida Belo horizonte que fica em cartaz do dia 12 de abril a 12 de junho.

Warhol TV | Andy Warhol
Oi Futuro - Rio de Janeiro
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 3 de abril
Entrada Gratuita

Fonte: Portal Imprensa</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A inovadora proposta da Corretora de Arte.com </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=182</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/280120112016_corretora.jpg">J&aacute; est&aacute; em funcionamento ao tempo em que realiza ajustes, para oferecer a seus usu&aacute;rios novas ferramentas de intera&ccedil;&atilde;o, a mais nova ferramenta on line voltada ao mercado de arte do pa&iacute;s: a Corretora de Arte.com, desenvolvida por Fabio Pena Cal e implementada pela empresa InActu Solu&ccedil;&otilde;es Integradas. A Corretora &eacute; uma aposta da Galeria na nova tend&ecirc;ncia de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico, o e-business, funcionando com uma proposta diferenciada dos outros sistemas j&aacute; existentes, como o processo comum de compra e venda e ou dos leil&otilde;es virtuais. Oferecendo desde obras de artistas contempor&acirc;neos brasileiros reconhecidos mundialmente, como Vik Muniz, at&eacute; trabalhos de modernistas baianos, como Calasans Neto e Jenner Augusto, a Corretora de Arte.com traz como diferencial a clareza e a transpar&ecirc;ncia na negocia&ccedil;&atilde;o - princ&iacute;pios do com&eacute;rcio justo.&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;&ldquo;Este sistema &eacute; manejado por nossos corretores que visam intermediar a rela&ccedil;&atilde;o entre vendedor, comprador e artista de uma maneira mais justa e humanizada&rdquo;, explica Fabio Pena Cal, que h&aacute; dois anos teve a id&eacute;ia da corretora e contratou essa ferramenta-web junto &agrave; InActu. &ldquo;Mais do que construir um software espec&iacute;fico para o comercio eletr&ocirc;nico de obras de arte, nossa maior preocupa&ccedil;&atilde;o e esfor&ccedil;o para a implementa&ccedil;&atilde;o da Corretora &eacute; a cria&ccedil;&atilde;o de par&acirc;metros para a negocia&ccedil;&atilde;o das obras, visando chegar a um pre&ccedil;o justo, que atenda tanto ao artista e vendedor, quanto ao comprador. Neste sentido, estamos indo na contram&atilde;o do mercado brasileiro atual, onde a especula&ccedil;&atilde;o &eacute; um dado real e aumenta a cada dia, como se fosse a &uacute;nica alternativa para o crescimento do mercado da arte no Brasil&rdquo;, explica Fabio Pena Cal, para quem existem outras formas de desenvolvimento.
&nbsp;
O empres&aacute;rio, colecionador e galerista acredita verdadeiramente que uma rela&ccedil;&atilde;o mais justa no com&eacute;rcio das obras de arte pode contribuir para o aumento da produ&ccedil;&atilde;o e para a difus&atilde;o das artes visuais em nosso pa&iacute;s. &ldquo;Por um pre&ccedil;o justo, mais pessoas come&ccedil;am a comprar obras de arte. Com isso, os artistas podem produzir mais e, ao final, &eacute; poss&iacute;vel vender mais, num movimento c&iacute;clico de crescimento. E com a comodidade da internet, &eacute; poss&iacute;vel fazer isso sem sair de casa&rdquo;, finaliza Fabio.
&nbsp;

Como funciona
Podendo ser acessada pelo site institucional e informativo da Fabio Pena Cal Galeria de Arte ou diretamente pelo endere&ccedil;o www.corretoradearte.com, a Corretora de Arte.com foi concebida como uma ferramenta simples, com interface din&acirc;mica e de f&aacute;cil manejo, de forma a ampliar as suas possibilidades de acesso e utiliza&ccedil;&atilde;o. Nessa fase inicial de opera&ccedil;&atilde;o, com a contribui&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios e a partir de suas d&uacute;vidas, cr&iacute;ticas, elogios e sugest&otilde;es, est&aacute; sendo constru&iacute;da a se&ccedil;&atilde;o &ldquo;Perguntas Frequentes&rdquo;, de maneira interativa.
&nbsp;
Quanto a sua proposta de funcionamento, apesar das semelhan&ccedil;as entre a Corretora de Arte.com e os leil&otilde;es virtuais (como o fato de estabelecer um pre&ccedil;o m&iacute;nimo e aceitar ofertas de compra), existem importantes diferen&ccedil;as. Os leil&otilde;es ficam abertos por um tempo determinado favorecendo, desta forma, aquele comprador que der o &uacute;ltimo lance, obrigando-o a estar conectado quando do termino do prazo para leil&atilde;o da obra. Na Corretora de Arte.com, n&atilde;o &eacute; assim. Quando um comprador opta por fazer uma oferta a partir do pre&ccedil;o m&iacute;nimo, ela &eacute; enviada para a avalia&ccedil;&atilde;o da corretora (que trava o sistema, avisando aos demais usu&aacute;rios que existe uma proposta sendo estudada). Esta oferta pode ser aceita ou, ent&atilde;o, a obra volta a ser disponibilizada pela Corretora, para novas propostas de compra. Em todos esses momentos, a rela&ccedil;&atilde;o entre usu&aacute;rio do sistema e a equipe da corretora acontece sistematicamente, atrav&eacute;s de emails autom&aacute;ticos, registrando cada passo realizado.

Existe ainda outra importante diferen&ccedil;a entre o funcionamento da Corretora e do leil&atilde;o. No sistema criado por Fabio Pena Cal, o comprador pode optar pela compra direta da obra, sem passar pela aprecia&ccedil;&atilde;o do vendedor &ndash; e normalmente, por um pre&ccedil;o menor do que a obra teria se fosse vendida na galeria. Por tudo isso, a Corretora de Arte.com acaba oferecendo excelentes oportunidades de neg&oacute;cios, de uma forma, ou de outra, tanto para o vendedor quanto o comprador

Clique aqui e conhe&ccedil;a a Corretora de Arte.com!
&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Gabriel Orozco expõe na Tate Modern</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=181</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/220120111818_ooo.jpg">Um dos mais criativos nomes da contemporaneidade, o mexicano Gabriel Orozco acaba de ter inaugurada uma retrospectiva de sua obra na Tate Modern, em Londres. A mostra tem curadoria de Jessica Morgan, algu&eacute;m que com o passar dos anos tornou-se uma verdadeira especialista em analisar a produ&ccedil;&atilde;o do artista.

&ldquo;Passei o &uacute;ltimo ano imersa no estranho e maravilhoso universo de Orozco. Reunir tantos trabalhos, de tantas fases, &eacute; fruto de um processo fascinante, e muito especial para mim. Essa exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; uma retrospectiva n&atilde;o s&oacute; da arte de Gabriel Orozco, como da minha vida em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua arte&rdquo;.

Conhecido pela constante experimenta&ccedil;&atilde;o, Orozco tem trabalhado incansavelmente em diferentes pa&iacute;ses ao redor do mundo. Suas esculturas, produzidas com objetos encontrados ao acaso, nos permitem investigar os novos sentidos daquilo com que lidamos no cotidiano.

A fascina&ccedil;&atilde;o do artista pelo jogo pode ser confirmada a partir de trabalhos produzidos a partir de uma mesa de bilhar, um tabuleiro de xadrez, e muito mais.

&ldquo;Este tipo de reviravolta inesperada torna o trabalho interessante para os amantes de arte contempor&acirc;nea. A quem Orozco se preocupa em proporcionar uma experi&ecirc;ncia de arte inusitada e cativante&rdquo;, diz a curadora.

Gabriel Orozco
Tate Modern - Londres
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 25 de abril
Entrada: &pound;10.00

Fonte: Supergiba
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Iphones e IPads inspiram exposição de David Hockney em Paris</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=178</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/170120110136_ysl.jpg">O pintor brit&acirc;nico&nbsp;David Hockney&nbsp;reencontrou-se com o desenho quando, deitado na cama, na costa leste da Inglaterra, pegou o iPhone e, empurrado pela pr&oacute;pria natureza de artista, se flagrou a transferir para a pequena tela o nascer do sol que via pela janela.&nbsp;&quot;Eu n&atilde;o teria desenhado a aurora se eu tivesse um l&aacute;pis e um papel &agrave; m&atilde;o. Foi a luminosidade da tela que me incitou&quot;, descreve, no texto feito para a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;David Hockney, Fleurs fra&icirc;ches&nbsp;(flores frescas), em cartaz na Funda&ccedil;&atilde;o Pierre Berg&eacute; - Yves Saint Laurent, em Paris.

A mostra, que fica aberta at&eacute; o dia 30 de janeiro, re&uacute;ne 200 desenhos que Hockney, um dos mais importantes artistas contempor&acirc;neos, fez sobre iPhones e iPads.&nbsp;As imagens que chegam a p&uacute;blico surgiram nesse mesmo quarto com vista para o nascer do sol. O espa&ccedil;o, conta Hockney, era diariamente decorado com flores frescas.&nbsp;&quot;Aprender a desenhar &eacute; aprender a olhar e aprender a olhar n&atilde;o faz mal a ningu&eacute;m&quot;, ensina, no texto da exposi&ccedil;&atilde;o.

Hockney, que j&aacute; foi chamado de &quot;o pintor mais c&eacute;lebre do mundo&quot;, e teve suas imagens da Calif&oacute;rnia transformadas em s&iacute;mbolo do hedonismo da sociedade atual, andava desaparecido do grande circuito. N&atilde;o expunha em Paris desde 1999.&nbsp;E ele observou que, se no iPad mudar&aacute; muita coisa, da imprensa escrita &agrave; nossa rela&ccedil;&atilde;o com a tela da TV, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel achar que as artes pl&aacute;sticas passar&atilde;o ao largo do seu impacto. Seus desenhos, que perderiam todo o sentido se fossem impressos, uma vez que ganham vida apenas com a luminosidade da tela, procuram capturar algo que &eacute; espec&iacute;fico das novas tecnologias.
&nbsp;
Fleurs fra&icirc;ches&nbsp;|&nbsp;David Hockney
Funda&ccedil;&atilde;o Pierre Berg&eacute; - Yves Saint Laurent - Paris
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 30 de janeiro
Entrada: 10&nbsp;&euro;

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pinturas de Paula Ângela retratam interior do nordeste</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=177</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/170120110110_outras-estorias.jpg">Representando de forma l&uacute;dica a est&eacute;tica popular nordestina, a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Outras Est&oacute;rias, da artista pl&aacute;stica Paula &Acirc;ngela, est&aacute; aberta para visita&ccedil;&atilde;o no Ciranda Caf&eacute; Cultura &amp; Artes, no Rio Vermelho. A mostra, que tem entrada franca, apresenta pinturas e esculturas inspiradas em situa&ccedil;&otilde;es que a artista presenciou desde sua inf&acirc;ncia. Com a curadoria de Pablo Lucena, a exposi&ccedil;&atilde;o utiliza-se de tra&ccedil;os marcados pela mem&oacute;ria popular e chega a ser considerada uma biografia.

O trabalho que hoje &eacute; desenvolvido por Paula &Acirc;ngela &eacute; uma cria&ccedil;&atilde;o l&uacute;dica, atrav&eacute;s do retrato da realidade, que contempla tr&ecirc;s aspectos: Social, Biogr&aacute;fico e Homenagem. Natural da Para&iacute;ba, a artista viveu sua inf&acirc;ncia em Alagoa Grande e no engenho Cachoeira em Areia. Nesses locais, sempre teve uma proximidade com o artesanato, podendo adquirir muitas lembran&ccedil;as valiosas, tanto pelo registro etnogr&aacute;fico social, como pelo recorte peculiar daquela sociedade.


Outras Est&oacute;rias |&nbsp;Paula &Acirc;ngela
Ciranda Caf&eacute; Cultura e Artes
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 31 de janeiro
Entrada Gratuita


Fonte: iBahia.com</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>MIS expõe vencedores de prêmio de fotografia</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=176</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/170120110105_phtsny.jpg">O Museu da Imagem e dom Som apresenta a Mostra do Pr&ecirc;mio Internacional Sony de Fotografia / World Photography Awards Exhibition. Pela primeira vez em S&atilde;o Paulo, a exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; composta por imagens vencedoras do Pr&ecirc;mio Internacional de Fotografia 2010, por fotos do programa Sudent Focus e da campanha da UNICEF, A Photo Pledge for Children&rsquo;s Rights Award.&nbsp;

A exposi&ccedil;&atilde;o ir&aacute; combinar fotografias impressas e m&iacute;dias digitais e tamb&eacute;m incluir&aacute; uma sele&ccedil;&atilde;o de vencedores brasileiros dos Pr&ecirc;mios Internacionais de fotografia de 2008, 2009 e 2010.

Al&eacute;m da exposi&ccedil;&atilde;o, a WPO e o MIS realizam uma s&eacute;rie de eventos, incluindo palestras e workshops voltados tanto para fot&oacute;grafos profissionais como para amadores, estudantes e interessados em geral. Confira os eventos relacionados abaixo.


Mostra do Pr&ecirc;mio Internacional Sony de Fotografia&nbsp;
Museu da Imagem e do Som - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 20 de mar&ccedil;o
Entrada: R$ 4
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Casa de leilões Cristie´s espera um bom 2011 para o mercado</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=175</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/170120110101_gaugin-original-237.jpg">&nbsp;A casa Christie's vai colocar &agrave; venda obras de arte no valor de US$ 114-168 milh&otilde;es em seu primeiro grande leil&atilde;o de 2011, incluindo uma natureza-morta de Paul Gauguin criada em homenagem a seu amigo Vincent Van Gogh.

V&aacute;rios recordes do mercado de arte foram derrubados em 2010, a despeito das preocupa&ccedil;&otilde;es com a fragilidade da economia mais ampla, e as estimativas para o leil&atilde;o noturno de arte impressionista e moderna marcado para 9 de fevereiro s&atilde;o as segundas mais altas da hist&oacute;ria para um leil&atilde;o equivalente da Christie's em Londres.

&quot;2010 representou um marco para o mercado da arte, que assistiu a leil&otilde;es e resultados recordes&quot;, disse Giovanna Bertazzoni, diretora de arte impressionista e moderna da Christie's Londres.

&quot;Esses bons resultados foram impelidos pela demanda por trabalhos de arte impressionista ou moderna raros ou novos no mercado, trabalhos esses que representaram sete dos dez maiores pre&ccedil;os pagos em leil&otilde;es no ano passado. Seis deles foram superiores a US$ 50 milh&otilde;es&quot;, disse. &quot;A categoria continua a atrair novos colecionadores de mercados consolidados e tamb&eacute;m emergentes, entre os quais China e R&uacute;ssia.&quot;

A maior atra&ccedil;&atilde;o da noite deve ser&nbsp;Nature Morte &agrave; 'L'Esperance, de Gauguin, pintado em 1901 e sendo uma das quatro pinturas de girass&oacute;is feitas pelo artista naquele ano.&nbsp;A tela foi exibida na retrospectiva de Gauguin feita em 1906 e em mais de 20 grandes exposi&ccedil;&otilde;es em museus desde ent&atilde;o, mas n&atilde;o &eacute; vista em p&uacute;blico desde 1989.

O leil&atilde;o tamb&eacute;m ter&aacute; quatro trabalhos da cole&ccedil;&atilde;o do Instituto de Arte de Chicago, dos quais o principal &eacute;&nbsp;Natureza Morta com Viol&atilde;o(Cortinas Vermelhas), de Georges Braque, previsto para ser vendido por entre 3,5 e 5,5 milh&otilde;es de libras.

A expectativa &eacute; que o leil&atilde;o principal levante 55-81 milh&otilde;es de libras e que as obras surrealistas que ser&atilde;o postas &agrave; venda na mesma noite rendam outros 19-28 milh&otilde;es de libras. Entre elas est&atilde;o telas de Rene Magritte e Salvador Dali.

Uma s&eacute;rie de leil&otilde;es diurnos de trabalhos menores, em 10 de fevereiro, teve seu valor estimado em 15-22 milh&otilde;es de libras.

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Mostra homenageia Genaro de Carvalho</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=174</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090120112140_7624-genaro.jpg">Genaro de Carvalho (1926-1971) foi um dos mais importantes artistas baianos e precursores do Modernismo no estado. Agora o artista ganha uma grande retrospectiva sobre sua obra no Museu de Arte da Bahia (MAB).

A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Genaro de Carvalho &ndash; De Mem&oacute;ria: uma Retrospectiva, que tem organiza&ccedil;&atilde;o geral de Nair de Carvalho e curadoria de Alejandra Mu&ntilde;oz, &nbsp;tem como objetivo apresentar a obra do artista para as novas gera&ccedil;&otilde;es.

Reconhecido nacional e internacionalmente por suas pinturas, desenhos e murais, Genaro deu &agrave; tape&ccedil;aria um novo status, elevando-a &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de obra de arte. O que tornou-lhe fundador da moderna tape&ccedil;aria brasileira.&nbsp;Ele produziu ainda estampas, figurinos, sapatos, objetos de design e m&oacute;veis, que, pela primeira vez, estar&atilde;o ao lado de algumas das suas principais obras, montando um panorama completo de sua trajet&oacute;ria, com cerca de 70 pe&ccedil;as em exposi&ccedil;&atilde;o at&eacute; 13 de fevereiro de 2011.


Genaro de Carvalho &ndash; De Mem&oacute;ria: uma Retrospectiva
Museu de Arte da Bahia
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 13 de fevereiro
Entrada Gratuita
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Esculturas de Petah Coyne em cartaz em Massachusetss</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=173</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090120112038_petah-coyne-small-jpeg-16.jpg">A americana Petah Coyne usa animais empalhados, pe&ccedil;as de carros, cera e feno para criar trabalhos refinados, em que&nbsp;mescla esses materiais - que podem parecer incompat&iacute;veis ou de mau gosto - e os transforma em marcantes esculturas.&nbsp;Os trabalhos de Coyne est&atilde;o expostos no MASS MoCA, 0 museu de arte contempor&acirc;nea de Massachusetts, Estados Unidos.

A exibi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Everything That Rises Must Converge&nbsp;&eacute; uma retrospectiva das obras feita pela artista nos &uacute;ltimos dez anos.&nbsp;Inspiradas na literatura, no cinema, na pol&iacute;tica e em experi&ecirc;ncias pessoais, suas obras fazem alus&otilde;es &agrave; vida, &agrave; morte, e a conceitos como vulnerabilidade e agressividade.

Everything That Rises Must Converge&nbsp;|&nbsp;Petah Coyne
Massachusetts&nbsp;Museum of Contemporary Art &nbsp;- North Adams
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 3 de abril de 2011.&nbsp;
Entrada: U$15
&nbsp;
Fonte: Revista Zupi</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Em Brasília, coletiva discute universo infantil</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=172</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090120112023_mirada-desobediente2.jpg">&nbsp;A inf&acirc;ncia pode ser vista como um momento de magia e de liberdade, mas &eacute; o tom cruel, ir&ocirc;nico e nost&aacute;lgico que sobressai em&nbsp;Mirada desobediente &mdash; Do pueril ao infantil, em cartaz no Espa&ccedil;o Cultural 508 Sul.

O curador Matias Monteiro reuniu trabalhos de 14 artistas de Bras&iacute;lia para refletir sobre aspectos do universo infantil e conseguiu extrair olhares nada pueris e bastante contundentes.&nbsp;

Monteiro partiu da pr&oacute;pria pesquisa desenvolvida em tese de mestrado para chegar ao formato de Mirada desobediente. A inf&acirc;ncia pode evocar sentimentos ing&ecirc;nuos, mas n&atilde;o s&atilde;o esses o foco dos artistas. &ldquo;Na psican&aacute;lise, a gente v&ecirc; que o infantil n&atilde;o se restringe &agrave; crian&ccedil;a, est&aacute; no adulto tamb&eacute;m&rdquo;, repara o curador. Houve uma &eacute;poca em que crian&ccedil;as e adultos partilhavam um mundo semelhante. Monteiro lembra que foram as ideias iluministas as respons&aacute;veis por separar claramente as pr&aacute;ticas infantis da vida adulta. A concep&ccedil;&atilde;o de inf&acirc;ncia e infantilidade s&atilde;o, portanto, coisas distintas na proposta do curador, mas se encontram na maioria dos trabalhos.
&nbsp;
Mirada desobediente &mdash; Do pueril ao infantil
Espa&ccedil;o Cultural 508 Sul - Bras&iacute;lia
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 15 de fevereiro
Entrada Gratuita


Fonte: Correio Brasiliense</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Obra de José Resende encontra Rodin</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=171</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030120111655_pg068.jpg">Neste ver&atilde;o, o p&uacute;blico baiano vai poder conhecer um pouco mais sobre o trabalho e a trajet&oacute;ria de Jos&eacute; Resende, um dos principais artistas contempor&acirc;neos do pa&iacute;s. Est&aacute; em cartaz ate o dia 27 de fevereiro, no Palacete das Artes - Rodin Bahia, a montagem inspirada pela obra liter&aacute;ria de um dos mais representativos poetas lusitanos, Luis Vaz de Cam&otilde;es &ndash; de onde o artista retirou o t&iacute;tulo da mostra: Correm Turvas as &Aacute;gua Deste Rio. &nbsp;
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o faz parte do Programa Quarta Dimens&atilde;o, que pretende estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o entre a tridimensionalidade da obra de Rodin, mestre da escultura moderna (cujas obras est&atilde;o expostas no Casar&atilde;o do Palacete) e a tridimensionalidade contempor&acirc;nea de artistas brasileiros j&aacute; consagrados, como Mario Cravo Neto, Walt&eacute;rcio Caldas, Tunga e, agora, Jos&eacute; Resende. A proposta de Resende se inspirou na id&eacute;ia de superf&iacute;cie, da &aacute;rea das esculturas do artista franc&ecirc;s propensas ao toque.&nbsp;
&nbsp;
Est&atilde;o em exposi&ccedil;&atilde;o diferentes momentos da trajet&oacute;ria do artista e trabalhos em diversos materiais, como nylon, parafina, chumbo, correntes de ferro, pap&eacute;is absorventes e tinta que, juntos, formam superf&iacute;cies extensas e particularmente expressivas, onde um material l&iacute;quido se funde a outro antes de se solidificarem.
&nbsp;


Correm Turvas as &Aacute;gua Deste Rio | Jos&eacute; Resende
Palacete das Artes - Rodin Bahia
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 27 de fevereiro
Entrada gratuita

&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Museu do Prado expõe Rubens nas suas galerias e na internet</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=170</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030120111635_as-tres-gracas.jpg">As obras do pintor flamengo Peter Paul Rubens que se encontram no Museu do Prado, em Madri, agora est&atilde;o dispon&iacute;veis tamb&eacute;m no site do museu, gra&ccedil;as ao v&iacute;deo interativo&nbsp;Rubens 360&deg;.

Com esta &quot;iniciativa pioneira&quot;, o museu madrileno convida os internautas a explorar &quot;cada um dos quadros de Rubens que est&atilde;o expostos no Prado&quot;, explicou em um comunicado.

&quot;A novidade est&aacute; na possibilidade de explorar as obras expostas ao clicar sobre cada uma delas e acessar sua imagem em alta resolu&ccedil;&atilde;o, acompanhada por informa&ccedil;&otilde;es complementares em texto, &aacute;udio ou v&iacute;deo&quot;, explica, em nota, o museu.

Concretamente, o v&iacute;deo permite que os internautas acessem os conte&uacute;dos interativos tais como as fichas t&eacute;cnicas dos quadros de Rubens ou os v&iacute;deos explicativos. Entre as obras que podem ser dissecadas pelos usu&aacute;rios do site est&atilde;o&nbsp;As Tr&ecirc;s Gra&ccedil;as&nbsp;e&nbsp;Diana e suas Ninfas Surpreendidas por S&aacute;tiros.

Em janeiro de 2009, o Museu do Prado j&aacute; havia inovado ao se aliar com o Google Earth para propor aos internautas a visualiza&ccedil;&atilde;o em detalhes de 14 quadros, tais como&nbsp;Las Meninas, de Vel&aacute;zquez,&nbsp;O Jardim das Del&iacute;cias, de Hieronymus Bosch,&nbsp;O Tr&ecirc;s de Maio, de Goya,&nbsp;&Aacute;rtemis, de Rembrandt, ou ainda&nbsp;Homem com a M&atilde;o ao Peito, de El Greco.
&nbsp;
J&aacute; o visitante que for at&eacute; o museu - que&nbsp;possui uma das maiores cole&ccedil;&otilde;es de Rubens do mundo - ter&aacute; a oportunidade de ver as 90 obras&nbsp;distribu&iacute;das&nbsp;lado a lado, num estilo despretencioso e interessante de montagem, que utilizou crit&eacute;rio cronol&oacute;gico para dispor as obras lado a lado


Rubens
Museu do Prado - Madri
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 23 de janeiro

Entrada: 7 &euro;

&nbsp;



Fontes: Folha de S&atilde;o Paulo, Artetropia
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arte contemporânea perde um dos seus maiores colecionadores</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=169</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030120111617_5_barnet_will.jpg">&nbsp;O financista de Wall Street e colecionador de arte contempor&acirc;nea Roy Neuberger morreu no dia 24 de dezembro, em Manhattan, aos 107 anos de idade, informou o jornal The New York Times.
&nbsp;
Grande amante da arte, o colecionador criou em 1974 o Neuberger Museum of Art, no norte de Nova York, onde s&atilde;o expostas centenas de pinturas e esculturas de artistas como Milton Avery, Georgia O'Keeffe, Edward Hopper Willem de Kooning e Jackson Pollock, entre outros. Desde ent&atilde;o, sua cole&ccedil;&atilde;o se estendeu pelos Estados Unidos e p&ocirc;de ser contemplada em mais de 70 institui&ccedil;&otilde;es de 24 estados.
&nbsp;
Nascido em Bidgeport, Conneticut, em 1903, Neuberger era considerado um dos principais colecionadores de arte contempor&acirc;nea do mundo e, em 2007, recebeu a Medalha Nacional das Artes dos EUA.&nbsp;&nbsp;Em 1965 ele foi retratado por &nbsp;Will Barnet no quadro&nbsp;Frontispiece&nbsp;Portrait of RNN.

Fonte: G1
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Museu Brasileiro da Escultura apresenta artista belga</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=168</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030120111555_carole4.jpg">As pe&ccedil;as da belga Carole Solvay est&atilde;o expostas no Museu Brasileiro da Escultura, em S&atilde;o Paulo, na mostra intitulada&nbsp;Os desenhos secretos de Carole Solvay. Apesar do nome, a exposi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o apresenta desenhos tradicionais, mas sim instala&ccedil;&otilde;es e esculturas feitas com materiais incomuns, como plumas de aves.

A maior inspira&ccedil;&atilde;o da artista &eacute; a natureza. Carole explorou a floresta Soignes, em Bruxelas, analisando as transforma&ccedil;&otilde;es pelas quais elementos como a vegeta&ccedil;&atilde;o e os animais passavam durante a mudan&ccedil;a de esta&ccedil;&otilde;es do ano. Os tons neutros, como branco, cinza e negro, transmitem a leveza, transpar&ecirc;ncia e fragilidade que a artista enxerga no meio ambiente.

Apesanteurs - Os desenhos secretos de Carole Solvay
Museu Brasileiro da Escultura - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 9 de janeiro de 2011
Entrada gratuita

Fonte: Revista Zupi
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Boas Festas!</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=167</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/271220102124_feliz_2011.jpg">Neste fim de ano, a Fabio Pena Cal Galeria de Arte agradece a todos aqueles que ajudaram a tornar 2010 um ano importante, de muitos aprendizados e conquistas. Alcan&ccedil;amos mais visibilidade, realizamos novas parcerias, estivemos ao lado de novos artistas e diversificamos nossas atividades, nos esfor&ccedil;ando para oferecer o melhor das artes visuais, tanto nas obras do nosso acervo, quanto nas informa&ccedil;&otilde;es disponibilizadas atrav&eacute;s de nosso site. Em todos estes momentos, contamos com o apoio e a participa&ccedil;&atilde;o de cada um de voc&ecirc;s.

Por isso, desejamos a todos um Feliz Ano Novo!
&nbsp;
Que 2011 chegue trazendo mais aprendizados e realiza&ccedil;&otilde;es. 
Que o poder transformador da arte inspirem cada um de n&oacute;s em nossas vidas - seja atrav&eacute;s da beleza da sua delicadeza ou do poder da sua for&ccedil;a!&nbsp;
&nbsp;
&quot;Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes, a arte de viver. &quot;
(Bertold Brecht)
&nbsp;
Feliz 2011!!!
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Marcos Chaves expõe vento no Palácio da Aclamação </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=166</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/261220102224_03evento.jpg">Em cartaz no Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o, a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Evento, do artista carioca Marcos Chaves transforma o elemento ar em protagonista, atrav&eacute;s de um&nbsp;site specific&nbsp;que cria diferentes efeitos do vento em sua rela&ccedil;&atilde;o com o espa&ccedil;o.&nbsp;

A montagem &eacute; composta por tr&ecirc;s obras que surgiram a partir da ideia de criar um circuito do vento dentro do Pal&aacute;cio, como se ele estivesse passando pelas salas, causando um efeito diferente em cada uma delas. No Hall de Entrada do pr&eacute;dio hist&oacute;rico o artista cria um mobile em que mesas, cadeiras e camas &ldquo;flutuam&rdquo;, formando uma esp&eacute;cie de efeito de furac&atilde;o.

Na Sala de Banquetes, o artista cria um clima de devasta&ccedil;&atilde;o, como se depois de levantar os m&oacute;veis o vento tivesse passado pelo ambiente e deixado tudo fora do lugar. A pretens&atilde;o do artista &eacute; mostrar &nbsp;&ldquo;o registro da devasta&ccedil;&atilde;o ou do equil&iacute;brio prec&aacute;rio&rdquo;, &nbsp;que o p&uacute;blico poder&aacute; observar apenas pelo lado de fora, &ldquo;quase como se fosse uma foto&rdquo;.

Por fim, no Sal&atilde;o Nobre do Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o, ventiladores criam a sensa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica do ar, como se o vento estivesse &ldquo;aprisionado&rdquo; no espa&ccedil;o vazio.

&nbsp;
Evento&nbsp;| Marcos Chaves&nbsp;
Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 27 de fevereiro de 2011
Entrada Gratuita
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>MoMA expõe vídeos de Andy Warhol</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=165</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/261220102221_ndwrhl.jpg">O&nbsp;artista Andy Warhol pode ser conhecido sobretudo por seus silk-screens em cores fortes e suas s&aacute;tiras inteligentes da cultura pop, mas uma exposi&ccedil;&atilde;o no Museu de Arte Moderna de Nova York foca seus filmes mudos, com frequ&ecirc;ncia densos. A mostra&nbsp;Andy Warhol - Motion Pictures&nbsp;apresenta 14 &quot;screen tests&quot; (testes de tela)&nbsp; - retratos curtos, silenciosos e em preto-e-branco de amigos do artista - e tamb&eacute;m alguns de seus trabalhos mais longos.

Os &quot;screen tests&quot; &nbsp;foram escolhidos entre quase 500 curtas-metragens feitas por Warhol entre 1964 e 1966. Vistos em conjunto, eles representam um &quot;quem &eacute; quem&quot; do cen&aacute;rio art&iacute;stico de Nova York na &eacute;poca.

&quot;Uma das coisas que torna esses 'screen tests' t&atilde;o instigantes n&atilde;o &eacute; apenas o interesse que Warhol sentia pelas celebridades, mas, o seu interesse em repensar toda a ideia da cria&ccedil;&atilde;o de retratos nos anos 1960&quot;, disse Glenn Lowry, diretor do Museu de Arte Moderna.

O m&uacute;sico Lou Reed, a escritora Susan Sontag, a socialite Edie Sedgwick, o poeta Allen Ginsberg, o ator Dennis Hopper e outros est&atilde;o nos filmes. As proje&ccedil;&otilde;es brilham em preto-e-branco n&iacute;tidos. Lou Reed olha fixamente para a c&acirc;mera, e a barba e cabeleira escuras de Allen Ginsberg desaparecem na sombra do quadro.

Os curadores do museu tamb&eacute;m inclu&iacute;ram alguns dos filmes mais complexos e pesados de Warhol, como Eat,&nbsp;Sleep&nbsp;e&nbsp;Empire. No trecho de 86 minutos mostrado do filme&nbsp;Sleep, que tem mais de cinco horas de dura&ccedil;&atilde;o e no qual Warhol filmou o poeta John Giorno, o artista por vezes parece brincar com o espectador, incluindo momentos totalmente parados, que est&atilde;o nos limites entre a imagem em movimento e a fotografia.

O p&uacute;blico tamb&eacute;m poder&aacute; assistir ao filme mudo de oito horas de dura&ccedil;&atilde;o&nbsp;Empire, sobre o arranha-c&eacute;u desse nome em Manhattan, ou Kiss, que mostra 13 casais se abra&ccedil;ando e beijando.

Motion Pictures | Andy Warhol
Museum of Modern Art - Nova York
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 21 de mar&ccedil;o
Entrada: U$ 20

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Painéis de Portinari retornam ao Brasil</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=164</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/261220102211_guerra_e_paz_de_candido_portinari.jpg">Foi inaugurada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a exposi&ccedil;&atilde;o dos pain&eacute;is&nbsp;Guerra&nbsp;e&nbsp;Paz&nbsp;&ndash; &nbsp;obras consideradas o grande momento da carreira de C&acirc;ndido Portinari &ndash; que voltam a ser apresentados no local depois de 54 anos.

Guerra e Paz s&atilde;o dois pan&eacute;is de 14 x 10 m de largura, &nbsp;produzidos entre 1953 e 1956, encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU) em Nova York, mas antes de partirem, em 1956, tamb&eacute;m foram expostos numa cerim&ocirc;nia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.&nbsp;Cinq&uuml;enta e quatro anos depois, em dezembro de 2010, ambos os pain&eacute;is sa&iacute;ram da sede da ONU e voltaram ao Teatro Municipal do Rio de Janeiro, gra&ccedil;as aos esfor&ccedil;os do filho de Portinari.&nbsp;Em janeiro, os pain&eacute;is ir&atilde;o para o Pal&aacute;cio Gustavo Capanema, onde ser&atilde;o restaurados em ateli&ecirc; aberto &agrave; popula&ccedil;&atilde;o at&eacute; maio de 2011.&nbsp;

Do Rio, as pinturas far&atilde;o uma itiner&acirc;ncia at&eacute; 2013, passando pelo Grand Palais, em Paris, Memorial da Paz de Hiroshima, Jap&atilde;o, Audit&oacute;rio Municipal de Oslo (onde ficar&atilde;o expostos durante a entrega do Pr&ecirc;mio Nobel da Paz daquele ano) e no Museu de Arte Moderna de Nova York.&nbsp;J&aacute; os 180 estudos preparat&oacute;rios para a pintura dos pain&eacute;is Guerra e Paz&nbsp;ser&atilde;o reunidos, pela primeira vez no Brasil, procedentes de diversas cole&ccedil;&otilde;es particulares no pa&iacute;s e no mundo, em S&atilde;o Paulo, nos meses de julho e agosto de 2011.


Guerra e Paz | C&acirc;ndido Portinari
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 30 de dezembro
Entrada Gratuita

Fontes: Bras&iacute;lia Confidencial, Wikipedia</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Masp expõe pintura da Alemanha pós-Muro</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=163</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/181220101904_se-nao-neste-tempo.jpg">Constantemente decretada como morta em exerc&iacute;cios de futurismo, a pintura continua a revelar focos criativos. Um painel abrangente do g&ecirc;nero pode ser apreciado na excelente coletiva&nbsp;Se N&atilde;o Neste Tempo &mdash; Pintura Alem&atilde; Contempor&acirc;nea: 1989-2010,&nbsp;que mostra obras produzidas nas duas &uacute;ltimas d&eacute;cadas na Alemanha reunificada, p&oacute;s-Muro.

&nbsp;
Formada por 83 obras de 26 artistas, a mostra foi organizada exclusivamente para o Masp, sendo que&nbsp;o normal, em grandes exposi&ccedil;&otilde;es internacionais, &eacute; trazer uma montagem que j&aacute; venha circulando por outros pa&iacute;ses. A sele&ccedil;&atilde;o revela-se variada e organizada por n&uacute;cleos e estilos. H&aacute; desde a figura&ccedil;&atilde;o do &oacute;timo Gerhard Richter, cujos &oacute;leos discutem a rela&ccedil;&atilde;o entre telas e fotografias e estimulam as no&ccedil;&otilde;es de realismo do espectador, at&eacute; os tra&ccedil;os violentos e expressionistas de Jonathan Meese, passando pela abstra&ccedil;&atilde;o geom&eacute;trica de Thomas Scheibitz e pela inflex&atilde;o pol&iacute;tica de Werner T&uuml;bke. Tim Eitel retrata pessoas em passeios por museus e galerias, ao passo que Tatjana Doll revisita Guernica com tra&ccedil;os propositalmente toscos.
&nbsp;
Se N&atilde;o Neste Tempo &mdash; Pintura Alem&atilde; Contempor&acirc;nea: 1989-2010.
Museu de Arte de S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 30 de janeiro de 2011
Entrada: R$ 15

Fonte: Veja S&atilde;o Paulo
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição sobre Beuys chega a Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=162</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/181220101812_joseph_beuys_a_revolucao_somos_nos_capa_do_folder_baixa.jpg">A maior retrospectiva j&aacute; dedicada &agrave; obra do artista alem&atilde;o Joseph Beuys no Brasil est&aacute; em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia.&nbsp;A exposi&ccedil;&atilde;o Joseph Beuys &ndash; A Revolu&ccedil;&atilde;o Somos N&oacute;s&nbsp;re&uacute;ne 250 obras criadas de 1964 a 1986, entre cartazes, m&uacute;ltiplos e v&iacute;deos.
&nbsp;
A produ&ccedil;&atilde;o representada pela exposi&ccedil;&atilde;o corresponde a um per&iacute;odo de intensa atividade pol&iacute;tica, durante o qual Beuys participa inclusive da funda&ccedil;&atilde;o do partido ambientalista alem&atilde;o Os Verdes, cria a Organiza&ccedil;&atilde;o pela Democracia Direta por Plebiscito e funda a Universidade Livre Internacional (F.I.U.), institui&ccedil;&atilde;o de ensino livre com v&aacute;rias sedes na Europa.&nbsp;Nesse per&iacute;odo, Beuys agrega &agrave;s exposi&ccedil;&otilde;es e performances debates e encontros nos quais defende a ideia de &quot;escultura social&quot; &ndash; a transforma&ccedil;&atilde;o da sociedade como obra art&iacute;stica coletiva, para a qual todo homem, como ser criativo, est&aacute; apto.
&nbsp;&nbsp;
A cole&ccedil;&atilde;o de 200 cartazes que est&aacute; no MAM &eacute; a maior da Europa e aparece reunida em sua totalidade pela primeira vez. Pertencente ao italiano Luigi Bonotto, colecionador tamb&eacute;m de documentos e obras do grupo Fluxus, &eacute; uma amostra significativa dos trezentos cartazes produzidos por Beuys ao longo das d&eacute;cadas de 1970 e 1980. Eles atestam um percurso intenso de exposi&ccedil;&otilde;es, performances, encontros, debates, proje&ccedil;&otilde;es, eventos e revelam o uso da m&iacute;dia como ve&iacute;culo de ideias e slogans.

Joseph Beuys &ndash; A Revolu&ccedil;&atilde;o Somos N&oacute;s
Museu de Arte Moderna da Bahia
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 13 de fevereiro de 2011
Entrada Gratuita

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pinturas realistas em exposição na Califórnia</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=161</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/181220101631_pakayla2.jpg">Um dos destaques da mostra&nbsp;The New Realism -&nbsp;que acontece at&eacute; 31 de dezembro na Galeria Thinkspace, na cidade de Culver, Calif&oacute;rnia -,&nbsp;Pakayla Biehn &eacute; uma pintora fotorrealista com uma peculiaridade interessante: suas obras n&atilde;o reproduzem a est&eacute;tica fotogr&aacute;fica comum, mas sim, a de imagens com efeito de dupla exposi&ccedil;&atilde;o.

Munida de tinta &agrave; &oacute;leo e acr&iacute;lica, al&eacute;m de uma boa dose de talento, a artista reproduz em suas telas o instigante efeito fotogr&aacute;fico alcan&ccedil;ado pela exposi&ccedil;&atilde;o de um negativo duas vezes. N&atilde;o por acaso, a s&eacute;rie de pinturas leva o nome de&nbsp;&quot;Double Exposure&quot;.

The New Realism
Galeria Thinkspace - Estados Unidos
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 31 de dezembro de 2001
Entrada Gratuita


Fonte: Revista Zupi</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Playboy leiloa Dali e Pop Art</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=160</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/181220101600_mouth.jpg">A consagrada revista Playboy promoveu no m&ecirc;s de dezembro um leil&atilde;o hist&oacute;rico, que inclu&iacute;a pe&ccedil;as de nomes como Salvador Dali, al&eacute;m de fotografias que marcaram o ide&aacute;rio imag&eacute;tico do s&eacute;culo 20.&nbsp;Apenas parte da extensa cole&ccedil;&atilde;o de obras de arte e fotografias foi posta &agrave; venda no leil&atilde;o, que teve como destaque a pintura &quot;Mouth 8&quot; (1966), do artista norte-americano Tom Wesselmann, vendida por US$ 1.874.500.

Os sedutores l&aacute;bios vermelhos da obra - pintados em &oacute;leo e acr&iacute;lico por este integrante do movimento do Pop Art e conhecido por seus impactantes nus femininos - n&atilde;o chegaram a atingir, no entanto, o pre&ccedil;o especulado previamente, que se situava entre US$ 2 milh&otilde;es e US$ 3 milh&otilde;es.

Entre as pe&ccedil;as de destaque do leil&atilde;o, realizado na Christie's, em Nova York, estava tamb&eacute;m a famosa pintura Playmate, elaborada em 1966 pelo espanhol Salvador Dal&iacute; (1904-1989) a pedido da revista. A obra acabou sendo vendida por US$ 266.500, superando as expectativas que giravam entre US$ 100 mil e US$ 150 mil. Playmate&nbsp;foi inclu&iacute;da na edi&ccedil;&atilde;o de janeiro de 1967 da revista e estava pendurada at&eacute; pouco tempo atr&aacute;s no quarto de Hefner, na conhecida Mans&atilde;o Playboy, em Beverly Hills, Calif&oacute;rnia.

A Playboy come&ccedil;ou a circular em 1953 com um dos mitos er&oacute;ticos do s&eacute;culo 20 e uma das principais protagonistas deste leil&atilde;o: Marilyn Monroe (1926-1962).&nbsp;Entre as v&aacute;rias fotografias leiloadas da musa loira, destacou-se a imagem na qual Marilyn cumprimenta o p&uacute;blico durante sua participa&ccedil;&atilde;o como madrinha do desfile da Miss Am&eacute;rica em 1952, capa do primeiro n&uacute;mero da Playboy. A imagem foi vendida por US$ 14 mil.

Brigitte Bardot, outro emblema feminino da s&eacute;tima arte e musa sensual da Fran&ccedil;a nos anos 50 e 60, tamb&eacute;m foi centro das aten&ccedil;&otilde;es dos compradores.&nbsp;A cole&ccedil;&atilde;o Playboy ofereceu um retrato de corpo inteiro no qual a atriz, vestida apenas de calcinha, cobre os seios com as m&atilde;os e seus longos cabelos loiros.&nbsp;A foto, que estampou a capa de mar&ccedil;o de 1958 da Playboy, foi vendida por US$ 23.750, superando todas as expectativas, estimadas entre US$ 4 mil e US$ 6 mil.

Com o t&iacute;tulo The Year of The Rabbit&nbsp;(O Ano do Coelho) - em homenagem ao famoso logotipo da Playboy, criado pelo artista Art Paul -, o leil&atilde;o ofereceu numerosas obras de arte e fotografias de nus de algumas das mulheres mais famosas e desejadas das &uacute;ltimas d&eacute;cadas, expostas na revista fundada por Hugh Hefner em 1953.&nbsp;Ao todo, o valor total das obras leiloadas na Christie's passou dos US$ 2,9 milh&otilde;es.

Fonte: Uol</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arnaldo Antunes participa de coletiva no Pelourinho</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=159</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/141220102033_5206115389_ff8cc654ae.jpg">Os artistas Arnaldo Antunes, Fernando Laszlo e Walter Silveira apresentam na Galeria Solar Ferr&atilde;o a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Luzescrita. Juntos, eles assinam obras in&eacute;ditas, criadas a partir de poemas escritos por Walter e Arnaldo, fotografados por Fernando Laszlo, e transformadas em objetos e instala&ccedil;&otilde;es pelos tr&ecirc;s artistas. O resultado dessas experi&ecirc;ncias feitas com luz e poesia desde 2002 poder&aacute; ser visto at&eacute; o dia 13 de fevereiro, no Pelourinho.

Como o nome sugere, todas as obras que os artistas apresentam na exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Luzescrita&nbsp;exploram as rela&ccedil;&otilde;es entre a palavra escrita e a imagem &ndash; e mais especificamente com a luminosidade. &ldquo;Esse t&iacute;tulo, na verdade, &eacute; uma tradu&ccedil;&atilde;o literal da palavra fotografia (do latim)&rdquo;, explica Walter.
&nbsp;
Mas, mesmo com os jogos de palavras e com a parceria entre as letras e a imagem, os artistas descartam uma liga&ccedil;&atilde;o direta coma poesia concreta e preferem n&atilde;o definir o resultado do trabalho.&nbsp;&ldquo;N&atilde;o sei se podemos chamar as obras desta exposi&ccedil;&atilde;o de poesia concreta. Podemos chamar de poesia mais fotografia, mais algumas outras coisas... Mas, sem d&uacute;vida, &eacute; um projeto devedor &agrave; tradi&ccedil;&atilde;o da poesia concreta&rdquo;, completa Arnaldo Antunes.&nbsp;

Luzescrita | Arnaldo Antunes, Fernando Laszlo, Walter Silveira
Galeria Solar Ferr&atilde;o
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 13 de fevereiro
Entrada Gratuita
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Coletiva leva grandes nomes brasileiros a Nova Yorque</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=158</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/111220101111_adriana_varejao.jpg">Marepe, Adriana Varej&atilde;o, osgemeos, Jac Leiner e Luiz Zerbini s&atilde;o alguns  dos que participam da exposi&ccedil;&atilde;o &quot;Law of the Jungle&quot; na galeria &nbsp;Lehmann  Maupin, em Nova York. Tiago Carneiro da Cunha, um artista tamb&eacute;m  brasileiro, assina a curadoria da mostra.

A ideia de &quot;Law of the  Jungle&quot; &eacute; mostrar o trabalho de artistas contempor&acirc;neos de diversas  nacionalidades que abordem o tema da sobreviv&ecirc;ncia,&nbsp; pessoal ou  coletiva, incluindo variadas aplica&ccedil;&otilde;es, dentre elas a da sobreviv&ecirc;ncia  nas artes. Entre as obras exibidas est&aacute; Paisagem Canibal, de  Varej&atilde;o - obra que recentemente marcou um recorde para trabalhos da  artista em leil&atilde;o, sendo arrematada por US$ 602.500 d&oacute;lares em evento da  Christie&acute;s - e &quot;Ciclovia&eacute;rea&quot;, de Jarbas Lopes, que integra acervo do  Instituto Inhotim.

Participam de Law of the Jungle os  artistas Adriana Ricardo (Brasil), Adriana Varejao (Brasil), Ashley  Bickerton (Bali), Caetano de Almeida (Brasil), Christopher Knowles e  Robert Wilson (EUA), Efrain Almeida (Brasil), Erika Verzutti (Brasil),  Howard Dyke (Inglaterra), Jac Leirner (Brasil), Jarbas Lopes (Brasil),  Joshua Callaghan (EUA), Liam Gillick (Inglaterra), Luiz Zerbini  (Brasil), Marcos Chaves (Brasil), Malcolm Morley (Inglaterra), Marepe  (Brasil), Marssares (Brasil), osgemeos (Brasil), Paul McDevitt  (Inglaterra), Raul Mour&atilde;o (Brasil), Saint Clair Cemin (Brasil), Shay Kun  (Israel) e Tiago Carneiro da Cunha (Brasil).


Law of the Jungle
Galeria Lehmann Maupin - Nova Yorque
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 29 de janeiro.
Entrada Gratuita

Fonte: Uol</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Vinícius Almeida apresenta individual em São Paulo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=157</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/111220101037_lagrimasdespedro_div290.jpg">O soteropolitano Vin&iacute;cius Almeida leva para Caixa Cultural S&eacute;, em S&atilde;o paulo, a mostra L&aacute;grimas de S&atilde;o Pedro &ndash; Acalento Nordestino.  

O trabalho &eacute; uma refer&ecirc;ncia a novena de S&atilde;o Jos&eacute;, o santo da chuva. O  artista foi buscar inspira&ccedil;&atilde;o no interior da Bahia, na cidade de  Ubirait&aacute; &ndash; regi&atilde;o de origem da sua fam&iacute;lia.Ao todo s&atilde;o seis mil l&acirc;mpadas  incandescentes, cheias d&rsquo;&aacute;gua que ficam presas ao teto, em diferentes  alturas, desenhando as &ldquo;l&aacute;grimas&quot; do t&iacute;tulo. 

A obra est&aacute;  centrada na rela&ccedil;&atilde;o de f&eacute; do sertanejo com a chuva. Durante a novena de  S&atilde;o Jos&eacute;, os fi&eacute;is oferecem ao santo cantigas e ora&ccedil;&otilde;es em troca das  l&aacute;grimas de S&atilde;o Pedro.A fun&ccedil;&atilde;o imediata das l&acirc;mpadas incandescentes  cheias de &aacute;gua &eacute; criar um ambiente no qual o visitante pode se envolver  espacialmente com a obra. 

Soteropolitano de 27 anos, h&aacute; quatro ele desenvolve sua pesquisa com  materiais de baixo custo para constru&ccedil;&atilde;o de linguagem visual e cursa  gradua&ccedil;&atilde;o em artes pl&aacute;sticas na Escola de Belas Artes da Universidade  Federal da Bahia. Vin&iacute;cius utiliza esta mat&eacute;ria de linguagem visual pela  sua re-significa&ccedil;&atilde;o. &ldquo;O vidro da l&acirc;mpada incandescente &eacute; o &uacute;nico que  n&atilde;o pode ser reciclado, o que o torna mudo e sem fun&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s o uso&rdquo;,  explica Vin&iacute;cius.

L&aacute;grimas de S&atilde;o Pedro &ndash; Acalento Nordestino | Vin&iacute;cius Almeida
Caixa Cultura S&eacute; | S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 20 de fevereiro de 2011
Entrada Gratuita

Fonte: Catraca Livre</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Art Basel Miami oferece boas oportunidades em tempos de crise</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=155</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/041220101320_fyodor.jpg">Respeitadas galerias e artistas latino-americanos se encontraram na Art Basel Miami Beach, a maior mostra de arte contempor&acirc;nea dos Estados Unidos, onde o Brasil marca presen&ccedil;a com 11 galerias.
&nbsp;
Nara Roesler, dona da galeria de mesmo nome em S&atilde;o Paulo, disse: &quot;o bom momento econ&ocirc;mico que o Brasil atravessa permite aos artistas sair e se mostrar internacionalmente. Para vender arte &eacute; preciso procurar quem a compre porque os grandes colecionadores n&atilde;o v&atilde;o ao Brasil, v&ecirc;m a locais como este&quot;.
&nbsp;
Com a economia global atravessando um mau momento, muitos investidores veem na crise uma oportunidade para a compra de arte a pre&ccedil;os melhores. Jorge Mara, da galeria Mara La Ruche, de Buenos Aires, disse que este ano ofereceu &quot;op&ccedil;&otilde;es para todos os bolsos&quot; e acredita que muitos colecionadores que est&atilde;o mais retra&iacute;dos pela crise encontram na arte latino-americana &quot;uma op&ccedil;&atilde;o muito boa pela escelente rela&ccedil;&atilde;o pre&ccedil;o-qualidade&quot;.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o contou com representantes de 29 pa&iacute;ses que levaram suas obras a v&aacute;rios pontos da cidade. Com propor&ccedil;&otilde;es&nbsp;monumentais, a mostra tem seu n&uacute;cleo no Centro de Conven&ccedil;&otilde;es de Miami Beach onde, em diferentes espa&ccedil;os, se exp&otilde;em pinturas, desenhos, esculturas, instala&ccedil;&otilde;es, fotografia e v&iacute;deos. Mas esteve presente em outras partes da cidade com programas como o Oceanfront Night (um espa&ccedil;o aberto em frente &agrave; praia).
&nbsp;
Al&eacute;m disso, esculturas e instala&ccedil;&otilde;es de muitos artistas internacionais estiveram em parques e espa&ccedil;os p&uacute;blicos, no programa Art Public, com curadoria do mexicano Patrick Charpenel. &Eacute; o caso de&nbsp;&nbsp;The Great Vodka River, &nbsp;de Fyodor Pavlov, representado pela Galeria Luciana Brito.
&nbsp;
No total, 20 galerias latino-americanas foram selecionadas para participar da exposi&ccedil;&atilde;o, que re&uacute;ne um total de 200 companhias expositoras, a metade delas dos Estados Unidos e grande parte, europeias.
&nbsp;
Obras de Salvador Dal&iacute;, Joan Mir&oacute;, Man Ray, Andy Warhol, Henri Matisse, Pablo Picasso e Le Corbusier, entre centenas de outros, se misturaram com nomes latino-americanos consagrados, como Jes&uacute;s Soto, Joaqu&iacute;n Torres Garc&iacute;a e figuras emergentes.
&nbsp;
A mostra, caracterizada pela oferta de alto n&iacute;vel art&iacute;stico e grande volume de neg&oacute;cios, oferece obras de museu dos mestres internacionais, avaliadas em milh&otilde;es de d&oacute;lares, mas tamb&eacute;m trabalhos de artistas novos a pre&ccedil;os acess&iacute;veis, na casa de centenas de d&oacute;lares.

Fonte: Terra</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Salvador volta a expor importante coleção de arte sacra</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=154</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/031220101820_fein.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o de longa dura&ccedil;&atilde;o&nbsp;As Imagens da F&eacute; &ndash; Cole&ccedil;&atilde;o Museu Abelardo Rodrigues&nbsp;apresenta cerca de 800 pe&ccedil;as reunindo um conjunto variado de pe&ccedil;as representativas da arte sacra no Brasil.

Com nova expografia e mais pe&ccedil;as expostas, a &quot;Corte Celestial&quot; (que &eacute; como o colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues se referia a sua cole&ccedil;&atilde;o de arte sacra - a terceira maior desse g&ecirc;nero no Brasil e a maior cole&ccedil;&atilde;o particular do pa&iacute;s) pode ser vista pelo p&uacute;blico baiano no Centro Cultural Solar Ferr&atilde;o, no Pelourinho.

Representativas de v&aacute;rias &eacute;pocas, escolas e materiais, as pe&ccedil;as que comp&otilde;em o acervo de Abelardo Rodrigues s&atilde;o a express&atilde;o do trabalho erudito e popular realizado por artes&atilde;os, entre os s&eacute;culos XVII e XX, no Brasil, sobretudo no Nordeste. Retratam, ainda, a riqueza e a diversidade da arte sacra brasileira, demonstrando as varias tend&ecirc;ncias e o fortalecimento das identidades regionais.
&nbsp;
Fazem parte da cole&ccedil;&atilde;o os crucifixos, orat&oacute;rios, maquinetas, imagens, pinturas e fragmentos de talha adquiridos pelo colecionador ao longo de sua vida.
&nbsp;
As Imagens da F&eacute; &ndash; Cole&ccedil;&atilde;o Museu Abelardo Rodrigues
Centro Cultural Solar Ferr&atilde;o - Pelourinho
Visita&ccedil;&atilde;o: Exposi&ccedil;&atilde;o de longa &nbsp;dura&ccedil;&atilde;o
Entrada Gratuita
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>José Bechara ganha retrospectiva no MAM-Rio</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=153</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/031220101752_mmr.jpg">No Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro&nbsp;&ldquo;Jos&eacute; Bechara &ndash; Fendas, que celebra 20 anos da trajet&oacute;ria de um dos mais reconhecidos artistas do panorama da arte contempor&acirc;nea. A mostra reune um conjunto das obras mais representativas de Jos&eacute; Bechara, em di&aacute;logo com trabalhos recentes e in&eacute;ditos.&nbsp;Fendas&nbsp;ocupar&aacute; com esculturas de grande e m&eacute;dio porte, pinturas, desenhos e fotografias, os tr&ecirc;s mil metros do Espa&ccedil;o Monumental do MAM Rio, no segundo andar.

O artista far&aacute; no pr&oacute;prio local da exposi&ccedil;&atilde;o duas pinturas em vidro da s&eacute;rie&nbsp;Gelosia. No centro do Espa&ccedil;o Monumental estar&aacute; a in&eacute;dita &ldquo;Run&rdquo;, uma imensa escultura, que concretiza um projeto concebido h&aacute; seis anos. A escultura&nbsp;OK, OK Let\'s Talk, foi mostrada na Pinacoteca de S&atilde;o Paulo em 2006, e no Museu Espanhol de Arte Contempor&acirc;nea P&aacute;tio Herreriano, em Valadollid, Espanha.

Fendas&nbsp;tamb&eacute;m apresentar&aacute; desenhos antigos e nunca exibidos, como naturezas mortas feitas em 1991, e recentes, monocrom&aacute;ticos, em grandes dimens&otilde;es. E mostrar&aacute; uma das recentes &ldquo;esculturas gr&aacute;ficas&rdquo;e v&aacute;rias esculturas pequenas da s&eacute;rie&nbsp;Open House. A mostra ter&aacute; ainda um conjunto de fotografias da s&eacute;rie&nbsp;A Casa, de 2002, durante sua resid&ecirc;ncia em Faxinal do C&eacute;u, no Paran&aacute;.
&nbsp;
&ldquo;Fendas&nbsp;deve portanto juntar conjuntos de diferentes meios, e a id&eacute;ia &eacute; que dessa colis&atilde;o, dessa mirada r&aacute;pida, eu possa extrair sentidos e verificar os cruzamentos po&eacute;ticos do conjunto do trabalho&rdquo;, afirma o artista.

Jos&eacute; Bechara &ndash; Fendas
Museu de Arte Moderna - Rio de Janeiro
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 30 de janeiro de 2011
Entrada: R$8,00


Fonte: Revista Fator
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Claudio Edinger leva São Paulo a galeria nova-iorquina</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=152</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/031220101727_clauded.jpg">A cidade de S&atilde;o Paulo &eacute; o tema de uma mostra que o fot&oacute;grafo brasileiro Cl&aacute;udio Edinger &nbsp;apresenta at&eacute; o dia 26 de mar&ccedil;o, na galeria 1500 em Nova York.&nbsp;Sao Paulo Ambiguous&nbsp;traz doze trabalhos que mostram as ambiguidades e contradi&ccedil;&otilde;es da metr&oacute;pole.

As fotos mostram pr&eacute;dios, avenidas e largos famosos da cidade em cenas do cotidiano, com intenso tr&acirc;nsito de pessoas e ve&iacute;culos. Para fazer as imagens, Edinger usou uma c&acirc;mera especial Sinar, que permite acertar o foco apenas em determinadas &aacute;reas da imagem capturada (t&eacute;cnica tamb&eacute;m conhecida como tilt-shift). O resultado d&aacute; um ar de &quot;miniatura&quot; para os locais fotografados.

Segundo o fot&oacute;grafo, o efeito aproxima a fotografia da maneira como o olho humano enxerga, prendendo-se a um objeto de cada vez. A s&eacute;rie de 30 imagens, 12 das quais foram selecionadas para a exposi&ccedil;&atilde;o, est&atilde;o no livro&nbsp;S&atilde;o Paulo: Minha Estranha Cidade Linda&nbsp;, publicado em 2009.

Edinger conta que o ensaio nasceu de uma missa de s&eacute;timo dia na igreja Nossa Senhora do Brasil, em S&atilde;o Paulo, em 2004. Ao observar os afrescos do teto da igreja, ele percebeu que havia uma r&eacute;plica da Capela Sistina, de Michelangelo, e diz ter achado &quot;extraordin&aacute;ria&quot; a &nbsp;&quot;capacidade dos brasileiros de absorver a arte do mundo todo e inseri-la em contextos diferentes criando uma terceira imagem&quot;. Ainda na igreja, o fot&oacute;grafo fez imagens do teto com um iPhone.

Depois de conversar com o padre, Edinger voltou para fotografar com a sua Sinar e o resultado se tornou a primeira imagem do ensaio sobre S&atilde;o Paulo - um projeto que levou quatro anos para ser conclu&iacute;do. A exposi&ccedil;&atilde;o ficar&aacute; em cartaz na galeria 1500 em Nova York, que &eacute; especializada em fotografia brasileira, sendo a &uacute;nica do mundo voltada para esse tema.
&nbsp;
Sao Paulo Ambiguous&nbsp;&nbsp;|&nbsp;Cl&aacute;udio Edinger
Galeri 1500 - Nova Yorque
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 26 de marc&ccedil;o de 2011
Entrada Gratuita

Fontes: G1, Revista Zupi
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>José Patrício, em livro de Paulo Herkenhoff</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=151</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/301120101641_jose_patricio_-_uma_espiralem_preto_e_branco.jpg">Enquanto preparava a exposi&ccedil;&atilde;o que levava seu nome - Jos&eacute; Patr&iacute;cio: o N&uacute;mero, para o Centro Cultural Banco do Nordeste, em Fortaleza (Cear&aacute;) -, o artista pernambucano conversou sobre a sua obra com um dos principais cr&iacute;ticos de arte e curadores do Brasil, Paulo Herkenhoff. Foi desta troca de id&eacute;ias e da reflex&atilde;o sobre a sua carreira, iniciada em 1980, que surgiu o material para o livro &quot;Jos&eacute; Patr&iacute;cio: Cogita&ccedil;&otilde;es sobre o N&uacute;mero&quot;, assinado por Herkenhoff. A publica&ccedil;&atilde;o foi lan&ccedil;ada recentemente, no dia 27 de novembro, na Galeria Nara Roesler.
&nbsp;
A edi&ccedil;&atilde;o bil&iacute;ng&uuml;e &quot;Jos&eacute; Patr&iacute;cio: o N&uacute;mero&quot;, traz reprodu&ccedil;&otilde;es fotogr&aacute;ficas de 142 obras e re&uacute;ne um conjunto de observa&ccedil;&otilde;es do artista sobre o desenvolvimento do seu trabalho, acompanhadas de uma an&aacute;lise meticulosa da sua produ&ccedil;&atilde;o, desenvolvida por Herkenhoff. Segundo o curador, a publica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o segue a cronologia da produ&ccedil;&atilde;o do artista. O texto responde ao l&uacute;dico atrav&eacute;s de um racioc&iacute;nio mais po&eacute;tico e, simultaneamente, explora quest&otilde;es conceituais abertas por Jos&eacute; Patr&iacute;cio.
&nbsp;
Neste mesmo dia, outros livros de artistas tamb&eacute;m foram lan&ccedil;ados: Br&iacute;gida Baltar : Passagem Secreta &nbsp;e Antonio Dias: Anywhere is my Land, seguido de debates.
&nbsp;


Fonte: Galeria Nara&nbsp;Roesler e Jornal&nbsp;Di&aacute;rio do Nordeste.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Adriana Araújo reconstrói a natureza no Museu Udo Knoff</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=150</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/271120101205_adriana_araujo_fotoclaradomingas.jpg">Em sua nova exposi&ccedil;&atilde;o individual no Museu da Cer&acirc;mica Udo Knoff (Pelourinho), Adriana Ara&uacute;jo prop&otilde;e paisagens e tr&acirc;nsitos imagin&aacute;rios entre &aacute;rvores criadas a partir da delicada uni&atilde;o entre a madeira e a cer&acirc;mica.&nbsp;T&ecirc;nue Tr&acirc;nsito, que fica em cartaz at&eacute; o dia 30 de janeiro de 2011, traz duas instala&ccedil;&otilde;es.
&nbsp;
De acordo com a artista, a exposi&ccedil;&atilde;o aborda a id&eacute;ia de tr&acirc;nsito - tanto o tr&acirc;nsito cultural entre os pa&iacute;ses Brasil e Portugal (onde Adriana fez a resid&ecirc;ncia art&iacute;stica que inspirou esta mostra), quanto pela proposta expogr&aacute;fica para o tr&acirc;nsito dos visitantes no espa&ccedil;o do Museu, marcando a intera&ccedil;&atilde;o com o ambiente da exposi&ccedil;&atilde;o.&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
  T&ecirc;nue Tr&acirc;nsito | Adriana Ara&uacute;jo
Museu Udo Knoff - Pelourinho
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 30 de janeiro
Entrada Gratuita
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Tomie Ohtake expõe obras inéditas</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=149</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/271120101153_14977_1290448348_1290448347.jpg">Na semana em que completou 97 anos, a artista Tomie Ohtake apresentou no Instituto que leva seu nome suas mais novas obras. A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Pinturas Recentes, al&eacute;m de comemorar o anivers&aacute;rio da artista,&nbsp;marcou ainda as comemora&ccedil;&otilde;es dos 10 anos do Instituto. 

Na mostra, o p&uacute;blico poder&aacute; conferir as 25 telas em &nbsp;formatos grandes, de 1,5 metros a 2 metros, que a pintora desenvolveu nos &uacute;ltimos dois anos.&nbsp;Em suas obras, Tomie homenageia o c&iacute;rculo com tons, tra&ccedil;os e formas inventadas por ela mesma. A artista explica que escolheu o c&iacute;culo porque &quot;&eacute; uma forma muito sint&eacute;tica. Trabalhar s&oacute; com ele &eacute; um grande desafio. E ele &eacute; tamb&eacute;m o primeiro desenho que os beb&ecirc;s fazem com os dedinhos&quot;. 

Segundo o cr&iacute;tico Paulo Herkenhoff, o c&iacute;rculo est&aacute; na frente, mas cada um &eacute; inventado e acaba por inventar uma nova pintura. &ldquo;Os quadros apresentam diferentes quest&otilde;es pict&oacute;ricas e a presen&ccedil;a do gesto &eacute; muito importante. Mesmo quando n&atilde;o aparece, h&aacute; o seu dom&iacute;nio&rdquo;, comenta.&nbsp;


Pinturas Recentes&nbsp;| Tomie Ohtake
Instituto Tomie Ohtake - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 20 de fevereiro de 2011
Entrada gratuita

Fontes: Folha de S&atilde;o Paulo, Guia da Semana, cesargiobbi.com.br, Carta Capital</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Julio Villani apresenta individual no Museu Zadkine</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=148</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/271120101106_rdk.jpg">At&eacute; janeiro de 2011, o Museu Zadkine, em Paris, recebe a visita do artista brasileiro Julio Villani. Na exposi&ccedil;&atilde;o, que acupa o jardim e as cinco salas do charmoso museu, esculturas, objetos, colagens e v&iacute;deos realizados nos &uacute;ltimos dez anos reverberam uma sonora conversa entre Villani e Zadkinem. A sua casa e ateli&ecirc;, no bairro de Montparnasse, foram convertidos em museu em 1982 e, hoje, exp&otilde;em um acervo de 400 esculturas, 300 desenhos e fotos de arquivo.&nbsp;

Para al&eacute;m dos paralelismos entre os artistas, norte e sul se encontram ainda nas duas cartas celestes da escultura de Villani,&nbsp;L&rsquo;Arpenteur&nbsp;(O esquadrinhador &ndash; 2010), instalada no jardim. Tamb&eacute;m entre as folhagens,&nbsp;Partie de Cash Cash&nbsp;(uma esp&eacute;cie de brincadeira de esconde-esconde), sua obra apresenta dois coelhos de alum&iacute;nio, em branco e preto. Entre as cole&ccedil;&otilde;es de p&aacute;ssaros e as cabe&ccedil;as de bichos que comp&otilde;em a mostra, o coelho &eacute; a mais reincidente das figuras. Aparece, inclusive, em retratos e autorretratos nas paredes, talvez para representar o humor e a desenvoltura com que Villani salta entre uma influ&ecirc;ncia e outra, relacionando-se seja com a m&aacute;scara africana fotografada por Man Ray, seja com as fantasmagorias de Ismael Nery.

 L&acute;Arpenteur &nbsp;| Julio Villani
Museu Zadkine - Paris
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 30 de janeiro de 2011
Entrada:&nbsp;4&euro;

Fonte: Isto&Eacute;

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Governo francês homenageia designer Andrée Putman</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=147</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/201120101052_98_putman_jp101110_a.jpg">A &quot;rainha&quot; do design franc&ecirc;s, Andr&eacute;e Putman, que transformou com suas m&atilde;os m&aacute;gicas o interior de hot&eacute;is, restaurantes e at&eacute; o avi&atilde;o Concorde, est&aacute; fazendo 85 anos com Paris a seus p&eacute;s. Uma grande retrospectiva foi realizada na Cidade da Luz para celebra sua trajet&oacute;ria rebelde e controversa.

Inaugurada &nbsp;no H&ocirc;tel de Ville, sede da prefeitura, a exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; a primeira a homenagear esta artista dif&iacute;cil de classificar, mas cujo impacto no universo do design e da arquitetura foi sentido de Nova York a Hong Kong, onde projetou um arranha-c&eacute;u que leva seu nome.

A curadora da exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; Olivia Putman, filha da artista, que reuniu uma mostra das cria&ccedil;&otilde;es de sua m&atilde;e que s&atilde;o provas de seu imenso talento e eleg&acirc;ncia.&nbsp;De x&iacute;caras que podem custar apenas alguns euros at&eacute; o piano que projetou para Pleyel (no bicenten&aacute;rio desta hist&oacute;rica casa que fabricou instrumentos para Chopin e Saint-Saens), a exposi&ccedil;&atilde;o resume uma trajet&oacute;ria espl&ecirc;ndida, marcada por amizades com artistas como Giacometti e Andy Warhol. 

Sempre rebelde e independente, Putman optou pelo design, inventando uma est&eacute;tica minimalista e s&oacute;bria, mas tamb&eacute;m c&aacute;lida. A mostra, que estar&aacute; aberta at&eacute; 23 de fevereiro, leva o visitante ao universo de Putman, feito de formas, cores, materiais, mostrando sua ineg&aacute;vel influ&ecirc;ncia na hist&oacute;ria do design, e Ilustra 30 anos de carreira desta artista nascida no seio de uma fam&iacute;lia de intelectuais franceses, amantes da arte, do refinamento e da eleg&acirc;ncia, que destinavam para ela uma carreira na m&uacute;sica.


Andr&eacute;e Putman, ambassadrice du style
H&ocirc;tel de Ville de Paris
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 26 de fevereiro
Entrada Gratuita

Fontes: Folha de S&atilde;o Paulo, Wallpaper
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>MAM-BA apresenta Novas Aquisições do seu acervo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=146</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/201120101012_renina_katz.jpg">Talvez, uma das melhores formas de entender a proposta curatorial que Solange Farkas inplnatou no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) desde que ela assumiu a sua gest&atilde;o, em 2007, &eacute; visitar a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Novas Aquisi&ccedil;&otilde;es da Cole&ccedil;&atilde;o MAM-BA.&nbsp;&nbsp;A mostra apresenta parte das 119 obras adquiridas nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos pelo museu, a partir da doa&ccedil;&otilde;es de artistas, &nbsp;pr&ecirc;mios e editais de aquisi&ccedil;&atilde;o de obras.&nbsp;&nbsp;

Um dos destaques da exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; um conjunto de 67 gravuras dos artistas Renina Katz, Louren&ccedil;o Khoury, Alex Gama e Luise Weiss. Segundo a diretora do MAM-BA e curadora da mostra, Solange Farkas, o conjunto adensou de forma significativa a cole&ccedil;&atilde;o de gravura, &nbsp;&ldquo;uma linguagem com tradi&ccedil;&atilde;o na Bahia e que &eacute; presen&ccedil;a forte no n&uacute;cleo hist&oacute;rico do acervo&rdquo;.

Outros destaques da exposi&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o a s&eacute;rie de oito fotografias do paulista Cristiano Mascaro, um dos mais reconhecidos expoentes da fotografia no pa&iacute;s; uma pintura de Rodolpho Parigi e fotografias de Cinthia Marcelle e Beatriz Franco, doadas ao museu pelo Shopping Iguatemi e escolhidas por Solange Farkas na 6&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da feira paulistana SP Arte.

Al&eacute;m disso, est&atilde;o presentes as obras dos artistas premiados no 15&ordm; Sal&atilde;o da Bahia, Ana Elisa Egreja, Marcone Moreira, Nino Cais, Rener Rama, Roberto Bellini e Wagner Morales; uma obra da artista portuguesa Gabriela Albergaria, elaborada no MAM-BA durante o programa de resid&ecirc;ncia que fez nesse museu; al&eacute;m de pe&ccedil;as doadas por Mestre Didi, Caetano Dias, Carlito Carvalhosa, Val&eacute;ria Sim&otilde;es e Antonio H&eacute;lio Cabral.


Novas Aquisi&ccedil;&otilde;es da Cole&ccedil;&atilde;o MAM-BA.&nbsp;
Museu de Arte Moderna da Bahia
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; abril de 2011
Entrada Gratuita

Fontes: Mamboxx, Portal Secult
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>No Brasil, Marina Abramovic expõe novos trabalhos</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=145</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/201120101002_mrnbrmvc.jpg">Em uma &eacute;poca em que manifestos art&iacute;sticos ca&iacute;ram em desuso, Marina, pioneira da performance art, ainda traz dentro de si a pot&ecirc;ncia transformadora das vanguardas do s&eacute;culo 20 e aponta em suas ideias os limites morais que a arte deve respeitar. 

E como se observa h&aacute; mais de 40 anos, para a artista, o limite de seu trabalho &eacute; o limite de seu pr&oacute;prio corpo. &nbsp;Agora o p&uacute;blico brasileiro pode se reencontrar mais uma vez com o trabalho a artista, na exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Back to Simplicity&nbsp;- em cartaz na Galeria Luciana Brito. 

Nela, os v&iacute;deos e fotos &nbsp;remetem a uma artista mais centrada e madura, relacionando-se com a mesma radicalidade que lhe &eacute; intr&iacute;nseca, mas com o clima buc&oacute;lico do campo, como na foto em que aparece no meio de um pasto cheio de ovelhas brancas carregando em seus ombros uma ovelha negra. &nbsp;&nbsp;

A concep&ccedil;&atilde;o deste trabalho nasceu depois da artista ter ficado todos os dias, por tr&ecirc;s meses, fazendo performances di&aacute;rias no MoMA, em Nova York, no in&iacute;cio deste ano, durante a retrospectiva de sua obra,&nbsp;Tha Artist is Present, e ter percebido depois de todo esse desgaste que precisava voltar ao seu pr&oacute;prio centro, a sua natureza. &nbsp; 

Alguns trabalhos da s&eacute;rie&nbsp;The Kitchen&nbsp;(2009), em que ela &eacute; fotografada na cozinha de um antigo convento na Espanha, tamb&eacute;m fazem parte da exposi&ccedil;&atilde;o. As duas s&eacute;ries, assim como todos os seus trabalhos, j&aacute; disse Marina Abramovic em entrevista, carregam o &quot;desafio de transformar uma experi&ecirc;ncia pessoal em uma hist&oacute;ria com a qual outras pessoas possam se identificar&quot;. &nbsp;

Nascida em Belgrado, em 1946, a arte de Marina Abramovic &eacute; fruto das transforma&ccedil;&otilde;es culturais e sociais que sacudiram os Estados Unidos e a Europa entre os anos 60 e 70. &Eacute;poca em que a juventude, posicionando-se contra a guerra, o capitalismo selvagem e todos os tipos de opress&atilde;o, lutou pela revolu&ccedil;&atilde;o sexual e a emancipa&ccedil;&atilde;o feminina, entre muitas outras bandeiras.

&Eacute; deste contexto que tamb&eacute;m emergem novas possibilidades e suportes art&iacute;sticos que ultrapassam os limites da tela e do museu, como a instala&ccedil;&atilde;o, o happening e a performance. &nbsp;

Como diz o cr&iacute;tico de arte Arthur C. Danto, a d&eacute;cada de 70 conferiu ao artista experi&ecirc;ncia extrema, e Marina Abramovic &eacute; o exemplo desta afirma&ccedil;&atilde;o. Desde o come&ccedil;o de sua carreira, a corda bamba da morte a seguiu, j&aacute; que um rev&oacute;lver com uma bala no tambor, remetendo a roleta-russa, foi um elemento presente em muitos de seus trabalhos. 

Seu limite f&iacute;sico &eacute; sempre colocado em xeque nas performances de longa dura&ccedil;&atilde;o, como na vez em que passou tr&ecirc;s meses percorrendo as muralhas da China, ou quando fez a montagem&nbsp;Lips of Thomas, de 1975, remontada em 2005, na qual depois de ingerir meio quilo de mel e um litro de vinho tinto, a artista quebra uma ta&ccedil;a de cristal em sua pr&oacute;pria m&atilde;o, faz uma estrela de Davi com uma lamina em seu abd&ocirc;men, se autoflagela at&eacute; n&atilde;o sentir mais dor e depois deita em barras de gelo. &nbsp; &nbsp;


Back to Simplicity&nbsp;| Marina Abramovic
Galeria Luciana Brito - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 29 de janeiro
Entrada gratuita &nbsp;&nbsp;


Fonte: Colherada Cultural
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Louvre pede ajuda do público para comprar nova obra</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=144</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/201120100942_3s2.jpg">O Museu do Louvre, em Paris, est&aacute; fazendo uma campanha sem precedentes para que o p&uacute;blico o ajude a arrecadar dinheiro e comprar uma pintura do s&eacute;culo 16, considerada um tesouro por especialistas de arte: As Tr&ecirc;s Gra&ccedil;as. Pintada a&nbsp;&oacute;leo&nbsp;em 1531 pelo&nbsp;artista alem&atilde;o Lucas Cranach, o Velho, a obra apresenta um olhar ir&ocirc;nico e provocador sobre o tema renascentista das Tr&ecirc;s Gra&ccedil;as, retratando as mulheres nuas em poses levemente ousadas. O museu acredita que pode transformar o quadro numa das pe&ccedil;as principais de sua cole&ccedil;&atilde;o.

A figura central no quadro usa um chamativo chap&eacute;u vermelho. A mulher &agrave; esquerda dela inclina-se displicentemente sobre ela, com uma perna dobrada. As tr&ecirc;s usam grossos colares. &quot;&Eacute; uma obra divertida, desconcertante, misteriosa e muito sensual... Acho que ir&aacute; se tornar uma das obras mais populares do Louvre&quot;, disse Vincent Pomarede, curador-chefe do departamento de pinturas, num v&iacute;deo do site da campanha de arrecada&ccedil;&atilde;o de fundos do museu.

O Louvre&nbsp;j&aacute; conseguiu&nbsp;&nbsp;3 milh&otilde;es de euros para adquirir a obra, mas ainda&nbsp;precisa de 1 milh&atilde;o para chegar no pre&ccedil;o estabelecido pelos seus donos da obra.&nbsp;O museu tem at&eacute; o fim de janeiro para arrecadar todo dinheiro, temendo que a obra-prima v&aacute; parar nas m&atilde;os de outro colecionador particular e nunca mais seja exposta ao p&uacute;blico. Ou pior, que seja retirada da Fran&ccedil;a. A decis&atilde;o do museu financiado pelo Estado de apelar para a generosidade do p&uacute;blico franc&ecirc;s, por&eacute;m, desagradou a algumas pessoas, dada &agrave; ampla desilus&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o, decorrente dos esc&acirc;ndalos recentes ligados ao financiamento de pol&iacute;ticos e &agrave;s acusa&ccedil;&otilde;es de sonega&ccedil;&atilde;o de impostos pelos ricos.


&nbsp;

&nbsp;Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Basquiat ganha retrospectiva em Paris</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=143</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/121120101957_bsqt.jpg">Uma grande retrospectiva da obra do pintor americano Jean-Michel Basquiat est&aacute; exposta desde 15 de outubro no Museu de Arte Moderna de Paris. A mostra celebra os 50 anos do nascimento do pintor, mas n&atilde;o apenas isso: ela &eacute; um retrato do movimento c&iacute;clico de altern&acirc;ncia entre a sacralidade e a heresia na arte ao apresentar um &lsquo;grafiteiro&rsquo; nova-iorquino como um &lsquo;mito&rsquo;. 

&Eacute; justamente essa dualidade que resume amostra: como Basquiat deixou as ruas e para brilhar nas grandes galerias de arte e museus nova-iorquinos em apenas 10 anos &ndash; ou como a arte profana se torna, com o passar do tempo, sagrada.

A montagem foi organizada por Dieter Burchhart e por Marie-Sophie Carron de la Carri&egrave;re. O objetivo &eacute; fazer uma retrospectiva ampla, reunindo em um s&oacute; espa&ccedil;o mais de cem obras. &quot;Jean-Michel Basquiat era radical em suas arte e em sua vida&quot;, explica Burchhart. &quot;Como James Dean, Jimi Hendrix, Janis Joplin, &iacute;cone de Woodstock, a vida de Basquiat &eacute; marcada por sua morte prematura e sua arte singular, que tamb&eacute;m se torna um mito.&quot;

Em 12 salas, o visitante descobre suas heresias art&iacute;sticas iniciais, em 1978, quando ainda assinava seus grafites como Samo (Same Old Shit), at&eacute; a produ&ccedil;&atilde;o conjunta com Andy Warhol e sua morte precoce por overdose de hero&iacute;na, em agosto de 1988. Entre um e outro acontecimento, mergulha-se em sua genialidade, talvez o fator que explique a transi&ccedil;&atilde;o do artista profano rumo ao sagrado.

Est&atilde;o l&aacute; telas como&nbsp;Untitled (Skull),&nbsp;Untitled (Fallen Angel)&nbsp;e&nbsp;La Hara, produ&ccedil;&otilde;es do per&iacute;odo em que esteve ligado &agrave; Annina Nosei Gallery, entre 1981 e 1983. Tamb&eacute;m constam da mostra Jawbone of an Ass (1982),&nbsp;Low Pressure Zone&nbsp;(1982) a desconcertante s&eacute;rie de retratos de boxeadores como Sugar Ray Robinson e Cassius Clay (1982) e a sequ&ecirc;ncia&nbsp;Kings, Heros and the Street (1982), que exemplificam as t&eacute;cnicas particulares, a riqueza das cores, a for&ccedil;a e a viol&ecirc;ncia das imagens, a anarquia e a revolta de um vagabundo mitol&oacute;gico que valorizava suas intui&ccedil;&otilde;es e seus instintos de base.


Basquiat
Museu de Arte Moderna - Paris
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 30 janeiro de 2011
Entrada:&nbsp;&nbsp;&euro;&nbsp;6,00

Fonte: O Jornal (Alagoas)

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Fotógrafos apresentam retratos atuais de quilombos</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=142</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/121120101828_foto_-_expo.jpg">Na exposi&ccedil;&atilde;o &nbsp;fotogr&aacute;fica Gente de Quilombo: For&ccedil;a e Poesia, o dia a dia das comunidades quilombolas de Barra e Bananal (Rio de Contas), Mangal Barro Vermelho (S&iacute;tio do Mato) e Rio das R&atilde;s (Bom Jesus da Lapa) ganha destaque pelas lentes de &Aacute;lvaro Villela, M&aacute;rcio Lima e Rita Cliff.

A mostra re&uacute;ne imagens dos primeiros quilombos baianos a garantir a titula&ccedil;&atilde;o da terra e fica aberta ao p&uacute;blico at&eacute; o dia 27 de Novembro, no Pal&aacute;cio Rio Branco .&nbsp;Segundo a curadora Lanussi Pasquali, os trabalhos mostram a &nbsp;rela&ccedil;&atilde;o dos moradores dos quilombos com a regi&atilde;o na qual seus antepassados fincaram ra&iacute;zes. &ldquo;O que cada um trouxe em suas c&acirc;meras foram registros est&eacute;ticos e &eacute;ticos de um povo. Povo num sentido comum &agrave; Idade M&eacute;dia: como pessoas que pertencem ao lugar&rdquo;, afirma.
&nbsp;




Gente de Quilombo: For&ccedil;a e Poesia | &nbsp;&Aacute;lvaro Villela, M&aacute;rcio Lima e Rita Cliff
Pal&aacute;cio Rio Branco
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 27 de novembro&nbsp;
Entrada Gratuita

Fonte: Jornal A Tarde
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Laurie Anderson exibe retrospectiva no CCBB-SP</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=141</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/121120101758_instalacao-da-artista-americana-laurie-anderson-que-faz-parte-da-mostra-i-in-u---eu-em-tu-no-ccbb-sp-1286824681311_560x400.jpg">m cartaz no Centro Cultural do Banco do Brasil, em S&atilde;o Paulo,&nbsp;I in U / Eu em Tu, &eacute;&nbsp;uma exposi&ccedil;&atilde;o com 31 obras e 19 filmes que abarcam 40 anos da produ&ccedil;&atilde;o da a performer e musicista americana Laurie Anderson. Laurie come&ccedil;ou sua carreira na d&eacute;cada de 1970, ap&oacute;s formar-se em hist&oacute;ria da arte em uma das institui&ccedil;&otilde;es mais tradicionais dos Estados Unidos, a Bannard College, passando em seguida a atuar no circuito underground de galerias de Nova York.&nbsp;

Desde o in&iacute;cio, sua principal aspira&ccedil;&atilde;o foi a m&uacute;sica, mas n&atilde;o uma m&uacute;sica qualquer. A artistas associou-se a alguns dos principais nomes da vanguarda musical, como Philip Glass, John Cage e Frank Zappa. A m&uacute;sica eletr&ocirc;nica e a no&ccedil;&atilde;o de antiarte passaram ent&atilde;o a orientar sua cria&ccedil;&atilde;o, na qual a palavra falada enfatizava o gesto perform&aacute;tico. H&aacute; pouca melodia, no sentido mais tradicional do termo, em sua produ&ccedil;&atilde;o. O que realmente se tem &eacute; uma profus&atilde;o de senten&ccedil;as, vozes e proposi&ccedil;&otilde;es po&eacute;ticas que, articuladas ao som de sintetizadores, se tornam aquilo que Laurie define como sua obra: uma sinfonia de hist&oacute;rias. &ldquo;Meu objetivo aqui &eacute; o de proporcionar &agrave;s pessoas uma viagem interior&rdquo;, explica.

As pinturas realizadas nas paredes do CCBB s&atilde;o pequenas narrativas, inspiradas em HQs e artes gr&aacute;ficas, que completam o sentido das demais obras presentes no espa&ccedil;o. Um desses trabalhos &eacute; A Hist&oacute;ria sobre a Hist&oacute;ria, retirada da par&aacute;bola O Burrinho e a Cenoura, em que um burro, tendo &agrave; sua frente uma cenoura dependurada, persegue-a eternamente. Ou n&atilde;o, segundo Laurie. &ldquo;N&oacute;s temos esse sistema de compensa&ccedil;&atilde;o onde pensamos sempre que, se fizermos isso, consequentemente teremos aquilo e tal. S&oacute; que na minha hist&oacute;ria o burro morre. Se o burro morre, o que resta fazer? Chega de cenouras. O que voc&ecirc; faz quando o seu sistema de cren&ccedil;as n&atilde;o funciona mais?&rdquo;, indaga.&nbsp;

Outra inspira&ccedil;&atilde;o &eacute; a cidade de S&atilde;o Paulo, que influenciou a montagem da exposi&ccedil;&atilde;o. Laurie contou com a ajuda do curador Marcello Dantas para adaptar suas instala&ccedil;&otilde;es de forma que dialogassem com a identidade sonora da cidade. &ldquo;S&atilde;o Paulo &eacute; extremamente barulhenta, por isso na montagem enfatizamos aquilo que &eacute; impercept&iacute;vel diante do ru&iacute;do. Isso faz com que as pessoas se forcem a escutar e a entrar na obra&rdquo;, afirma Dantas sobre a exposi&ccedil;&atilde;o que, na realidade, &eacute; uma grande viagem pela hist&oacute;ria de uma das artistas mais completas e inovadoras dos &uacute;ltimos tempos.

I in U / Eu em Tu&nbsp;| Laurie Anderson
Centro Cultural Banco do Brasil - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 26 de dezembro
Entrada Gratuita

Fonte: Isto&eacute;&nbsp;

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto Incubadora discute obra expostas em galeria paulista</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=137</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/061120101214_incubadora_08.jpg">&nbsp;Fica em cartaz &nbsp;at&eacute; 11 de novembro na Galeria Olido o Projeto Incubadora, coletivo formado pelos fot&oacute;grafos Breno Rotatori, Felipe Russo, Gui Mohallem, Pio Figueiroa, Lucas Sim&otilde;es e pela cr&iacute;tica Lua Cruz. 

Durante todo o per&iacute;odo da exposi&ccedil;&atilde;o, os envolvidos no projeto poder&atilde;o realizar mudan&ccedil;as na estrutura dos trabalhos montados inicialmente, seguindo a proposta de os fot&oacute;grafos transportarem seu processo de compartilhamento e de cria&ccedil;&atilde;o para dentro do espa&ccedil;o expositivo.&nbsp;
&nbsp;
O objetivo &eacute; tornar o processo de cria&ccedil;&atilde;o sens&iacute;vel &agrave; cr&iacute;tica, e expor ao p&uacute;blico algumas etapas de transforma&ccedil;&atilde;o dos trabalhos.

Na exposi&ccedil;&atilde;o s&atilde;o apresentadas s&eacute;ries realizadas pelos fot&oacute;grafos, que realizaram encontros peri&oacute;dicos para debates, durante o processo de cria&ccedil;&atilde;o . Eles compartilharam na internet algumas das reflex&otilde;es, registros de atividades e dos seus resultados, no blog do projeto (http://www.projetoincubadora.com) e agora continuam o processo dentro do espa&ccedil;o expositivo da Galeria Olido
&nbsp;
&nbsp;
Projeto Incubadora
Galerio Olido - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 28 de novembro
Entrada Gratuita

Fontes: Don&acute;t Touch My Moleskine, Catraca Livre
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Matisse gera entusiasmo no mercado e alcança preço recorde </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=136</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/061120101122_mtss.jpg">&nbsp;Uma grande escultura de bronze de uma mulher vista de costas de Henri Matisse foi arrematada nesta quarta-feira, em Nova York, gerando um novo recorde de pre&ccedil;o para o impressionista franc&ecirc;s.Nunca antes vendida em leil&atilde;o,&quot;Nu de dos&quot; (Nu de costas) estava prevista para ser a maior atra&ccedil;&atilde;o dos leil&otilde;es de arte do outono americano e, segundo especialistas em arte, poderia arrematada por algo entre US$ 25 e 35 milh&otilde;es, e foi vendida por US$ 48,802 milh&otilde;es.
&nbsp;
A escultura, que mede 189,2 cm, foi feita em tamanho natural e conseguiu um pre&ccedil;o considerado extraordin&aacute;rio pela casa de leil&otilde;es Christie\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\'s. A obra &eacute; a &uacute;ltima de uma s&eacute;rie de quatro esculturas que Conor Jordan definiu como o projeto mais ambicioso de Matisse, no qual o artista trabalhou por mais de 20 anos.
&nbsp;
Jordan, que &eacute; o especialista em arte impressionista e moderna da Christie\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\'s Am&eacute;ricas, &nbsp;descreve obra como &quot;concebida em escala &eacute;pica&quot; e &quot;uma express&atilde;o poderosamente redutora da forma humana, que representa um marco na evolu&ccedil;&atilde;o do estilo modernista&quot;.
&nbsp;
O entusiasmo em torno da obra de do artista tamb&eacute;m pega carona na exposi&ccedil;&atilde;o &quot;Matisse: Inven&ccedil;&atilde;o Radical&quot;, no Museu de Arte Moderna (MOMA), que ser&aacute; encerrada em breve. As quatro esculturas da s&eacute;rie &aacute; qual &quot;Nu de dos&quot; pertence foram transferidas do jardim de esculturas do museu para suas galerias, onde est&atilde;o entre as atra&ccedil;&otilde;es principais da exposi&ccedil;&atilde;o.
&nbsp;
Em maio deste ano, a Christie\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\'s vendeu a obra de arte mais cara jamais leiloada, &quot;Nu, folhas verdes e busto&quot;, de Pablo Picasso, arrematada por US$ 106,5 milh&otilde;es, dias apenas depois de ser aberta no Museu Metropolitano de Arte uma exposi&ccedil;&atilde;o excepcional do artista espanhol.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Tuti Minervino monta atelier aberto no MAM-BA</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=135</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/061120101031_tuti.jpg">
&nbsp;No Museus de Arte Moderna da Bahia, o artista pl&aacute;stico, performer e poeta visual Tuti Minervino monta um atelier aberto para visita&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica. A proposta &eacute; parte da resid&ecirc;ncia art&iacute;stica feita por ele nas Salas da Galeria dos Arcos, localizadas no Parque das Esculturas do museu.

O projeto, intitulado&nbsp;De Tuti um Pouco, recebeu o Pr&ecirc;mio Funarte de Est&iacute;mulo &agrave; Cria&ccedil;&atilde;o Art&iacute;stica em Artes Visuais 2010 e estar&aacute; aberto &agrave; visita&ccedil;&atilde;o at&eacute; o dia 13 de janeiro de 2011, sempre de ter&ccedil;a a domingo, das 10h &agrave;s 19h e aos s&aacute;bados das 10h &agrave;s 21h.

Com uma obra que se estende por objetos, performances, fotografias, instala&ccedil;&otilde;es e tamb&eacute;m pela indument&aacute;ria, o artista aposta na rela&ccedil;&atilde;o objeto/a&ccedil;&atilde;o/t&iacute;tulo para desenvolver seus trabalhos. Segundo ele, seu processo criativo acontece, principalmente, a partir do ac&uacute;mulo e observa&ccedil;&atilde;o de produtos e refugos, identificando-se com o ready-made.
&nbsp;
De Tuti Um Pouco&nbsp;| Tuti Minervino
Museu de Arte Moderna da Bahia
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 13 de janeiro de 2011
Entrada Gratuita

Fonte: Salvador Update
Foto: M&aacute;rcio Lima
&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Mostra hiper-realista bate recorde de público em Londres</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=134</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/061120101001_clive.jpg">&nbsp;Em meio a tantos novos suportes e possiilidades &eacute; a pintura hiper-realista de Clive Head que est&aacute; atraindo a aten&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico ingl&ecirc;s. O artista que, at&eacute; pouco tempo atr&aacute;s n&atilde;o era muito conhecido, est&aacute; supreendendo os organizadores da &nbsp;sua induvidual na Galeria Nacional de Londres.&nbsp;
&nbsp;
Em&nbsp;Perspectivas Modernas, que entrou em cartaz no museu, no dia 13 de outubro,&nbsp;Clive Head&nbsp;retrata lugares t&iacute;picos da paisagem londrina. O&nbsp;artista, que ainda &eacute; desconhecido do grande p&uacute;blico no pa&iacute;s, representa realisticamente espa&ccedil;os urbanos, mostrando diferentes pontos de vista concentrados em um mesmo espa&ccedil;o.

Mais de 35 mil pessoas foram ver as obras do pintor brit&acirc;nico hiper-realista Clive Head. O curador da exposi&ccedil;&atilde;o, Colin Wiggins, disse ao jornal &quot;The Guardian&quot; que ficou impressionado com a quantidade de pessoas que visitam a exposi&ccedil;&atilde;o (cerca de 8.000 por dia) e com o tempo que elas passam diante dos quadros - t&atilde;o realistas que se assemelham a fotografias.

A mostra est&aacute; batendo recordes de visitantes: &quot;Ele quebrou o recorde de visitas para um artista contempor&acirc;neo na Sala Um (espa&ccedil;o de exposi&ccedil;&otilde;es tempor&aacute;rias da galeria)&quot;, afirma o curador.Segundo a curadoria da exposi&ccedil;&atilde;o, um dos m&eacute;ritos do artista &eacute; dar ao espectador a sensa&ccedil;&atilde;o de estar realmente naquele lugar, movendo-se e observando a paisagem de diferentes &acirc;ngulos.

Perspectivas Modernas |&nbsp;Clive Head
Galeria Nacional de Londres
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 28 de novembro
Entrada Gratuita
&nbsp;
Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arte para Guri – Investimentos Criativos do Mercado Editorial</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=138</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/101120100204_frida1.jpg">

Visitar uma galeria, contemplar um quadro minutos a fio ou folhear um cat&aacute;logo de arte s&atilde;o atividades que quase nunca eram ligadas &agrave; vida na inf&acirc;ncia. Hoje, essa &eacute; um ideia do passado.&nbsp; Ao menos &eacute; o que nos&nbsp;fazem crer os lan&ccedil;amentos sobre arte nas estantes infantis das livrarias. Acompanhando a guinada de muitos museus em aproximar-se do p&uacute;blico mirim, os livros de arte para crian&ccedil;a vivem um momento de f&ocirc;lego no Brasil. 

Desmistificar a ideia de que arte &eacute; apenas &ldquo;coisa de adulto&rdquo; &eacute; o principal desafio do mercado editorial, e as solu&ccedil;&otilde;es para encurtar dist&acirc;ncias com o p&uacute;blico infantil s&atilde;o das mais inventivas.
Sob a premissa de que arte &eacute; brincadeira (e vice-versa), o artista mineiro Caulos (ex-Pasquim) apresenta o tra&ccedil;o minimalista de Mondrian no l&uacute;dico Mondrian e o Holand&ecirc;s Voador. Em Bicho de Artista, uma fazenda imagin&aacute;ria re&uacute;ne animais de todo tipo, representados das mais variadas formas (do bis&atilde;o das pinturas rupestres aos bichos imagin&aacute;rios como o Urutu, de Tarsilla do Amaral). Pelo caminho, a autora K&aacute;tia Canton aborda a hist&oacute;ria da arte atrav&eacute;s da maneira como os animais v&ecirc;m sendo desenhados ao longo do tempo. Dois bons exemplos de como apresentar temas &ldquo;dif&iacute;ceis&rdquo; de modo l&uacute;dico s&atilde;o: A Mesa do Artista (tamb&eacute;m de K&aacute;tia Canton), em que a natureza morta &eacute; explicada por meio de jogos interativos, convidando o leitor a ele mesmo recolher objetos em casa, criar uma composi&ccedil;&atilde;o e desenh&aacute;-los &agrave; moda de Cezzane ou Morandi; e Eu que Fiz, de Ellen e Julia Lupton. O livro ensina a ess&ecirc;ncia do design (grid, linhas, formas) a partir de 102 atividades que estimulam a reciclagem e o uso de objetos do dia-a-dia como meios de se fazer arte.&nbsp;

Mas, o modelo mais convencional de livros de arte para crian&ccedil;a &ndash; e os mais numerosos - talvez seja a biografia de artistas famosos. N&atilde;o que isso resulte em livros pouco originais. Inspirados nas figuras da cultura popular mexicana, Jonathan Winter e Ana Juan introduzem em seu livro Frida a vida e obra de Frida Kahlo, com p&aacute;ginas carregadas de lirismo. Mais do que simplesmente informar, seu livro nos leva a imergir, a experimentar o universo criativo de Frida, em desenhos de rara beleza. Indo na contram&atilde;o do po&eacute;tico Frida, Michael Cox, mistura quadrinhos underground e hist&oacute;ria no bem-humorado Leonardo da Vinci e seu Superc&eacute;rebro. Ensinados em linguagem coloquial, conceitos como o do Renascimento s&atilde;o absorvidos com a mesma familiaridade das travessuras cometidas pelo pequeno Da Vinci ou as esquisitices da Flor&ecirc;ncia do s&eacute;culo XVI descritas no livro.
&nbsp;
Seja pelo humor, lirismo ou interatividade, o que parece unir essa nova onda de livros para crian&ccedil;as &eacute; a ideia de apresentar a arte enquanto experi&ecirc;ncia. Driblando o didatismo puro e simples e esquivando-se em &ldquo;traduzir&rdquo; a imagem pela palavra, esses novos livros prop&otilde;em mais contempla&ccedil;&atilde;o - oferecem, para al&eacute;m do conhecimento, novos atalhos ao olhar do pequeno leitor.&nbsp;
&nbsp;

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>O Cinema Vai às Galerias </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=139</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/101120100207_kiarostamiweb.jpg">&ldquo;O cinema est&aacute; morto&rdquo;. Este &eacute; provavelmente o bord&atilde;o favorito do cineasta brit&acirc;nico Peter Greenaway. Consagrado em fitas como Livro de Cabeceira (1996) ou O Cozinheiro, o Ladr&atilde;o, sua Mulher e o Amante (1989), Greenaway j&aacute; n&atilde;o acredita no modo convencional de narrar hist&oacute;rias pelo cinema e h&aacute; mais de uma d&eacute;cada vem trocando o set de filmagem por performances e instala&ccedil;&otilde;es de arte eletr&ocirc;nica. Quando n&atilde;o desfigura os pr&oacute;prios filmes reeditando-os ao vivo em interfaces touch screen, Greenaway volta-se aos cl&aacute;ssicos da pintura. O Casamento de Cana&atilde; (Veronese) e A &Uacute;ltima Ceia (Da Vinci), telas centrais do Renascimento, foram &ldquo;remixadas&rdquo; pelo diretor. Sua ideia: jogar com elementos audiovisuais (ilumina&ccedil;&atilde;o, som, proje&ccedil;&atilde;o de imagens) e com eles potencializar a narrativa est&aacute;tica do quadro.
&nbsp;
O caso de Greenaway est&aacute; longe de ser isolado. O desejo de questionar o espa&ccedil;o de exibi&ccedil;&atilde;o e as novas possibilidades de atrair o espectador com som e imagens fazem do avan&ccedil;o de cineastas sobre as galerias uma tend&ecirc;ncia. Reunir um grupo de pessoas para compartilhar um filme numa sala escura &eacute;, para esses diretores, algo obsoleto. Do mesmo modo, contar uma hist&oacute;ria projetando imagens em movimento numa &uacute;nica tela pode parecer limitador, quando no&ccedil;&otilde;es como simultaneidade e interatividade ganham for&ccedil;a na arte contempor&acirc;nea.

A apari&ccedil;&atilde;o de diretores consagrados em espa&ccedil;os de exposi&ccedil;&otilde;es como museus e galerias &eacute; t&atilde;o plural quanto pode sugerir o cat&aacute;logo das galerias que os convidam. Figura de proa do cinema iraniano dos anos 90, Abbas Kiarostami chegou &agrave; d&eacute;cada seguinte como protagonista da Bienal de Veneza de 2001. Com Sleepers, ele projetou sobre o solo um v&iacute;deo de um casal dormindo enquanto, ao fundo, a cidade despertava. A diretora belga Agn&egrave;s Varda recentemente declarou que vai abandonar o cinema pelas artes visuais. Sua v&iacute;deo-instala&ccedil;&atilde;o Les Veuves de Noirmoutier, exibida em 2004 na Funda&ccedil;&atilde;o Cartier-Bresson, em Paris, articula um conjunto de 14 v&iacute;deos para refletir sobe a morte e o abandono. E o americano David Lynch h&aacute; um ano expandiu o surrealismo de seus filmes para uma exibi&ccedil;&atilde;o combinando pintura, litografia, fotografia e instala&ccedil;&atilde;o, para o museu Marx Ernst, na Alemanha.&nbsp;
&nbsp;
Esse movimento dos cineastas em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s galerias costuma dividir-se entre aqueles que, como Greenaway, v&ecirc;em o cinema como conhecemos como uma arte falida e outros que buscam o elogio &agrave; linguagem do filme dentro dos muros do museu. No segundo caso, inclui-se a exposi&ccedil;&atilde;o Rebobine, Por Favor, coordenada pelo diretor franc&ecirc;s Michel Gondry e exibida no Museu de Imagem e Som, de S&atilde;o Paulo, h&aacute; menos de um ano. Nesse projeto, Gondry vai &agrave; galeria provar que o cinema est&aacute; mais vivo que nunca &ndash; e mais, que n&atilde;o depende de grandes or&ccedil;amentos para acontecer. Inspirado no enredo do filme de hom&ocirc;nimo, lan&ccedil;ado em 2008, no qual dois amigos tentam salvar uma videlocadora gravando par&oacute;dias caseiras de fitas blockbusters, a exposi&ccedil;&atilde;o oferecia oficinas que estimulavam os participantes a combinar trucagens cl&aacute;ssicas e tecnologia digital para filmar seus pr&oacute;prios filmes. Apesar de realizada dentro de um museu, os curtas produzidos ali n&atilde;o envolviam os procedimentos experimentais e de desconstru&ccedil;&atilde;o da narrativa que costumam seduzir cineastas aos espa&ccedil;os de exposi&ccedil;&atilde;o. Um bom exemplo para desconfiar que, pelo menos por enquanto, as galerias n&atilde;o s&atilde;o o t&uacute;mulo do cinema.


</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Dança e a Interface com as Artes Visuais </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=140</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/101120100211_4x4_20.jpg">A dan&ccedil;a e as artes visuais se expressam fundamentalmente atrav&eacute;s de imagens. Essa premissa serviu historicamente para levar artistas de vanguarda &agrave;s companhias de bal&eacute; e, ainda hoje, segue impulsionando di&aacute;logos parecidos. No Brasil, importantes grupos estabelecem esta aproxima&ccedil;&atilde;o, refor&ccedil;ada tamb&eacute;m pelo avan&ccedil;o das artes visuais sobre novas m&iacute;dias e suportes,estimulando a voca&ccedil;&atilde;o interdisciplinar da dan&ccedil;a.&nbsp;
&nbsp;
Uma das mais importantes e reconhecidas companhias do Brasil j&aacute; estabeleceu esta interface. Corpos deslizando ao redor de um labirinto de vasos, pelas frestas de um jogo de paredes e explorando o erotismo de um painel de 12x4m. As imagens acima pertencem ao espet&aacute;culo 4 x 4, da Cia de Dan&ccedil;a Deborah Colker, apresentado pela primeira vez em maio de 2002. Inspirada nas obras dos artistas contempor&acirc;neos brasileiros Cildo Meirelles, Victor Arruda, Gringo Cardia e do coletivo Chelpa Ferro, Colker investiga as artes visuais para recriar o espa&ccedil;o na dan&ccedil;a e, num passo mais adiante, transformar o corpo do bailarino tamb&eacute;m em obra de arte.

Muito antes disso, o deslocamento de quem abandonou a cria&ccedil;&atilde;o do &ldquo;objeto de arte&rdquo; pela performance &nbsp;- ruptura fundamental para a arte dos anos 60 - &nbsp;chamou a aten&ccedil;&atilde;o dos grupos de dan&ccedil;a. Introduzir tempo, espa&ccedil;o, movimento e protagonistas ao vivo na cria&ccedil;&atilde;o de um artista &eacute;, em alguma medida, um exerc&iacute;cio de coreografia &ndash; e talvez explique um pouco essa aproxima&ccedil;&atilde;o. H&aacute; 10 anos em atividade, A Cia Oito Nova Dan&ccedil;a &eacute; dos principais grupos a pesquisar a contribui&ccedil;&atilde;o da performance no Brasil. Em suas apresenta&ccedil;&otilde;es, o improviso e a liberdade criativa do bailarino prevalecem sobre a repeti&ccedil;&atilde;o exaustivamente ensaiada dos treinamentos. Nesse sentido, importa mais a for&ccedil;a da interpreta&ccedil;&atilde;o, a consci&ecirc;ncia c&ecirc;nica do pr&oacute;prio corpo.

Mas, al&eacute;m de implicar novas formas de cria&ccedil;&atilde;o, o hibridismo entre dan&ccedil;a e arte contempor&acirc;nea prop&otilde;e uma nova atitude do p&uacute;blico. Em coreografia inspirada na obra do pintor americano Andrew Wyeth (1917-2009), o grupo M&aacute;rcio Cunha Dan&ccedil;a Contempor&acirc;nea sugere que o espectador assista ao espet&aacute;culo como quem vai a um museu e se depara com uma s&eacute;rie de quadros em movimento. Ao mesclar dan&ccedil;a e escultura em Falam as Partes do Todo?, &nbsp;a Cia Dani Lima nos convida a assistir &ldquo;a metamorfose do corpo em escultura e da escultura em fragmentos dan&ccedil;antes&rdquo;, apresentando por outro &acirc;ngulo a interface entre dan&ccedil;a e arte contempor&acirc;nea.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Jovens retratam tradições baianas em galerias do Pelourinho</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=133</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/301020101143_oikabumssa_festaspopulares1_boaviagem.jpg">&nbsp;Na exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Festas Populares de Salvador -&nbsp;em cartaz&nbsp;simultaneamente na Galeria Solar Ferr&atilde;o e na Galeria Oi Kabum!, no Pelourinho -&nbsp;&nbsp;as festas populares da capital baiana s&atilde;o apresentadas e reinventadas atrav&eacute;s do uso de linguagens e suportes contempor&acirc;neos como videoinstala&ccedil;&otilde;es, fotografias, v&iacute;deos e anima&ccedil;&otilde;es.

Os produtos da mostra s&atilde;o resultado do trabalho realizado por jovens que integram o n&uacute;cleo de produ&ccedil;&atilde;o da Oi Kabum! Salvador, uma escola de arte e tecnologia mantida por uma parceria entre empresas privadas e entidades n&atilde;o governamentais.&nbsp;
&nbsp;
Durante o processo de produ&ccedil;&atilde;o os jovens artistas freq&uuml;entaram as festejos da cultura popular, em busca de refer&ecirc;ncias afro-brasileiras e africanas.Os adolescentes presenciaram e registraram, de diversas formas, a ocorr&ecirc;ncia de 17 manifesta&ccedil;&otilde;es que comp&otilde;em o ciclo de festas t&iacute;picas de Salvador, no per&iacute;odo de dezembro de 2009 a setembro de 2010.
&nbsp;
Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel detectar a presen&ccedil;a ind&iacute;gena, que aparece em v&aacute;rias das manifesta&ccedil;&otilde;es e express&otilde;es mapeadas na pesquisa, al&eacute;m da import&acirc;ncia da contribui&ccedil;&atilde;o da cultura portuguesa. E &eacute;&nbsp;justamente esse&nbsp;resgate das origens da bahia que o p&uacute;blico ir&aacute; encontrar nos registros apresentados nas exposi&ccedil;&atilde;o

Festas Populares de Salvador
Galeria Solar Ferr&atilde;o e Galeria Oi Kabum!
Visita&ccedil;&atilde;o:&nbsp;Galeria Solar Ferr&atilde;o at&eacute; 21/11, Galeria Oi Kabum! at&eacute; 17/12
Entrada Gratuita

Fonte: Portal SECULT BA
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição na FAAP questiona papel de novas técnicas</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=132</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/301020101101_mi_1663256252849184.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;T&eacute;khne,&nbsp;em cartaz no Museu de Arte Brasileira da FAAP,&nbsp;investiga&nbsp;ao resultado da presen&ccedil;a das novas tecnologias na produ&ccedil;&atilde;o&nbsp;contempor&acirc;nea. &nbsp;
&nbsp;
A curadoria de Denise Mattar &nbsp;e Christine Mello realiza um trabalho arqueol&oacute;gico, arquiv&iacute;stico e hist&oacute;rico (revisitando as cinco principais mostras de arte e tecnologia realizadas pelo MAB-Faap entre 1964 e 1986) e, ao mesmo tempo, atualiza as quest&otilde;es do passado em um significativo conjunto de obras contempor&acirc;neas.
&nbsp;
&ldquo;A assimila&ccedil;&atilde;o do objeto como nova categoria art&iacute;stica sinalizou uma abertura de caminho para as novas m&iacute;dias que come&ccedil;aram a surgir&rdquo;, aponta Denise.&nbsp;
&nbsp;
Na exposi&ccedil;&atilde;o o p&uacute;blico pode entrar em contato com o trabalho de um&nbsp;expressivo n&uacute;cleo contempor&acirc;neo. Est&atilde;o presentes obras de artistas como Ana Maria Tavares, Anaisa Franco, Lucas Bambozzi e a dupla Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti. Est&atilde;o presentes na mostra trabalhos como Tormenta Azul Brilhante, de Luis Duva, e o v&iacute;deo Eixo X, de Alexandre Rangel e Rodrigo Paglieri; que prop&otilde;e &nbsp;uma&nbsp;desconstru&ccedil;&atilde;o do eixo hist&oacute;rico e arquitet&ocirc;nico de Bras&iacute;lia.
&nbsp;
Al&eacute;m disso, a mostra ainda mostra um pouco da obra do argentino&nbsp;Julio Le Parc, membro do grupo de artistas sul-americanos que se estabeleceu em Paris na d&eacute;cada de 1950 e desempenhou papel importante no lan&ccedil;amento da arte cin&eacute;tica na Europa.
&nbsp;
Quando Julio Le Parc deixou as tintas para trabalhar fundamentalmente com a luz, o movimento e a participa&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico, ele tinha uma preocupa&ccedil;&atilde;o em mente: a instabilidade da vida cotidiana.&nbsp;&nbsp;&ldquo;Chamam minha obra de cin&eacute;tica, mas as defini&ccedil;&otilde;es limitam a obra de arte. A t&eacute;cnica nunca foi meu motor. A tecnologia que uso sempre foi muito elementar. Minha preocupa&ccedil;&atilde;o era criar uma obra inst&aacute;vel &nbsp;e para isso fui buscar a luz&rdquo;, diz o artista - que&nbsp;esteve em S&atilde;o Paulo para a montagem da mostra &ldquo;T&eacute;khne&rdquo;.

&nbsp;
T&eacute;khne
Museu da Arte Brasileira - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; &nbsp;14 de novembro
Entrada Gratuita

Fonte: Isto&Eacute;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Museu reúne jóias feitas por grandes nomes do século XX </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=131</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/301020101020_dleye.jpg">&nbsp;Uma mostra inaugurada no Museu Nacional de Arte da Catalunha, em Barcelona, destaca joias produzidas por alguns dos mais conhecidos g&ecirc;nios da arte moderna.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o J&oacute;ias de Artista - do Modernismo &agrave; Vanguarda&nbsp;traz 340 objetos, entre rel&oacute;gios, broches, pulseiras, medalhas e pingentes de valor incalcul&aacute;vel, feitos por artistas como Salvador Dal&iacute;, Pablo Picasso, Auguste Rodin, George Braque, Marx Ernst e Man Ray, entre outros.
&nbsp;
Criadas quase todas no in&iacute;cio do s&eacute;culo 20, as j&oacute;ias representam uma tentativa de fus&atilde;o de t&eacute;cnicas, estilos e materiais, para &quot;explicar a beleza sem fazer distin&ccedil;&otilde;es&quot;, como descrevera o arquiteto austr&iacute;aco Otto Wagner.
&nbsp;
Al&eacute;m de exibir cria&ccedil;&otilde;es &uacute;nicas, jamais expostas juntas, a mostra pretende explicar a trajet&oacute;ria do modernismo por meio da rela&ccedil;&atilde;o entre j&oacute;ias e obras de arte.
&nbsp;
Foi principalmente a partir da d&eacute;cada de 30 que o movimento Art Nouveau abriu o caminho para as pe&ccedil;as chamadas de &quot;microesculturas&quot;, onde se destaca o Olho do Tempo (1949), de Salvador Dal&iacute;: um rel&oacute;gio de 4 cm x 6 cm x 1,7 cm em platina, rubis e diamantes.


Joias de Artista&nbsp;
Museu Nacional de Arte da Catalunha - Espanha
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 13 de fevereiro de 2011.
Entrada:8,50 &euro;

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Camponeses retrados por Cézanne são reunidos em Londres</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=130</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/231020101801_czz.jpg">
Pela primeira vez, tr&ecirc;s de cinco obras de Paul C&eacute;zanne retratando jogadores de cartas foram reunidas em uma nova exposi&ccedil;&atilde;o em Londres, na Galeria Courtauld. Elas aparecem junto com de pinturas a &oacute;leo e desenhos feitos pelo artista, expostos muito raramente, e que ajudam a montar um panorama dos registros de camponeses feitos pelo pintor.
&nbsp;
&quot;&Eacute; surpreendente que essas pinturas nunca tenham sido compradas juntas e observadas em detalhe&quot;, disse Barnaby Wright, um dos curadores da exposi&ccedil;&atilde;o. &nbsp;

A famosa s&eacute;rie, datada do final da carreira do mestre franc&ecirc;s, foi baseada em estudos de camponeses na regi&atilde;o Aix-en-Provence e deu aos personagens um status raramente obtido pelas classes trabalhadoras na pintura contempor&acirc;nea.
&nbsp;
&quot;Camponeses tendiam a ser retratados fazendo apostas ou de forma indecorosa, mas C&eacute;zanne viu algo diferente nos camponeses trabalhando na propriedade de seus pais&quot;, afirma o curador.
&nbsp;
Al&eacute;m das obras da pr&oacute;pria cole&ccedil;&atilde;o da Courtauld, outras obras importantes da s&eacute;rie v&ecirc;m do Museu dOrsay, de Paris, e do Metropolitan Museum of Art, de Nova York - que tamb&eacute;m exibir&aacute;, entre 9 de fevereiro e 8 de maio de 2011.
&nbsp;
Os Jogadores de Cartas | C&eacute;zanne
Galeira Courtauld - Londres
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 16 de janeiro de 2011
Entrada: &pound;7.00

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>SP arte/foto registra aumento de público e de vendas</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=129</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/231020101717_f2010jlo_1885_edit.jpg">&nbsp;Realizada em setembro, a quarta edi&ccedil;&atilde;o da feira SP Arte/Foto levou 7.200 pessoas ao nono andar do shopping Iguatemi, em S&atilde;o Paulo e registrou um aumento de 20% em rela&ccedil;&atilde;o ao p&uacute;blico da edi&ccedil;&atilde;o anteiror.
&nbsp;
Segundo organizadores do evento, a feira negociou 170 obras de 17 galerias representadas e movimentou cerca de R$ 1,5 milh&atilde;o. Na SP Arte, feira realizada em abril e que negocia obras de todos os tipos, o total de transa&ccedil;&otilde;es atingiu cerca de R$ 31,45 milh&otilde;es.
&nbsp;
Galerias como Instituto Moreira Salles, Luciana Brito, Nara Roesler, Casa Tri&acirc;ngulo e Oscar Cruz dizem ter registrado um aumento de 35% &nbsp;nas vendas

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Wim Wenders estréia exposição de fotografia no Brasil</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=128</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/231020101656_wimwenders1.jpg">&nbsp;Se &eacute; na estrada que se passa boa parte dos filmes de Wim Wenders, &eacute;&nbsp;tamb&eacute;m a ela que o cineasta alem&atilde;o recorre para criar as imagens que n&atilde;o&nbsp;se movem.Mostradas pela primeira vez em p&uacute;blico, as fotografias de&nbsp;Lugares, Estranhos e&nbsp;Quietos&nbsp;revelam&nbsp;o talento de fot&oacute;grafo do diretor e&nbsp;ficam em cartaz at&eacute; janeiro no Masp.


Wim Wenders, que ao lado de Rainer Werner Fassbinder, Werner Herzog e&nbsp;Volker Schl&ouml;ndorff ajudou a reerguer o cinema alem&atilde;o ap&oacute;s a Segunda&nbsp;Guerra Mundial, &eacute; tamb&eacute;m um dos homenageados da 34&ordf; Mostra Internacional&nbsp;de Cinema.



O p&uacute;blico paulista poder&aacute; relembrar&nbsp;o melhor de sua produ&ccedil;&atilde;o cinematogr&aacute;fica: o&nbsp;deserto vasto de &quot;Paris, Texas&quot; (1984), a solid&atilde;o angelical de &quot;Asas&nbsp;do Desejo&quot; (1987) e &quot;Um Filme para Nick&quot; (1980), em que registra a&nbsp;morte de Nicholas Ray (1911-1979), al&eacute; da&nbsp;vers&atilde;o definitiva, editada&nbsp;por ele, de &quot;At&eacute; o Fim do Mundo&quot; (1991) - in&eacute;dito no Brasil.



Para a exposi&ccedil;&atilde;o de fotografias Wim Wenders&nbsp;percorreu lugares distantes como a Arm&ecirc;nia, o Brasil, a&nbsp;Austr&aacute;lia e o Jap&atilde;o em busca dos segredos que apenas seu olhar viajante&nbsp;poderia desvelar. A produ&ccedil;&atilde;o do artistas ainda inclui&nbsp;um dos cartazes desta edi&ccedil;&atilde;o da&nbsp;&nbsp;Mostra Internacional (o&nbsp;outro leva a assinatura do diretor japon&ecirc;s Akira Kurosawa).


Lugares, Estranhos e&nbsp;Quietos |&nbsp;Wim Wenders
Museus de Artes de S&atilde;o Paulo - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 16 de janeiro de 2011
Entrada: R$15


Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo


</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Vauluizo Bezerra abre individual no MAM</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=127</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/231020101650_fot_6990.jpg">&nbsp;No MAM, Vauluizo Bezerra apresenta a exposi&ccedil;&atilde;o Trajetos. A instala&ccedil;&atilde;o in&eacute;dita fica aberta ao p&uacute;blico at&eacute; o dia 28 de novembro, inspirado nas vers&otilde;es da &nbsp;Batalha de S&atilde;o Rom&atilde;o, de Paolo Uccello e nos aspectos filos&oacute;ficos da obra de Giacometti.

O artista descreve as inten&ccedil;&otilde;s por tr&aacute;s de&nbsp;Trajetos&nbsp;como &ldquo;um esfor&ccedil;o de entender a cultura&quot;. A exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; composta de uma s&eacute;rie de dezoito desenhos em larga escala em grafite e aquarela e uma sequ&ecirc;ncia de tr&ecirc;s relevos de parede em resina e fibra de vidro que registram as a&ccedil;&otilde;es do artista na cria&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria obra; al&eacute;m de uma escultura em a&ccedil;o e acr&iacute;lico que faz refer&ecirc;ncia &agrave; escada do MAM

H&aacute; ainda na mosta a proje&ccedil;&atilde;o referencial das vers&otilde;es da Batalha de S&atilde;o Rom&atilde;o de Paolo Uccello, manipuladas digitalmente, a proje&ccedil;&atilde;o de um v&iacute;deo em looping de uma batalha do filme&nbsp;RAN&nbsp;de Akira Kurosawa -cuja produ&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m foi inspirada por Paolo Ucello. 

&nbsp;&ldquo;A alus&atilde;o pretendida sobre a obra de Giacometti &eacute; um recurso que deliberei buscando sublinhar um sintoma importante, no sentido de que este artista, para mim, &eacute; a express&atilde;o visual que melhor explicita o senso crepuscular da filosofia humanista que foi (ou ainda o &eacute;) o existencialismo&quot;, explica Vauluizo.

Trajetos&nbsp;| Valuizo Bezerra
Museu da Arte Moderna da Bahia
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 28 de novembro
Entrada Gratuita

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Fabio Pena Cal leva a arte de Pernambuco à Casa Cor Bahia 2010 </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=126</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/221020101522_galeriacasacor.jpg">A Fabio Pena Cal Galeria de Arte leva, por mais um ano, ao mais importante evento de arquitetura e decora&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s, uma importante mostra da produ&ccedil;&atilde;o atual de arte contempor&acirc;nea do Brasil. Neste ano, em que a Casa Cor Bahia 2010 homenageia o arquiteto e urbanista L&uacute;cio Costa, o espa&ccedil;o Galeria de Arte apresenta uma coletiva de artistas pernambucanos representados por Fabio Pena Cal em Salvador. O evento, aberto no dia de 14 de outubro, fica em cartaz na cidade at&eacute; o dia 24 de novembro, com SPECIAL SALE nos dias 22, 23 e 24.
&nbsp;
A mostra coletiva organizada por Fabio Pena Cal na Casa Cor tem como objetivo, al&eacute;m de contribuir para a difus&atilde;o das artes, divulgar o trabalho de importantes artistas em atua&ccedil;&atilde;o fora de Salvador. &ldquo;S&atilde;o artistas que trabalham com t&eacute;cnicas e estilos diversos, com po&eacute;ticas pr&oacute;prias e bem definidas, mas que possuem em comum tra&ccedil;os que as identificam com a arte produzida no nordeste, como Eudes Mota, e o uso de materiais como a madeira de demoli&ccedil;&atilde;o, ou Jos&eacute; Paulo, com suas pe&ccedil;as com barro&rdquo;, afirma Fabio Pena Cal.&nbsp;
&nbsp;
O projeto da Galeria de Arte da 16&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Casa Cor Bahia &eacute; assinado pela arquiteta Viviane Vieira. Ao todo, sete artistas participam da mostra, apresentando &nbsp;cerca de 40 obras. Destaque para as pe&ccedil;as de Jos&eacute; Patr&iacute;cio (Progress&atilde;o Crom&aacute;tica), Braz Marinho (Pezo, Soldado e Bandeira, Soldado), Jos&eacute; Paulo (sete obras s/t&iacute;tulo), Eudes Mota (Futebol, Confession&aacute;rio, Casa de Pombos), Alice Vinagre (s/ t&iacute;tulo), Marcelo Silveira (Maria Mole).
&nbsp;
O evento, que este ano tem como tema &ldquo;Sua Casa, Sua Vida, Mais Sustent&aacute;vel e Feliz&rdquo;, homenageia o arquiteto e urbanista, colaborador de Oscar Niemayer e autor do projeto do plano piloto da capital federal do Brasil, Bras&iacute;lia. A Casa Cor Bahia 2010 acontece no Morro do Ipiranga (entre a Ondina e a Barra), em cinco casas que foram totalmente reformuladas e interligadas pelo arquiteto David Bastos para abrigar a mostra, que ocupa uma &aacute;rea de aproximadamente 3.900 mil m&sup2;. S&atilde;o 51 ambientes criados por 71 profissionais, entre decoradores, arquitetos e paisagistas.&nbsp;
&nbsp;
Al&eacute;m da Galeria de Arte Fabio Pena Cal, o evento este ano tamb&eacute;m apresenta um outro ambiente mais criativo, o Corredor Digital, criado pelo artista visual Caetano Dias e por Beth Sousa.
&nbsp;
&nbsp;
CASA COR BAHIA 2010 | Fabio Pena Cal Galeria de Arte&nbsp;
Local:&nbsp;Rua Jos&eacute; Pancetti, 7 - Morro do Ipiranga - Barra - Salvador - BA&nbsp;
Quando: de 14 de outubro a 24 de Novembro&nbsp;
SPECIAL SALE 22, 23 e 24 de Novembro&nbsp;
Hor&aacute;rio:&nbsp;Ter&ccedil;a a S&aacute;bado: 16:00h &agrave;s 21:30h / &nbsp;Domingo e Feriados: 16:00hs &agrave;s 21:00hs&nbsp;
Ingresso:&nbsp;Pre&ccedil;o &Uacute;nico: R$ 30,00.&nbsp;Passaporte: R$ 60,00*
* Com o Passaporte, o visitante tem acesso ilimitado ao evento.&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Retrospectiva das fotografias de André Kertész em Paris</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=125</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/161020101130_kertesz.jpg">At&eacute; fevereiro do ano que vem, fica em&nbsp;cartaz no Jeu de Paume, em Paris, &nbsp;o trabalho de um um dos mais importantes fot&oacute;grafos do s&eacute;culo 20, Andr&eacute; Kert&eacute;sz.

A exposi&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne um conjunto significativo de gravuras e documentos originais relativos a v&aacute;rios per&iacute;odos da vida Kert&eacute;sz, revelando como ele desenvolveu uma po&eacute;tica genu&iacute;na na fotografia. Apresentando as fotos de forma cronol&oacute;gica, a exposi&ccedil;&atilde;o reflete os v&aacute;rios per&iacute;odos de sua vida criativa e se divide em grupos tem&aacute;ticos destacando os aspectos originais de sua produ&ccedil;&atilde;o: sua fotografia pessoal (os cart&otilde;es postais fotogr&aacute;ficos, as distor&ccedil;&otilde;es), o seu envolvimento na publica&ccedil;&atilde;o (o livro Paris vu par Kert&eacute;sz, 1934) e suas recorrentes experimentos criativos (sombras, chamin&eacute;s).

Nesta grande retrospectiva, pode-se descobrir alguns per&iacute;odos anteriormente negligenciadas na vida do artista: seu tempo como um soldado, entre 1914 e 1918, &nbsp;e as Polaroids dos seus &uacute;ltimos anos. Em particular, se destaca o in&iacute;cio como fotojornalista em Paris, em 1928 - apesar de ter dito &quot;Eu nunca documento&quot;, como bem pode perceber o bservador de algumas de suas &quot;distor&ccedil;&otilde;es&quot;

Andre Kertesz
Jeu de Paume - Paris
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 06 de fevereiro de 2011
Entrada: 7 &euro;

Fontes: Paris Voice, Images &amp; Visions</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Walter Smetak ganha sala especial no Pelourinho</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=124</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/161020100935_debora_paes_055.jpg">&nbsp;As &ldquo;Pl&aacute;sticas Sonoras&rdquo; - como s&atilde;o chamadas as pe&ccedil;as criadas por Walter Smetak - ganharam uma sala especial para visita&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica no Centro Cultural Solar Ferr&atilde;o (Pelourinho). A mostra de longa-dura&ccedil;&atilde;o&nbsp;Smetak - O Alquimista do Som&nbsp;apresenta cerca de 100 pe&ccedil;as do acervo da fam&iacute;lia do m&uacute;sico su&iacute;&ccedil;o que viveu na Bahia entre 1937 e 1984.

Para Daniel Rangel, um dos organizadores da exposi&ccedil;&atilde;o tem tamb&eacute;m o papel de fortalecer o reconhecimento hist&oacute;rico da obra do artista:&nbsp;&quot;Ele foi um grande mestre, realizando uma renova&ccedil;&atilde;o nas artes e influenciando toda uma gera&ccedil;&atilde;o de grandes m&uacute;sicos e artistas. Smetak fundiu elementos da cultura popular com outros da cultura erudita, provocando algo completamente novo&quot;
&nbsp;
Est&atilde;o expostos no Centro Cultural Solar Ferr&atilde;o instrumentos e objetos criados pelo m&uacute;sico,&nbsp;que foi ma das princinpais influ&ecirc;ncias do movimento tropicalista,&nbsp;al&eacute;m partituras e objetos pessoais.

O Alquimista do Som &ndash; Cole&ccedil;&atilde;o Walter Smetak
Onde: Centro Cultural Solar Ferr&atilde;o&nbsp;
Visita&ccedil;&atilde;o: Exposi&ccedil;&atilde;o de longa dura&ccedil;&atilde;o
Entrada gratuita
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Rio de Janeiro expõe retrospectiva de Hélio Oiticica</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=123</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/161020100901_mi_3044766459905400.jpg">&nbsp;Quase um ano depois do inc&ecirc;ndio que destruiu parte das obras do pintor, escultor e artista pl&aacute;stico carioca, a mostra&nbsp;H&eacute;lio Oiticica &ndash; Museu &eacute; o mundo&nbsp;traz, segundo os curadores Cesar Oiticica Filho e Fernando Cocchiaralea, a maior retrospectiva j&aacute; realizada sobre o artista, com cerca de 90 obras, mais filmes, fotografias e documentos.
&nbsp;
&ldquo;&Eacute; importante realizar esta exposi&ccedil;&atilde;o depois do que aconteceu. Isso mostra que a obra de H&eacute;lio ainda existe e est&aacute; mais forte do que nunca. Al&eacute;m disso, todo esse problema fez com que a gente se debru&ccedil;asse sobre aspectos inexplorados do acervo, como as proposi&ccedil;&otilde;es, esp&eacute;cie de pe&ccedil;as criadas para serem completadas por terceiros&quot;, conta Cesar.
&nbsp;
Desde o dia 11 de setembro, &aacute;reas p&uacute;blicas do Rio ganharam ares de museu. A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;conta com quatro penetr&aacute;veis: o &ldquo;PN 16&rdquo;, nunca exibido em tamanho natural; &ldquo;&Eacute;den&rdquo;, conjunto de v&aacute;rios ambientes que integrou a primeira exposi&ccedil;&atilde;o do artista na Whitechapel, em Londres, em 1969; &ldquo;Mesa de Bilhar &ndash; Apropria&ccedil;&atilde;o d&rsquo;apr&egrave;s O Caf&eacute; Noturno de Van Gogh&rdquo;, montada pela primeira vez, na Central do Brasil; e o igualmente in&eacute;dito &ldquo;B&oacute;lide &Aacute;rea &Aacute;gua&rdquo;, na Pra&ccedil;a do Lido.

&quot;Desta forma, atingimos muito mais gente. Mesmo quem n&atilde;o tem inten&ccedil;&atilde;o de visitar a exposi&ccedil;&atilde;o se depara com as instala&ccedil;&otilde;es e acaba sabendo que se trata de uma obra de H&eacute;lio Oiticica, e que est&aacute; rolando uma mostra. Espero que os penetr&aacute;veis tamb&eacute;m funcionem como portas abertas para o mundo do H&eacute;lio&rdquo;, explicou Cesar, que &eacute; fot&oacute;grafo e tamb&eacute;m sobrinho do artista.

No Pa&ccedil;o Imperial, a mostra ocupa todo o primeiro andar, onde estar&atilde;o os metaesquemas (s&eacute;ries de desenhos, como &ldquo;Grupo Frente&rdquo;, &ldquo;Pr&eacute;-neoconcreto&rdquo;, dentre outros), os relevos espaciais, os parangol&eacute;s e b&oacute;lides, entre outros.


H&eacute;lio Oiticica &ndash; Museu &eacute; o mundo
Pa&ccedil;o Imperial e&nbsp;Casa Fran&ccedil;a-Brasil - Rio de Janeiro

Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 21 de novembro
Entrada Gratuita

Fontes: Isto &Eacute;, G1


</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>MAB recebe neoexpressionista alemão</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=122</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/091020101041_teusheroismeusherois.jpg">&nbsp;A primeira exposi&ccedil;&atilde;odo alem&atilde;o Martin Heinig na Bahia, &nbsp;Teus Her&oacute;is, Meus Her&oacute;is&nbsp;traz 26 telas que retratam com cores fortes, em maior ou menor teor de abstra&ccedil;&atilde;o, cabe&ccedil;as e faces de personagens. &nbsp;Segundo o artista, o rosto que ele pinta surgem de uma nebulosidade entre tra&ccedil;os &agrave;s vezes inconscientes. Ele parece deixar que a obra se conclua, de fato, na perspectiva do apreciador.

&ldquo;Quando comecei a me dedicar inteiramente &agrave; pintura, estava perturbado com o conte&uacute;do ilustrativo da pintura figurativa. Rapidamente, cheguei &agrave; conclus&atilde;o de que, se eu quero confrontar-me mais intensivamente com a cor - para experimentar a sua estrutura e sua forma &ndash; teria que me separar da conta&ccedil;&atilde;o de hist&oacute;rias e de qualquer ilustra&ccedil;&atilde;o. E para isso decidi extrair o que era mais importante para mim na figura humana: a cabe&ccedil;a. Ela &eacute; completamente livre de espa&ccedil;o e tempo, ela conta sua hist&oacute;ria por si mesma&rdquo;, declara o pr&oacute;prio artista.

Neoexpressionita como o seu professor Georg Baselit - um dos maiores expoentes contempor&acirc;neos da pintura alem&atilde; -, Heinig diz apresentar imagens ef&ecirc;meras da realidade.&nbsp;Em diferentes express&otilde;es, sempre&nbsp;fitamos os olhos das figuras criadas por Heinig. E s&atilde;o olhos de her&oacute;is de nosso tempo, j&aacute; que, para o pr&oacute;prio artista, o t&iacute;tulo de sua exposi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve ser levado t&atilde;o a s&eacute;rio.


Teus Her&oacute;is, Meus Her&oacute;is&nbsp;| Martin Heinig
Museu de Arte da Bahia
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 3 de novembro
Entrada gratuita

Fontes: A Tarde, Salvador Update
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Metropolitan mostra a ligação de Miró com pintura holandesa</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=121</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/091020101008_joan-miro-dutch-interior-i-1928.jpg">&nbsp;Famosa e prestigiada hoje em dia, gra&ccedil;as a nomes mais c&eacute;lebres como Vermeer e Rembrandt, a import&acirc;ncia da pintura holandesa est&aacute; tamb&eacute;m na sua influ&ecirc;ncia sobre nomes que, a princ&iacute;pio, n&atilde;o associar&iacute;amos a uma grupo t&atilde;o tradicional de pintores t&atilde;o afeitos a certos artif&iacute;cios t&eacute;cnicos. &Eacute; tamb&eacute;m para nos surpreender que est&aacute; em cartaz a mostra&nbsp;Mir&oacute;: The Dutch Interiors&nbsp;(Mir&oacute;: Os interiores holandeses, em livre tradu&ccedil;&atilde;o).

A exposi&ccedil;&atilde;o, que pode ser conferida at&eacute; o dia 17 de janeiro de 2011 no Metropolitan Museum of Art de Nova York, mostra a fascina&ccedil;&atilde;o que Joan Mir&oacute; sentia pela pintura holandesa e a influ&ecirc;ncia que os pintores do s&eacute;culo XVII, Jan Steen e Hendrick Sorgh, tiveram na obra do artista espanhol.
ico e poder&aacute; ser conferida at&eacute; o dia 17 de janeiro de 2011.

Segundo o presidente do Departamento de Arte do S&eacute;culo XIX, Moderna e Contempor&acirc;nea do museu nova-iorquino,Gary Tinterow, &nbsp;Mir&oacute; &nbsp;(que viveu entre 1893 e 1983) era &quot;apaixonado pela pintura holandesa e encontrou nela uma nova energia e luz para seu trabalho&quot;.

A mostra re&uacute;ne tr&ecirc;s obras de Mir&oacute;, conhecidas como&nbsp;Interiores Holandeses&nbsp;junto a suas fontes de inspira&ccedil;&atilde;o:&nbsp;O Tocador de Ala&uacute;de&nbsp;(1661), de Hendrick Sorgh, e&nbsp;Crian&ccedil;as Ensinando um Gato a Dan&ccedil;ar&nbsp;(mais conhecida como&nbsp;A Aula de Dan&ccedil;a, 1660-1679), de Jan Steen.

Al&eacute;m dessas pinturas &eacute; poss&iacute;vel conferir tamb&eacute;m os desenhos preparat&oacute;rios e os 16 esbo&ccedil;os que o pintor catal&atilde;o realizou para transferir a linguagem figurativa do s&eacute;culo XVII para seu universo surrealista.

Mir&oacute;: The Dutch Interiors&nbsp;
Metropolitan Museum of Art - Nova York
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 17 de janeiro de 2011
Entrada:&nbsp;US$20

Fonte: EFE</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Picasso supera o próprio recorde de preço por gravura</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=120</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/091020100833_picasso_sothebys.jpg">Os valores do mercado de arte n&atilde;o param de subir. Desta vez, uma gravura de Pablo Picasso foi vendida por 1,3 milh&otilde;es de libras (US$ 2 milh&otilde;es), um valor recorde para uma &uacute;nica gravura levada a leil&atilde;o, informou a casa de leil&otilde;es Sotheby\'s nesta sexta-feira. 

Vendida em Londres, no m&ecirc;s passado, esperava-se por &quot;La Minotauromachie&quot; n&atilde;o mais do que 600 mil libras. &nbsp;No entanto, a venda superou o&nbsp;recorde anterior para &nbsp;o pre&ccedil;o pago por uma &uacute;nica gravura na casa de leil&otilde;es - os &nbsp;1,1 milh&otilde;es de libras alcan&ccedil;ados por &quot;Vampiro II&quot;, de Edvard Munch; &nbsp;vendida em Oslo em 2007.
&nbsp;
&quot;La Minotauromachie&quot; &eacute; considerada a obra-prima do artista nas gravuras&quot;, disse James Mackie, o especialista da t&eacute;cnica na Sotheby\\\'s. &quot;Ela reflete os temas do artista e demonstra a maestria de sua t&eacute;cnica, que continua insuper&aacute;vel. Quase todas as impress&otilde;es desta gravura est&atilde;o agora em cole&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas ou permanentes pelo mundo&quot;. At&eacute; ent&atilde;o, o valor mais alto j&aacute; pago por uma gravura de Picasso tinha sido o de 880 mil libras, em 1990.

Fonte: Reuters
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Disputada pela Bienal, obra de Lygia Clark aparece no Sesc</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=119</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/091020100742_10273505.jpg">Grande aus&ecirc;ncia da atual Bienal de S&atilde;o Paulo, a obra Caminhando, de Lygia Clark, &eacute; o trabalho central da exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Por Aqui, Formas Tornaram-se Atitudes, em cartaz at&eacute; o dia 30 de novembro no Sesc Vila Mariana.&nbsp;Clark estava na lista de artistas da 29&ordf; Bienal com a reedi&ccedil;&atilde;o desta performance de 1963 em que o p&uacute;blico recorta uma fita de papel, desdobrando as formas da escultura &quot;Unidade Tripartida&quot;, de Max Bill, num experimento tridimensional e ef&ecirc;mero.

Segundo os curadores da Bienal, Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias, os herdeiros da artista morta em 1988 cobraram um valor considerado &quot;escandaloso e incompat&iacute;vel&quot; para liberar a exposi&ccedil;&atilde;o do trabalho. J&aacute; Josu&eacute; Mattos, curador de&nbsp;Por Aqui... ,&nbsp;pagou &agrave; fam&iacute;lia &quot;um valor completamente normal&quot;. Enfim, o trabalho da artista poder&aacute; ser visto&nbsp;e experimentado por visitantes do Sesc Vila Mariana nos pr&oacute;ximos dois meses.&nbsp;&quot;Cheguei antes da Bienal com esse projeto&quot;, conta Mattos. &quot;Mas ele se realizou depois da Bienal.&quot;
&nbsp;
Dos Anjos falou sobre o caso num dos debates antes da Bienal. &quot;Havia um descompasso entre o que a obra exigia e exig&ecirc;ncias da fam&iacute;lia da artista&quot;, disse. &quot;&Eacute; evidente que isso faz falta, mas &eacute; uma aus&ecirc;ncia que pela pr&oacute;pria aus&ecirc;ncia se faz presente.&quot;&nbsp;&quot;Acho o fim da picada, o fim do mundo, uma trai&ccedil;&atilde;o &agrave; mem&oacute;ria da artista&quot;, disse Farias antes da Bienal, comentando a aus&ecirc;ncia de Clark da mostra. &quot;Essa obra tinha de estar l&aacute;, n&atilde;o &eacute; uma tristeza, &eacute; um esc&acirc;ndalo.&quot;

O acervo traz ainda obras inusitadas que&nbsp;se articulam pela &ldquo;reproposi&ccedil;&atilde;o&rdquo; de obras relacionais hist&oacute;ricas, com &ecirc;nfase na no&ccedil;&atilde;o de experi&ecirc;ncia do espectador, e pela apresenta&ccedil;&atilde;o de obras do atual panorama art&iacute;stico brasileiro que dialogam com essa tradi&ccedil;&atilde;o. Entre os trabalhos, est&atilde;o uma mesa de bilhar elaborada por H&eacute;lio Oiticica que pode ser usada pelos visitantes e um Cristo comest&iacute;vel feito de rapadura, inven&ccedil;&atilde;o do baiano Caetano Dias. 

A exposi&ccedil;&atilde;o, idealizada por Josu&eacute; Mattos, &eacute; uma esp&eacute;cide de resposta &agrave; mostra Quando Atitudes Tornam-se Forma, a primeira grande pesquisa sobre arte conceitual realizada em solo europeu.&nbsp;H&aacute; tamb&eacute;m na mostra obras de Albano Afonso, Carmela Gross, Laura Lima, &nbsp;Lygia Pape, Regina Silveira e Rochelle Costi, entre outros.

Por Aqui Formas Tornaram-se Atitudes
Sesc Vila Mariana - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 30 de novembro
Entrada Gratuita

Fontes: Folha de S&atilde;o Paulo, R7, Catraca Livre

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>03 em 01 de Marcelo Silveira </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=118</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/061020101422_1283292065marcelosilveira008.jpg">No mesmo momento em que o Brasil e o mundo podem conferir a obra do pernambucano Marcelo Silveira na 29&ordf; Bienal de S&atilde;o Paulo, o mais prestigiado evento das artes visuais do pa&iacute;s, em Recife, uma mostra individual acontece em sua homenagem no Centro Cultural dos Correios. At&eacute; o dia 31 de outubro de 2010, a exposi&ccedil;&atilde;o entitulada &ldquo;Marcelo Silveira: Tr&ecirc;s em Um &ndash; em torno da obra, artista e p&uacute;blico ocupam o mesmo espa&ccedil;o&rdquo;, apresenta trabalhos in&eacute;ditas do artista, que possui obras no acervo da Fabio Pena Cal Galeria de Arte, em Salvador.
&nbsp;
A exposi&ccedil;&atilde;o apresenta obras in&eacute;ditas, produzidas nos &uacute;ltimos anos por Marcelo: &ldquo;Tudo ou Nada&rdquo;, &ldquo;Rua da Usina&rdquo;, e &ldquo;De Natureza Viva&rdquo;. Al&eacute;m da exposi&ccedil;&atilde;o, o Centro Cultural dos Correios vai realizar ainda um f&oacute;rum de debates (de 26 a 28 de outubro), o lan&ccedil;amento de um livro de registro da obra do artista e uma programa&ccedil;&atilde;o educativa para alunos da rede p&uacute;blica do Estado, que acontecer&aacute; durante o per&iacute;odo de visita&ccedil;&atilde;o da mostra.
&nbsp;
Marcelo Silveira nasceu em Gravat&aacute;, no agreste pernambucano, e iniciou sua carreira nos anos 80. Desde ent&atilde;o, realizou mais de 20 exposi&ccedil;&otilde;es individuais e 50 coletivas. Em 2005, participou da programa&ccedil;&atilde;o do Ano do Brasil na Fran&ccedil;a - Carreou du Temple - Espa&ccedil;o Brasil, Paris, e da V Bienal do Mercosul &ndash; Porto Alegre &ndash; RS, onde apresentou &ldquo;Tudo ou Nada&rdquo;, tamb&eacute;m exibida em 2006 na Mostra Paralela da 26&ordf; Bienal de S&atilde;o Paulo. Neste mesmo ano, participou da exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Gera&ccedil;&atilde;o da Virada - 10 + 1: os anos recentes da arte brasileira&rdquo;, no Instituto Tomie Ohtake, S&atilde;o Paulo-SP, evento que teve a curadoria de Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias.
&nbsp;
Em 2007, apresentou a obra &ldquo;Rua da Usina&rdquo;, no Panorama das Artes Pl&aacute;sticas Brasileiras, no MAM, S&atilde;o Paulo, tamb&eacute;m exposta no espa&ccedil;o de arte contempor&acirc;nea da Prefeitura de Madrid - Acal&aacute; 31. Mais recentemente, teve a obra &ldquo;Arquitetura de Interior&rdquo; exposta na coletiva Nova Arte Nova, no CCBB/RJ (2008) e SP (2009).
&nbsp;
Dentre as v&aacute;rias publica&ccedil;&otilde;es e colet&acirc;neas em que sua obra &eacute; citada e criticada, participa como artista convidado do projeto Arte Brasileira Contempor&acirc;nea, coordenado por Paulo Sergio Duarte e Murilo Salles.


&nbsp;
Marcelo Silveira: Tr&ecirc;s em Um - Em torno da obra, artista e p&uacute;blico habitam o mesmo espa&ccedil;o.
Centro Cultural Correios (Recife) - at&eacute; 31 de outubro de 2010
Hor&aacute;rio de Visita&ccedil;&atilde;o: 3&ordf; a 6&ordf;. das 9h &agrave;s 18h.; e s&aacute;bados e domingos, das 12h &agrave;s 18h.
F&oacute;rum: dias 26, 27 e 28/10, &agrave;s 19, com lan&ccedil;amento do livro de registro de obra do artista.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Metropolitan apresenta site-specif vivo até o fim do mês</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=117</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/021020101018_bambu2_1624242c.jpg">&nbsp;Os irm&atilde;os g&ecirc;meos Mike e Doug Starn foram convidados pelo The Metropolitan Museum of Art, em Nova Yorque &nbsp;para criar uma instala&ccedil;&atilde;o para o The Iris e B. Gerald Cantor Roof Garden (a parte externa do museu), ent&atilde;o desde o dia 27 de abril at&eacute; o fim do m&ecirc;s de outubro eles apresentam&nbsp;Big Bamb&uacute;: &ldquo;You Can&rsquo;t, You Don&rsquo;t and You Won&rsquo;t Stop&rdquo;

O site-specific &eacute; formado por uma monumental estrutura de bamb&uacute; que mede 100 metros de comprimento, 50 metros de largura e 50 metros de altura e assume a forma de uma onda, unindo escultura, arquitetura e performance. Big Bamb&uacute; &eacute; como um organismo vivo, evolui conforme sua constru&ccedil;&atilde;o e pode ser acompanhada pelos visitantes, que podem escalar e interagir com a instala&ccedil;&atilde;o &ldquo;in progress&rdquo; ou seja cont&iacute;nua e crescente.&nbsp;

O estado de evolu&ccedil;&atilde;o do trabalho est&aacute; sendo documentado pelos artistas em fotografias e v&iacute;deos. A mostra come&ccedil;ou em abril e vai at&eacute; o fim do m&ecirc;s.

Big Bamb&uacute;: &ldquo;You Can&rsquo;t, You Don&rsquo;t and You Won&rsquo;t Stop&rdquo;&nbsp;|&nbsp;Doug + Mike Starn
Museu Metroprolitan - Nova Iorque
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 31 de outubro
Entrada Gratuita

Fonte: Ig
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Galerias Paulistas expõem juntas durante Bienal</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=116</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/300920102223_marcelo-moscheta-carbon-copy-fragonard.jpg">Como o nome bem sugere, acontece em S&atilde;o Paulo, como parte da programa&ccedil;&atilde;o paralela da Bienal, a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Paralela 10. A&nbsp;exposi&ccedil;&atilde;o &nbsp;re&uacute;ne obras de 82 artistas de algumas das principais galerias da cidade, com&nbsp;obras fortes, alinhavadas em um circuito pelo curador Paulo Reis.
&nbsp;
Bancada pelas galerias que reformaram h&aacute; dois anos o Liceu de Artes e Of&iacute;cios, onde as obras est&atilde;o expostas, a mostra apresenta o trabalho de artistas de todas as casas envolvidas&nbsp;no projeto.&nbsp;Na momtagem, a nova pintura de artistas como Tiago Tebet, Mariana Palma, Rafael Carneiro e Rodolpho Parigi aparece &nbsp;contraposta &nbsp;&agrave; secura dos cerebrais Felipe Cohen, Iran do Esp&iacute;rito Santo e Jo&atilde;o Loureiro. Em um dos galp&otilde;es, instala&ccedil;&otilde;es de Sandra Cinto, Laura Vinci e Thiago Rocha Pitta desencadeiam um pensamento sobre a paisagem com obras que refutam ou fabricam atmosferas paralelas com ondas, vapores e horizontes movedi&ccedil;os de sal.
&nbsp;
No entanto, a curadoria levanta outros pontos, como a coer&ccedil;&atilde;o dos ambientes urbanos, a viol&ecirc;ncia das metr&oacute;poles e a fatura da cor. Andr&eacute; Komatsu, com uma pilha de tijolos, Lucas Bambozzi e seu puxadinho, Cao Guimar&atilde;es com um v&iacute;deo do casamento de uma oper&aacute;ria parecem entrar nesse segundo discurso.
&nbsp;

Paralela 10
Liceu de Artes e Of&iacute;cios - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 28 de novembro
Entrada Gratuita

Fonte: Catraca Livre
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arte e a religião em exposição</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=115</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/300920102107_obra_de_celso_cunha.jpg">
O Museu de Arte da Bahia apresenta a exposi&ccedil;&atilde;o &quot;Sant&acute;Ana: Imagens seculares e uma hist&oacute;ria com novos olhares&quot;, &nbsp;reunindo obras de 39 artistas baianos que se debru&ccedil;aram sobre a iconografia de Senhora de Sant&acute;Ana para criar obras de arte, em comemora&ccedil;&atilde;o ao anivers&aacute;rio de 250 anos da Igreja do Sant&iacute;ssimo Sacramento e Santana. Artistas como Eliana K&eacute;rtesz, representada pela Fabio Pela Cal Galeria, reinterpretam com sua arte a imagem desta santa, a av&oacute; de Jesus Cristo.&nbsp;
&nbsp;
No encontro entre a arte e a religi&atilde;o, a exposi&ccedil;&atilde;o do MAB apresenta a diversidade de formas, cores, texturas e estilos. Al&eacute;m de Eliana, outros baianos como S&eacute;rgio Rabinovitz, Tatti Moreno, Luis Humberto Carvalho, Gustavo Moreno e Dom Greg&oacute;rio Paix&atilde;o aceitaram o convite da Comiss&atilde;o do Movimento Salve Sant\'Ana para participar da exposi&ccedil;&atilde;o. As esculturas, fotografias, relevos e pinturas ser&atilde;o comercializados no local e toda renda revertida para as obras de restaura&ccedil;&atilde;o da Igreja, um dos principais acervos sacro hist&oacute;rico do estado.


 Em uma mostra paralela, com curadoria da diretora do Museu de Arte da Bahia, Silvia Athayde,cerca de 30 imagens de Senhora de Sant&acute;Ana, dos s&eacute;culos XVIII e XIX, emprestadas de fam&iacute;lias tradicionais de Salvador, de outros museus e da pr&oacute;pria Igreja de Sant&acute;Ana tamb&eacute;m poder&atilde;o ser vistas pelo p&uacute;blico.

Sant&acute;Ana:&nbsp;Imagens seculares e uma hist&oacute;ria com novos olhares
Museu de Arte da Bahiai
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 7 de novembro
Entrada Gratuita

Fonte: Correio*
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Caetano Dias mitifica colonização em Bicho Geográfico</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=114</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/250920100931_cdias.jpg">&nbsp;O artista baiano Caetano Dias apresenta no Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Bicho Ge&oacute;grafico.&nbsp;Cheia de simbologias pr&oacute;prias, a videoinsta&ccedil;&atilde;o, pensada especialmente para o pr&eacute;dio hist&oacute;rico de Salvador, &eacute; composta por tr&ecirc;s diferentes proje&ccedil;&otilde;es, que acompanham as a&ccedil;&otilde;es de um homem, uma mulher e um cachorro.
&nbsp;
A refer&ecirc;ncia do t&iacute;tulo&nbsp;representa a interven&ccedil;&atilde;o do homem europeu nas Am&eacute;ricas.&nbsp;&ldquo;O Bicho Geogr&aacute;fico vem da postura desse homem que toma posse, que se espalha. &Eacute; a encarna&ccedil;&atilde;o do invasor, do europeu que tomou as nossas terras, que vem com seu poder modificando tudo e gerando uma nova forma de interpretar e lidar com o tempo&rdquo;, explica Caetano.&nbsp;

Na montagem, al&eacute;m das proje&ccedil;&otilde;es em v&iacute;deo, tamb&eacute;m&nbsp;estar&atilde;o em exposi&ccedil;&atilde;o alguns&nbsp;objetos que comp&otilde;em o projeto da interven&ccedil;&atilde;o no pal&aacute;cio. No Sal&atilde;o Nobre restar&atilde;o os escombros de duas paredes cenogr&aacute;ficas, junto a outros elementos presentes no v&iacute;deo, como a marreta usada por um dos persongens. A&nbsp;Sala de Banquetes ter&aacute; o seu piso coberto por batatas doces e, no espa&ccedil;o anexo, uma pequena gaveta aberta exibir&aacute; imagens de um n&aacute;ufrago - personagem que representa o colonizador Diogo &Agrave;lvares&nbsp;Correia, conhecido como Caramuru - projetadas numa cama de algod&atilde;o.

No final das tr&ecirc;s salas do t&eacute;rreo do Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o, os visitantes poder&atilde;o encontrar, tamb&eacute;m, a proje&ccedil;&atilde;o da imagem de um lago, de uma floresta e de uma &aacute;gua varrida pelo vento, criando desenhos como se, ali, naquela &aacute;gua, tivesse a a&ccedil;&atilde;o do tempo, da natureza.

Bicho Geogr&aacute;fico&nbsp;| Caetano Dias
Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 29 de setembro
Entrada Gratuita</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Harun Farocki ganha retrospectiva no Brasil</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=113</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/240920101106_10260493.jpg">
O videoartista alem&atilde;o Harun Farocki faz de sua extensa filmografia &nbsp;- s&atilde;o quase cem t&iacute;tulos - uma esp&eacute;cia de disseca&ccedil;&atilde;o da imagem. Presente na Bienal de S&atilde;oPaulo, o artista ganha ainda uma retrospectiva que acontece simultaneamente na Cinemateca e no Cinusp , em S&atilde;o Paulo, como parte da programa&ccedil;&atilde;o paralela do evento.
&nbsp;
Fazem parte da exposi&ccedil;&atilde;o algumas obras de cont&uacute;do pol&iacute;tico criadas por Farocki, como&nbsp;Videogramas de uma Revolu&ccedil;&atilde;o, em que o artista analisa um princ&iacute;pio de insurg&ecirc;ncia popular diante de um&nbsp;discurso do ditador romeno Nicolae Ceaucescu&nbsp;e tenta explicar o que aconteceu no momento em que&nbsp;cortaram a transmiss&atilde;o pela TV.
&nbsp;
Em&nbsp;Reconhecer e Perseguir,&nbsp;o p&uacute;blico v&ecirc;&nbsp;simula&ccedil;&otilde;es de bombardeios para o treinamento soldados, descritos pela narradora n&atilde;o como imagens, mas como &quot;informa&ccedil;&atilde;o dotada de beleza n&atilde;o intencional nem&nbsp;calculada&quot;. Enquanto&nbsp;Doutrinamento&nbsp;abandona o recinto da revolu&ccedil;&atilde;o, mas esquadrinha uma outra&nbsp;t&aacute;tica de guerra: executivos aprendem a adequar linguagem corporal&nbsp;para vender melhor.


Harun Farocki
Cinemateca - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 3 de outubro
Entrada: R$ 4 a R$ 8
&nbsp;
Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo &nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arte abstrata latino-americana em cartaz na Alemanha</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=112</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/240920101038_cordeiro_visivel_556x600.jpg">&nbsp;Em cartaz na Alemanha, a mostra&nbsp;Vibraci&oacute;n&nbsp;ilustra o impacto da abstra&ccedil;&atilde;o geom&eacute;trica no trabalho dos pintores, escultores e fot&oacute;grafos da Am&eacute;rica Latina entre os anos 30 e 70.&nbsp;Atrav&eacute;s de uma cole&ccedil;&atilde;o com mais de 200 obras inspiradas na abstra&ccedil;&atilde;o e na geometria, esta ambiciosa exposi&ccedil;&atilde;o na Alemanha pretende romper com o clich&ecirc; de que a arte moderna da Am&eacute;rica Latina limita-se ao realismo m&aacute;gico e ao expressionismo, j&aacute; que quando se trata de arte moderna da Am&eacute;rica Latina, a maioria dos alem&atilde;es pensa em nomes como Frida Kahlo e Diego Rivera.&nbsp;
&nbsp;
Aberta at&eacute; o dia o dia 30 de janeiro do ano que vem&nbsp;&nbsp;na Kunsthalle (pavilh&atilde;o de arte) de Bonn, no oeste da Alemanha,&nbsp;Vibraci&oacute;n&nbsp;re&uacute;ne quadros, esbo&ccedil;os, objetos de artesanato e esculturas de 85 artistas, provenientes, em sua maioria, do Brasil, Argentina, Venezuela, Col&ocirc;mbia, Uruguai e Cuba.
&nbsp;
Muitas das obras expostas sugerem o contexto da urbaniza&ccedil;&atilde;o e moderniza&ccedil;&atilde;o da Am&eacute;rica Latina nos anos 1930 e 1940, momento em que muitos europeus emigraram para pa&iacute;ses sul-americanos - entre eles muitos artistas de origem judaica que fugiram do regime nazista na Alemanha.&nbsp;Deste grupo fazem parte tr&ecirc;s artistas judias que emigraram para a Venezuela, Brasil e Argentina e ganharam destaque na exposi&ccedil;&atilde;o: Gertrud &quot;Gego&quot; Goldschmidt, Mira Schendel e Grete Stern.
&nbsp;
A rela&ccedil;&atilde;o de artistas latino-americanos representados inclui, entre outros, os argentinos L&uacute;cio Fontana, C&eacute;sar Paternosto e Horacio Coppola, o uruguaio Joaqu&iacute;n Torres Garc&iacute;a, o colombiano Leo Matiz e o brasileiro Gaspar Gasparian.&quot;Para mim, os artistas que participam desta mostra buscam na modernidade uma forma de identidade, j&aacute; que prov&ecirc;m de pa&iacute;ses multiculturais, por seu passado pr&eacute;-colombiano e a posterior influ&ecirc;ncia espanhola&quot;, apontou Rainald Schumacher, curador da exposi&ccedil;&atilde;o.
&nbsp;
Grande parte dos trabalhos presentes na exposi&ccedil;&atilde;o pertence &agrave; cole&ccedil;&atilde;o particular de Ella Fontanals-Cisneros, uma colecionadora de arte contempor&acirc;nea cubana estabelecida na Venezuela. As obras foram dispostas de forma&nbsp;peculiar, &nbsp;j&aacute; que os curadores as distribu&iacute;ram pelos espa&ccedil;os segundo as formas geom&eacute;tricas que as comp&otilde;em, reservando uma sala para as retas, outra para as planas e uma terceira para as esf&eacute;ricas.

Vibraci&oacute;n
Kunsthalle Bonn - Alemanha
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; &nbsp;30 de janeiro de 2001
Entrada:&nbsp;&euro;$&nbsp;8 ,00&nbsp;

Fontes: Deutsche Welle, Folhas de S&atilde;o Paulo
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Bienal evidencia bom momento para mercado brasileiro</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=111</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/240920100957_artmarketwatch5-16-08-6.jpg">&nbsp;Centenas de colecionadores estrangeiros e diretores de institui&ccedil;&otilde;es&nbsp;internacionais de prest&iacute;gio, do MoMa &agrave; Tate, chegam ao pa&iacute;s para a&nbsp;abertura da 29&ordf; Bienal de S&atilde;o Paulo, aproveitando um momento oportuno&nbsp;para a arte brasileira, que j&aacute; movimenta estimados R$ 200 milh&otilde;es por&nbsp;ano.

&quot;O Brasil est&aacute; na moda e as pessoas percebem que ter arte em casa &eacute; um&nbsp;luxo&quot;, diz a galerista Luisa Strina, dona da mais antiga galeria de&nbsp;arte contempor&acirc;nea de S&atilde;o Paulo. Luisa afirma que, h&aacute; menos de dez&nbsp;anos, vendeu um trabalho da s&eacute;rie&nbsp;Metaesquema, de H&eacute;lio Oiticica, por&nbsp;US$ 5.000. Na &uacute;ltima edi&ccedil;&atilde;o da SP Arte, feira que re&uacute;ne galeristas de&nbsp;todo o pa&iacute;s, um&nbsp;Metaesquema&nbsp;similar estava &agrave; venda por US$ 250 mil.

Desde o in&iacute;cio da d&eacute;cada, o mercado tem crescido a um ritmo de 50% ao&nbsp;ano. Diversas obras se valorizam a 30% ao ano, deixando para tr&aacute;s&nbsp;outras aplica&ccedil;&otilde;es de risco. A for&ccedil;a econ&ocirc;mica do setor n&atilde;o passa&nbsp;despercebida.

&quot;Tem muita gente querendo comprar e pouca gente querendo vender&quot;,&nbsp;avalia Jones Bergamin, da Bolsa de Arte.&nbsp;Nem mesmo a crise internacional fez os pre&ccedil;os dos artistas brasileiros&nbsp;ca&iacute;rem.E Berrgamin estima que o mercado ainda deva crescer entre 10% e&nbsp;20% neste ano.

Depois que a tela&nbsp;O M&aacute;gico&nbsp;(2001), de Beatriz Milhazes, alcan&ccedil;ou a&nbsp;marca de US$ 1 milh&atilde;o em um leil&atilde;o da Sotheby&quot;s, em 2008, o mercado de&nbsp;artes passou a atrair investidores interessados puramente no potencial&nbsp;de valoriza&ccedil;&atilde;o das obras. &quot;Se analisarmos os &uacute;ltimos dez anos, os&nbsp;investimentos em arte tiveram uma valoriza&ccedil;&atilde;o muito superior &agrave; da&nbsp;Bolsa&quot;, afirma Heitor Reis, um dos s&oacute;cios do fundo Brazil Golden Art,&nbsp;criado pela Plural Capital - uma butique de investimentos formada por&nbsp;ex-s&oacute;cios do Pactual, &nbsp;que est&aacute; estruturando um fundo de investimentos&nbsp;de R$ 50 milh&otilde;es para artes pl&aacute;sticas. E Reis j&aacute; pensa no lan&ccedil;amento&nbsp;de um segundo fundo.

No mundo das galerias, j&aacute; come&ccedil;am a surgir hist&oacute;rias de especuladores,&nbsp;que compram para, logo em seguida, colocarem a obra &agrave; venda em leil&atilde;o.&nbsp;Mas, se h&aacute; 20 anos dava para contar nos dedos o n&uacute;mero de&nbsp;colecionadores s&eacute;rios, hoje eles passam de mil.

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Revolucionário Joseph Beuys em cartaz em São Paulo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=110</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/170920101223_10258471.jpg">Chega ao Brasil uma grande exposi&ccedil;&atilde;o dedicada ao trabalho de Joseph Beuys, um dos artistas pioneiros na explora&ccedil;&atilde;o dos limites entre a arte, a pol&iacute;tica e a ecologia. Em cartaz no Galp&atilde;o do Sesc Pompeia,&nbsp;A Revolu&ccedil;&atilde;o Somos N&oacute;s&nbsp;apresenta 265 obras do artista alem&atilde;o: 40 m&uacute;ltiplos, 205 cartazes e 20 filmes.
&nbsp;
Os p&ocirc;steres - usados de forma inovadora por Beuys - circundam todo o espa&ccedil;o expositivo, que tem no centro os m&uacute;ltiplos e nos quatro cantos proje&ccedil;&otilde;es de filmes. &quot;Tudo aqui est&aacute; relacionado. A ideia foi de que de qualquer lugar da sala fosse poss&iacute;vel ver o Beuys em a&ccedil;&atilde;o&quot;, conta Solange Farkas, curadora da exposi&ccedil;&atilde;o e do Museu de Arte Moderna da Bahia.&nbsp;&quot;Ele se apropriava da propaganda, que &eacute; a fun&ccedil;&atilde;o do cartaz, para com isso fazer pol&iacute;tica&quot;, explica o&nbsp;curador convidada da exposi&ccedil;&atilde;o, Antonio D\' Avossa, da Academia de Arte de Mil&atilde;o.
&nbsp;
Um dos destaques da mostra &eacute; o p&ocirc;ster da a&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica &quot;I Like America and America Likes Me&quot;, realizada em 1974, na galeria Ren&eacute; Block, em Nova York. Parte do registro dessa performance &nbsp;- tr&ecirc;s dias em que Beuys ficou trancado com um coiote numa jaula - ali&aacute;s, pode ser vista em v&iacute;deo na exposi&ccedil;&atilde;o.
&nbsp;
Beuys foi um dos artistas mais radicais de seu tempo. Fundador do Partido Verde na Alemanha, uma de suas a&ccedil;&otilde;es mais conhecidas foi plantar 7 mil carvalhos na cidade de Kassel, durante a Documenta de 1972.&nbsp;H&aacute; mesmo uma grande quantidade de p&ocirc;steres, muitos assinados pelo pr&oacute;prio Beuys (1921-1986), inclusive o que ele fez quando participou da Bienal de S&atilde;o Paulo, em 1979, com um&nbsp;objetivo n&atilde;o era nada modesto: &quot;Conclama&ccedil;&atilde;o para uma alternativa global&quot; propunha &quot;acabar com as muralhas ideol&oacute;gicas entre Oriente e Ocidente (...) e superar o abismo entre o Norte e o Sul&quot;.


A Revolu&ccedil;&atilde;o Somos N&oacute;s&nbsp;| Joseph Beuys
Galp&atilde;o Sesc Pompeia - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 28/11
Entrada Gratuita

Fonte: Associa&ccedil;&atilde;o Cultural Videobrasil (organizadora da mostra junto com o Sesc) e Folha de S&atilde;o Paulo
Foto: Jefferson Coppola
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Gravuras de Rubem Grilo na CAIXA Cultural Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=109</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/170920101153_1236547533_08255318.jpg">Em cartaz na CAIXA Cultural Salvador, a mosta&nbsp;Rubem Grilo - Xilogr&aacute;fico (1985 a 2009)&nbsp;tem curadoria do pr&oacute;prio artista e &eacute; uma retrospectiva da sua produ&ccedil;&atilde;o nos &uacute;ltimos 25 anos. Rubem Grilo &eacute; um dos mais importantes xilogravadores brasileiros vivos e apresenta apresenta nesta exposi&ccedil;&atilde;o 116 obras de diferentes formatos: &nbsp;91 xilogravuras, 6 matrizes e 19 colagens, em sua &nbsp;maioria in&eacute;ditas.

A mostra &nbsp;revela um Rubem mais profundo e amadurecido, dando ao p&uacute;blico a oportunidade de ver uma primorosa sele&ccedil;&atilde;o de obras cujos temas e abordagens ganham ampla densidade e configura&ccedil;&atilde;o dram&aacute;tica. Paralelamente ao mergulho nas grandes quest&otilde;es humanas, seu processo criativo remete-se para o fato pl&aacute;stico essencial em sua obra: a s&iacute;ntese gr&aacute;fica na constru&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o.


Rubem Grilo &ndash; Xilogr&aacute;fico (1985 a 2010)
Caixa Cultural - Salvador
Visita&ccedil;&atilde;o: De 03 de setembro a 10 de outubro de 2010
Entrada Gratuita

Fontes: Plugcultura. Portal Overmundo
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>América recebe sua maior exposição sobre Arcimboldo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=108</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/170920100148_fullscreen.jpg">
Os Estados Unidos v&atilde;o ganhar a maior retrospectiva da obra do pintor italiano Arcimboldo j&aacute; vista no pa&iacute;s. A mostra&nbsp;Arcimboldo, 1526&ndash;1593: Nature and Fantasy&nbsp;contar&aacute; com um total de 16 &quot;retratos&quot; feitos pelo artista italiano.

Os quadros s&atilde;o pintados formando uma composi&ccedil;&atilde;o de hortali&ccedil;as, &aacute;rvores, peixes, frutas, flores e at&eacute; canh&otilde;es e pistolas, formando retratos atrav&eacute;s dos quais o artista conquistou a admira&ccedil;&atilde;o e o riso do p&uacute;blico da corte do Imp&eacute;rio dos Habsburgo, no s&eacute;culo 17. Arcimboldo n&atilde;o hesitou em satirizar membros da corte de Maximiliano 2&ordm; e pintou alguns em suas obras, inclusive o filho deste, o tamb&eacute;m imperador Rodolfo 2&ordm;,que n&atilde;o duvidou em posar para o artista.

Esquecido ap&oacute;s a sua morte, Arcimboldo foi redescoberto &nbsp;pelos movimentos surrealista e dada&iacute;sta depois de centenas de anos. A maior&nbsp;parte dos quadros que ser&atilde;o expostos na Am&eacute;rica vem de fundos do museu Kunsthistorisches de Viena e, ap&oacute;s sua passagem por Mil&atilde;o, em 2011 eles voltar&atilde;o &agrave; institui&ccedil;&atilde;o para restaura&ccedil;&atilde;o - o que quer dizer que passar&atilde;o muito tempo sem deixar novamente a cidade de Viena.

Arcimboldo, 1526&ndash;1593: Nature and Fantasy |&nbsp;Giuseppe Arcimboldo
Galeria Nacional de Washington - Estados Unidos
Visita&ccedil;&atilde;o: de 19 de setembro de 2010 a 9 de janeiro de 2011
Entrada Gratuita

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Vencedores de prêmio  nacional expõem em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=107</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/110920100117_mam.jpg">Depois de passar por Rio de Janeiro, S&atilde;o Paulo e Rio Branco, a exposi&ccedil;&atilde;o itinerante do Pr&ecirc;mio CNI SESI Marcantonio Vila&ccedil;a para as Artes Pl&aacute;sticas (edi&ccedil;&atilde;o 2009/2010) chega a Salvador apresentando o trabalho dos artistas vencedores da &nbsp;iniciativa que &nbsp;j&aacute; se tornou refer&ecirc;ncia para o fomento e difus&atilde;o das artes pl&aacute;sticas contempor&acirc;neas no pa&iacute;s.

A mostra fica em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia at&eacute; o dia 14 de novembro e conta com pe&ccedil;as de Armando Queiroz (Par&aacute;), Eduardo Berliner (Rio de Janeiro), Henrique Oliveira (S&atilde;o Paulo), Yuri Firmeza (Cear&aacute;) e Rosana Ricalde (Rio de Janeiro). &nbsp;
&nbsp;
Nas obras expostas s&atilde;o empregadas a mais variadas t&eacute;cnicas: acr&iacute;lico sobre tela, desenho, pintura sobre papel perfurado, back light, &oacute;leo sobre tela, foto-performance, v&iacute;deoinstala&ccedil;&atilde;o, instala&ccedil;&atilde;o e v&iacute;deo em loop. 

Um dos destaques da exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; o trabalho de Rosana Ricalde usa como suporte mapas urbanos, globos terrestres, guias de estradas e cartografias mar&iacute;timas para brincar com manifestos, ditados populares, relatos de viagens e at&eacute; sopas de letrinhas - compondo o que chama de poesia visual. A artista assina onze dos trinta e tr&ecirc;s trabalhos expostos.


Pr&ecirc;mio CNI SESI Marcantonio Vila&ccedil;a para as Artes Pl&aacute;sticas
Museu de Arte Moderna da Bahia - Salvador
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 14 de novembro
Entrada Gratuita
&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Palácio de Versalhes recebe arte pop japonesa</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=106</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/100920102351_murakami-versailles1.jpg">O contraste entre a obra de Takashi Murakami e o classicismo barroco do Pal&aacute;cio de Versalhes n&atilde;o podia ser mais evidente. Ap&oacute;s Jeff Koons, em 2008, e Xavier Veilhan, em 2009, agora &eacute; Murakami o convidado para expor e deixar sua marca no local, criando uma ponte entre o passado e o presente, com sua obra inspirada em mang&aacute;s e anim&ecirc;s.

Para o artista, exibir os seus trabalhos em Versalhes &eacute; um sonho tornado realidade. &ldquo;&Eacute; bel&iacute;ssimo! E &eacute; a primeira vez que tenho a oportunidade de exibir o meu trabalho num local t&atilde;o especial como este. &Eacute; muito mais do que alguma vez eu esperaria&rdquo;, disse Murakami, que abre oficialmente a exposi&ccedil;&atilde;o no dia 14 de setembro, com 22 obras, &nbsp;incluindo esculturas, pinturas e uma s&eacute;rie de lumin&aacute;rias.

Mas, mesmo antes de abrir no Pal&aacute;cio de Versalhes, a mostra individual do artista j&aacute; est&aacute; causando pol&ecirc;mica na Fran&ccedil;a, repetindo o epis&oacute;dio de protestos contra a exposi&ccedil;&atilde;o do norte-americano Jeff Koons. Um dos motivos seria o car&aacute;ter sexualmente expl&iacute;cito de algumas obras do artista, que &eacute; considerado o Andy Warhol japon&ecirc;s.

Murakami Versailles&nbsp;| Takashi Murakami
Pal&aacute;cio de Versalhes - Fran&ccedil;a
Visita&ccedil;&atilde;o: de 14 de setembro at&eacute; 12 de dezembro

Fontes: Euronews, Revista Zupi, Folha
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arte chinesa acompanha crescimento do país</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=105</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/100920102309_fu_baoshi__chess_playing.jpg">A casa de leil&otilde;es Sotheby est&aacute; organizando o que promete ser o maior leil&atilde;o de arte chinesa da hist&oacute;ria. O evento ser&aacute; realizado nos dias 7 e 8 de outubro, em Hong Kong, e a expectativa &eacute; de que se arrecade cerca de 100 milh&otilde;es de d&oacute;lares com a venda dos itens.
&nbsp;
Obras de artistas como Fu Baoshi ou Zhang Daqian fazem hoje a alegria de galeristas e das casas de leil&otilde;es. Uma pintura em pergaminho feita por Baoshi foi vendida por US$ 1,1 milh&atilde;o em leil&atilde;o no final do ano passado - quatro vezes mais do que a previs&atilde;o feita pela casa de leil&atilde;o. Um dos itens em destaque do leil&atilde;o &eacute; um vaso esmaltado imperial antigo que tem pre&ccedil;o estimado em US$8 milh&otilde;es. Alguns trabalhos de Daqian - conhecido como o &ldquo;Picasso da China&quot; - t&ecirc;m alcan&ccedil;ado pre&ccedil;o m&eacute;dio de US$ 1 milh&atilde;o nas &uacute;ltimas transa&ccedil;&otilde;es internacionais.&nbsp;
&nbsp;
Para o evento de outubro s&atilde;o esperados colecionadores do mundo todo. As pe&ccedil;as que ser&atilde;o vendidas s&atilde;o consideradas raras e t&ecirc;m grande expectativa de valoriza&ccedil;&atilde;o com o passar dos anos, segundo os organizadores. &ldquo;Como a China est&aacute; se tornando uma pot&ecirc;ncia econ&ocirc;mica internacional, a sua arte tamb&eacute;m passou a ser valorizada&rdquo;, afirma Antonio Bias Bueno Guillon, diretor presidente da Funda&ccedil;&atilde;o Armando Alvares Penteado (FAAP), de S&atilde;o Paulo, que em 2002 promoveu uma exposi&ccedil;&atilde;o de arte chinesa no Brasil.
&nbsp;
Entre as pe&ccedil;as que participaram da exposi&ccedil;&atilde;o da FAAP estava uma veste de bronze do lider comunista Mao Ts&eacute; Tung, de autoria de Sui Jianguo. &ldquo;Os chineses nos ofereceram a obra por US$ 10 mil, mas n&atilde;o compramos porque nosso museu investe apenas em arte brasileira. Meses depois, essa mesma pe&ccedil;a foi vendida em Nova York por US$ 400 mil&rdquo;. Uma valoriza&ccedil;&atilde;o de 3.900%.&nbsp;

Fontes: Isto&Eacute;, Terra
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Miguel Rio Branco leva fotografias ao MIS</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=104</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/100920102111_fotop15095g.jpg">O trabalho do artista Miguel Rio Branco est&aacute; em cartaz at&eacute; o dia&nbsp;31 de outubro Museu da Imagem e do Som, s&atilde;o fotografias, v&iacute;deos e uma instala&ccedil;&atilde;o que trazem a vis&atilde;o diferente do artista acerca da realidade nas metr&oacute;poles e centros urbanos.&nbsp;A mostra aborda o isolamento dos moradores das metr&oacute;poles, que se alienam dos rumos das cidades e deles mesmos.

&quot;A ideia da exposi&ccedil;&atilde;o vem da atra&ccedil;&atilde;o do mal nesse espa&ccedil;o urbano gigantesco, mas a viol&ecirc;ncia j&aacute; n&atilde;o me inspira. Prefiro trabalhar com a natureza&quot; - afirma o artista, que assina a&nbsp;curadoria da exposi&ccedil;&atilde;o, intitulada&nbsp;Maldicidades - Marco Zero.&nbsp;As imagens mostram uma variedade de cenas urbanas &ndash; como mendigos, moradores de rua, prostitutas e c&atilde;es abandonados - encontradas ao redor do mundo, em pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina, nos Estados Unidos (NY) e em T&oacute;quio (Jap&atilde;o). S&atilde;o&nbsp;mais de 40 fotografias - em grande parte, in&eacute;ditas - captadas entre 1970 e 2010.

Entre as obras em cartaz est&aacute; o v&iacute;deo &quot;Nada Levarei Quando Morrer Aqueles que Mim Deve Cobrarei no Inferno&quot;, realizado em 1979 com &nbsp;prostitutas do Pelourinho e selecionado pela 29&ordf; Bienal de S&atilde;o Paulo, que abre no fim do m&ecirc;s com o tema &quot;arte e pol&iacute;tica&quot;. J&aacute; entre as fotografias, h&aacute; uma onde pode-se ver&nbsp;um homem numa favela de Lima, no Peru, segurando um jornal onde se l&ecirc; a manchete: &quot;Muri&oacute; el cuerpo&quot; (o corpo morreu).&nbsp;

&quot;Eu me identificava mais com a marginalidade. Tudo ficou violento demais. Passei de uma fase mais ligada &agrave; carne para uma coisa talvez mais espiritual. Tem a ver com o que eu vejo. H&aacute; um empobrecimento da mat&eacute;ria. E uma quest&atilde;o ligada s&oacute; ao dinheiro. Um excesso, um consumo desenfreado, o &uacute;ltimo grito do capitalismo&quot;, diz o artista.

Maldicidade - Marco Zero&nbsp;| Miguel Rio Branco
Museu da Imagem e do Som - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 31 de outubro
Entrada: R$ 4

Fontes: Arqbacana, Folha
&nbsp;
&nbsp;



    
        
            &nbsp;
        
    



</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Origens africanas registradas por Ricardo Teles</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=103</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040920100441_3603391875_2575f8be7f_z.jpg">&nbsp;O fot&oacute;grafo ga&uacute;cho Ricardo Teles exp&otilde;e na Galeria Solar Ferr&atilde;o, no Pelourinho, o resultado de sua expedi&ccedil;&atilde;o fotogr&aacute;fica por alguns pa&iacute;ses do continente africano. A exposi&ccedil;&atilde;o O Lado de L&aacute;, em cartaz at&eacute; o dia 26 de setembro, traz imagens do cotidiano e de celebra&ccedil;&otilde;es religiosas no Congo, Benin e Angola, captadas entre 2005 e 2010.&nbsp;
&nbsp;
Uma das pretens&otilde;es do trabalho &eacute; revelar elementos que conectam o Brasil &agrave; cultura desses pa&iacute;ses. Uma das ispira&ccedil;&otilde;es do fot&oacute;grafo foi a frase do Padre Ant&ocirc;nio Vieira, que no s&eacute;culo XVII &nbsp;j&aacute; dizia que &ldquo;sem Angola n&atilde;o h&aacute; Brasil&rdquo;.

Entre outras coisas, o p&uacute;blico pode ver na exposi&ccedil;&atilde;o de Teles retratos de uma &Aacute;frica atual &ndash; mas que ainda &eacute; capaz de nos remeter ao tema &nbsp;da forma&ccedil;&atilde;o do povo brasileiro &ndash; vista atrav&eacute;s da sua fotografia documental, &nbsp;em sintonia com uma escola mais tradicional, como o do franc&ecirc;s Pierre Verger. Essa &eacute; a primeira parte de uma s&eacute;rie de fotografias planejadas pelo artista. No fututo ele pretende visitar Togo, Mo&ccedil;ammbique, Cabo Verde e Gana para completar seu projeto

As fotografias expostas em&nbsp;O lado de L&aacute;&nbsp;aparecem na trajet&oacute;ria de Ricardo Teles como uma esp&eacute;cie de continua&ccedil;&atilde;o de um trabalho que ele j&aacute; desenvolvia no Brasil, muito ligado &agrave; Antropologia Visual. No pa&iacute;s, o fot&oacute;grafo fez registros de comunidades ind&iacute;genas, de remanescentes de quilombos e col&ocirc;nias de imigrantes alem&atilde;es, al&eacute;m de registrar suas passagens pelas rodovias que cortam o territ&oacute;rio nacional.&nbsp;


O Lado de L&aacute;&nbsp;| Ricardo Teles
Galeria Solar Ferr&atilde;o, Centro Cultural Solar Ferr&atilde;o, Pelourinho, Salvador
Visita&ccedil;&atilde;o: at&eacute; 26 de setembro, de ter&ccedil;a a sexta, das 10h &agrave;s 18h. Sabados, domingos e feriados, das 13h &agrave;s 18h 

Entrada Gratuita



Fontes: R7, Diretoria de Museus IPAC

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Viena recebe retrospectiva da obra de Frida Kahlo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=102</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040920100341_2418.jpg">Classificada como a maior exposi&ccedil;&atilde;o j&aacute; realizada sobre a artista na Europa, a&nbsp;Retrospectiva Frida Kahlo&nbsp;exp&otilde;e, at&eacute; 5 de dezembro, no Kunstforum, em Viena cerca de 140 trabalhos da artista, depois de passar por Berlim, onde foi vista por 235 mil pessoas. A&nbsp;mostra re&uacute;ne praticamente todas as obras da artista que estavam nas m&atilde;os de diversos museus e colecionadores privados e ainda uma&nbsp;ampla sele&ccedil;&atilde;o de fotografias que mostram a Kahlo em sua vida cotidiana, com seus familiares, amantes e pintando.
&nbsp;
O autorretrato Vestido de Veludo &eacute; o primeiro passo da viagem que nos leva&nbsp;at&eacute; os primeiros trabalhos da pintora, como um desenho a l&aacute;pis que recria o grave acidente que&nbsp; Frida sofreu em 1925 e que a marcaria para toda a vida. H&aacute; tamb&eacute;m retratos de amigos da juventude junto a outras obras principiantes, carregadas da sensualidade de uma adolescente, al&eacute;m dos quadros mais duros nos quais sua atormentada rela&ccedil;&atilde;o com Diego Rivera, suas dores cr&ocirc;nicas e abortos s&atilde;o representados em m&uacute;ltiplos autorretratos e obras nas quais usa desde elementos da cultura asteca at&eacute; pinceladas do surrealismo.

Al&eacute;m disso, a exposi&ccedil;&atilde;o permite ver fragmentos do di&aacute;rio pessoal escrito por ela nos &uacute;ltimos dez anos de vida, cheio de ilustra&ccedil;&otilde;es coloridas e mensagens po&eacute;ticas na qual expressa sua vontade de morrer: &quot;Espero alegre a sa&iacute;da e espero n&atilde;o voltar jamais&quot;.&nbsp;Toda ajuda &eacute; pouca para compreender a produ&ccedil;&atilde;o da artista: &quot;&Eacute; uma obra muito complexa, cheia de s&iacute;mbolos pessoais e misteriosa&quot;, indicou Cristina Kahlo, sobrinha-neta de Frida.

Retrospectiva Frida Kahlo
Bank Austria Kunstforum - Vienna, &Aacute;ustria
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 5 de dezembro
Entrada: &euro; 9

Fonte: G1
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Fundação Iberê Camargo expõe Coleção Cisneros</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=101</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040920100301_bichos_lygiaclark.jpg">Em cartaz at&eacute; o dia 31 de outubro na Funda&ccedil;&atilde;o Iber&ecirc; Camargo, em Porto Alegre, a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Desenhar no Espa&ccedil;o - Artistas Abstratos do Brasil e da Venezuela na Cole&ccedil;&atilde;o Patricia Phelps de Cisneros&nbsp;procura, como o pr&oacute;prio t&iacute;tulo diz, tra&ccedil;ar paralelos entra a produ&ccedil;&atilde;o abstrata destes dois pa&iacute;ses, localizadas entre as d&eacute;cadas de sessenta e noventa.&nbsp;

A exposi&ccedil;&atilde;o foi montada a&nbsp;partir do acervo de uma das maiores cole&ccedil;&otilde;es de arte contempor&acirc;nea da Am&eacute;rica Latina, em parceria com a Funda&ccedil;&atilde;o Iber&ecirc; Camargo, e re&uacute;ne 88 obras de artistas dos dois pa&iacute;zes, sugerindo compara&ccedil;&otilde;es entre nomes como Jes&uacute;s Soto, Lygia Clark, Carlos Cruz-Diez, Willys de Castro, Alejandro Otero e Mira Schendel, entre outros.&nbsp;
&nbsp;
&ldquo;O di&aacute;logo entre movimentos, que nem sempre se&nbsp;deu historicamente, &eacute; mostrado nesta exposi&ccedil;&atilde;o quando comparamos as enormes diferen&ccedil;as entre as estrat&eacute;gias neoconcretas de Willys de Castro e H&eacute;lio Oiticica e os artistas venezuelanos Carlos Cruz-Diez e Alejandro Otero&rdquo;, diz Ariel Jim&eacute;nez, curador-chefe da Cole&ccedil;&atilde;o Cisneros.

Criando a possibilidade de novas leituras - que n&atilde;o s&atilde;o s&oacute; comparativas, mas complementares, tamb&eacute;m - o tempo funciona neste exposi&ccedil;&atilde;o como um fio condutor para alinhavar as semelhan&ccedil;as. Artistas como a brasileira Lygia Clark e o venezuelano Jesus Soto iniciaram sua produ&ccedil;&atilde;o com uma pintura figurativa, de tratamento geom&eacute;trico, para posteriormente desenvolverem uma arte que exige a interatividade entre p&uacute;blico e obra, favorecendo diferentes perspectivas do uso do corpo.&nbsp;

Se o trabalho da brasileira provoca o movimento do espectador que manipula sua escultura, as pe&ccedil;as de Soto requerem a movimenta&ccedil;&atilde;o espacial do observador, para a visualiza&ccedil;&atilde;o do cinetismo de suas formas e cores. Ambos viriam logo a modificar a linguagem concretista, expandindo suas cria&ccedil;&otilde;es para fora do quadro e inaugurando uma nova postura em rela&ccedil;&atilde;o ao objeto art&iacute;stico. Talvez, n&atilde;o por coincid&ecirc;ncia, s&atilde;o hoje dois dos artistas latino-americanos em maior ascens&atilde;o no mercado das artes.

Desenhar no Espa&ccedil;o - Artistas Abstratos do Brasil e da Venezuela na Cole&ccedil;&atilde;o Patricia Phelps de Cisneros
Funda&ccedil;&atilde;o Iber&ecirc; Camargo - Porto Alegre
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 31 de outubro de 2010, de ter&ccedil;a a domingo das 12h &agrave;s 19h, e quinta das 12h &agrave;s 21h.
Entrada Gratuita


Fonte: Isto&Eacute;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pele - A Cor de Cor</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=100</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/010920101633_foto_alba-pele.jpg">A fot&oacute;grafa Alba Vasconcelos apresenta at&eacute; o dia 14 de setembro, no Centro Cultural Dannemann, em S&atilde;o Felix, cidade do Rec&ocirc;ncavo Baiano, a exposi&ccedil;&atilde;o Pele - a Cor de Cor. A mostra, que tem apoio da Fabio Pena Cal Galeria de Arte, traz fotografias de mulheres negras, a partir do olhar contempor&acirc;neo da artista.
H&aacute; cerca de 10 anos, Alba Vasconcelos desenvolve uma pesquisa em torno da cor da pele negra. &ldquo;Mas sempre me incomodou o fato dos negros serem normalmente fotografados associados &agrave; id&eacute;ia de religiosidade, de pobreza, do ex&oacute;tico. Meu trabalho foge destes estere&oacute;tipos. Minhas fotos trazem elementos mais contempor&acirc;neos, como o foco mais na textura, por exemplo&rdquo;, conta a artista, que al&eacute;m da fotografia, tamb&eacute;m passeia pela escultura. &ldquo;Procuro ressaltar a forma e textura da pele, independente das ra&iacute;zes dos fotografados ou das minhas&rdquo;, finaliza.
&ldquo;Alba capta a sensibilidade da alma feminina e prefere interpretar o resultado do seu trabalho em fotos P&amp;B para traduzir uma express&atilde;o mais pura, valorizando a luz e a forma, sem criar envolvimentos com a sedu&ccedil;&atilde;o da cor&rdquo;, escreveu no texto de apresenta&ccedil;&atilde;o da exposi&ccedil;&atilde;o o cr&iacute;tico de arte e artista visual Justino Marinho.

A exposi&ccedil;&atilde;o Pele - a Cor de Cor surgiu a partir do convite de Pedro Arcanjo (do Centro Cultural Dannemann) e foi aberta durante as comemora&ccedil;&otilde;es da Irmandade da Boa Morte, que acontecem na cidade vizinha a S&atilde;o Felix, em Cachoeira. Por este motivo, Alba apresentou apenas fotos de com mulheres negras, numa homenagem &agrave; for&ccedil;a e &agrave; beleza das integrantes da Irmandade.
A artista baiana, nascida em Jequi&eacute;, teve r&aacute;pido come&ccedil;o de sua carreira como fotojornalista. Depois, passou a trabalhar com publicidade e a se dedicar mais &agrave; arte. Morou por alguns anos nos EUA, pa&iacute;s no qual realizou diversas exposi&ccedil;&otilde;es, principalmente na Calif&oacute;rnia. Alba participou da exposi&ccedil;&atilde;o comemorativa ao ano da Fran&ccedil;a no Brasil, O Sens&iacute;vel Contempor&acirc;neo (2009), na Galeria Canizares, em Salvador, da mostra coletiva Artes e Filantropia (2006) e da individual&nbsp;Retratos (2005), ambas promovidas pela F&aacute;bio Pena Cal Galeria no Super Clubs Breezes, Camacari e fez uma individual com Fabio Pena Cal, no Brisis. Este ano, Alba foi selecionada para a Bienal do Rec&ocirc;ncavo, evento que premiou uma foto da artista em sua primeira edi&ccedil;&atilde;o (1991). Ela tamb&eacute;m venceu o pr&ecirc;mio da Bienal Fotobahia, em 1988, no Museu de Arte Moderna da Bahia.
Pele - a Cor de Cor
Centro Cultural Dannemann, em S&atilde;o Felix | at&eacute; 14 de novembro
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Museu Serralves expõe obras Marlene Dumas em Portugal</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=99</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/280820101116_serralves_marlene_dumas.jpg">Na exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Contra o Muro -&nbsp;em cartaz at&eacute; o dia at&eacute; 10 de Outubro no Museu de Serralves, Portugal - Marlene Dumas compartilha a sua vis&atilde;o do mundo e o seu desejo de mudan&ccedil;a, depois de recolher fotografias de muros durante muito tempo a artista dedicou-se especialmente &nbsp;&agrave; &quot;Barreira de Seguran&ccedil;a&quot; que separa israelitas de palestinos.

A exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; composta por parte dos quadros que estiveram, entre mar&ccedil;o e abril, na galeria David Zwirner, em Nova Iorque e por outros trabalhos que a artista realizou na &uacute;ltima d&eacute;cada. &nbsp;Entre as imagens trazidas pela artista, pode-se ver palestinos &nbsp;sendo revistados por soldados encostados a um muro &nbsp;em&nbsp;Wall Weeping, uma mulher que chora a morte do filho na obra&nbsp;The Mother,&nbsp;ou&nbsp;observar o Muro das Lamenta&ccedil;&otilde;es em&nbsp;Mind Blocks.
&nbsp;
Apesar de o t&iacute;tulo da exposi&ccedil;&atilde;o chamar a aten&ccedil;&atilde;o para o protesto da artista contra o muro que separa israel e palestina, ela n&atilde;o se limita a este conflito, no entanto.&nbsp;Contra o Muro&nbsp;&eacute; uma an&aacute;lise das barreiras que somos capazes de erguer - resgatantdo tamb&eacute;m a sua heran&ccedil;a sul-africana e &quot;as suas reflex&otilde;es sobre o mundo&quot;. &nbsp;E sugere: &quot;Talvez eu pinte agora os mortos porque n&atilde;o os pude pintar na altura&quot;.


H&aacute; ainda, em outra parte da exposi&ccedil;&atilde;o, os quadros que a artista fez na sequ&ecirc;ncia da morte da sua m&atilde;e. A artista decidiu canalizar o seu sofrimento para outras pessoas e celebridades como Marilyn Monroe ou Ingrid Bergman aparecem chorando nas imagens criadas pela artista.


Contra o Muro&nbsp;| Marlene Dumas
Museu Serralves - Cidade do Porto, Portugal
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 10 de outrubro
Entrada&nbsp;5&euro;

Fonte: JornalismoPortoNet

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Tunga traz para Salvador instalação exposta no Louvre</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=98</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/280820100954_174.jpg">&nbsp;Em cartaz pela primeira vez no Brasil,&nbsp;chega &agrave; Salvador&nbsp;a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Tunga: &Agrave;&nbsp;Luz de Dois Mundos,&nbsp;que&nbsp;acompanha o processo de cria&ccedil;&atilde;o da obra&nbsp;&Agrave; La&nbsp;Lumiere de Deux Mondes &nbsp;-&nbsp;criada em 2005, a partir de obras do acervo do&nbsp;Louvre para ser exposta no museu franc&ecirc;s.

A mostra apresenta quatro pe&ccedil;as in&eacute;ditas, entre os&nbsp;desenhos e estudos da &eacute;poca da produ&ccedil;&atilde;o deste trabalho, cartazes das&nbsp;mostras do Louvre e no PS1 do MOMA, al&eacute;m de um v&iacute;deo sobre as duas&nbsp;exposi&ccedil;&otilde;es. Tamb&eacute;m ser&aacute; exibida uma apresenta&ccedil;&atilde;o audiovisual feita pelo cr&iacute;tico Paulo&nbsp;S&eacute;rgio Duarte,&nbsp;incorporada &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o de Salvador.&nbsp;

Concebida para ser&nbsp;apresentada sob o v&atilde;o central da pir&acirc;mide do Louvre, a instala&ccedil;&atilde;o usa diversos materiais, que ultrapassam tr&ecirc;s toneladas (entre bronze,&nbsp;a&ccedil;o, resina e ouro).&nbsp;A montagem de Salvador&nbsp;apresenta a instala&ccedil;&atilde;o principal acompanhada de outros&nbsp;elementos, que ilustram desde o come&ccedil;o at&eacute; a elabora&ccedil;&atilde;o de&nbsp;novas obras, baseadas e inspiradas em&nbsp;&Agrave; La&nbsp;Lumiere de Deux Mondes.

Tunga: &Agrave; Luz de Dois Mundos
Palacete das Artes Rodin Bahia - Salvador
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 31 de outubro, de ter&ccedil;a a sexta, das 10 &agrave;s 18h, fins&nbsp;de semana e feriados, das&nbsp;13 &agrave;s 17h.
Entrada&nbsp;Gratuita.</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Waltercio Caldas abre exposição no MAM-Rio</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=97</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/280820100923_waltercio.jpg">O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro recebe, at&eacute; o dia 31 de outubro, as obras da exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Salas e Abismos,&nbsp;&nbsp;de Waltercio Caldas. A exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; uma vers&atilde;o mais completa da que foi exibida no Museu do Vale, no Esp&iacute;rito Santo.


Est&atilde;o em exibi&ccedil;&atilde;o &nbsp;os trabalhos que integraram as Bienais de Veneza em 1997 e 2007, e tamb&eacute;m obras como&nbsp;O Jogo do Romance,Quarto Amarelo&nbsp;e&nbsp;Esculturas para&nbsp;Todos os Materiais N&atilde;o Transparentes.


A mistura de proje&ccedil;&otilde;es, m&uacute;sica e objetos d&aacute; o tom da montagem, meticulosamente pensada por este artista cuja obra est&aacute; intimamente ligada &agrave;s quest&otilde;es que nascem da rela&ccedil;&atilde;o entre o tempo e o espa&ccedil;o. Existe um pensamento entrela&ccedil;ando os doze ambientes que comp&otilde;em a exposi&ccedil;&atilde;o, pensados pelo artista para formar um conjunto harm&ocirc;nico, que produza o efeito de uma sinfonia.



&quot;As pessoas chegam de fora com muita informa&ccedil;&atilde;o. Eu queria um filtro&nbsp;para a vertigem do mundo. Aqui, &eacute; como se eu baixasse o tempo&quot;,&nbsp;assim&nbsp;o artista explica a presen&ccedil;a da obra O Sil&ecirc;ncio do Mundo&nbsp;- uma&nbsp;esp&eacute;cie de antessala da exposi&ccedil;&atilde;o, onde objetos negros&nbsp;absorvem uma luz azul, criando um ambiente intimista.

Depois de passar pela obra o espectador pode escolher livremente sua trajet&oacute;ria entre os ambientes integrados &quot;Cada sala lida de uma forma com o&nbsp;tempo, que pode ser vertiginoso, suspenso, cadencial&quot; diz Waltercio



Salas e Abismos |&nbsp;Waltercio caldas
Museu de Arte Moderna - &nbsp;Rio de Janeiro
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 31 de outubro (&nbsp;3&ordf; a 6&ordf;, de 12h as 18h; s&aacute;b., dom. e feriados, de 12h &agrave;s 19h )
Entrada: R$ 8 (estudantes e idosos pagam meia)


Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo
Foto: Paulo Costa
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Casa de leilões britânica comemora cifras bilionárias</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=96</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/280820100917_get.jpg">&nbsp;Uma das mais importantes&nbsp;casas de leil&otilde;es da Inglaterra anunciou que suas vendas&nbsp;mundiais aumentaram 46% em compara&ccedil;&atilde;o com o o primeiro semestre do ano passado. Segundo o&nbsp;diretor-geral,&nbsp;Edward&nbsp;Donman,&nbsp;&quot;os resultados da casa mostraram uma grande&nbsp;confian&ccedil;a do mercado internacional, e ela dever&aacute; continuar no outono&quot;. Donman tamb&eacute;m atribui o crescimento de vendas&nbsp;ao n&iacute;vel elevado alcan&ccedil;ado por certas obras de arte.




A cifras registradas pela alcan&ccedil;am 1,71 bilh&atilde;o de libras (2,06 bilh&otilde;es de d&oacute;lares) relativas ao primeiro semestre,&nbsp;ante &nbsp;1,2 bilh&atilde;o de libras no primeiro semestre&nbsp;de 2009 &nbsp;- segundo o comunicado. Donman destacou ainda &quot;o lugar cada vez mais importante da &Aacute;sia&quot;&nbsp;no mercado de arte.


No primeiro semestre de 2010 foram vendidas 169 obras de arte cujo pre&ccedil;o ultrapassava um milh&atilde;o de&nbsp;libras, um valor menor em compara&ccedil;&atilde;o com as 201 obras vendidas nesta&nbsp;faixa de pre&ccedil;o no mesmo per&iacute;odo de 2009. Segundo o diretor,&nbsp;houve uma redu&ccedil;&atilde;o na oferta, frente a uma demanda sustentada dos&nbsp;compradores, que permitiu a obten&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os elevados de vendas.&nbsp;

&Eacute; o caso do quadro&nbsp;Nu, Folhas Verdes e Busto, de Pablo Picasso, que foi&nbsp;adquirido em maio por 106,5 milh&otilde;es de d&oacute;lares, um recorde mundial para uma obra de arte.



</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Leonardo Costa Braga expõe fotografias premiadas</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=95</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200820102358_homogenia_[leonardo_costa_braga].jpg">O fot&oacute;grafo mineiro Leonardo Costa Braga exp&otilde;e at&eacute; o dia &nbsp;5 de setembro, em Salvador, as 12 imagens das s&eacute;ries &quot;Homem&quot; e &quot;&Aacute;rvore&quot; que lhe valeram o Pr&ecirc;mio Nacional de Fotografia Pierre Verger, da Funda&ccedil;&atilde;o Cultural do Estado da Bahia.

Na exposi&ccedil;&atilde;o. que ganhou o t&iacute;tulo de&nbsp;Homogenia, o fot&oacute;grafo prop&otilde;e um questionamento sobre a evolu&ccedil;&atilde;o humana. Para a s&eacute;rie &quot;Homem&quot;, o artista fografou moradores de rua da Avenida Pedro II, em Belo Horizonte, criando imagens nas quais abandono e a solid&atilde;o contrastam com um ambiente urbano colorido e vibrante.

J&aacute; a s&eacute;rie &quot;&Aacute;rvore&quot; retrata o processo de desarboriza&ccedil;&atilde;o do munic&iacute;pio de Caet&eacute; - Braga produziu as fotografias a partir de &aacute;rvores cortadas, que ele mesmo recolheu e disp&ocirc;s pelos passeios da cidade.


Segundo o fot&oacute;grafo, a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; fazer&nbsp;as pessoas se reconhecerem e questionarem a rela&ccedil;&atilde;o do homem com a natureza. &quot;Afinal, ser&aacute; que n&atilde;o estamos morrendo junto com ela?&quot;, provoca.


Homogenia&nbsp;| Leonardo Costa Braga
Pal&aacute;cio Rio Branco (Pra&ccedil;a Thom&eacute; de Souza, Centro &ndash; Salvador/BA)
Visita&ccedil;&atilde;o: At&eacute; 5 de setembro
Entrada Gratuita
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Brinquedos criados por vanguardistas são expostos na Espanha</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=94</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200820102333_brinquedos.jpg">&nbsp;
Na exposi&ccedil;&atilde;o &quot;Los juguetes de las vanguardias&quot; artistas renomados como Pablo Picasso, Paul Klee, Joan Mir&oacute; e Henri Cartier-Bresson aparecem assinando alguns dos mais de &nbsp;200 trabalhos que, entre outras coisas, estabelecem uma rela&ccedil;&atilde;o desses artistas com o universo infantil.

Em cartaz no Museu Picasso de M&aacute;laga, a exposi&ccedil;&atilde;o apresenta brinquedos pouco convencionais desenvolvidos por &nbsp;sessenta diferentes autores; s&atilde;o bonecos, teatros em miniaturas, fantoches, jogos, m&oacute;veis e livros criados por artistas que, segundo os curadores, &nbsp;foram influenciados pelas teorias de Sigmund Freud sobre a import&acirc;ncia da inf&acirc;ncia no desenvolvimento psicol&oacute;gico dos indiv&iacute;duos.

Na montagem, h&aacute; ainda uma se&ccedil;&atilde;o dedicada a &nbsp;jogos criados por artistas de movimentos de vanguarda, como Construtivismo, Funcionalismo e Futurismo.&nbsp;

Um dos objetivos da mostra &eacute; evidenciar as rela&ccedil;&otilde;es entre arte e educa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do trabalho de artistas&nbsp;que buscavam inspira&ccedil;&atilde;o na arte moderna para criar seus brinquedos.


Los juguetes de las vanguardias
Museu Picasso - M&aacute;laga, Espanha
Visita&ccedil;&atilde;o: De 04 se setembro de 10 a 30 de janeiro de 2011
Entrada: 4,50&nbsp;&euro;

Fonte: BBC Brasil

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Museu Lasar Segall vai expor doações de herdeiros do pintor</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=93</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200820102303_mls2651.jpg">Gra&ccedil;as a uma iniciativa dos herdeiros do pintor lituano, o acervo do Museu Lasar Segall - que atualmente&nbsp;compreende cerca de 3.000 obras assinadas pelo artista - &nbsp;passar&aacute; a contar&nbsp;com outras 171 gravuras, oito quadros, 5.000 fotografias, 12 itens de&nbsp;mobili&aacute;rio e 500 objetos pessoais, entre pinc&eacute;is e palhetas que um dia&nbsp;j&aacute; foram usados pelo pintor modernista.


A partir dessas novas aquisi&ccedil;&otilde;es o museu far&aacute; uma reformula&ccedil;&atilde;o da exposi&ccedil;&atilde;o de longa dura&ccedil;&atilde;o, que&nbsp;desde 1995&nbsp;&nbsp;apresenta&nbsp;120 trabalhos realizados por Lasar Segall entre&nbsp;1909 e 1957, ano de seu falecimento.&nbsp;Tamb&eacute;m j&aacute; &eacute; exibido no espa&ccedil;o da exposi&ccedil;&atilde;o um material audiovisual, complementando as informa&ccedil;&otilde;es sobre a vida e a obra do&nbsp;artista que nasceu em&nbsp;1891e veio para o Brasil em 1923.
 
A exposi&ccedil;&atilde;o traz uma abordagem cronol&oacute;gica e tamb&eacute;m&nbsp;cr&iacute;tica do trabalho do pintor, assinalando as grandes transforma&ccedil;&otilde;es ocorridas na sua obra e ressaltando a import&acirc;ncia da sua figura para a produ&ccedil;&atilde;o brasileira.


Em S&atilde;o Paulo, Lasar Segall se aproximou do grupo dos modernistas, fazendo com que a&nbsp;influ&ecirc;ncia do pa&iacute;s na sua obra o levasse a&nbsp;promover uma mistura &nbsp;de sua heran&ccedil;a europ&eacute;ia com&nbsp;a capacidade de olhar e viver o novo, encontrada no Brasil.



Lasar Segall Retrospectiva
Museu Lasar Segall - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o:&nbsp;de ter&ccedil;a a s&aacute;bado, das 14h &agrave;s 19h; domingos e feriados, das 14h &agrave;s 18h
Entrada gratuita


Fontes: Folha de S&atilde;o Paulo, Museu Lasar Segall
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Maior painel assinado por Picasso é exposto em Londres</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=92</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/130820102007_picasso620.jpg">Depois de 80 anos longe do p&uacute;blico, a maior obra assinada por Pablo Picasso volta a ser exposta, dessa vez, no Museu Victoria and Albert, em Londres.&nbsp;&quot;O Trem Azul&quot;, que foi uma das principais inspira&ccedil;&otilde;es para o escultor Henry Moore no in&iacute;cio de sua carreira, mede aproximadamente 10x11m e foi pintado em 1924, para o Bal&eacute; Russo.
&nbsp;
&quot;O Trem Azul&quot; &eacute; na verdade a reprodu&ccedil;&atilde;o de um quadro conhecido como &nbsp;Duas Mulheres Correndo na Praia,&nbsp;pintado dois anos antes por Picasso, e foi encomendo por Sergei Diaghilev (que era amigo do pintor espanhol) &nbsp;a sete artistas da companhia russa. A obra &nbsp;ficou pronta em menos de vinte e quatro horas e, ao ver o resultado, Picasso gostou tanto que a assinou com seu nome.

A obra integra a mostra&nbsp;Diaghilev and the Golden Age of the Ballets&nbsp;Russes 1901-1929,&nbsp;que ser&aacute; aberta no&nbsp;dia 25 de setembro e tem como objetivo &nbsp;destacar as colabora&ccedil;&otilde;es do core&oacute;grafo Sergei Diaghilev&nbsp;com diversos artistas, como Picasso e Matisse. &nbsp;A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;fica em cartaz at&eacute; janeiro do ano que vem no museu londrino.

&nbsp;
&nbsp;


Diaghilev and the Golden Age of the Ballets&nbsp;Russes 1901-1929

Museu Victoria and Albert
Visita&ccedil;&atilde;o: De 25 de setembro de 2010 a 09 janeiro de 2011
Entrada:&nbsp;&pound;10


Fontes: G1, DailyMail, Art Info, O globo
Foto: Reuters
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Rebecca Horn leva retrospectiva a São Paulo </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=91</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/130820101646_rebeliao-em-silencio-155-g.jpg">A artista alem&atilde; Rebecca Horn exp&otilde;e, at&eacute; o dia 2 de setembro, a retrospectiva &quot;Rebeli&atilde;o em Sil&ecirc;ncio&quot; no Centro Cultura Banco do Brasil, em S&atilde;o Paulo. A mostra, que tamb&eacute;m esteve em cartaz no Rio de Janeiro, &eacute; uma vers&atilde;o da retrospectiva aberta no Museu de Arte Contempor&acirc;nea de Tokyo e tem curadoria do produtor e diretor Marcelo Dantas.

&nbsp;
Rebecca, que tamb&eacute;m &eacute; cineasta e j&aacute; dirigiu uma &oacute;pera de Strauss, foi uma das pioneiras no uso de novas tecnologias, ainda no in&iacute;cio de sua produ&ccedil;&atilde;o.&nbsp;A exposi&ccedil;&atilde;o leva a S&atilde;o Paulo dezoito instala&ccedil;&otilde;es e seis videos desta que &eacute; considerada, junto com Anselm Kiefer e Gerhard Richter, um dos grandes nomes da arte contempor&acirc;nea da Alemanha.
&nbsp;
&Eacute; comum que se refiram ao trabalho da artista como algo &quot;indefin&iacute;vel&quot;. Em&nbsp;&quot;Concento para a Anarquia&quot;, por exemplo, h&aacute; uma melodia que sai de um piano pendurado no teto (e que s&oacute; poderia ser tocada se o pianista tamb&eacute;m estivesse de cabe&ccedil;a para baixo), enquanto em&nbsp;Concerto dos Suspiros&nbsp;trompas douradas sussurram versos no meio de escombros.
&nbsp;

Na mostra, Rebecca demonstra sua capacidade de reunir diferentes linguagens em uma mesma obra. Em trabalhos como&nbsp;&quot;Luz Aprisionada na Barriga da Baleia&quot;&nbsp;&nbsp;e&nbsp;&quot;O Tempo Passa&quot;&nbsp;&nbsp;ela &nbsp;explora performance, escultura, desenho e pintura. Muitas vezes, a artista se dedica a equacionar tamb&eacute;m for&ccedil;as paradoxais dentro de uma mesma obra - como sugere o t&iacute;tulo da exposi&ccedil;&atilde;o, e tamb&eacute;m de obras como&nbsp;&quot;O Universo em uma P&eacute;rola&quot;.

Rebeli&atilde;o em Sil&ecirc;ncio | Rebecca Horn
Centro Cultural Banco do Brasil - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: at&eacute; 3 de outubro. Ter&ccedil;a a domingo, das 10h &agrave;s 20h
Entrada gratuita

Fontes: Estad&atilde;o, Revista Bravo, SP-Arte, Guia da Semana
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Em São Paulo, Marepe expõe Os Últimos Verdes</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=90</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/070820100233_marepe-2010-1_2_.jpg">&nbsp;O baiano Marepe&nbsp;exp&otilde;e &quot;Os &Uacute;ltimos Verdes&quot; na Galeria Luisa Strina (zona oeste de S&atilde;o Paulo) at&eacute; o dia 11 de setembro. Os nove trabalhos ocupam tr&ecirc;s andares e tamb&eacute;m o terra&ccedil;o da galeria. S&atilde;o fotografias, esculturas e videos, inspirados na sua inf&acirc;ncia, passada na cidade de Santo Ant&ocirc;nio de Jesus.


O artista j&aacute; apresentou individuais no Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo,&nbsp;na galeria londrina Tate Modern e&nbsp;no Centre Georges Pompidou, na Fran&ccedil;a.&nbsp;Preocupado com a preserva&ccedil;&atilde;o da natureza, em&nbsp;&quot;Camas de Vento&quot; Marepe faz refer&ecirc;ncia a p&aacute;ssaros de asas vermelhas que j&aacute; n&atilde;o v&ecirc; mais em sua cidade natal. Seguindo a proposta de oferecer&nbsp;leituras diferentes de objetos do cotidiano em &ldquo;O Coro de Lata&rdquo; e &ldquo;Metamorfose&rdquo; &nbsp;ele usa moringas, funis, tachos e bacias de metal como pontos de partida.
&nbsp;&nbsp;

H&aacute; tamb&eacute;m um v&iacute;deo in&eacute;dito de 1999 que fala sobre o reaproveitamento de materiais e que deve ser assistido sobre bancos de madeira, talhados em formato de lacres de garrafas de champagne.

Os &uacute;ltimos Verdes | Marepe
Galeria Luisa Strina - S&atilde;o Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: at&eacute; 11 de setembro
Entrada Gratuita

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Museu de Viena pretende vender quadro de Egon Schiele</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=89</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/070820100047_schiele.jpg">O Museu Leopold de Viena vai leiloar o quadro&nbsp;&quot;H&auml;user am Meer&quot; (casas no mar) do pintor austr&iacute;aco EgonSchiele&nbsp;e n&atilde;o pretende vend&ecirc;-lo por menos de dezenove milh&otilde;es de d&oacute;lares. Tudo porque a institui&ccedil;&atilde;o precisa do dinheiro para cumprir um acordo legal, firmado com os herdeiros de uma colecionadora judia, de quem um outro quadro do mesmo artista fora tomado. &nbsp;&nbsp;



A hist&oacute;ria dessa transa&ccedil;&atilde;o nos leva &agrave; primeira metade do s&eacute;culo passado quando, durante a ocupa&ccedil;&atilde;o nazista na &Aacute;ustria, foram levados os quadros da colecionadora&nbsp;Lea Bondi Jaray, entre eles estava &quot;Bildnis Wally&quot; (retrato de Wally), de Egos&nbsp;Schiele. J&aacute; com a Alemanha derrotada, o ex&eacute;rcito dos Estados Unidos devolveu a obra &agrave; &Agrave;ustria - mas n&atilde;o exatamente a Lea, que procurou a ajuda do colecionador Rudolf Leopold (considerado o mais importante colecionador privado de arte no pa&iacute;s e falecido no &uacute;ltimo dia 29 de junho).

Rudolf, no entanto, incorporou o quadro &agrave; sua cole&ccedil;&atilde;o, na qual havia cerca de 250 obras de Egos&nbsp;Schiele&nbsp;e nunca o devolveu a sua leg&iacute;tima propriet&aacute;ria.&nbsp;Em setembro de 1997, uma parte do acervo do Museu Ludolf (entidade fundada pelo estado austr&iacute;aco para recolher as propriedades de Rudolf Leopold)&nbsp;foi emprestada ao MoMa, em Nova York, e ent&atilde;o as autoridades americanas&nbsp;intervieram, confiscando as obras do empr&eacute;stimo

A partir da&iacute; deu-se in&iacute;cio &agrave; &nbsp;batalha judicial que terminou com herdeiros da colecionadora Lea Bondi concordando em deixar o quadro&nbsp;&quot;Bildnis Wally&quot; (retrato de Wally)&nbsp;sob o poder do Museu Ludolf, em troca de dezenove milh&otilde;es de d&oacute;lares.&nbsp;Agora, para levantar o dinheiro necess&aacute;rio ao cumprimento da decis&atilde;o, o Ludolf coloca &agrave; venda outra obra do mesmo pintor&nbsp;&quot;H&auml;user am Meer&quot; (casas no mar), mas a decis&atilde;o foi classificada como um ato de &quot;mau gosto&quot; pela&nbsp;Comunidade Israelita de Viena.

Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>MoMA expõe período mais experimental da obra de Matisse</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=88</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/070820100014_bathers0-1.jpg">&nbsp;Est&aacute; em cartaz at&eacute; o dia 11 de outubro, em Nova Iorque, a exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Matisse: Radical Ivention 1913-1917,&nbsp;na qual o p&uacute;blico pode ver mais de cem pinturas, desenhos e esculturas que nos mostram uma faceta pouco conhecida do artista franc&ecirc;s.
&nbsp;
Em 1913 Matisse partiria para o Marrocos e s&oacute; voltaria para Nice em 1917. &nbsp;Os quadros escuros e geom&eacute;trocos produzidos&nbsp;por ele &nbsp;neste per&iacute;odo foram vistos por alguns como uma resposta ao cubismo e por outros como um reflexo da Primeira Guerra Mundial, pelo pr&oacute;prio Matisse, no entanto, alguns desses trabalhos foram considerados como um dos momentos mais representativos de sua trajet&oacute;ria na pintura. Como o pr&oacute;prio t&iacute;tulo diz, &eacute;&nbsp;justamente ao intrigante per&iacute;odo da produ&ccedil;&atilde;o do artista que&nbsp;a exposi&ccedil;&atilde;o se dedica .

Junto com Picasso e Marcel Duchamp, Matisse e considerado como um dos grandes pilares da produ&ccedil;&atilde;o do Seculo XX. Precursor do Fauvismo, seu trabalho recebeu grande influ&ecirc;ncia de C&eacute;zanne e Van Gogh.&nbsp;

   A iniciativa de entender os enigm&aacute;ticos cinco anos fundamentais para o desenvolvimento da obra do artista &eacute; fruto da parceria do museu nova-iorquino com o&nbsp;Art Institute of Chicago, que - combinando seus acervos - deram in&iacute;cio ao estudo pioneiro que originou a exposi&ccedil;&atilde;o.



Matisse: Radical Invention |&nbsp;Henri Matisse
Museum of Modern Art - Nove Iorque
Visita&ccedil;&atilde;o: at&eacute; o dia 11 de outrubro
Entrada: U$ 20

Fonte: Catraca Livre

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Caráter multicultural do Brasil é destaque em galeria americana</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=87</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/300720102126_fernandocham1.jpg">A partir do dia 6 de agosto o p&uacute;blico americano vai poder conhecer o trabalho do brasileiro Fernando Chamarelli, em cartaz na Galeria Anno Domini, na Calif&oacute;rnia. A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Pangea&nbsp;&nbsp;&eacute; a primeira individual de Chamarelli no pa&iacute;s e fica em cartaz at&eacute; o dia 18 de setembro.
&nbsp;
O t&iacute;tulo da exposi&ccedil;&atilde;o faz refer&ecirc;ncia &agrave; teoria da deriva continental, segundo &nbsp;qual todos continentes j&aacute; estiveram todos agrupados em tempos remotos. A id&eacute;ia por tr&aacute;s do trabalho do artista &eacute; fazer uma esp&eacute;cie de &quot;pang&eacute;ia cultural&quot;, na qual se identificam, pelo menos,influ&ecirc;ncias da cultura ind&iacute;gena e da cultura popular brasileiras, nesta obra que &eacute; resultado de uma bagagem cultural multifacetada, que pretende conectar os s&iacute;mbolos, a cultura e a religi&atilde;o das civiliza&ccedil;&otilde;es que se espalharam pela terra atrav&eacute;s do tempo.
&nbsp;
&Eacute; justamente esse esp&iacute;rito agregador que a galeria enfatiza no trabalho de Fernando Chamarelli.Eles procuram salientar o fato de que, hoje em dia, os limites geogr&aacute;ficos est&atilde;o cada vez mais sendo dissolvidos por fen&ocirc;menos como os que s&atilde;o gerados pela internet, e que as&nbsp;filosofias, os folclores, s&iacute;mbolos e cren&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o mais atados aos limites geogr&aacute;ficos. &nbsp;As obras do artista brasileiro s&atilde;o descritas como coloridas, ex&oacute;ticas e surrealistas e tamb&eacute;m associadas &agrave; arte pr&eacute;-colombiana.
&nbsp;
A forma&ccedil;&atilde;o em um pa&iacute;s multicultural como o Brasil parece ter facilitado as conex&otilde;es que o artista pretende estabelecer com sua obra, vista como um reflexo bastante positivo das transforma&ccedil;&otilde;es e das novas maneiras de olhar o passado uma &eacute;poca, trazidas pela nossa &eacute;poca.

Pangea | Fernando Chamarelli
Galeria Anno Domini, San Jose - Calif&oacute;rnia
Visita&ccedil;&atilde;o: de 6 de agosto a 18 de setembro
Entrada Gratuita
&nbsp;
Fonte: Revista Zupi
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição traz Keith Haring inédito no Brasil</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=86</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/300720102016_9360-640x480-1.jpg">

A PopArt marcou um per&iacute;odo da produ&ccedil;&atilde;o de imagens em que a popularidade j&aacute; vem embutida no nome, e quando se fala em arte pop poucos somes s&atilde;o mais difundidos que o do americano&nbsp;Keith&nbsp;Haring. Em agosto, o p&uacute;blico brasileiro ter&aacute; a oportunidade de se encontrar com mais de 90 trabalhos do artista na exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Keith&nbsp;Haring &ndash; Selected Works, que fica &nbsp;em cartaz em S&atilde;o Paulo at&eacute; o dia 5 de setembro na Caixa Cultural.


Ao todo, o p&uacute;blico da exposi&ccedil;&atilde;o poder&aacute; ver&nbsp;55 serigrafias, 9 gravuras, 29 litografias e 1 xilogravura - &iacute;ten que, at&eacute; hoje, nunca tinham sido expostos no pa&iacute;s. H&aacute; ainda objetos pessoais como, como passaporte, pinc&eacute;is, t&ecirc;nis do artista, al&eacute;m de skates desenvolvidos por Haring.


Al&eacute;m da exposi&ccedil;&atilde;o, a vinda de&nbsp;Keith&nbsp;Haring &ndash; Selected Works&nbsp;&nbsp;para o Brasil ainda prev&ecirc; a exibi&ccedil;&atilde;o dos document&aacute;rios&nbsp;&ldquo;The Universe of&nbsp;Keith&nbsp;Haring&rdquo; e &ldquo;Drawing the line&rdquo;. O p&uacute;blico carioca tamb&eacute;m poder&aacute; ver a exposi&ccedil;&atilde;o, que ficar&aacute; em cartaz na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, a partir de&nbsp;&nbsp;28 de setembro.


Segundo a curadora&nbsp;Sharon Baratt, foram seleciondados trabalhos do artista que t&ecirc;m uma &quot;estreita liga&ccedil;&atilde;o com Brasil&quot;.&nbsp;Keith&nbsp;Haring - que&nbsp;&nbsp;alguns anos antes de sua morte precoce, em 1990, &nbsp;participou da Bienal de S&atilde;o Paulo - visitou o pa&iacute;s&nbsp;em diversas ocasi&otilde;es e tinha a Bahia como destinho preferido

Keith Harinng | Selected Works
Caixa Cultural, S&atilde;o Paulo - at&eacute; 5 de setembro
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a-feira a s&aacute;bado, das 9h &agrave;s 21h, domingo das 10h &agrave;s 21 hs
Entrada Gratuita


Fontes: Revista Zupi, +SOMA, OiTudoemCima

&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Festival A Gosto da Fotografia 2010 em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=85</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/290720101750_b_rteles_003.jpg">Um dos mais representativos festivais de fotografia no Brasil, o A Gosto da Fotografia chega ao sexto ano com uma programa&ccedil;&atilde;o de exposi&ccedil;&otilde;es, palestras, filmes e oficinas nos principais museus e espa&ccedil;os culturais da capital baiana. Ao todo, ser&atilde;o abertas seis mostras com curadoria de Di&oacute;genes Moura, tamb&eacute;m curador de fotografia da Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo, parceira da Casa da Photografia no Festival.
&nbsp;
Com cerca de 120 imagens, muitas delas in&eacute;ditas, a mostra Thomaz Farkas &ndash; O Tempo Dissolvido apresenta uma leitura na obra de um dos pioneiros da fotografia moderna no Brasil, com registros das &uacute;ltimas seis d&eacute;cadas. A montagem&nbsp;de Thomaz Farkas&nbsp;(Hungria,1924),tem abertura no dia 02 de agosto (segunda), &agrave;s 19h, no Museu de Arte Moderna da Bahia, e traz tamb&eacute;m uma s&eacute;rie colorida produzida em Salvador, nos anos de 1970, no Mercado Modelo, Av. Sete de Setembro e no bairro de Alagados, com apoio do MAM-BA e do Instituto Moreira Salles, que preserva a obra do fot&oacute;grafo.&nbsp;
&nbsp;
Outro destaque do A Gosto em 2010 &eacute; a mostra O Caleidosc&oacute;pio e a C&acirc;mera, de Boris Kossoy (S&atilde;o Paulo, 1941), um dos maiores pesquisadores sobre fotografia no Brasil (ele &eacute; o autor do autor do Dicion&aacute;rio Hist&oacute;rico-Fotogr&aacute;fico Brasileiro) e precursor do realismo fant&aacute;stico no pa&iacute;s. A abertura desta mostra acontece no dia 30 de julho (sexta), &agrave;s 19 horas, no Museu de Arte da Bahia (MAB). A exposi&ccedil;&atilde;o apresenta cerca de 140 imagens, coloridas e em preto e branco, que contemplam desde o seu primeiro registro feito na Avenida S&atilde;o Jo&atilde;o, em S&atilde;o Paulo, em 1955, at&eacute; a s&eacute;rie de in&eacute;ditos produzidos nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas, per&iacute;odo em que o artista se recolheu.&nbsp;
&nbsp;
Na Galeria Solar do Ferr&atilde;o, o ga&uacute;cho Ricardo Teles apresenta a exposi&ccedil;&atilde;o O Lado de L&aacute;, com uma s&eacute;rie de 35 fotografias. Juntas, elas formam um document&aacute;rio sobre a vida cotidiana e suas rela&ccedil;&otilde;es com a arte e religiosidade em Angola, Benin e Congo. A abertura acontece no dia 03 (ter&ccedil;a), &agrave;s 19h.
&nbsp;
Alma Secreta &eacute; o nome da exposi&ccedil;&atilde;o da paulista Ana L&uacute;cia Mariz, que tem abertura no dia 04 (quarta), &agrave;s 19h, no Museu da Miseric&oacute;rdia. Composta por cerca de 30 imagens, todas em preto e branco, feitas a partir da t&eacute;cnica light painting, a mostra apresenta um mundo imagin&aacute;rio extra&iacute;do de sonhos e da realidade cotidiana da artista.&nbsp;

Completa a programa&ccedil;&atilde;o a s&eacute;rie Sem Ponto Final, com sete retratos do artista baiano Mario Cravo Neto (Salvador, 1947-2009) feitos pela fot&oacute;grafa Sabrina Pestana (S&atilde;o Paulo, 1984), dois meses antes da morte do fot&oacute;grafo ocorrida em agosto de 2009. A homenagem do A Gosto a Cravo Neto &eacute; tamb&eacute;m inaugurada no Museu da Miseric&oacute;rdia, no dia 04, quarta-feira, &agrave;s 19h, e fica em cartaz at&eacute; 03/10.&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
A Gosto da Fotografia - at&eacute; 03/10
No Museu de Arte Moderna da Bahia, Galeria Solar Ferr&atilde;o, Museu da Casa da Miseric&oacute;rdia da Bahia, Oi Kabum! Salvador e Casa-Museu Solar de Santo Ant&ocirc;nio.
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Novos Mundos Novos </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=84</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/290720101757_fase_da_lua_2.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o que inaugura o novo espa&ccedil;o Santander Cultural-Recife (antigo Instituto Cultural Banco Real) apresenta obras de artistas espanh&oacute;is e brasileiros em torno da figura do navegador Vicente Pinzon, considerado por muitos o &ldquo;descobridor esquecido&rdquo;. Entre os artistas que participam da mostra, est&atilde;o os pernambucanos Eudes Mota, representado em Salvador pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte, e Marcelo Silveira, que possui obras no acervo da galeria. Novos Mundos Novos ser&aacute; aberta ao p&uacute;blico no dia 03 de agosto.
&nbsp;
Eudes Mota participa da exposi&ccedil;&atilde;o com uma pintura a &oacute;leo entitulada Fases da Lua. A obra traz uma imagem que dialoga com a cartografia, numa refer&ecirc;ncia direta &agrave; import&acirc;ncia do c&eacute;u e do seu astro maior na orienta&ccedil;&atilde;o dos navegantes. J&aacute; Marcelo Silveira faz uma associa&ccedil;&atilde;o mais livre com a homenagem da mostra, j&aacute; que, para ele, o convite da curadoria para os artistas se deu tamb&eacute;m pela import&acirc;ncia do seu trabalho dentro do cen&aacute;rio contempor&acirc;neo das artes visuais. Desta forma, Marcelo concebeu dentro do cofre do espa&ccedil;o Santander uma instala&ccedil;&atilde;o elaborada a partir do p&oacute; que ficou como res&iacute;duo, ap&oacute;s ter lixado as paredes do espa&ccedil;o, entitulada exatamente P&oacute;.&nbsp;

A curadoria de Novos Mundos Novos &eacute; do cr&iacute;tico de arte paulista Gilberto Habib Oliveira, que reuniu 41 obras de um total de 17 artistas. Al&eacute;m de Eudes e Marcelo, tamb&eacute;m fazem parte da exposi&ccedil;&atilde;o Francisco Brennand, Gilvan Samico, Jo&atilde;o C&acirc;mara e Paulo Meira. As mostras de artes visuais ocupam as galerias t&eacute;rrea, superior e Marcantonio Vila&ccedil;a do Santander Cultural &ndash; Recife.


&nbsp;
Sobre Pinz&oacute;n
Existem estudos que compravam que, h&aacute; exatos 510 anos, o navegador espanhol Vicente Ya&ntilde;ez Pinz&oacute;n teria desembarcado no comandando da caravela Ni&ntilde;a em um local que a moderna cartografia indica como sendo a Ponta do Mucuripe, a cerca de 10 km do centro de Fortaleza. Antes, portanto, da chegada do portugu&ecirc;s Pedro &Aacute;lvares Cabral, em 22 de abril de 1500, no Sul da Bahia. Al&eacute;m deste feito, Vicente Pinz&oacute;n tamb&eacute;m integrou no comando da mesma nau a primeira Armada de Crist&oacute;v&atilde;o Colombo, participando desta forma tamb&eacute;m da descoberta da Am&eacute;rica do Norte, em 1492.&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
Novos Mundos Novos
Santander Cultural &ndash; Recife
Av. Rio Branco, 23, &nbsp;bairro do Recife, Recife/ PE - Tel. 81-3224-1110
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a quinta, das 14h &aacute;s 20h e de sexta a domingo, das 14h &agrave;s 22h. 
Entrada gratuita.&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Brasileiros participam de exposição na Califórina</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=83</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/230720101746_tela-3-556x493.jpg">Est&aacute; em cartaz no Museus de Arte Comtempor&acirc;nea da cidade de San Diego, na Calif&oacute;rnia, a expois&ccedil;&atilde;o &ldquo;Viva La Revoluci&oacute;n: A Dialogue With The Urban Landscape&quot;. A iniciativa do museu, que v&ecirc; na vida nas cidades uma das principais fontes de inspira&ccedil;&atilde;o na cultura contempor&acirc;nea, re&uacute;ne mais de vinte artistas vindos de dez pa&iacute;ses diferentes, dentre eles o Brasil.

Os brasieliros inclu&iacute;dos na mostra s&atilde;o Gustavo e Otavio Pandolfo ( Os G&ecirc;meos), e Stephan Doitschinoff (mais conhecido com Calma). Os curadores Pedro Alonzo e Luc&iacute;a Sanrom&aacute;n reuniram artistas de Portugal, Su&eacute;cia, Inglaterra, It&aacute;lia, M&eacute;xico e Fran&ccedil;a a nomes consagrados como Shepard Farey e Bansky.

Um dos objetivos da mostra &eacute; discutir a forma como a arte urbana se apropria dos c&oacute;digos e &iacute;cones do dia-dia nas cidades, usando elementos que comp&otilde;em a paisagem urbana para fazer a tal &ldquo;revolu&ccedil;&atilde;o&rdquo; que eles afirmam estar acontecendo.

Na exposi&ccedil;&atilde;o o visitante pode encontrar esculturas, pinturas, murais, desenhos e instala&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o se limitam a ocupar o espa&ccedil;o das galerias e podem ser encontradas principalmente no lugar onde esses artistas surgiram e desenvolveram seu estilo: a cidade.


Viva La Revoluci&oacute;n: A Dialogue With The Urban Landscape
Museu de Arte comtempor&acirc;nea de San Diego
Visita&ccedil;&atilde;o: at&eacute; 2 de janeiro de 2011; quinta a ter&ccedil;a, das 11 &agrave;s 17h, e, na terceira quinta-feira do m&ecirc;s, das 11h &agrave;s 19h (fechado &agrave;s quartas-feiras)
Entrada Gratuita

Fonte: UOL
Imagem: blog d\\\\\\\'Os G&ecirc;meos
 
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pavilhão de Cultura Brasileira destaca arte urbana</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=82</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/230720101654_transfer.jpg">&nbsp;O rec&eacute;m-inaugurado&nbsp;Pavilh&atilde;o das Culturas Brasileiras do Parque do Ibirapuera&nbsp;recebe em S&atilde;o Paulo, at&eacute; o dia 12 de Setembro, a exposi&ccedil;&atilde;o Transfer. &nbsp;Segundo o organizador da mostra,&nbsp;Lucas Ribeiro &quot;Pex&atilde;o&quot;, um dos principais objetivos &eacute;&nbsp;&quot;ampliar a percep&ccedil;&atilde;o sobre o que &eacute; a arte urbana&quot;. A iniciativa conta com nomes consagrados - e que hoje passaram a ser representados por galerias - como&nbsp;Os G&ecirc;meos,&nbsp;Titi Freak&nbsp;e&nbsp;Speto.


&Eacute; na se&ccedil;&atilde;o&nbsp;&nbsp;&quot;Autoindicados&quot; que ficam os nomes mais inseridos no mercado de arte e que participam de bienais mundo afora:&nbsp;Alex Hornest, Flip, Vitch&eacute; e Jo&atilde;o Lelo fazem parte deste grupo. H&aacute; ainda &quot;Intervencionistas&quot;, dedicada a registros das interven&ccedil;&otilde;es feitas na cidade pelos artistas, al&eacute;m de &quot;Beautiful Losers&quot; que traz parte da mostra itinerante que tem o mesmo nome e a tarefa de representar a produ&ccedil;&atilde;o americana. J&aacute; &quot;Mauditos&quot; se dedica a apresentar a produ&ccedil;&atilde;o dos pioneiros da arte urbana no Brasil, que come&ccedil;a nos anos 80, quando ela se espalha por&nbsp;diversas metr&oacute;poles espalhadas pelo mundo.

Em 2008, a cidade de Porto Alegre recebeu uma edi&ccedil;&atilde;o menor da mostra que agora apresenta mais de 500 obras de cerca de 150 artistas. Dessa vez o p&uacute;blico ser&aacute; apresentado aos diversos elementos que fazem parte do universo da arte urbana:&nbsp;pintura, desenho, arquitetura, fotografia, m&uacute;sica, v&iacute;deo, registros das interven&ccedil;&otilde;es e tamb&eacute;m skate.&nbsp;

No calend&aacute;rio da exposi&ccedil;&atilde;o ainda est&atilde;o previstos workshops e exibi&ccedil;&otilde;es de document&aacute;rios sobre a cultura urbana. Todas informa&ccedil;&otilde;es pode ser encontradas no site da Transfer


Transfer |&nbsp;arte urbana &amp; contempor&acirc;nea
Pavilh&atilde;o das Culturas Brasileiras, Parque Ibirapuera - at&eacute; 12 de setembro
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a-feira a domingo, das 9h &agrave;s 18h, com entrada at&eacute; as 17h
Entrada gratuita

Fontes: Folha de S&atilde;o Paulo, UOL, Revista Zupi
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Getty Museum adquire Turner por preço recorde</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=81</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/210720101752_10189309_(1).jpg">&nbsp;A tela &quot;Roma Moderna - Campo Vaccino&quot; alcan&ccedil;ou o valor mais alto j&aacute; pago por um quadro de&nbsp;William Turner. A&nbsp;obra; que foi adquirida&nbsp;em 1878 por uma fam&iacute;lia brit&acirc;nica e que, desde ent&atilde;o, nunca trocou de donos; passa a fazer parte do &nbsp;acervo do&nbsp;J. Paul Getty Museum.

Os 44,9 milh&otilde;es de d&oacute;lares pagos &agrave; Sotheby's superam em muito o antigo recorde de 35,9 milh&otilde;es que pertencia &agrave; Christie's, por ocasi&atilde;o da venda da obra&nbsp;&quot;Giudecca, La Donna della Salute e San Giorgio&quot;, em 2006. 


Em entrevista ao jornal New York Times, o curador de pintura do museu Getty,&nbsp;Scott J. Schaefer,&nbsp;n&atilde;o duvida que tenham feito um bom investimento: &quot;Esse quadro supera o pr&oacute;prio Turner, &eacute; seu melhor trabalho, um Turner em sua melhor forma&quot;.

Alguns trabalhos do paisagista ingl&ecirc;s - considerado por muitos como um dos precursores do impressionismo - sofreram com a m&aacute; conserva&ccedil;&atilde;o. E enquanto, em 2006, a obra&nbsp;Glaucus and Scylla&nbsp;teve ser devolvida pelo Kimbell Art Museum &agrave; fam&iacute;lia que o possu&iacute;a por motivos pol&iacute;ticos; o destinho de &quot;Roma Moderna&quot; &eacute; o contr&aacute;rio. 

A obra deixa os seus primeiros donos, que a mantiveram em &oacute;timo estado de conserva&ccedil;&atilde;o (um dos motivos para o quadro alcan&ccedil;ar t&atilde;o alto valor), e passa agora a pertencer ao Getty Museum, que fica na Calif&oacute;rnia.


Fontes: Folha de S&atilde;o Paulo, New York Times
Foto: Efe
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Gaio, a Praça e seus Múltiplos </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=79</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/190720101515_gaio.jpg">At&eacute; o dia 15 de agosto, Gaio Matos apresenta sua primeira mostra individual no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), &ldquo;Sobre a Pra&ccedil;a e Seus M&uacute;ltiplos&rdquo;. A exposi&ccedil;&atilde;o traz &agrave; tona uma reflex&atilde;o que permeia toda a produ&ccedil;&atilde;o do artista: a rela&ccedil;&atilde;o entre a arquitetura, os espa&ccedil;os urbanos e o homem neste contexto, desta vez, abordada atrav&eacute;s de duas videoinstala&ccedil;&otilde;es e uma s&eacute;rie de fotografias.&nbsp;
&nbsp;
Ao entrar na Capela do MAM, o p&uacute;blico se depara com a videoinstala&ccedil;&atilde;o Campo Grade. Nela, Gaio traz uma reprodu&ccedil;&atilde;o do gradil de Caryb&eacute;, que cerca a Pra&ccedil;a Dois de Julho (no Campo Grande). Por tr&aacute;s das grades, o v&iacute;deo exibe imagens da pra&ccedil;a real, convidando a uma nova forma de olhar este ambiente. 

Na videoinstala&ccedil;&atilde;o Camarote, montada de uma forma pouco usual, no ch&atilde;o da Capela, o artista convida o p&uacute;blico a observar imagens do carnaval a partir do ponto de vista &ldquo;privilegiado&rdquo; de quem participa dos festejos dentro de um espa&ccedil;o privado, refor&ccedil;ando ainda mais a rela&ccedil;&atilde;o tensa entre estes diferentes &ldquo;lugares&rdquo; da festa. No terceiro trabalho, a s&eacute;rie Caixas, Gaio apresenta uma s&eacute;rie de 20 fotografias coloridas, realizadas em viagens &agrave; Europa, nas quais registrou quiosques semelhantes &agrave;s &lsquo;banquinhas&rsquo; de jornal e frutas do Brasil.&nbsp;
&nbsp;
Gaio Matos, que recentemente teve obras adquiridas pela Fabio Pena Cal Galeria, vem se tornando um dos mais reconhecidos artistas baianos da nova gera&ccedil;&atilde;o. Ele tem participado de importantes mostras nacionais e internacionais, a exemplo da III Bienal do Mercosul (2004). Em 2008, realizou resid&ecirc;ncias art&iacute;sticas em Bombaim (&Iacute;ndia), decorrente da premia&ccedil;&atilde;o no XIV Sal&atilde;o do MAM-BA, e em Paris, proporcionada pela Funda&ccedil;&atilde;o Sacatar. Este ano, participa de outra resid&ecirc;ncia promovida pela Sacatar, desta vez, na Cor&eacute;ia. Tamb&eacute;m &eacute; um dos 20 baianos selecionados para a II Trienal de Luanda, integrando o projeto Primeira Ponte_SP, em S&atilde;o Paulo.&nbsp;


&nbsp;
Sobre a Pra&ccedil;a e Seus M&uacute;ltiplos | Gaio Matos
Museu de Arte Moderna da Bahia &ndash; at&eacute; 15 de agosto
Capela do MAM, na Av. Contorno, Solar do Unh&atilde;o, Tel: (71) 3117-6139
Visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a domingo, das 13 &agrave;s 19 horas, s&aacute;bados, das 13h &agrave;s 21h. &nbsp;&nbsp;
Entrada gratuita
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Amizade de Portinari com Castro Maya vira exposição no Sul</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=78</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/160720102154_20100706_184324_serie_d.quixote_-_baixa_d._quixote_e_sancho_panca_saindo_para_suas_aventuras._1956._lapis_de_cor..jpg">Mesmo ap&oacute;s 48 anos da morte do homem, o g&ecirc;nio de C&acirc;ndido Portinari continua vivo entre n&oacute;s. Enquanto no Rio Grande do Sul o MARGS exp&otilde;e cerca de 50 trabalhos do artista paulista, nesta semana, em Pernambuco, &nbsp;o quadro Enterro (um &oacute;leo sobre madeira de 23 cm x 33 cm, avaliado em R$ 1,2 milh&atilde;o) foi roubado do Museu de Arte Contempor&acirc;nea, trazendo mais uma vez o nome de Portinari para o notici&aacute;rio. A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Portinari na Cole&ccedil;&atilde;o Castro Maya&nbsp;pode ser vistas at&eacute; o dia 29 de agosto.
&nbsp;
O artista, que nasceu na cidade de Brodowski, no interior de S&atilde;o Paulo, e teve uma inf&acirc;ncia humilde, conquistou mais tarde reconhecimento internacional com obras como o painel Guerra e Paz, encomendado para figurar na sede da ONU, pelo qual recebeu o Pr&ecirc;mio Guggenheim de pintura.
&nbsp;
No Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Portinari ganha uma exposi&ccedil;&atilde;o pautada pela sua amizade com o mecenas Raymundo Ottoni de Castro Maya - empres&aacute;rio que d&aacute; nome &agrave; institui&ccedil;&atilde;o que possui uma das maiores cole&ccedil;&otilde;es do trabalho do artista. Na expois&ccedil;&atilde;o, obras como O Sapateiro de Brodwski&nbsp;e sua s&eacute;rie de estudos sobre o D. Quixote de Cervantes - que raramente deixam as intala&ccedil;&otilde;es dos Museus Castro Maya - se encontram com parte do acervo do museus ga&uacute;cho, como O menino do papagaio (um &oacute;leo dobre tela de 1954).
&nbsp;
Enquanto isso, o Museu de Arte Contempor&acirc;nea de Pernambuco aguarda a resolu&ccedil;&atilde;o do caso do roubo da obra Enterro, que fazia parte da exposi&ccedil;&atilde;o do seu acervo permanente.
&nbsp;

Portinari na Cole&ccedil;&atilde;o Castro Maya | Candido Portinari
Museu de Arte do Rio Grande do Sul - at&eacute;&nbsp;&nbsp;29 de agosto
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a quinta, das 10 &agrave;s 19hs
Entrada gratuita


&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Galeria Tate Liverpool revela faceta pacifista de Pablo Picasso</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=77</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/150720102249_still-life-with-skull-leeks-and-pitcher_lg.jpg">&nbsp;A cidade do compositor de&nbsp;Imagine&nbsp;abriga at&eacute; o fim do m&ecirc;s um outro apelo &agrave; Paz. S&atilde;o mais de 150 trabalhos de Pablo Picasso que mostram a faceta pol&iacute;tica da obra deste que &eacute; tido como um dos grandes g&ecirc;nios do s&eacute;culo XX. Os trabalhos, apresentados juntos para o p&uacute;blico na exposi&ccedil;&atilde;o &quot;Picasso: Paz e Liberdade&quot;, ficam em cartaz na galeria Tate de Liverpool - a cidade do Beatle John Lennon - at&eacute; o dia 30 de agosto.
&nbsp;
Muito conhecido por seu ego e pelo &quot;temperamento art&iacute;stico&quot;, o pintor espanhol viu seu engajamento pol&iacute;tico ser ofuscado pelo mito que criado em torno do seu personagem. A exposi&ccedil;&atilde;o pretende se aprofundar um pouco mais na id&eacute;ia do pacifista que associamos ao autor de &quot;Guernica&quot;, numa tentativa que a galeria considera pioneira &nbsp;e que tenta &quot;refletir um Picasso novo para um novo tempo&quot;.


O tema pol&iacute;tico nem sempre aparece de modo t&atilde;o expl&iacute;cito na obra do artista que se comoveu com dramas como a guerra civil espanhola e com as primeiras fotografias tiradas dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o. Sua vida que percorre um s&eacute;culo t&atilde;o importante quanto conturbado, o que o permitiu ser contempor&acirc;neo de quest&otilde;es como o conflito entre ocidente e oriente m&eacute;dio, a guerra fria e a crise dos m&iacute;sseis de cuba (epis&oacute;dio que quase desencadeou a terceira guerra mundial) e deixar sua obra perme&aacute;vel a todas elas.
&nbsp;
O Pablo Picasso&nbsp;libert&aacute;rio e pacifista&nbsp;est&aacute; traduzido em&nbsp;quadros, esculturas, desenhos e gravuras que vieram de grandes museus e cole&ccedil;&otilde;es internacionais; al&eacute;m de fotografias, filmes, cartazes e documentos.&nbsp;A exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; uma oportunidade de despertar para a&nbsp;sensibilidade&nbsp;e o desejo do homem que eternizou a pomba branca como s&iacute;mbolo da paz (ela foi usada no &nbsp;primeiro Congresso Internacional pela &nbsp;Paz, em Paris, no ano de 1949), atrav&eacute;s desta visita que a Tate faz ao mito. 

A exposi&ccedil;&atilde;o que ocupa nove salas do pr&eacute;dio localizado na cidade dos Beatles pode ser vista at&eacute; o dia 30 de agosto, e a entrada custa 10 libras.


&nbsp;
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Sandra Cinto cria imensidão do mar no Tomie Ohtake </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=76</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090720101332_imitacao_da_agua_foto_por_everton_balardin.jpg">Imita&ccedil;&atilde;o da &Aacute;gua, t&iacute;tulo da exposi&ccedil;&atilde;o individual da artista Sandra Cinto, no Instituto Tomie Ohtake, foi tomado emprestado da obra do poeta Jo&atilde;o Cabral de Melo. Atrav&eacute;s do trabalho exposto em tr&ecirc;s diferentes salas do instituto, a artista representa a grandiosidade da natureza, propondo uma travessia pelo seu mar autoral.&nbsp;
Quando recobre toda a parede de uma sala redonda com a sua interpreta&ccedil;&atilde;o de ondula&ccedil;&otilde;es na superf&iacute;cie de um mar revolto, Sandra Cinto diz pretender inspirar no espectador o sentimento do n&aacute;ufrago. E &eacute; este mesmo n&aacute;ufrago que &eacute; conduzido pelo mar de refer&ecirc;ncias apresentadas pela artista. Elas s&atilde;o liter&aacute;rias, como os barcos de papel feitos a partir do que poderiam ser p&aacute;ginas em branco, nas quais uma mesa parece afundar; ou os livros que ancoram o ponto de onde se pode observar um mar mais brando, ao final da jornada pela exposi&ccedil;&atilde;o. H&aacute; ainda o surpreendente fato de o oceano desenhado exuberantemente por sobre as paredes ter sido feito a caneta.&nbsp;
Al&eacute;m das refer&ecirc;ncias &agrave; leitura e &agrave; escrita, &eacute; imposs&iacute;vel n&atilde;o lembrar do emblem&aacute;tico quadro &ldquo;A Balsa do Medusa&rdquo;, do pintor franc&ecirc;s Th&eacute;odore Geric&aacute;ult. Ele &nbsp;retrata as v&iacute;timas do naufr&aacute;gio da fragata Medusa, em 1816, viajando da fran&ccedil;a para o Senegal, e &eacute; uma obra pela qual Sandra nutre um grande interesse e que, ultimamente, tem repercutido em sua obra.
O curador da exposi&ccedil;&atilde;o, Crivelli Visconti, compara a artista com o pintor alem&atilde;o Caspar David Friedrich, quando diz que seria leviano reduzir a import&acirc;ncia do trabalho apenas &agrave; impressionante beleza das formas e &agrave; representa&ccedil;&atilde;o da natureza. Para eles, ambos os artistas t&ecirc;m o poder de usar a imensid&atilde;o da paisagem para nos fazer redimensionar o Humano.&nbsp;A exposi&ccedil;&atilde;o fica aberta at&eacute; o dia 1&ordm; de agosto.
&nbsp;
Imita&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua | Sandra Cinto
Instituto Tomie Ohtake - at&eacute; 01 de agosto
(Av. Faria Lima, 201, Pinheiros, S&atilde;o Paulo-SP -&nbsp;Tel: 11 2245 1900
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a domingo, das 11 &agrave;s 20 horas.&nbsp;
Entrada gratuita
www.institutotomieohtake.org.br/

Fontes: Instituto Tomie Ohtake, Folha de S&atilde;o Paulo, TV Cultura
&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Galeria Nacional de Londres surpreende ao expor falsificações</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=75</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090720101116_mulher_na_janela___artista_desconhecido.jpg">Nem s&oacute; do que &eacute; leg&iacute;timo vive a arte. O conceito de autoria e o lugar do autor v&ecirc;m sendo discutidos - pelo menos - desde Marcel Duchamp, atrav&eacute;s de trabalhos como a sua &quot;Roda de Bicicleta&quot;. &nbsp;E quem diria que a mesma Arte que na gr&eacute;cia antiga cuidava de&nbsp;imitar&nbsp;&nbsp;a realidade para encontrar a verdadeira beleza seria depois obrigada a conviver com imita&ccedil;&otilde;es&nbsp;de si mesma?&nbsp;&Eacute; justamente sobre quest&otilde;es de autoria que trata a exposi&ccedil;&atilde;o &quot;Close examination: fakes, mistakes and discoveries&quot; (Exame de Perto: farsas, erros e descobertas), em cartaz at&eacute; o dia 12 de setembro na National Gallery, em Londres.
A exposi&ccedil;&atilde;o traz ao p&uacute;blico 40 pinturas que, diferentemente do resto do prestigiado acervo de mais de 2.300 obras pertencentes &agrave; galeria, n&atilde;o passam de falsifica&ccedil;&otilde;es. A iniciativa corajosa, de expor as &ldquo;falsifica&ccedil;&otilde;es&rdquo;, vem ajudar a contar a hist&oacute;ria de alguns dos enganos cometidos no processo de aquisi&ccedil;&atilde;o das obras; alguns deles, nem sempre infelizes, afinal,&nbsp;n&atilde;o &eacute; s&oacute; de maus neg&oacute;cios que esta hist&oacute;ria &eacute; feita. 

Tamb&eacute;m foram&nbsp;descobertas&nbsp;no acervo obras originais de Rafael e Botticelli que tinham sido adquiridas como c&oacute;pias. E &eacute; para Botticelli a quem se dedica uma sala inteira dos seis espa&ccedil;os que formam o conjunto da exposi&ccedil;&atilde;o. As outras cinco s&atilde;o separadas por categorias: &ldquo;Segredos e Enigmas&rdquo;,&nbsp;&ldquo;Ilus&atilde;o e Fraude&rdquo;, &ldquo;Erros&rdquo;,&nbsp;&ldquo;Transforma&ccedil;&otilde;es e Modifica&ccedil;&otilde;es&rdquo; e&nbsp;&nbsp;&ldquo;Reden&ccedil;&atilde;o e Recupera&ccedil;&atilde;o&rdquo;. &nbsp;
Apesar de desmistificar certas obras ao expor suas falsifica&ccedil;&otilde;es e de tirar delas parte de seu encanto&nbsp;original, a mostra &nbsp;vem tamb&eacute;m ressaltar a import&acirc;ncia e a compet&ecirc;ncia do setor de pesquisa cient&iacute;fica da National Gallery (um dos mais avan&ccedil;ados do mundo, segundo eles mesmos). Empregando t&eacute;cnicas como o raio-x, infravermelho, espectometria de massa e microscopia eletr&ocirc;nica, eles ajudam a determinar a legitimidade das obras do vast&iacute;ssimo acervo da galeria, do qual hoje &nbsp;fazem parte nomes como Leonardo da Vinci, Rembrandt, Botticelli,&nbsp;Caravaggio,&nbsp;Rembrandt,&nbsp;Rubens,&nbsp;Vermeer,&nbsp;Turner,&nbsp;Renoir,&nbsp;Monet, Van Gogh,&nbsp;Toulouse-Lautrec,&nbsp;Gauguin,&nbsp;Degas,&nbsp;Manet e&nbsp;Picasso.

Contemplando a opini&atilde;o de quem n&atilde;o se anima em pagar para ver as tais &quot;falsifica&ccedil;&otilde;es&quot;, a entrada para a exposi&ccedil;&atilde;o na National Gallery &eacute; gratuita.


Close Examination: Fakes, Mistakes and Discoveries
National Gallery (Londres) -&nbsp;at&eacute; 12 de setembro
(Vincent House, 30 Orange Street, London - Tel: 020 7747 2870)
www.nationalgallery.co.uk

Fontes: Ag&ecirc;ncia Reuters, G1, O Globo, ionline, Jornal de Angola, The guardian
 Foto: Ben Stansall/AFP
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>40 anos de versatilidade e reinvenção</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=74</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/080720100023_ligia_1.jpg">Ligia Aguiar Arte 4.0 exp&otilde;e os 40 anos de trajet&oacute;ria da artista visual baiana, a partir do dia 08 de julho, no Centro Cultural Correios Salvador. A exposi&ccedil;&atilde;o apresenta cerca de 150 obras, entre desenhos, pinturas, fotografias, v&iacute;deointala&ccedil;&otilde;es, pain&eacute;is, objetos e at&eacute; um programa de computador, que comprovam a faceta multim&iacute;dia da artista baiana. 

A mostra fica em cartaz at&eacute; o dia 18 de agosto e tem curadoria da cr&iacute;tica de arte Matilde Matos. Ligia Aguiar Arte 4.0 faz uma s&iacute;ntese da carreira da artista e, ao mesmo tempo, demonstra um novo momento de sua produ&ccedil;&atilde;o, expondo suas paisagens geom&eacute;tricas elaboradas em t&eacute;cnica mista, a maioria em preto e branco, feitas em nanquim. Al&eacute;m disso, o p&uacute;blico vai poder conferir tamb&eacute;m dois v&iacute;deos, &ldquo;Re-produzidas&rdquo;, que trata da solid&atilde;o feminina e acaba de ser selecionado para a X Bienal do Rec&ocirc;ncavo, e &ldquo;&Aacute;gua&rdquo;, de car&aacute;ter ambientalista, vencedor do pr&ecirc;mio de Melhor Filme Experimental no Festival de Cinema e V&iacute;deo de Muria&eacute;, Minas Gerais (2007). Estas duas obras est&atilde;o expostas junto com seu primeiro trabalho em bico de pena, de 1976, e as &ldquo;gordinhas&rdquo; elaboradas na d&eacute;cada de 80. 

Al&eacute;m de artista pl&aacute;stica, Ligia Aguiar tamb&eacute;m trabalhou com design gr&aacute;fico, cenografia e figurinos. Atualmente, &eacute; comentarista de artes visuais no programa &quot;Multicultura&quot;, da R&aacute;dio Educadora da Bahia, e articulista do site jornal&iacute;stico &quot;Bahia J&aacute;&quot;.

L&iacute;gia Aguiar 4.0
Centro Cultural Correios &ndash; at&eacute; 18 de agosto
(Pra&ccedil;a Anchieta, n&ordm; 20, Pelourinho, Salvador. Tel: (71) 3321-6665)
Visita&ccedil;&atilde;o: de segunda a sexta, das 10h &agrave;s 18h, s&aacute;bados, das 8h &agrave;s 12h 
Entrada franca


</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Para artistas, se a pintura morreu o MAM-RJ é um céu!</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=73</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/230620101146_30_mhg_cult_senise1.jpg">O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro apresenta a partir do dia 01 de julho uma bem humorada coletiva de pintores brasileiros contempor&acirc;neos. &ldquo;Se a pintura morreu o MAM-RJ &eacute; um c&eacute;u!&rdquo; re&uacute;ne obras de Daniel Senise, Luiz Zerbini, Adriana Varej&atilde;o, Jarbas Lopes, Vania Mignone, Eduardo Berliner e Gustavo Speridi&atilde;o, apresentam novos caminhos da pintura contempo&acirc;nea, cada um, a partir de seu ponto de vista, particular.

Com curadoria de Luiz Camillo Osorio, a exposi&ccedil;&atilde;o fica em cartaz at&eacute; o dia 15 de agosto, freunindo artistas que est&atilde;o em momentos distintos de sua trajet&oacute;ria, mas todos t&ecirc;m em comum uma rela&ccedil;&atilde;o vital com a pintura, que cada vez mais &eacute; reinventada, e valorizada, pela produ&ccedil;&atilde;o atual.&nbsp; A mostra pretende refletir as muitas possibilidades e surpresas proporcionadas pelo trabalho destes artistas, pondo em foco os v&aacute;rios caminhos da pintura contempor&acirc;nea, com &ecirc;nfase nos desdobramentos da figura&ccedil;&atilde;o depois de incorporada a abstra&ccedil;&atilde;o no imagin&aacute;rio pict&oacute;rico. Paralelamente, o MAM monta &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o de Cristina Canale, uma das pintoras mais destacadas da gera&ccedil;&atilde;o 80, criando uma conversa entre ela e esse sete artistas.

Se a pintura morreu o MAM &eacute; um c&eacute;u!
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro &ndash; at&eacute; 15 de agosto de 2010.

Av. Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo. Tel: (21) 2240 4944
Visita&ccedil;ao: ter - sex 12h - 18h sab - dom e feriados 12h - 19h
Entrada: R$8,00 - Estudantes maiores de 12 anos R$4,00 - Maiores de 60 anos R$4,00. Entreda gratuita: Amigos do&nbsp;MAM crian&ccedil;as at&eacute; 12 anos
Domingos ingresso fam&iacute;lia (para at&eacute; 5 pessoas): R$8,00
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Waltercio Caldas expõe pela primeira vez em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=72</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/230620101115_menor_donde_,_2009_-_foto_vicente_de_mello.jpg">Pela primeira vez, o p&uacute;blico baiano vai poder conhecer de perto as cria&ccedil;&otilde;es e experimentos de Waltercio Caldas - os objetos-esculturas que o al&ccedil;aram &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de um dos mais reconhecidos e respeitados artistas contempor&acirc;neos do pa&iacute;s. Paisagens, Etc est&aacute; em cartaz no Palacete das Artes Rodin Bahia at&eacute; o dia 15 de agosto, apresentando um panorama de sua trajet&oacute;ria art&iacute;stica, com obras realizadas desde a d&eacute;cada de 70 at&eacute; quatro pe&ccedil;as in&eacute;ditas, elaboradas especialmente para esta exposi&ccedil;&atilde;o, inclusive uma homenagem ao escultor franc&ecirc;s, &ldquo;Rodin sem bronze&rdquo;.

Waltercio Caldas &eacute; essencialmente um escultor contempor&acirc;neo. Ele pesquisa e explora com poesia a tridimensionalidade, a rela&ccedil;&atilde;o entre os objetos, a arquitetura e os espa&ccedil;os. Al&eacute;m disso, Waltercio &eacute; um artista extremamente importante, com obras nas principais cole&ccedil;&otilde;es e mostras nas melhores galerias e museus do mundo. Com esta exposi&ccedil;&atilde;o, temos a possibilidade de apresentar um artista que &eacute; uma refer&ecirc;ncia na arte contempor&acirc;nea brasileira, proporcionando ao p&uacute;blico a oportunidade de conhecer sua obra.

Em Paisagens, Etc, ser&aacute; apresentada uma sele&ccedil;&atilde;o de obras feita pelo pr&oacute;prio Waltercio Caldas, que teve como ponto de partida o impacto da visita do artista &agrave; Sala de Arte Contempor&acirc;nea do Palacete das Artes. Na mostra, Waltercio estabelece uma rela&ccedil;&atilde;o entre seus trabalhos, normalmente de grande porte, e a arquitetura da Sala. Ao todo, ser&atilde;o apresentadas nove obras, sendo quatro in&eacute;ditas, incluindo uma homenagem ao escultor franc&ecirc;s, em Rodin Sem Bronze, que surgiu a partir de uma conjectura, uma hip&oacute;tese do artista: &ldquo;O que seria de Rodin sem o m&aacute;rmore, sem o bronze? Qual seria o cerne da obra de Rodin sem estes materiais?&rdquo;. Est&atilde;o em exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Estudos sobre a vontade&rdquo;, 1975; &ldquo;Sem Sono&rdquo;, 1977; &ldquo;Ferro pintado&rdquo;, 1978; &ldquo;Simples Simples&rdquo;, 2004; &ldquo;Superf&iacute;cie Internacional&rdquo;, 2008; &ldquo;Filme r&aacute;pido&rdquo;, 2010; &ldquo;Rodin sem bronze&rdquo;, 2010; &ldquo;Simbi&oacute;tico&rdquo;, 2010; &ldquo;Topogr&aacute;ficos&rdquo;, 2010.

Waltercio &eacute; o segundo artista a participar do Programa Quarta Dimens&atilde;o, da Diretoria de Museus do Instituto do Patrim&ocirc;nio Art&iacute;stico e Cultural da Bahia, que re&uacute;ne nomes j&aacute; consagrados no circuito internacional das artes visuais, todos tendo a tridimensionalidade como caracter&iacute;stica comum. O Programa busca provocar a rela&ccedil;&atilde;o entre o trabalho destes artistas contempor&acirc;neos e as obras de Auguste Rodin, mestre da escultura moderna, expostas no Casar&atilde;o do Palacete. Antes de Waltercio, as obras do baiano Mario Cravo Neto foram as primeiras a serem expostas. Tunga e Jos&eacute; Resende s&atilde;o os pr&oacute;ximos a participar do Quarta Dimens&atilde;o.

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Art Detective: as novas tecnologias e o comércio da arte</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=71</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/210620101851_art_detective.jpg">Philip Mould, um dos mais importantes marchands internacionais, respons&aacute;vel por descobertas de obras de arte aut&ecirc;nticas e tamb&eacute;m de muitas fraudes, acaba de lan&ccedil;ar pela editora Viking o livro &ldquo;The Art Detective: Fakes, Frauds, and Finds and the Search for Lost Treasures&rdquo;&nbsp; (O Detetive da Arte - Falsifica&ccedil;&otilde;es, fraudes, achados e a busca por tesouros perdidos). Na publica&ccedil;&atilde;o, ele aborda como a internet e a tecnologia v&ecirc;m mudando o com&eacute;rcio de obras de arte no mundo, assim como a forma de avalia&ccedil;&atilde;o de sua autenticidade.
Na publica&ccedil;&atilde;o, Philip Mould conta que, no in&iacute;cio da sua carreira profissional como marchand, h&aacute; 22 anos, o trabalho de compra e venda de obras de arte de alto n&iacute;vel era limitado a um grupo restrito de historiadores experientes, que vasculhavam o mundo em busca de obras-primas. Nesta &eacute;poca, ele e sua equipe conseguiam examinar de 15 a 20 obras por dia. Hoje, na era da internet e da alta tecnologia, eles podem avaliar o valor de 50 a cem obras, diariamente. &quot;H&aacute; mais possibilidades, mais descobertas&quot;, disse ele. &quot;Mas tamb&eacute;m h&aacute; mais concorr&ecirc;ncia. Existe uma nova gera&ccedil;&atilde;o que curte a adrenalina e compra indiscriminadamente&quot;, afirma. Para ele, com o advento das novas tecnologias, o conhecimento se tornou mais democratizado e o mundo antes fechado da negocia&ccedil;&atilde;o e restaura&ccedil;&atilde;o de obras de arte passa a se tornar mais acess&iacute;vel. 

Al&eacute;m de tratar das mudan&ccedil;as no mercado das artes, Mould, que &eacute; especialista em retratos brit&acirc;nicos, fala tamb&eacute;m no seu livro, que tem como subt&iacute;tulo &quot;Falsifica&ccedil;&otilde;es, fraudes, achados e a busca por tesouros perdidos&quot;, do trabalho de localiza&ccedil;&atilde;o, restauro e autentica&ccedil;&atilde;o de obras. Uma de suas melhores hist&oacute;rias &eacute; a descoberta de um autorretrato de Rembrandt, que foi originalmente atribu&iacute;do a um seguidor do pintor e, por isso, avaliado como valendo entre US$ 2.000 e US$ 4.000 d&oacute;lares. Mais tarde, quando a tela foi autenticada como autorretrato perdido, foi vendida por US$ 5,2 milh&otilde;es em um leil&atilde;o. Hoje, &eacute; estimada em US$ 40 milh&otilde;es. Mould &eacute; tamb&eacute;m apresentador do programa de TV &quot;Antiques Roadshow&quot;, em que especialistas avaliam o valor de antiguidades compradas na Gr&atilde;-Bretanha. O programa j&aacute; foi reproduzido em v&aacute;rios pa&iacute;ses, incluindo Estados Unidos, Canad&aacute;, Austr&aacute;lia e Alemanha. 

Fontes: Folha de S&atilde;o Paulo e Reuters
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Gaio Matos e a espacialidade humanizada</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=70</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/210620101818_gaio.jpg">A Fabio Pena Cal Galeria adquiriu um novo conjunto de obras do artista baiano Gaio Matos, que transita entre a pintura e a fotografia. S&atilde;o telas e grandes pain&eacute;is produzidos recentemente, todos em 2010, que atestam o talento e a qualidade do trabalho de Gaio. Ancorado numa pesquisa consistente, num estilo bem definido e sempre em constante produ&ccedil;&atilde;o, o artista j&aacute; tem seu trabalho reconhecido. Muito em breve, ele estar&aacute; montando sua primeira exposi&ccedil;&atilde;o individual no Museu de Arte Moderna da Bahia, participa da mostra coletiva Primeira Ponte (que abre dia 02 de julho, na SOSO+, em S&atilde;o Paulo) e &eacute; um dos 20 baianos integrantes do grupo convidado para participar da II Trienal de Luanda.

O interesse e curiosidade pelos espa&ccedil;os, pelas plantas arquitet&ocirc;nicas que hoje marcam o seu trabalho, surgiram ainda na inf&acirc;ncia, quando procurava em an&uacute;ncios, jornais e revistas as plantas baixas dos apartamentos &agrave; venda, depois recortava e colecionava aqueles territ&oacute;rios gr&aacute;ficos. &ldquo;Sentia-me atra&iacute;do pelo desenho. Inquietava-me especialmente com a malha labir&iacute;ntica que se formava com as portas e paredes, a partir do projeto arquitet&ocirc;nico, e me perdia inventando moradores e situa&ccedil;&otilde;es diversas pelos c&ocirc;modos&rdquo;, afirma. Anos depois, Gaio chegou a cursar engenharia civil, onde aprofundou seu contato com espacialidade, mas foi ao abandonar esta profiss&atilde;o e se dedicar &agrave;s artes que a rela&ccedil;&atilde;o de Gaio com a planta arquitet&ocirc;nica voltou a ter, como quando crian&ccedil;a, um olhar mais l&uacute;dico e humanizado. &ldquo;Comecei a entender o espa&ccedil;o como um campo aberto de experi&ecirc;ncias sociais m&uacute;ltiplas, ocupado pela instabilidade de acontecimentos e a&ccedil;&otilde;es tempor&aacute;rias e imprevis&iacute;veis em oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; seguran&ccedil;a e estabilidade do espa&ccedil;o do constru&iacute;do. Assim ,tomei consci&ecirc;ncia das diferen&ccedil;as entre o espa&ccedil;o estriado e constru&iacute;do e o espa&ccedil;o liso e aberto das ruas.&rdquo;

Gaio exp&ocirc;s suas obras em mostras individuais na Funda&ccedil;&atilde;o Joaquim Nabuco, Recife, 2006; no Centro Cultural S&atilde;o Paulo, 2007; no Pal&aacute;cio Capanema, RJ, Rio de Janeiro, 2008; na galeria Gesto Coperative Art Space, Porto, Portugal, 2007, entre outros. 2005. Entre as coletivas, destacam-se a III Bienal do Mercosul, Porto Alegre, 2006; Centro Cultural Drag&atilde;o do Mar, Fortaleza, 2006; Museu Amadeu de Souza Cardoso, Portugal, 2006; Instituto Ita&uacute; Cultural, S&atilde;o Paulo, 2006: Nehru Art Center, Mumbai &Iacute;ndia, 2008. O artista venceu tamb&eacute;m diversos pr&ecirc;mios, entre os quais: Premio Aquisi&ccedil;&atilde;o Resid&ecirc;ncia no Exterior, 14&ordm; Sal&atilde;o do Mam, Salvador BA, 2007. Pr&ecirc;mio Aquisi&ccedil;&atilde;o Temporada de Projetos, Centro Cultural S&atilde;o Paulo, SP, 2008. Pr&ecirc;mio Proj&eacute;teis de Artes Visuais, Funarte, Rio de Janeiro, RJ, 2006.&nbsp; Pr&ecirc;mio Manuel Quirino,Salvador, BA. Pr&ecirc;mio Braskem de Cultura e Arte, Salvador, BA, 2004&nbsp; . 

Possui obras nos acervos da Pinacoteca Municipal de S&atilde;o Paulo, SP; Banco do Nordeste S/A, Jo&atilde;o Pessoa, PR; Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador, BA; Centro Cultural Drag&atilde;o do Mar, Fortaleza ,CE; Harmony Art Foundation, Mombay, &Iacute;ndia; Gesto Coperativa de Arte, Porto, Portugal; Phillips do Brasil S/A, Brasil, S&atilde;o Paulo, SP; Universidade das Artes, Caxias do Sul, RS, Brasil; Funda&ccedil;&atilde;o Joaquim Nabuco, Recife, PE; Funda&ccedil;&atilde;o Cultural do Estado da Bahia, Salvador, BA.&nbsp;Fez resid&ecirc;ncia art&iacute;stica no Harmony Art Foundation, em Mumbay, &Iacute;ndia; na Cit&eacute; des Arts, Paris, Fran&ccedil;a; em Maeseille, na Fran&ccedil;a.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição leva Êxtase ao MAM Bahia</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=69</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090620101554_marcos_paulo_rolla.jpg">O artista mineiro Marcos Paulo Rolla provoca o p&uacute;blico a refletir sobre o amor, o desejo, o corpo e a rela&ccedil;&atilde;o entre o masculino e o feminino, o sagrado e o profano, de forma contundente e po&eacute;tica na exposi&ccedil;&atilde;o &Ecirc;xtase, em cartaz na Capela do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), em Salvador.
Interfer&ecirc;ncias com desenhos sobre lembran&ccedil;as de casamento, esculturas, instala&ccedil;&atilde;o, um v&iacute;deo e uma performance (que vai acontecer no encerramento da mostra, no dia 04 de julho), apresentam o olhar provocador do artista sobre as rela&ccedil;&otilde;es humanas. Desde 1986, Marco Paulo Rolla atua como artista multim&iacute;dia, tendo estudado m&uacute;sica, dan&ccedil;a, teatro e artes visuais. Realizou resid&ecirc;ncia na Rijksakademie Van Beeldende Kunsten, em Amsterd&atilde;, e j&aacute; levou suas obras a cidades como Berlim, Nova D&eacute;lhi, Buenos Aires e Durban, entre outras localidades do Brasil. A proje&ccedil;&atilde;o internacional do artista e sua atua&ccedil;&atilde;o destacada na &aacute;rea de performance fazem do artista um dos performers mais ativos do pa&iacute;s. Depois de expor em sua cidade, Belo Horizonte, e em S&atilde;o Paulo e no Rio, o trabalho de Marcos Paulo chega a Salvador.
&Ecirc;xtase &ndash; Marcos Paulo Rolla
Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) &ndash; at&eacute; 04 de julho

Solar do Unh&atilde;o, Av. Contorno, s/n, Salvador - Bahia
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a domingo, das 13h &agrave;s 19h, e aos s&aacute;bados, das 13h &agrave;s 21h. 
Gratuito&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Novo Templo da Arte Contemporânea Mundial</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=68</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090620101143_maxxi_zaha2.jpg">A arte contempor&acirc;nea internacional ganha um novo templo. Em Roma, It&aacute;lia, onde o moderno convive com o antigo e o urbano se mistura &agrave;s ru&iacute;nas, monumentos e obras de artes seculares, surgem o MAXXI - Museu Nacional da Arte do S&eacute;culo XXI.
Estruturado a partir de dois eixos, MAXXI Arte e MAXXI Arquitetura, o Museu est&aacute; instalado um pr&eacute;dio que &eacute; por si s&oacute; uma obra de arte. O projeto foi selecionado em um concurso internacional, lan&ccedil;ado em 2008, para o qual foram inscritos 273 candidatos de todo o mundo. A vencedora, a arquiteta anglo-iraquiana Zaha Hadid, criou um edif&iacute;cio inovador, com amplos espa&ccedil;os abertos e um design que cria uma rela&ccedil;&atilde;o entre volume e curvas, com galerias onde ficam o acervo e as salas de mostras tempor&aacute;rias, iluminadas por luz natural, que &eacute; filtrada por um particular sistema de cobertura.
O acervo de arte do museu &eacute; atualmente composto por 300 obras, com destaque para pe&ccedil;as de artistas italianos e estrangeiros ligados ao contexto do pa&iacute;s. S&atilde;o pinturas, instala&ccedil;&otilde;es, videoarte, esculturas, fotografias e net-art, que formam um conjunto no qual artistas emergentes dialogam com produ&ccedil;&otilde;es que v&atilde;o dos anos 60 ao ano 2000, de nomes como Alighiero Boetti, Francesco Clemente, William Kentridge, Mario Merz, Gerhard Richter. No acervo de Arquitetura, o MAXXI possui arquivos pessoais de arquitetos e engenheiros de reconhecimento internacional, como Carlo Scarpa, Aldo Rossi, Enrico Del Debbio, Sergio Musmeci e Zenaide Zanini, Vittorio De Feo e Pier Luigi Nervi.
Em sua abertura oficial, no dia 30 de maio, o MAXXI inaugurou nove diferentes mostras: Spazio, com a cole&ccedil;&atilde;o de arte e arquitetura do pr&oacute;prio museu (at&eacute; 23 de janeiro de 2011); Gino de Dominics &ndash; O Imortal (at&eacute; 07 de novembro); Luigi Moretti - Arquiteto (at&eacute; 28 de novembro); Kuntlug Ataman &ndash; Dramaturgia Mesopot&acirc;mica (at&eacute; 21 de setembro); e at&eacute; 23 de janeiro de 2011 as mostras MAXXI_Hadid &ndash; O projeto do MAXXI; Spazio - Net in Space; Spazio - Concurso MAXXI; Spazio - Homenagem a Fabio Mauri;&nbsp; Spazio - Geografia Italiana. O Museu tamb&eacute;m possui um Departamento Educativo e realiza cursos, concursos e pr&ecirc;mios, com o objetivo de incentivar a produ&ccedil;&atilde;o e o conhecimento sobre a arte contempor&acirc;nea mundial.
A expectativa &eacute; de que, aos poucos, o MAXXI se torne uma refer&ecirc;ncia internacional, assim como o MOMA, de Nova York, e a Tate, de Londres.&nbsp; Um local para conhecer e acompanhar.

MAXXI - Museu Nacional da Arte do S&eacute;culo XXI
Via Guido Reni, 4 A - 00196 Roma - It&aacute;lia

Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a domingo, das 11h &agrave;s 19h, e as quintas, das 11h &agrave;s 22h. Fechado apenas as segundas.
Entrada: Inteira &euro;11 (euros). Reduzida: &euro;7. Gratuita: Menores de 14 anos, acompanhantes de deficientes, jornalistas munidos de identifica&ccedil;&atilde;o profissional.
Site: http://www.maxxi.beniculturali.it/
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Todas as facetas do polêmico Flavio de Carvalho </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=67</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180520101939_as-obras-de-flavio-de-carvalho-no-mam-sp.jpg">Multi facetado, multim&iacute;dia, provocador. Flavio de Carvalho (1899-1973) ja fazia performances e happenings desde a d&eacute;cada de 30. Transitava pela pintura, escultura, cenografia, arquitetura e, ao lado dos colegas da vanguarda modernista, provocou o status quo, quebrou padr&otilde;es. A vida, a obra e a trajet&oacute;ria de Flavio de Carvalho, artista fluminense radicado em S&atilde;o Paulo, pode ser conferida at&eacute; o dia 13 de junho na exposi&ccedil;&atilde;o Flavio de Carvalho, no Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo. 

Para muitos, Flavio de Carvalho foi um artista anos &agrave; frente de seu tempo. Ele &eacute; famoso por sua arte pol&ecirc;mica e inovadora e por seus projetos ousados, como &eacute; o caso do projeto do Viaduto do Ch&aacute; (1934) e, anteriormente, do Pal&aacute;cio do Governo do Estado de S&atilde;o Paulo (1928), que nunca chegaram a ser executados, mas foram reconhecidos como importantes obras de arquitetura modernista.Tamb&eacute;m entrou para a hist&oacute;ria sua obra entitulada &ldquo;Experi&ecirc;ncia n&ordm; 2&rdquo;, misto de happening e performance, realizada num momento em que poucos artistas ousavam enveredar por esse caminho em solo brasileiro. 

Em 1931, caminhou de bon&eacute; no sentido contr&aacute;rio a uma prociss&atilde;o de Corpus Christi e quase foi linchado pelos participantes, sendo salvo pela pol&iacute;cia. Outra destas suas a&ccedil;&otilde;es foi a famosa &ldquo;Experi&ecirc;ncias n&ordm; 3&rdquo; (1956), quando Flavio caminhou no centro de S&atilde;o Paulo vestido com o &ldquo;New Look masculino&rdquo;: blus&atilde;o de mangas curtas e folgadas e saiote de pregas largas (numa par&oacute;dia do New Look feminino, de Christian Dior).

J&aacute; entre suas obras mais tradicionais, uma das mais marcantes &eacute; a s&eacute;rie Tr&aacute;gica (1947), composta de desenhos a carv&atilde;o sobre papel em que registra a agonia de sua m&atilde;e no leito de morte. Todas estas facetas da produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica de Flavio de Carvalho est&atilde;o contempladas pela exposi&ccedil;&atilde;o, em &aacute;reas organizadas cronologicamente, com curadoria de Rui Moreira Leite. 

Mais sobre o artista
Flavio de Carvalho nasce em Barra Mansa (RJ) e completa seus estudos na Inglaterra. Cursa engenharia na Universidade de Durham e artes pl&aacute;sticas na Escola de Belas-Artes Rei Edward. De volta ao Brasil, em 1922, fixa resid&ecirc;ncia em S&atilde;o Paulo, onde &eacute; influenciado pelo movimento modernista. Aderiu &agrave; antropofagia entre os anos 20 e 30 e criou do Clube de Artistas Modernos (CAM) em 1932, com Antonio Gomide, Di Cavalcanti e Carlos Prado . Faz a sua primeira exposi&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; Sal&atilde;o de Maio, em S&atilde;o Paulo, em 1937. Na Europa, entrevistou em 1934 expoentes das artes, como Andr&eacute; Breton (1896 - 1966) e Man Ray (1890 - 1976), o que gerou algumas mat&eacute;rias publicadas em revistas e no jornal Di&aacute;rio de S. Paulo. 

Com o passar do tempo e o surgimento de uma nova vanguarda nos anos 60, ficou evidente o papel do artista com prenunciador de movimentos que viriam a ser mais amplamente explorados ent&atilde;o, possibilitando a ele o reconhecimento merecido ainda em vida, com obras adquiridas pelo MoMA em 1957 e, dez anos depois, com a premia&ccedil;&atilde;o da IX Bienal na categoria de artista internacional (feito jamais igualado por outro artista brasileiro) entre outros.

Al&eacute;m de atuar como artista pl&aacute;stico, cen&oacute;grafo e figurinista, tamb&eacute;m escreve os livros Experi&ecirc;ncia N&ordm; 2 (1931) e Os Ossos do Mundo (1936). No teatro, &eacute; autor da pe&ccedil;a O Bailado do Deus Morto (1933). Representa o Brasil na 25&ordf; Bienal de Veneza, em 1950, e recebe o grande pr&ecirc;mio de desenho na 9&ordf; Bienal Internacional de S&atilde;o Paulo (1967). Morre em Valinhos, no interior de S&atilde;o Paulo. 

Flavio de Carvalho - at&eacute; 13 de junho 
Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo
(Parque do Ibirapuera, port&atilde;o 3 - s/n&ordm;, S&atilde;o Paulo - Tel.: 11 5085-1300)
Visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a domingo e feriados das 10h &agrave;s 18h

Entrada: R$5,50 (Meia entrada para estudantes, mediante apresenta&ccedil;&atilde;o da carteirinha) Gratuidade para menores de 10 e maiores de 65 anos, s&oacute;cios do MAM e funcion&aacute;rios das empresas parceiras.
ENTRADA GRATUITA AOS DOMINGOS
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Produçao fotográfica do escritor mexicano Juan Rulfo é exibido em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=66</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180520101833_juan_rulfo.jpg">O mexicano Juan Rulfo (1917-1986) foi autor de poucas obras liter&aacute;rias. No entanto, bastou duas delas, os romances &ldquo;El Llano em Llamas&rdquo; e &ldquo;Pedro P&aacute;ramo&rdquo;, para que deixasse seu nome marcado com um dos mais importantes escritores latino-americanos. O que poucos sabem &eacute; que o principal precursor do chamado realismo m&aacute;gico latino-americano tamb&eacute;m dedicou-se a fotografia, registrando em imagens os desertos, arquiteturas, muros, rostos e povoados que habitam seus textos. A&nbsp; exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;M&eacute;xico: Juan Rulfo, Fot&oacute;grafo&rdquo; fica em cartaz at&eacute; o dia 19 de junho, na Sala de Arte do Instituto Cervantes de Salvador (Ladeira da Barra).

Na mostra realizada pelo Instituto Cervantes de Salvador e de Madrid, em parceria com a Funda&ccedil;&atilde;o Juan Rulfo (M&eacute;xico D.F) e a Editora Lunwerg (Barcelola), o publico vai poder conferir em mais de 40 fotografias em preto e branco, produzidas na d&eacute;cada de 30, cenas cotidianas que retratam o povo mexicano, atrav&eacute;s da lente e da sensibilidade deste grande artista.

Juan Rulfo conquistou o respeito da critica e dos colegas com seu talento liter&aacute;rio. Era citado por Gabriel Garcia Marques como uma de suas principais inspira&ccedil;&otilde;es e estimado por Jorge Luis Borges, Julio Cort&aacute;zar e Susan Sontag, que deixaram registrada sua admira&ccedil;&atilde;o pelo escritor.

M&eacute;xico: Juan Rulfo, Fot&oacute;grafo &ndash; at&eacute; 19/06/2010
Instituto Cervantes &ndash; Sala de Arte
(Av. Sete de Setembro 2792, Barra - Salvador).
Visita&ccedil;&atilde;o: de segunda a sexta das 9h &agrave;s 20h e aos s&aacute;bados de 9h &agrave; 12h.
Gratuito

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Números da principal feira de arte do país comprovam aquecimento do mercado nacional</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=65</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180520101715_varejao1.jpg.jpg">A sexta edi&ccedil;&atilde;o da SP Arte alcan&ccedil;ou resultados melhores do que o esperado e confirmou uma tend&ecirc;ncia: o aquecimento do mercado da arte nacional e o in&iacute;cio da especula&ccedil;&atilde;o de obras de artes contempor&acirc;neas brasileiras. As vendas realizadas durante o evento, que aconteceu de 29 de abril a 02 de maio, em S&atilde;o Paulo, movimentaram um total de R$ 31,45 milh&otilde;es, cerca de 15% a mais do que no ano passado. Tamb&eacute;m houve um aumento de p&uacute;blico de 20%, com aproximadamente 16 mil visitantes (sendo 30% de outros estados). Os n&uacute;meros alcan&ccedil;ados com as vendas e com a visita&ccedil;&atilde;o da feira refletem o interesse atual pelas artes visuais no Brasil e atestam a import&acirc;ncia do evento como um dos maiores eventos do g&ecirc;nero na Am&eacute;rica Latina.

Nesta edi&ccedil;&atilde;o da SP Arte, estavam &agrave; venda cerca de 2.500 obras de arte, espalhadas por estandes de 80 galerias. Apenas na noite de abertura, as principais galerias de S&atilde;o Paulo (Fortes Vila&ccedil;a, Vermelho, Arte 57 e Nara Roesler) afirmaram ter vendido 80% das obras que trouxeram para os seus estandes. N&atilde;o foram compradas as mais caras , como &quot;Puerto Metaf&iacute;sico&quot;, de Joaqu&iacute;n Torres-Garc&iacute;a, avaliada em US$ 3,5 milh&otilde;es, ou &quot;Tamba-Taj&aacute;&quot;, de Maria Martins, de R$ 1,5 milh&atilde;o. Mas foram os contempor&acirc;neos que encabe&ccedil;aram os neg&oacute;cios, movimentando valores menores, mas com um volume maior de pe&ccedil;as vendidas.

Foram arrematadas obras de Fl&aacute;vio de Carvalho, Tunga, Leda Catunda, Andriana Varej&atilde;o, Waltercio Caldas, Carlos Cruz-Diez e Julio Le Parc, este &uacute;ltimo, com um trabalho que custou 300 mil euros. A pe&ccedil;a de Varej&atilde;o, &quot;Ru&iacute;na e Charque - Porto&quot;,&nbsp; foi vendida por R$ 700 mil, sendo uma das negocia&ccedil;&otilde;es mais expressivas de todo o evento. Tamb&eacute;m tiveram forte sa&iacute;da obras de jovens pintores como Mariana Palma e Eduardo Berliner, representados pela galeria Casa Tri&acirc;ngulo, Rodolpho Parigi, da Nara Roesler, e Rodrigo Bivar, da galeria Millan. 

Entre as vendas institucionais, o Shopping Iguatemi - S&atilde;o Paulo, parceiro da SP Arte, arrematou sete obras que foram doadas &agrave; Pinacoteca de S&atilde;o Paulo e ao Museu de Arte Moderna da Bahia. O MAM-BA ficou com uma tela de Rodolpho Parigi e fotografias de Beatriz Franco e Claudia Andujar. J&aacute; a Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo, com uma instala&ccedil;&atilde;o de Gustavo Rezende. 

A procura pelos contempor&acirc;neos durante a feira confirmam uma tend&ecirc;ncia: existe uma alt&iacute;ssima demanda de mercado, mas as pe&ccedil;as de artistas consagrados, em geral os mortos, est&atilde;o cada vez mais escassas. Este fato abre espa&ccedil;o para que novos artistas se transformem muito mais cedo que o normal em fetiches nas m&atilde;os de colecionadores e especuladores, fazendo com que suas obras alcancem, assim, altos valores muito mais rapidamente. De acordo com uma reportagem da Folha de S&atilde;o Paulo, artistas como Beatriz Milhazes, Cildo Meireles, Vik Muniz e a pr&oacute;pria Adriana Varej&atilde;o viraram cifr&otilde;es luminosos em cartelas de investimento. Na cola deles, nomes da nov&iacute;ssima gera&ccedil;&atilde;o, como Thiago Rocha Pitta, Tatiana Blass, Henrique Oliveira e Andr&eacute; Komatsu j&aacute; sofrem especula&ccedil;&atilde;o.

Seguindo essa alta de mercado e a transforma&ccedil;&atilde;o da arte nacional em um ativo de grande valoriza&ccedil;&atilde;o e rentabilidade, Rodolfo Riechert, diretor da consultoria Plural Capital, criou junto com Heitor Reis, ex-diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia, um fundo de investimentos de R$ 40 milh&otilde;es para arte brasileira. Um estudo que fizeram circula entre poss&iacute;veis investidores e mostra que obras de alguns artistas hoje chegam a valer 50 vezes o que valiam h&aacute; dez anos.

Apesar de todo este movimento ser natural no cen&aacute;rio internacional, existe o receio de que a entrada de grandes investidores no circuito das artes force o mercado brasileiro a operar num ritmo artificial. Isto porque, estes investidores, na maioria das vezes est&atilde;o mais interessados em lucrar com a revenda de obras em momentos estrat&eacute;gicos do que em formar cole&ccedil;&otilde;es. Esta atitude pode vir a criar uma bolha especulativa, tornando muito menor o intervalo entre o momento em que o artista surge no circuito e a hora em que suas obras v&atilde;o a leil&atilde;o (onde os trabalhos chegam a valer at&eacute; cinco vezes do pre&ccedil;o que t&ecirc;m nas galerias). Para alguns, esta espiral descontrolada de valores pode estancar a demanda por esses artistas e levar a uma eventual desvaloriza&ccedil;&atilde;o. 

Neste momento, n&atilde;o h&aacute; como reverter a situa&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que se trata de uma ordem de mercado global. No m&aacute;ximo, alguns galeristas tentam conter a alta excessiva dos valores comprando de volta obras de seus artistas que surgem no mercado. At&eacute; v&atilde;o a leil&otilde;es para resgatar suas obras e evitar que n&atilde;o sejam vendidas.

Em breve, a Fabio Pena Cal Galeria de Arte entra neste circuito, no mercado nacional das artes visuais, lan&ccedil;ando a Corretora de Arte.Com, uma iniciativa in&eacute;dita no Brasil. A Corretora &eacute; uma segura ferramenta online de investimento em obras de arte que tornara poss&iacute;vel operar e investir em um mercado em plena expans&atilde;o. Uma forma de conectar compradores &agrave;s obras de arte, atrav&eacute;s da internet.



Fontes: site oficial da SP Arte e jornais Folha de Sao Paulo e O Estado de Sao Paulo. 
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Leonel Mattos e dezenas de artistas ocupam a Feira de São Joaquim</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=64</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/170520101349_leonel-mattos-foto-uran-rodrigues.jpg">




	

Ocupar a principal feira livre de Salvador com arte, propondo deslocamentos e reflex&otilde;es. O artista pl&aacute;stico Leonel Rocha Mattos, representado pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte, mobilizou artistas da Bahia, de S&atilde;o Paulo e do Rio de Janeiro na Ocupa&ccedil;&atilde;o Art&iacute;stica na Feira de S&atilde;o Joaquim, realizada na &uacute;ltima sexta-feira, dia 14 de maio. Pinturas, esculturas, instala&ccedil;&otilde;es, fotografias, v&iacute;deos e performances dividiram espa&ccedil;o com frutas, legumes, carnes, animais, folhas e objetos de culto sagrado, numa proposta est&eacute;tica e pol&iacute;tica. Al&eacute;m da curadoria de Leonel Mattos,a Ocupa&ccedil;&atilde;o Art&iacute;stica teve a participa&ccedil;&atilde;o de outros artistas representados por Pena Cal, como Bel Borba e Sergio Rabinovitz.
A Feira de S&atilde;o Joaquim &eacute; uma das maiores feiras livres do pa&iacute;s, e a mais importante e tradicional da cidade de Salvador. J&aacute; foi palco de outros eventos art&iacute;sticos, mas, pela primeira vez, foi ocupada ao mesmo tempo por propostas t&atilde;o diferenciadas. Leonel conseguiu reunir 72 artistas, entre jovens talentos e nomes consolidados, para manter viva sua proposta de discuss&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre arte e pol&iacute;tica, estimulando o debate acerca das institui&ccedil;&otilde;es de arte tradicionais. &ldquo;Ca&oacute;tica e pouco ass&eacute;ptica, mas viva em sua din&acirc;mica funcional, a feira n&atilde;o difere estruturalmente das grandes feiras internacionais de arte e seus biombos milion&aacute;rios&rdquo;, ironiza o texto-manifesto de Vauluzio Bezerra, que tamb&eacute;m participou da Ocupa&ccedil;&atilde;o.

O evento tamb&eacute;m refor&ccedil;ou a import&acirc;ncia da rela&ccedil;&atilde;o do artista com a rua, com o dia a dia da cidade e seu cotidiano. Num local com tanta informa&ccedil;&atilde;o visual, como &eacute; a Feira de S&atilde;o Joaquim, a Ocupa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o alterou a rotina dos compradores e feirantes. O que se viu foi uma rela&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica entre as propostas art&iacute;sticas e o espa&ccedil;o, onde a maioria das obras se harmonizou com o seu entorno. Ao final, a Ocupa&ccedil;&atilde;o Art&iacute;stica na Feira de S&atilde;o Joaquim foi um grande site specific coletivo e ef&ecirc;mero, realizado em meio a um dos mais importantes e populares patrim&ocirc;nios culturais da Bahia.
&nbsp;

&nbsp;



</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>José Paulo participa do projeto Tripé Escrita, do Sesc Pompéia</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=63</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030520101215_tripe.jpg">
O projeto Trip&eacute;, do SESC Pomp&eacute;ia, chega a sua sexta edi&ccedil;&atilde;o em 2010 com foco na diversidade. Pela primeira vez, a iniciativa &eacute; ampliada atrav&eacute;s da parceria com Lucia Santos, da Galeria Amparo 60, de Recife, e apresenta na exposi&ccedil;&atilde;o Trip&eacute; | Escrita o trabalho de tr&ecirc;s artistas do Nordeste: o alagoano Delson Uch&ocirc;a, e os pernambucanos Juliana Notari e Jos&eacute; Paulo - este ultimo, representado em Salvador pela Fabio Pena Cal Galeria. A mostra, que fica em cartaz at&eacute; o dia 25 de julho, foi aberta na ultima quinta, dia 29 de abril, junto com o lan&ccedil;amento do &quot;Cat&aacute;logo Trip&eacute; 2009&quot;.
O Trip&eacute; &eacute; uma iniciativa do N&uacute;cleo de Artes Visuais e Multimeios do Sesc Pompeia criada em 2005 para dar visibilidade a novos artistas e estimular a produ&ccedil;&atilde;o contempor&acirc;nea de artes visuais. Exposi&ccedil;&otilde;es coletivas e tem&aacute;ticas acontecem anualmente, acompanhadas de oficinas e debates. Na primeira edi&ccedil;&atilde;o de cada ano, o SESC lan&ccedil;a o cat&aacute;logo com todos os artistas que participaram da edi&ccedil;&atilde;o do ano anterior.&nbsp;
Em 2010, Trip&eacute; | Escrita abre a programa&ccedil;&atilde;o apresentando oito pe&ccedil;as de grandes dimens&otilde;es de artistas nordestinos (o pr&oacute;ximo enfoque ser&aacute; na produ&ccedil;&atilde;o do sul do Brasil).
Jos&eacute; Paulo nasceu em Recife, Pernambuco, onde at&eacute; hoje vive e trabalha. Participou de coletivas no Brasil e exterior (EUA,Fran&ccedil;a, Espanha, incluindo a ultima Bienal de Havana). Seus trabalhos mais conhecidos s&atilde;o as esculturas em que utiliza o ferro e o barro como suporte. Para o Projeto Trip&eacute; | Escrita, Jos&eacute; Paulo criou novas esculturas, pensando na rela&ccedil;&atilde;o da obra com o espa&ccedil;o e a escrita. Com exposi&ccedil;&otilde;es dentro e fora do Brasil, Uch&ocirc;a abusa em cores e formas geom&eacute;tricas que d&atilde;o singularidade &agrave;s suas telas. J&aacute; Notari trabalha com a ideia de bandejas que brincam com o tema da mostra, a escrita.

 
&nbsp;
Trip&eacute; | Escrita
SESC Pompeia &ndash; at&eacute; 25 de julho.
(Rua Cl&eacute;lia, 93 - &Aacute;gua Branca. Tel: 11 3871.7700, S&atilde;o Paulo &ndash; SP)
Visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a s&aacute;bado, das 10h &agrave;s 20h, domingo e feriado, das 10h &agrave;s 17h.
Gratuito
   

&nbsp;


     </description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>HAUNTED: Fotografia Contemporânea, Vídeo, Performance </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=62</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/260420100824_artbook_2103_142176596.jpg">








Haunted: Fotografia Contempor&acirc;nea / V&iacute;deo / Performance, a nova exposi&ccedil;&atilde;o do Museu Guggenheim, de Nova York, apresenta um exame de como a arte contempor&acirc;nea parece ser assombrada pelo passado. A mostra apresenta mais de 100 obras, muitas do acervo do pr&oacute;prio Museu e outras aquisi&ccedil;&otilde;es recentes, que nunca foram mostradas antes. Fazem parte de Haunted obras de cerca de 60 artistas, alguns j&aacute; consolidados e outros mais jovens, que buscam no passado sua inspira&ccedil;&atilde;o. Entre eles, est&atilde;o Marina Abramovic, Bernd e Hilla Becher, Sophie Calle, Tacita Dean, Stan Douglas, Felix Gonzalez-Torres, Roni Horn, Leonard Zoe, Robert Rauschenberg, Cindy Sherman, Hiroshi Sugimoto, Jeff Wall e Andy Warhol.
Haunted &eacute; uma exposi&ccedil;&atilde;o que apresenta algumas hip&oacute;teses: ao utilizar dispositivos estil&iacute;sticos datados, ultrapassados, ou quase extintos - seja na tem&aacute;tica ou tecnologia -, a arte encarna um desejo melanc&oacute;lico de retornar a um passado, irrecuper&aacute;vel de outra maneira. O imagin&aacute;rio fotogr&aacute;fico incorporado &agrave; pr&aacute;tica art&iacute;stica recente refor&ccedil;a ainda o poder de reprodu&ccedil;&atilde;o da m&iacute;dia, ao mesmo tempo em que documenta uma obsess&atilde;o generalizada contempor&acirc;nea, tanto individual quanto coletiva, em acessar este passado. 
At&eacute; o dia 06 de setembro, o p&uacute;blico poder&aacute; ver desde exposi&ccedil;&otilde;es de fotografias individuais e s&eacute;ries fotogr&aacute;ficas at&eacute; pinturas e esculturas que incorporam elementos fotogr&aacute;ficos, al&eacute;m v&iacute;deos, performances e instala&ccedil;&otilde;es site-specific, na sele&ccedil;&atilde;o da curadora de Jennifer Blessing. Haunted traz ainda Nat Trotman, como curadora associada.
&nbsp;
HAUNTED: Fotografia Contempor&acirc;nea, V&iacute;deo, Performance 
Museu Guggenheim &ndash; at&eacute; 06 setembro
Quinta Avenida, 89th St, New York, N.Y. 
Tels: 212-423-3500
www.guggenheim.org 


</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Hélio Oiticica - Museu É o Mundo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=61</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120420101643_penetravel.jpg">Depois do susto e da perda causados pelo inc&ecirc;ndio que, no final de 2009, atingiu parte das obras de H&eacute;lio Oiticica (1937-1980), o Instituto Ita&uacute; Cultural promove a maior exposi&ccedil;&atilde;o j&aacute; realizada com seus trabalhos, em S&atilde;o Paulo.&nbsp; &Eacute; uma oportunidade &uacute;nica de ver 100 pe&ccedil;as do artista carioca que marcou para sempre a hist&oacute;ria da arte contempor&acirc;nea do pa&iacute;s. Muitas delas, pouco conhecidas. A exposi&ccedil;&atilde;o H&eacute;lio Oiticica - Museu &Eacute; o Mundo, apresenta textos e trabalhos do artista experimental, marcando tamb&eacute;m os 30 anos de sua morte.

A exposi&ccedil;&atilde;o fica em cartaz at&eacute; 16 de maio e tem curadoria de C&eacute;sar Oiticica Filho, sobrinho do artista, e Fernando Cocchiarale. A mostra ocupa tr&ecirc;s andares do Instituto, tra&ccedil;ando um panorama dos trabalhos feitos por H&eacute;lio desde o in&iacute;cio do Grupo Frente (n&uacute;cleo do concretismo carioca) at&eacute; os anos 1970. Das 100 pe&ccedil;as, 65 pertencem &agrave; cole&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia. Os destaques v&atilde;o para as 15 B&oacute;lides (caixas), 12 Parangol&eacute;s (capas), oito Penetr&aacute;veis (instala&ccedil;&atilde;o) e uma Cosmococa (instala&ccedil;&otilde;es com proje&ccedil;&atilde;o de fotos e m&uacute;sica). Textos e anota&ccedil;&otilde;es do pr&oacute;prio Oiticica acompanham as pe&ccedil;as expostas.

Seguindo uma tend&ecirc;ncia contempor&acirc;nea, de valoriza&ccedil;&atilde;o da arte urbana e das interven&ccedil;&otilde;es, a mostra extrapola os limites da galeria. Como diz o pr&oacute;prio t&iacute;tulo da exposi&ccedil;&atilde;o, Museu &Eacute; o Mundo. Cinco Penetr&aacute;veis de Oiticica v&atilde;o parar na Casa das Rosas, no Teatro Oficina, na Pinacoteca do Estado, no Parque M&aacute;rio Covas e no Ibirapuera. </description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Tributo a Mario Cravo Neto</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=60</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120420101641_mcn.jpg">Mario Cravo Neto (1947-2009) &eacute; o artista homenageado na abertura do Programa Quarta Dimens&atilde;o, que iniciou no dia 08 de abril o ciclo de exposi&ccedil;&otilde;es tempor&aacute;rias no Palacete das Artes Rodin Bahia em 2010, depois da chegada das obras do escultor franc&ecirc;s. O Programa visa estabelecer um di&aacute;logo entre e a obra de Rodin e exposi&ccedil;&otilde;es contempor&acirc;neas, reunindo artistas brasileiros j&aacute; consolidados nacional e internacionalmente. 

A exposi&ccedil;&atilde;o Eternamente Agora &ndash; Um Tributo a Mario Cravo Neto apresenta algumas das principais obras do fot&oacute;grafo, que foi o primeiro artista genuinamente baiano a se consagrar no cen&aacute;rio internacional das artes visuais. Por sua plasticidade, as fotografias de Mario Cravo Neto s&atilde;o quase esculturas. O jogo de luzes e sombras no registro do corpo humano d&aacute; a suas fotos volume, profundidade. Quando aliado &agrave;s refer&ecirc;ncias mitol&oacute;gicas e ic&ocirc;nicas de seus trabalhos, esse jogo faz com que muitos de suas obras estabele&ccedil;am uma rela&ccedil;&atilde;o direta com a escultura, com a tridimensionalidade, criando o di&aacute;logo proposto pelo Programa com a tridimensionalidade de Rodin.
Eternamente Agora, que&nbsp;foi apresentada antes no Instituto Tomie Ohtake, traz ainda esculturas e instala&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m de v&iacute;deos e obras audiovisuais de Cravo Neto, faceta sua menos conhecida, mas que representa a experi&ecirc;ncia de hibridismo que caracteriza a arte no s&eacute;culo XXI. A curadoria da mostra &eacute; do tamb&eacute;m fot&oacute;grafo e filho do artista, Christian Cravo. A visita&ccedil;&atilde;o acontece at&eacute; o dia 06 de junho.

Al&eacute;m de Cravo Neto, Jos&eacute; Rezende, Tunga e Walt&eacute;rcio Caldas s&atilde;o os artistas convidados do Programa Quarta Dimens&atilde;o, uma realiza&ccedil;&atilde;o da Diretoria de Museus do Instituto do Patrim&ocirc;nio Art&iacute;stico e Cultural da Bahia. Todos de uma mesma gera&ccedil;&atilde;o, reconhecidos internacionalmente e com trajet&oacute;rias e carreiras que se equivalem, com obras nas principais cole&ccedil;&otilde;es, galerias e museus do mundo.
&nbsp;
Eternamente Agora &ndash; Um Tributo a Mario Cravo Neto
Palacete das Artes Rodin Bahia &ndash; at&eacute; 06 de junho 2010
Rua da Gra&ccedil;a, 284, Gra&ccedil;a, Tel: 71 3117 6983
Visita&ccedil;&atilde;o:&nbsp;de ter&ccedil;a a sexta, das 10h &agrave;s 18h, domingos e feriados, das 13h &agrave;s 17h. Gr&aacute;tis.</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Marcelo Silveira participa pela primeira vez da Bienal de SP</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=59</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/060420100306_silveira_colagens.jpg">Marcelo Silveira vai levar a um dos principais eventos das artes visuais do pa&iacute;s um imenso tronco de &aacute;rvore de cajacatinga, que h&aacute; aproximadamente 70 anos desabou sobre o terreno do engenho onde o artista cresceu com sua fam&iacute;lia, em Gravat&aacute;, no Agreste de Pernambuco. Marcelo foi um dos primeiros nomes anunciados para participar da Bienal de S&atilde;o Paulo, com uma obra que vai ocupar 35m&sup2; de ch&atilde;o do pavilh&atilde;o, com 4m de di&acirc;metro na base, 7m de comprimento e quase 1 tonelada. Esta ser&aacute; a primeira vez que Marcelo, representado em Salvador pela Fabio Pena Cal Galeria, participa da Bienal.
A Cajacatinga de Marcelo Silveira, &aacute;rvore conhecida da paisagem do interior de Pernambuco, &eacute; quase uma rel&iacute;quia de fam&iacute;lia, uma pe&ccedil;a hist&oacute;rica, que sofreu interven&ccedil;&otilde;es do artista para ser apresentada na exposi&ccedil;&atilde;o. Ela que deve estar finalizada em junho, ap&oacute;s o processo criativo que est&aacute; envolvendo o trabalho de mais de 20 pessoas, no ateli&ecirc; montado em Gravat&aacute;. Os trabalhos de Silveira - que tem a madeira como principal elemento -, passeiam tamb&eacute;m pela escultura, pintura, desenho e instala&ccedil;&atilde;o, confirmando em seu estilo o hibridismo caracter&iacute;stico da arte produzida no s&eacute;culo XXI. &ldquo;Embora se deixe, em contato ligeiro, classificar como escultura, parte significativa dela (sua produ&ccedil;&atilde;o) n&atilde;o cabe nas conven&ccedil;&otilde;es que demarcam o campo escult&oacute;rico, esgar&ccedil;ando mais ainda as fronteiras, h&aacute; muito j&aacute; fr&aacute;geis, que o apartam dos campos da pintura, do desenho ou da instala&ccedil;&atilde;o&rdquo;, escreveu o pr&oacute;prio Moacir dos Anjos, em um dos textos que integrou o cat&aacute;logo de uma das mais importantes exposi&ccedil;&otilde;es de Marcelo, Armaz&eacute;m do Tudo (2004). Al&eacute;m desse trabalho, ele tamb&eacute;m vai participar do evento com uma composi&ccedil;&atilde;o de colagens em preto-e-branco, fruto da experi&ecirc;ncia que realizou no ano passado, no projeto Revistas.

A 29&ordf; Bienal de SP vai reunir cerca de 120 artistas, nacionais e estrangeiros, entre os dias 21 de setembro e 12 de dezembro, no pavilh&atilde;o da Funda&ccedil;&atilde;o Bienal de S&atilde;o Paulo, no Parque do Ibirapuera. &nbsp;Este ano, traz como tema &ldquo;H&aacute; sempre um copo de mar para um homem navegar&rdquo; (verso do poeta alagoano Jorge de Lima) e um novo curador-geral, o tamb&eacute;m pernambucano Moacyr dos Anjos, ex-diretor do Museu de Arte Moderna Alo&iacute;sio Magalh&atilde;es (MAMAM), de Recife. Ao lado de Agnaldo Farias, Moacir coordena a equipe curatorial formada pelas espanholas Rina Carvajal e Chus Martinez, o sul-africano Sarat Maharaj, o angolano Fernando Alvim e a japonesa Yuko Hasegawa.
Este ano, Marcelo Silveira tamb&eacute;m foi convidado a compor o Conselho Curatorial do Museu de Arte Moderna Alo&iacute;sio Magalh&atilde;es (MAMAM), que abriu recentemente suas portas em Recife, ap&oacute;s dois anos em reforma. Al&eacute;m do artista pernambucano, mais tr&ecirc;s profissionais fazem parte deste conselho: Andr&eacute;s Hernandez (SP) - curador independente e diretor executivo do Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo, desde 1998; Beth da Matta (PE) &ndash; artista pl&aacute;stica e diretora do MAMAM; e Ricardo Resende (RJ) &ndash; diretor de Artes Visuais da Funda&ccedil;&atilde;o Nacional das Artes (FUNARTE).</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Braz Marinho realiza exposições e oficina em Recife e João Pessoa </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=58</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/060420101325_divulgation_2_053.jpg">Os meses de abril e maio ser&atilde;o intensos para Braz Marinho. Neste per&iacute;odo, o artista representado pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte, vai ministrar oficina sobre tridimensionalidade e escultura, na Para&iacute;ba, e realizar duas exposi&ccedil;&otilde;es em Pernambuco: um projeto de site specific, Divulgation, no Museu de Arte Moderna Alo&iacute;sio Magalh&atilde;es (Mamam), e uma exposi&ccedil;&atilde;o individual, Cromo Somos, no Instituto de Arte Contempor&acirc;nea (IAC), da Universidade Federal de Pernambuco. No ano passado, Salvador tamb&eacute;m recebeu uma mostra individual de Braz, quando ele participou da Casa Cor Bahia, no Espa&ccedil;o Galeria de Arte, organizado pela Fabio Pena Cal. 
&nbsp;
No pr&oacute;ximo dia&nbsp;16 de abril, Braz Marinho apresenta Divulgation, um site specific que marca a abertura do calend&aacute;rio expositivo do anexo do Museu de Arte Moderna Alo&iacute;sio Magalh&atilde;es (Mamam), um equipamento cultural da Prefeitura de Recife. Braz foi um dos seis artistas escolhidos na convoca&ccedil;&atilde;o para ocupa&ccedil;&atilde;o de pautas do projeto Mamam no P&aacute;tio, pela comiss&atilde;o de sele&ccedil;&atilde;o composta por Ricardo Rezende (diretor de Artes Visuais da FUNARTE), Andr&eacute;s Hernandez (diretor executivo do Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo), Diogo Tod&eacute; (artista visual), Marcelo Silveira (artista Visual) e Beth da Matta (diretora do MAMAM).&nbsp;Eles selecionaram dois artistas para a realiza&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncias, um para performance e tr&ecirc;s para exposi&ccedil;&atilde;o. Braz Marinho &eacute; o primeiro deles.
&nbsp;
Ainda em abril, nos dias 21 a 23, Braz vai participar doProjeto H&eacute;lio Oiticica - Jackson Ribeiro, do neoconcreto &agrave; arte p&uacute;blica , ministrando a oficina Obra tridimensional ou escultura? 2. Esse projeto &eacute; uma iniciativa da Funda&ccedil;&atilde;o Ormeo Junqueira Botelho, que vai acontecer na&nbsp;Usina Cultural Energisa, em Jo&atilde;o Pessoa,&nbsp;com a proposta de discutir e difundir a vida e&nbsp;a obra do artista paraibano Jackson Ribeiro e sua colabora&ccedil;&atilde;o, nos anos 60-70, com o artista carioca H&eacute;lio Oiticica. O projeto visa estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o entre esses dois artistas, considerados seminais para a arte brasileira da segunda metade do s&eacute;culo XX, revelando a contribui&ccedil;&atilde;o de Jackson Ribeiro, um artista pouco conhecido. A oficina ministrada por Braz acontece de 21 a 23/04 | 9h &agrave;s 12h | Usina Cultural Energisa/ Sala Digital. &nbsp;A programa&ccedil;&atilde;o completa do projeto pode ser acessada no endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico, www.jacksonribeiro.com.br.
&nbsp;
Em maio, por fim, &eacute; chegado o momento de Braz Marinho apresentar mais uma vez o seu trabalho, na exposi&ccedil;&atilde;o individual CromoSomos, no Instituto de Arte Contempor&acirc;nea (IAC), da UFPE. O artista vai apresentar neste espa&ccedil;o esculturas e objetos de cenas do v&iacute;deo Auge do Al&ocirc;pro.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Caravaggio em Roma</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=56</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120320101115_bacco_caravaggio.jpg">O anivers&aacute;rio de 400 anos da morte de um dos maiores pintores italianos, Michelangelo Merisi, o Caravaggio (1571-1610), &eacute; relembrando em Roma com uma s&eacute;rie de atividades e exposi&ccedil;&otilde;es. Talvez uma das mais importantes delas seja justamente Caravaggio, mostra que leva o nome do artista e fica em cartaz at&eacute; o dia 13 de junho de 2010, na Scuderie del Quirinale. A exposi&ccedil;&atilde;o, uma das maiores j&aacute; realizadas em torno da obra de Caravaggio, apresenta 30 obras selecionadas cuidadosamente, ap&oacute;s uma pesquisa meticulosa, que comprovou a autenticidade das pe&ccedil;as e sua data de realiza&ccedil;&atilde;o. 

Caravaggio era um mestre em iluminar em meio &agrave; escurid&atilde;o. Como poucos, ele marcou com sua t&eacute;cnica e seu estilo a hist&oacute;ria da arte mundial. Nesta mostra, est&atilde;o expostas obras provenientes dos mais prestigiados museus do mundo (como o Metropolitan de Nova York, a Galeria Nacional de Londres, a Pinacoteca Ambrosiana de Mil&atilde;o, entre outros), num evento que pretende ainda levantar um importante debate acerca do seu trabalho. Al&eacute;m de examinar o seu reconhecido estilo, a exposi&ccedil;&atilde;o reacende a controv&eacute;rsia em torno da forma de produ&ccedil;&atilde;o de Caravaggio - se ele trabalhava sozinho, ou com outros artistas. Por isso, tamb&eacute;m se justifica o cuidado na confirma&ccedil;&atilde;o da autoria das pe&ccedil;as expostas. Est&atilde;o &agrave; mostra apenas obras com autenticidade comprovada.

Pol&ecirc;micas a parte, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas do talento e da import&acirc;ncia de Caravaggio na hist&oacute;ria da arte. Visitar esta exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; uma ocasi&atilde;o imperd&iacute;vel para admirar o breve e impressionante percurso art&iacute;stico de um aut&ecirc;ntico g&ecirc;nio da pintura. 

Caravaggio
Scuderie del Quirinale &ndash; at&eacute; 13 de junho
(Rua XXIV de Maio, 16, Roma, It&aacute;lia). 
Visita&ccedil;&atilde;o: Domingo a quinta, das 10h &agrave;s 20h, sexta e s&aacute;bado, at&eacute; 22h30.
Ingresso: 10 Euros </description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A Arte Baiana</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=55</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/110320101848_esculturamab.jpg">Uma exposi&ccedil;&atilde;o com trabalhos de 30 importantes artistas baianos comemora o 90&ordm; anivers&aacute;rio do Museu de Arte da Bahia (MAB). Obras de Genaro de Carvalho, Mario Cravo Junior, Carlos Bastos, Rubem Valentim, Lygia Sampaio, Jenner Augusto, Sante Scaldaferri, Calazans, Tati Moreno e Caryb&eacute;, todas do acervo da Ag&ecirc;ncia de Fomento do Estado &ndash; Desenbahia, estar&atilde;o expostas no MAB, na mostra Revisitando um Acervo de Arte Baiana, em cartaz at&eacute; abril de 2010. O projeto tem curadoria da diretora do museu, Sylvia Athayde, e apresenta cerca de 70 pe&ccedil;as.
S&atilde;o telas a &oacute;leo, gravuras, tape&ccedil;arias, esculturas em bronze, a&ccedil;o e lat&atilde;o distribu&iacute;das em tr&ecirc;s ambientes. O primeiro &eacute; dedicado &agrave;s esculturas. O segundo inclui obras do grupo dos artistas que iniciaram o movimento modernista na Bahia. No terceiro, est&aacute; a sala dedicada aos artistas contempor&acirc;neos. Todas estas pe&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o eram vistas apenas por visitantes do &oacute;rg&atilde;o do governo. Agora, elas est&atilde;o &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico em geral, que pode apreciar um verdadeiro panorama das artes baianas, com o desenvolvimento das t&eacute;cnicas e linguagens atrav&eacute;s dos tempos.
&nbsp;
Revisitando um Acervo de Arte Baiana &ndash; Cole&ccedil;&atilde;o Desenbahia
Museu de Arte da Bahia &ndash; at&eacute; abril de 2010
Avenida Sete de Setembro, 2340, Corredor da Vit&oacute;ria, Salvador. Tel: (71) 3117-6903.
Visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a sexta, das 14h &agrave;s 19h; finais de semana e feriados, das 14h30 &agrave;s 18h30, 
Gratuito
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Warhol: Mr. America</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=54</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/110320100846_andy-warhol-mr-america-exposicion-buenos-aires-expo.jpg">A partir do dia 20 de mar&ccedil;o, na Esta&ccedil;&atilde;o Pinacoteca, em S&atilde;o Paulo, o p&uacute;blico brasileiro vai poder conferir a maior exposi&ccedil;&atilde;o na Am&eacute;rica Latina dedicada ao principal &iacute;cone da arte contempor&acirc;nea. Andy Warhol, Mr. America apresenta 169 obras (26 pinturas, 58 gravuras, 39 fotografias, 44 filmes e duas instala&ccedil;&otilde;es) produzidas entre 1961 e 1968 na famosa Factory, em Nova York &ndash; um misto de ateli&ecirc;, est&uacute;dio, espa&ccedil;o para festas e ponto de encontro de seus amigos, importantes artistas e celebridades da &eacute;poca.

Antes de chegar ao Brasil, a exposi&ccedil;&atilde;o que fica em cartaz at&eacute; o dia 23 de maio passou por Bogot&aacute;, na Col&ocirc;mbia, e por Buenos Aires, na Argentina, apresentando algumas das mais conhecidas obras de Warhol, como os retratos de Marilyn Monroe, as latas de sopa Campbell's, e os filmes chamados de Screen Tests (Testes de Tela), com famosos em close, em momentos de intimidade, entre eles, est&atilde;o os m&uacute;sicos Bob Dylan e Lou Reed, e a modelo Edie Sedgwick. Todas as pe&ccedil;as vieram do Museu de Pittsburgh, nos Estados Unidos, cidade natal do artista, selecionadas pelo curador Philip Larratt-Smith, que tem uma foto sua, na mostra.

Em Buenos Aires, Andy Warhol, Mr. America formou longas filas durante toda a temporada em que esteve em cartaz, no Museu de Arte Latino-Americana (Malba). Cerca de 200 mil pessoas visitaram a exposi&ccedil;&atilde;o nos quatro meses de dura&ccedil;&atilde;o da mostra. L&aacute;, puderam entender um pouco mais porque Warhol era t&atilde;o &agrave; frente de sua &eacute;poca, e t&atilde;o atual nos dias de hoje, ao captar e reproduzir com sua arte a for&ccedil;a da sociedade de consumo, o culto &agrave; celebridade e exibi&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica da vida pessoal.
Andy Warhol, Mr. America 
Esta&ccedil;&atilde;o Pinacoteca &ndash; at&eacute; 23 de maio
(Largo General Os&oacute;rio, 66, Centro, S&atilde;o Paulo, SP, Tel. 0++/11/3335-4990). 
Visita&ccedil;&atilde;o: De ter&ccedil;a a dom., das 10h &agrave;s 18h. R$ 6,00. Gr&aacute;tis aos s&aacute;bados.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Art Dubai 2010 e o rico mercado de arte da Índia.</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=53</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/110320100812_art-mecca-in-dubai_15372.jpg">De 17 a 20 de mar&ccedil;o acontece a Art Dubai 2010, uma das mais importantes feiras de arte contempor&acirc;nea do mundo. Nesta &uacute;ltima edi&ccedil;&atilde;o, o evento conta com a participa&ccedil;&atilde;o de 70 galerias de 30 pa&iacute;ses e v&aacute;rios eventos paralelos. Nos &uacute;ltimos anos, a Art Dubai se tornou um espa&ccedil;o importante para colecionadores, artistas, curadores, profissionais envolvidos com as artes e investidores interessados no crescimento dos chamados pa&iacute;ses emergentes, em que constam, al&eacute;m da &Iacute;ndia, o Brasil, a R&uacute;ssia e a China.
A Art Dubai reflete as contradi&ccedil;&otilde;es do pa&iacute;s onde &eacute; sediada, a &Iacute;ndia, dividida entre a contemporaneidade e a tradi&ccedil;&atilde;o, entre a extrema pobreza de seu povo e a suntuosidade dos arranha c&eacute;us luxuosos, com seus sheiks do petr&oacute;leo. Mas &eacute; justamente neste lado, da riqueza, que se explica o boom da arte indiana.
O progresso da arte contempor&acirc;nea indiana &eacute; impressionante: em janeiro de 2008, o &iacute;ndice dos pre&ccedil;os das obras apresentou um crescimento de 830%, medido ao longo desta d&eacute;cada. Para se ter uma id&eacute;ia, em 2001, o mercado indiano movimentou US$ 2,3 milh&otilde;es; em 2006, chegou a movimentar US$ 140 milh&otilde;es.
Este fen&ocirc;meno come&ccedil;ou por volta de 2005, quando indianos ricos que moravam fora do pa&iacute;s come&ccedil;aram investir e valorizar o trabalho de artistas conterr&acirc;neos. Hoje em dia, a procura &eacute; mundial e crescente, alimentada por um clima especulativo, com oportunidades de expans&atilde;o e r&aacute;pida negocia&ccedil;&atilde;o. As novas estrelas da arte indiana s&atilde;o disputadas em Hong-Kong, Duba&iuml;, Londres, Nova Iorque, Nova Deli e Paris. Entre eles, est&atilde;o estrelas medi&aacute;ticas, como Anish Kapoor e Subodh Gupta, este &uacute;ltimo, com trabalhos em exposi&ccedil;&atilde;o at&eacute; o dia 04 de abril no SESC Pompeia, em S&atilde;o Paulo, na mostra Urban Manners 2 &ndash; Artistas Contempor&acirc;neos da &Iacute;ndia. Gupta, de 44 anos, era um desconhecido nas vendas internacionais at&eacute; tr&ecirc;s anos atr&aacute;s. Hoje &eacute; considerado pela sua notoriedade como o Damien Hirst indiano (em refer&ecirc;ncia ao maior sucesso do mercado de arte brit&acirc;nico, que movimenta grandes cifras).
Mas o mais caro artista contempor&acirc;neo da &Iacute;ndia &eacute; atualmente Anish Kapoor, nascido em 1954. No mercado h&aacute; cerca de vinte anos, ele deslanchou a sua carreira internacional em 2006, quando a Sotheby&rsquo;s (galeria e empresa inglesa especializada em exposi&ccedil;&otilde;es, leil&otilde;es e vendas) leiloou uma escultura sua por 2 milh&otilde;es de d&oacute;lares, cinco vezes mais do que a sua estimativa inicial. Desde ent&atilde;o, Kapoor fez outras cinco vendas milion&aacute;rias em torno de 2,5 milh&otilde;es de d&oacute;lares. No entanto, nem todas as suas obras s&atilde;o inacess&iacute;veis: existem pequenas esculturas suas, produzidas em s&eacute;rie limitada, que t&ecirc;m valor entre 3.000 e 10.000 euros.
At&eacute; nomes hist&oacute;ricos da &Iacute;ndia se beneficiaram dessa movimenta&ccedil;&atilde;o: os recordes de valores unit&aacute;rios para venda de obras indianas pertencem &agrave;s pinturas Birth, de Francis Newton Souza (1924-2002), e La Terre, de Sayed Haider Raza, 87 anos, vendidas em 2008 a US$ 2,5 milh&otilde;es cada uma. No Brasil, apenas uma galeria, a paulistana Nara Roesler, representa uma artista indiana no pa&iacute;s, Sutapa Biswas, radicada em Londres. Al&eacute;m dela, a Galeria Leme, tamb&eacute;m de S&atilde;o Paulo, acertou recentemente uma parceria com a Maskara, galeria sediada em Mumbai.
Fontes: ArtTactic, Optimize, Bravo
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pintura, performance e engajamento de Leonel Mattos</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=52</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/110320100809_290720090936_40_leonel_mattos.jpg">Leonel Mattos ganhou recentemente destaque na imprensa nacional por sua arte e por sua postura diante dela: sempre pol&iacute;tica e questionadora. &ldquo;Prefiro expor na Feira de S&atilde;o Joaquim &agrave; Bienal de Veneza&rdquo;, declarou, em fevereiro deste ano, &agrave; rep&oacute;ter da Isto &Eacute;, em mat&eacute;ria que repercutia o tema da Bienal de S&atilde;o Paulo de 2010: arte e pol&iacute;tica. Suas pinturas - que invadem a cidade, em &aacute;rvores, muros, igrejas e, recentente, ganharam corpos humanos como suporte - t&ecirc;m car&aacute;ter perform&aacute;tico e forte conte&uacute;do pol&iacute;tico-social, gra&ccedil;as ao engajamento e &agrave; pr&oacute;pria vida do artista. 

Leonel Mattos nasceu em Coarac&iacute;, Bahia, em 1955. Iniciou sua atividade art&iacute;stica em 1971 e foi um dos primeiros baianos a realizar interven&ccedil;&otilde;es urbanas. Em dezembro de 2009, ele abriu a exposi&ccedil;&atilde;o 2.234, da qual foi idealizador e curador, ao lado do tamb&eacute;m artista pl&aacute;stico Gustavo Moreno. O t&iacute;tulo, 2.234, &eacute; uma refer&ecirc;ncia ao n&uacute;mero de mortes ocorridas em Salvador e Regi&atilde;o Metropolitana de Salvador no ano de 2008. A exposi&ccedil;&atilde;o aborda o tema da viol&ecirc;ncia de uma maneira ao mesmo tempo local e global. Mobilizando 125 artistas de v&aacute;rios estados do Brasil e do exterior em torno de um movimento pela paz, 2.234 vai passar por seis cidades brasileiras. Este projeto marca a cotinuidade da exposi&ccedil;&atilde;o Ex-Pistols (ex-pistolas) montada em Trieste, na It&aacute;lia, em novembro de 2008, da qual participaram Gustavo Moreno e Roney George, representando a Bahia.

Antes, Leonel j&aacute; havia se envolvido em outro projeto bastante contundente. A premiada exposi&ccedil;&atilde;o Caixa Preta foi realizada a partir de sua passagem pela Penitenci&aacute;ria Estadual Lemos de Brito, onde o artista conviveu com presos para os quais acabou promovendo oficinas de artes. Caixa Preta, que &eacute; uma &nbsp;instala&ccedil;&atilde;o resultado deste per&iacute;odo, foi apresentada no Museu de Arte Moderna da Bahia em 2004.

Sua vida e sua obra ilustram o document&aacute;rio Leonel Mattos a 24 quadros por segundo, premiado em concurso do Minist&eacute;rio da Cultura (MINC), realizado por Tuna Espinheira e apresentado durante a Jornada Internacional de Cinema da Bahia, em setembro de 2009. Tuna &eacute; o mesmo cineasta que produziu em 2000 o curta-metragem O Bruxo Bel Borba, vencedor do XI Cine Cear&aacute; (Fortaleza). Leonel &eacute; ainda vencedor de sete pr&ecirc;mios importantes em v&aacute;rios sal&otilde;es de arte do Brasil, representou o pa&iacute;s em Paris, a convite do Museu de Arte de S&atilde;o Paulo (MASP), e realizou diversas exposi&ccedil;&otilde;es individuais e coletivas em museus, galerias, sal&otilde;es e bienais no Brasil e no exterior.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Van Doesburg e a Vanguarda</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=51</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180220101247_van_doesburg.jpg">A Tate Modern apresenta pela primeira vez no Reino Unido uma grande exposi&ccedil;&atilde;o de Theo Van Doesburg (1883-1931), artista holand&ecirc;s que foi figura central da vanguarda art&iacute;stica europ&eacute;ia. At&eacute; o dia 16 maio o p&uacute;blico vai poder conhecer o trabalho de Van Doesburg, que unia arte, design e texto, e fundou o movimento art&iacute;stico e a revista &ldquo;De Stijl&rdquo;. A mostra de Van Doesburg faz parte de uma s&eacute;rie de exposi&ccedil;&otilde;es voltada a explorar os diferentes aspectos do modernismo, concebido por Vicente Todol&iacute;, diretor da Tate Modern.
O &ldquo;De Stijl&rdquo; foi um movimento art&iacute;stico de pintores, arquitetos e projetistas que procuravam construir uma nova sociedade, ao final da I Guerra Mundial. O movimento defendia um estilo internacional de arte e design, com base em uma geometria rigorosa composta por horizontais e verticais. Van Doesburg viajou exaustivamente na Europa na d&eacute;cada de 1920, fazendo contatos e colaborando com a avant-garde da &eacute;poca. A exposi&ccedil;&atilde;o na Tate Modern explora o papel Doesburg como promotor de neoplasticismo holand&ecirc;s, seus esfor&ccedil;os para influenciar a Bauhaus, suas liga&ccedil;&otilde;es com construtivistas internacionais e a cria&ccedil;&atilde;o do grupo de Arte Concreta.
A exposi&ccedil;&atilde;o inclui ainda mais de 350 obras de artistas fundamentais como Jean Arp, Constantin Brancusi, L&aacute;szl&oacute; Moholy-Nagy, Piet Mondrian, Francis Picabia, Gerrit Rietveld, Kurt Schwitters, Taeuber Sophie e apresenta composi&ccedil;&otilde;es pouco conhecidas de Van Doesburg, como as pinturas e desenhos para o Aubette Caf&eacute;, em Estrasburgo, mobili&aacute;rio, como a Red ic&ocirc;nico Rietveld's Blue-presidente, assim como a tipografia, revistas, vitrais, cinema, m&uacute;sica, escultura, entre outros. A curadoria &eacute; de Gladys Fabre, curador independente, e Todol&iacute; Vicente, diretor da Tate Modern.
Van Doesburg e a Vanguarda Internacional 
Tate Modern &ndash; at&eacute; 16 maio
Bankside, Londres SE1 9TG, Inglaterra (Internacional +44 20 7887 8008)
Visita&ccedil;&atilde;o: domingo a quinta, das 10h &agrave;s 18h, sexta e s&aacute;bado, das 10h &agrave;s 22h.
Ingressos: 10 Euros
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arte contemporânea da Índia</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=50</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180220101243_urban_manners.jpg">Depois de sua primeira edi&ccedil;&atilde;o em Mil&atilde;o, em 2007, chega ao Brasil Urban Manners 2 - Artistas Contempor&acirc;neos da &Iacute;ndia, em cartaz no SESC Pomp&eacute;ia, em S&atilde;o Paulo. A exposi&ccedil;&atilde;o oferece ao p&uacute;blico brasileiro uma mostra da produ&ccedil;&atilde;o de arte contempor&acirc;nea da &Iacute;ndia, cena que movimenta 140 milh&otilde;es de d&oacute;lares por ano e &eacute; a aposta dos galeristas no mundo todo. 

Urban Manners 2 re&uacute;ne trabalhos de onze representantes do pa&iacute;s asi&aacute;tico, incluindo os expoentes Subodh Gupta e Jitish Kallat, com curadoria de Adelina von F&uuml;rstenberg e Peter Nagy. Na mostra, obras como a instala&ccedil;&atilde;o Hungry God (Deus Faminto), feita por Gupta com utens&iacute;lios de cozinha, Aquasaurus, de Kallat, uma escultura h&iacute;brido de caminh&atilde;o-pipa e esqueleto de animal pr&eacute;-hist&oacute;rico, e Artist Making Local Call (Artista Fazendo Chamada Local), tamb&eacute;m de Kallat, um painel fotogr&aacute;fico de dez metros de largura com um panorama algo ca&oacute;tico de uma metr&oacute;pole indiana.
Urban Manners 2 - Artistas Contempor&acirc;neos da &Iacute;ndia. 
SESC Pomp&eacute;ia &ndash; at&eacute; 04 de abril
Rua Cl&eacute;lia, 93, Pomp&eacute;ia, S&atilde;o Paulo. Tel: (11) 3871-7700.
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a s&aacute;bado, das 10h &agrave;s 21h; domingo, das 10h &agrave;s 20h. 
Entrada Franca
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>O Faustus de José Rufino</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=49</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180220101236_faustus.jpg">Faustus, do artista paraibano Jos&eacute; Rufino, inaugura o calend&aacute;rio anual de exposi&ccedil;&otilde;es do Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o, em Salvador, que &eacute; reaberto ao p&uacute;blico com uma nova proposta de ocupa&ccedil;&atilde;o. Faustus foi concebido especialmente para o Pal&aacute;cio, um enorme fragmento de esqueleto humano com ossos formados por m&oacute;veis antigos e gesso. A obra nos remete tanto &agrave;s escava&ccedil;&otilde;es palenteol&oacute;gicas e &agrave;s aulas de biologia, quanto ao pr&oacute;prio acervo do Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o, formado por mobili&aacute;rio e objetos decorativos, afrescos e pinturas. 

A exposi&ccedil;&atilde;o de Jos&eacute; Rufino marca ainda a voca&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o para mostras de processos criativos e projetos de site-specifics. As obras expostas se relacionar&atilde;o diretamente com os aspectos f&iacute;sicos e/ou conceituais do casar&atilde;o e seu entorno. Depois de Rufino, passar&atilde;o pelo Pal&aacute;cio artistas do porte de Tunga, Carlito Carvalhosa e Eder Santos, al&eacute;m do projeto &ldquo;Luanda: Suave e Fren&eacute;tica 2&rdquo;, que vai contar com 17 artistas africanos contempor&acirc;neos em processos de resid&ecirc;ncia.
Faustus | de Jos&eacute; Rufino
Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o &ndash; at&eacute; 14 de mar&ccedil;o
Av. Sete de Setembro, 1.330, Campo Grande, Salvador, Bahia. Tel: (71) 3117-6051
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a sexta-feira, das 10 &agrave;s 18h; fins de semana e feriados, das 13h &agrave;s 17h. 
Entrada Franca
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A estética arredondada de Eliana Kertész</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=48</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/100220102045_020920091848_eliana_kertesz_2.jpg">A artista pl&aacute;stica baiana Eliana Kert&eacute;sz se posiciona no cen&aacute;rio art&iacute;stico brasileiro pela for&ccedil;a criativa e pela coer&ecirc;ncia de uma est&eacute;tica pr&oacute;pria, marcada pelo contraponto &agrave; tend&ecirc;ncia contempor&acirc;nea da magreza. Seja em barro, bronze, resina, fibra, alum&iacute;nio ou pedra, a arte de Eliana &eacute; arredondada: &ldquo;Volumes, curvas, abund&acirc;ncia, exagero e fartura. Assim que nascem minhas gordas. S&atilde;o generosas, sensuais e extravagantes&rdquo;, explica a artista representada pela galeria Fabio Pena Cal.
&nbsp;
Eliana Kert&eacute;sz faz de sua vis&atilde;o est&eacute;tica um manifesto &agrave; ditadura cruel da beleza associada ao magro. H&aacute; cerca de dois anos, Eliana apresentou sua produ&ccedil;&atilde;o em esculturas em S&atilde;o Paulo, composta por&nbsp;cerca de 20 das suas pe&ccedil;as em bronze e resina, na Galeria Spazio Surreale, nos Jardins.
Entre as &uacute;ltimas exposi&ccedil;&otilde;es e pr&ecirc;mios de Eliana Kert&eacute;sz, est&atilde;o a V Bienale di Roma (2004), onde recebeu a terceira coloca&ccedil;&atilde;o na categoria esculturas; os 10 anos de Escultura, em Salvador, e na Costa do Sau&iacute;pe; o Pr&ecirc;mio Primavera, em S&atilde;o Paulo; e o Arte Salvador 450 anos, em Portugal e China. Recentemente o Selo Editorial Rodin Bahia lan&ccedil;ou a obra &ldquo;Gordas&rdquo;, de Eliana Kert&eacute;sz, sobre a vida e o trabalho da artista. &Eacute; de Eliana tamb&eacute;m o monumento &ldquo;As meninas do Brasil&rdquo; - uma homenagem &agrave;s tr&ecirc;s ra&ccedil;as do Brasil (negra, branca e &iacute;ndia), que desde dezembro de 2004 est&aacute; expostos em Ondina, Salvador.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>José Patrício: O Número</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=47</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200120101853_colecao_-_detalhe.jpg">O&nbsp;artista pernambucano Jos&eacute; Patr&iacute;cio, representado em Salvador pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte, apresenta na CAIXA Cultural Rio de&nbsp;Janeiro a exposi&ccedil;&atilde;o Jos&eacute; Patr&iacute;cio: O N&uacute;mero. Ao todo, ser&atilde;o expostas 12 obras produzidas pelo artista entre 2004 e 2009, reunidas pelo curador Paulo Herkenhoff. A exposi&ccedil;&atilde;o fica em cartaz at&eacute; 07 de mar&ccedil;o, com entrada franca.
Com quase 30 anos de pesquisa criativa e experimenta&ccedil;&otilde;es est&eacute;ticas, Jos&eacute; Patr&iacute;cio &eacute; um importante representante da arte contempor&acirc;nea nacional. Nesta exposi&ccedil;&atilde;o, partindo da apropria&ccedil;&atilde;o de objetos do cotidiano, e incorporando-os &agrave; experi&ecirc;ncia art&iacute;stica, Jos&eacute; Patr&iacute;cio centra-se na id&eacute;ia de n&uacute;mero e debru&ccedil;a-se sobre o signo, a representa&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero, a quantifica&ccedil;&atilde;o, a geometria, a espacializa&ccedil;&atilde;o, a abstra&ccedil;&atilde;o, o tempo, a serializa&ccedil;&atilde;o e o jogo.
&ldquo;A arte de Jos&eacute; Patr&iacute;cio, como as t&eacute;cnicas matem&aacute;ticas diante da t&eacute;cnica log&iacute;stica, aspira &agrave; autonomia. (...) Ele n&atilde;o se prop&otilde;e a &ldquo;revelar verdades essenciais sobre a matem&aacute;tica&rdquo;, mas ativ&aacute;-la pela po&eacute;tica do n&uacute;mero. Age na hiper-rela&ccedil;&atilde;o de um jogo de jogos em busca de conceito&rdquo;, disse o curador, Paulo Herkenhoff, sobre a exposi&ccedil;&atilde;o Jos&eacute; Patr&iacute;cio: O N&uacute;mero.
Entre os destaques da mostra est&aacute; a obra Expans&atilde;o M&uacute;ltipla (2008), apresentada pela primeira vez no Brasil, depois de participar de exposi&ccedil;&atilde;o no Pharos Centre for Contempoary Art, no Chipre. Trata-se de uma instala&ccedil;&atilde;o na parede, onde o artista posiciona pe&ccedil;as de domin&oacute;s em forma de adesivos nas cores preto e branco.
Tamb&eacute;m faz parte da exposi&ccedil;&atilde;o Cole&ccedil;&atilde;o (2005), com 6.274 bot&otilde;es, que, segundo o curador, &ldquo;prop&otilde;e a justeza entre ac&uacute;mulo, taxonomia, nomea&ccedil;&atilde;o e n&uacute;mero. Na empiria do n&uacute;mero, sua representa&ccedil;&atilde;o, o pr&eacute;-n&uacute;mero, a abstra&ccedil;&atilde;o, a quantifica&ccedil;&atilde;o, o espa&ccedil;o e o tempo agitam um sistema de signos&rdquo;. J&aacute; O Encarnado e O Azul, tamb&eacute;m de 2005, tratam da mesma quest&atilde;o, dessa vez utilizando 6.382 bot&otilde;es e tinta acr&iacute;lica sobre tela sobre madeira.
Tamb&eacute;m participam da exposi&ccedil;&atilde;o Vanitas (Espiral) (2009), pe&ccedil;as de quebra-cabe&ccedil;as de pl&aacute;stico sobre madeira; Imagem V (2004), 6.272 cubos de resina sobre acr&iacute;lico; Monocrom&aacute;tico (2005), 6.272 pregos sobre mdf, esmalte, acr&iacute;lico; Piercing V. Progress&atilde;o Crom&aacute;tica (2005), 6.272 alfinetes sobre cart&atilde;o de espuma em caixa de acr&iacute;lico; Tachas (2005), 6.272 tachas de cobre sobre mdf em caixa de acr&iacute;lico.
Completando a mostra,&nbsp; estar&atilde;o expostas tr&ecirc;s obras com dados e pregos: Dados em Progress&atilde;o Crescente (2007), 46.872 Pregos &ndash; Crescente (2008), 46.872 Pregos &ndash; Decrescente (2008).

SERVI&Ccedil;O:
Jos&eacute; Patr&iacute;cio: o N&uacute;mero 
CAIXA Cultural Rio de Janeiro &ndash; At&eacute; 07 de mar&ccedil;o de 2010
Av. Almirante Barroso, 25, Centro, Rio de Janeiro. Tel: (21) 2544-4080
Abertura: dia 25 de janeiro, &agrave;s 19h (para convidados e imprensa)
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a s&aacute;bado, das 10h &agrave;s 22h; domingo, das 10h &agrave;s 21h). Entrada franca
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A Vida Moderna de Edward Hopper</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=45</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040120100159_hopper.jpg">A arte moderna americana do in&iacute;cio do s&eacute;culo XX sempre foi associada na Europa a um artista em particular: Edward Hopper (1882-1967). Suas pinturas a &oacute;leo que apresentam ruas, paisagens e edif&iacute;cios vazios ou figuras solit&aacute;rias em um desolado ambiente urbano s&atilde;o destaque da exposi&ccedil;&atilde;o Modern Life - Edward Hopper and His Time (Vida Moderna &ndash; Edward Hopper e seu Tempo), em cartaz na Kunsthall Rotterdam, na Holanda, at&eacute; o dia 17 de janeiro de 2010.

Os lugares descritos por Hopper em suas pinturas continuam a moldar a nossa imagem da Am&eacute;rica. Na sala espa&ccedil;osa luz do Kunsthall, a exposi&ccedil;&atilde;o Vida Moderna apresenta oito das principais obras de Hopper, juntamente com mais de noventa obras da cole&ccedil;&atilde;o do Museu Whitney de Arte Moderna de Nova York. O destaque da exposi&ccedil;&atilde;o que foi elaborada pelo Museu Whitney de Arte Americana, em Nova York como parte da comemora&ccedil;&atilde;o dos 400 anos Nova York (1609 - 2009) &eacute; que, pela primeira vez, o trabalho de Hopper ser&aacute; apresentado ao lado de outros artistas contempor&acirc;neos ao artista, contextualizando sua cria&ccedil;&atilde;o. Fazem parte da mostra artistas como Georgia O'Keeffe, Charles Sheeler, Man Ray, Lyonel Feininger, Wood Grant e Alfred Stieglitz. Atrav&eacute;s de pinturas, obras sobre papel, esculturas e fotografias, a exposi&ccedil;&atilde;o apresenta um belo retrato do desenvolvimento da arte moderna nos EUA e lan&ccedil;a nova luz sobre a obra de Hopper.&nbsp; Depois de Rotterdam a exposi&ccedil;&atilde;o viaja para a Galeria Ufizzi, em Floren&ccedil;a, It&aacute;lia.

Modern Life - Edward Hopper and His Time
Kunsthall Rotterdam (Holanda) - At&eacute; 17 de janeiro de 2010.
Museumpark, Westzeedijk 341, 3015 AA, Rotterdam.
Quinta a s&aacute;bado, das 10h &agrave;s 17pm, domingos e feriados, das 11h &agrave;s 17h.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>O mestre da arte pop em São Paulo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=44</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040120100156_rauschenberr.jpg">Se Andy Warhol (1928-1987) &eacute; o mais reconhecido artista pop do mundo, algo como um Top of Mind internacional da cultura de massas, um ilustre desconhecido destas mesmas massas, Robert Rauschenberg (1925-2008) &eacute; o Top of Mind dos pr&oacute;prios artistas pop. O artista americano de vanguarda &eacute; homenageado pelo Instituto Tomie Ohtake, em S&atilde;o Paulo, em exposi&ccedil;&atilde;o que fica em cartaz at&eacute; o dia 21 de fevereiro.

O artista Jasper Johns, que transformou em arte a imagem da bandeira dos Estados Unidos, afirma ser Rauschenberg o mais criativo dos artistas americanos de sua gera&ccedil;&atilde;o. Willem De Kooning (1904-1997), cultuado por jovens artistas, fez a Rauschenberg uma homenagem, quando o autorizou a apagar um de seus desenhos, no que seria um gesto art&iacute;stico. Erased De Kooning Drawing (Desenho de De Kooning Apagado), de 1953, virou refer&ecirc;ncia nos anos 50. 

Rauschenberg foi um dos primeiros a explorar a id&eacute;ia de que arte e vida n&atilde;o deveriam andar t&atilde;o separadas. Segundo o jornalista e cr&iacute;tico de arte Mario Gioia, ele &eacute; um dos pioneiros em pelo menos tr&ecirc;s procedimentos definidores da arte pop: o uso do dia a dia como mat&eacute;ria-prima, a refer&ecirc;ncia a imagens produzidas em larga escala pela ind&uacute;stria cultural e a incorpora&ccedil;&atilde;o da palavra ao repert&oacute;rio das artes pl&aacute;sticas. Na exposi&ccedil;&atilde;o em S&atilde;o Paulo, podem ser vistas 99 obras de Rauschenberg: 76 gravuras e o restante assemblages (colagens feitas com os mais variados materiais). 

Robert Rauschenberg
Instituto Tomie Ohtake&nbsp;-&nbsp;At&eacute; 21 de fevereiro de 2010
Rua Corop&eacute;s, 88, S&atilde;o Paulo, SP. Tel. 11 2245-1900. 
Ter&ccedil;a a domingo, das 11h &agrave;s 20h. Gr&aacute;tis.</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>30 Anos de Fotografia </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=43</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040120100153_cristiano_mascaro.jpg">O acervo pessoal da curadora e pesquisadora Rosely Nakagawa cont&eacute;m 200 fotografias de alguns dos mais importantes artistas do pais, reunidas ao longo de tr&ecirc;s d&eacute;cadas. Um recorte com as principais obras desta cole&ccedil;&atilde;o &eacute; apresentado em na CAIXA Cultural Salvador, depois de passar por cidades como S&atilde;o Paulo, Curitiba e Bras&iacute;lia, na exposi&ccedil;&atilde;o 30 Anos de Fotografia. A mostra&nbsp; permanece aberta a visita&ccedil;&atilde;o at&eacute; o dia 17 de janeiro.

Apresentar a exposi&ccedil;&atilde;o em Salvador tem uma import&acirc;ncia a mais para Rosely Nakagawa. Sua&nbsp; cole&ccedil;&atilde;o foi iniciada justamente com a obra de um baiano, o fot&oacute;grafo Mario Cravo Neto (1947-2009), que inspirou sua cole&ccedil;&atilde;o e esta exposi&ccedil;&atilde;o. 30 Anos de Fotografia &eacute; uma colet&acirc;nea que apresenta trabalhos de 27 fot&oacute;grafos, formando como uma um verdadeiro panorama da hist&oacute;ria da fotografia brasileira. 

Na sele&ccedil;&atilde;o mostrada na Caixa Cultural o destaque fica para o processo criativo de renomados fot&oacute;grafos brasileiros, como o pr&oacute;prio Mario Cravo Neto, Thomaz Farkas, Cristiano Mascaro, Carlos Moreira, Luiz Braga e Lucia Guanaes, entre outros. 

S&atilde;o fot&oacute;grafos participantes da mostra 30 Anos de Fotografia: 
Mario Cravo Neto (Salvador), Arnaldo Pappalardo (S&atilde;o Paulo), Carlos Alberto Ebert (S&atilde;o Paulo), Carlos Moreira (S&atilde;o Paulo), Celso Oliveira (Rio de Janeiro), Clode Kubrusly (S&atilde;o Paulo), Cristiano Mascaro (S&atilde;o Paulo), Dorival Moreira (Bras&iacute;lia), Fernando Lemos (S&atilde;o Paulo), Guy Velloso (Bel&eacute;m), Jo&atilde;o Musa (S&atilde;o Paulo), Jo&atilde;o Urban (Curitiba), Kenji Ota (S&atilde;o Paulo), Leonardo Crescenti (S&atilde;o Paulo), Lucia Guanaes (Salvador), Lucia Loeb (S&atilde;o Paulo), Luiz Braga (Bel&eacute;m), Luiz Carlos Felizardo (Porto Alegre), Marcos Piffer (Santos), Nivia Uchoa (Juazeiro do Norte), Paula Sampaio (Bel&eacute;m), Pedro Lobo (Rio de Janeiro), Pedro Vasquez (Rio de Janeiro), Penna Prearo (S&atilde;o Paulo), Salete Goldfinger (S&atilde;o Paulo), Thomaz Farkas (S&atilde;o Paulo), Tiago Santana (Fortaleza).

30 Anos de Fotografia 
Caixa Cultural Salvador &ndash; At&eacute; 17 de janeiro de 2010.
Rua Carlos Gomes, 57, Centro (3421-4200). 
Diariamente, das 9h &agrave;s 18h. Gr&aacute;tis

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Imagens de Rabinovitz</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=42</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/241220091244_sergio_rabinovitz1.jpg">S&eacute;rgio Rabinovitz conseguiu eternizar em imagens sua vida, obra e pensamento. No document&aacute;rio &ldquo;A Bahia de S&eacute;rgio Rabinovitz&rdquo;, dirigido por Luciana Aciolly em 2007, o artista pl&aacute;stico conta suas hist&oacute;rias entre pinturas, cores, imagens e passeios pela velha Bahia. S&eacute;rgio Rabinovitz &eacute; um dos artistas representados pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte. 

A obra de S&eacute;rgio Rabinovitz &eacute; fortemente inspirada pela cultura da Bahia, em especial, pelas imagens, hist&oacute;rias e personagens de Salvador. O ciclo das festas populares, a religiosidade, o carnaval, a arquitetura colonial e o colorido da Feira de S&atilde;o Joaquim s&atilde;o algumas das suas principais fontes de inspira&ccedil;&atilde;o. Por estas caracter&iacute;sticas, S&eacute;rgio Rabinovitz se tornou um dos grandes tradutores desta terra.

O document&aacute;rio &ldquo;A Bahia de S&eacute;rgio Rabinovitz&rdquo; &eacute; um m&eacute;dia metragem de 30 minutos de dura&ccedil;&atilde;o, com fotografia e edi&ccedil;&atilde;o de Gabriel Teixeira, ancorado em depoimentos do artista. Com imagens de arquivo da Bahia antiga e atual, o v&iacute;deo traz tamb&eacute;m entrevistas com Claudios Portugal, Matilde Matos, Cesar Romero, Luiz Freire e dos artistas Carlinhos Brown, Bel Borba e Mario Cravo Jr., um dos mentores de Rabinovitz, ao lado de Calazans Neto. O document&aacute;rio pode ser assistido on line no site Videolog TV.

S&eacute;rgio nasceu em 1955 e vive em Salvador. Pintor, desenhista e gravador concluiu sua forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica nos Estados Unidos, em Connecticut e Nova York, graduando-se Bachelor in Fine Arts. 

Em 1975 realiza a primeira exposi&ccedil;&atilde;o, iniciando uma seq&uuml;&ecirc;ncia de mostras em museus e galerias, no Brasil e no exterior, como no Museu de Arte Moderna da Bahia (1976, 1979, 1996); Houghton Gallery, New York, USA (1978); Museu de Arte de S&atilde;o Paulo (MASP, 1980); Museu de Arte do Estado da Bahia (1980); Museu Metropolitano de Arte de Curitiba (1996); e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1997). 

A sua obra est&aacute; representada nas cole&ccedil;&otilde;es: Davison Art Center (Connecticut, USA); Window South Collection (California, USA); Cooper Union Foundation (New York, USA); Museu de Arte Moderna da Bahia; Banco University of New Mexico (USA); Embaixada do Brasil no Chile (Santiago, Chile); entre outras.

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Artistas da Galeria na mostra do acervo do MAM-BA</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=41</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040120100207_marcio_lima_mam.jpg">Depois de mais de tr&ecirc;s anos em processo de restauro e cataloga&ccedil;&atilde;o, finalmente, o acervo do Museu de Arte Moderna da Bahia &eacute; apresentado ao p&uacute;blico na exposi&ccedil;&atilde;o Cole&ccedil;&atilde;o MAM-BA | 50 anos de Arte Brasileira. A curadora geral da exposi&ccedil;&atilde;o e diretora do MAM, Solange Farkas, selecionou algumas das mais representativas obras do acervo do museu, composto por mais de 1.130 pe&ccedil;as. Entre elas, est&atilde;o quatro trabalhos de artistas representados pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte: Eudes Mota, Jos&eacute; Patr&iacute;cio, Leonel Mattos e Marcio Lima. Os tr&ecirc;s primeiros artistas fazem parte do conjunto Contempor&acirc;neos, expostos no t&eacute;rreo do Casar&atilde;o do MAM,&nbsp;e M&aacute;rcio Lima do grupo Fotografia, no primeiro andar.


Eudes Mota &eacute; representado na exposi&ccedil;&atilde;o pela obra Bandeira, de 1994 (pintura, &oacute;leo s/ madeira). Jos&eacute; Patr&iacute;cio tem na mostra a obra Duzentos e Vinte e Quatro Domin&oacute;s, de 1999 (instala&ccedil;&atilde;o, pe&ccedil;as de domin&oacute;s de pl&aacute;stico). Leonel Mattos participa da exposi&ccedil;&atilde;o com Mundo-Animal-Homem, de 2001 (pintura, &oacute;leo s/ madeirite).&nbsp; Por fim, M&aacute;rcio Lima participa da exposi&ccedil;&atilde;o com uma fotografia sem t&igrave;tulo, de 2004. A exposi&ccedil;&atilde;o fica aberta at&eacute; o dia 28 de mar&ccedil;o de 2010.
A mostra Cole&ccedil;&atilde;o MAM-BA | 50 Anos de Arte Brasileira apresenta obras que ilustram momentos chave da hist&oacute;ria da arte brasileira nos &uacute;ltimos 60 anos. A exposi&ccedil;&atilde;o ocupa todos os espa&ccedil;os do MAM-BA e se divide em quatro recortes tem&aacute;ticos: Modernistas, Contempor&acirc;neos, Fotografia e Rubem Valentim. Uma Linha do Tempo, constru&iacute;da na Galeria Subsolo, contextualiza a hist&oacute;ria do acervo e do museu.

Com curadoria geral de Solange Farkas, a exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; fruto de um intenso trabalho de pesquisa e de restauro do acervo. Ela expande o projeto do livro MAM-BA (Cole&ccedil;&atilde;o Museus/Instituto Cultural J. Safra, 2008), que dividia a cole&ccedil;&atilde;o em recortes comentados por curadores: Contempor&acirc;neos (Cristiana Tejo, da Funda&ccedil;&atilde;o Joaquim Nabuco), Rubem Valentim (Emanoel Ara&uacute;jo, do Museu Afro Brasil), Fotografia (Rubens Fernandes, da Faap) e Modernistas (a cr&iacute;tica Aracy Amaral). A exposi&ccedil;&atilde;o conta tamb&eacute;m com uma intensa programa&ccedil;&atilde;o educativa, com visitas mediadas, atividades para crian&ccedil;as e jovens e um curso em que curadores convidados comentam cada n&uacute;cleo da exposi&ccedil;&atilde;o.

Cole&ccedil;&atilde;o MAM-BA | 50 anos de Arte Brasileira
Av. Contorno s/n - Solar do Unh&atilde;o, Salvador - Bahia 
Visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a Domingo, das 13h &agrave;s 19h e s&aacute;bados das 13h &agrave;s 21h
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A originalidade de Bel Borba</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=39</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/011220091106_290720090807_bel-borba-5.jpg">Criando grandiosos mosaicos de azulejos nas encostas, muros e t&uacute;neis da cidade, Bel Borba chamou a aten&ccedil;&atilde;o para a arte de rua, para a interven&ccedil;&atilde;o urbana. Marcou definitivamente com seu estilo as ruas de Salvador e se consolidou com um dos principais artistas da Bahia e do Brasil. 

Nascido em 1957, em Salvador, Bel Borba cursou a Escola de Belas Artes da UFBA. Chegou a trabalhar com publicidade e com cenografia para teatro, mas foi nas artes pl&aacute;sticas que encontrou seu grande espa&ccedil;o de inven&ccedil;&atilde;o. Sua produ&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a a ser conhecida a partir de meados da d&eacute;cada de 70. Come&ccedil;ando a trabalhar com pintura com spray, n&atilde;o demora muito at&eacute; que Bel passa a experimentar t&eacute;cnicas diversas. Al&eacute;m do mosaico (com o qual se tornou um dos artistas mais populares da Bahia), passou a se dedicar &agrave; pintura e &agrave; escultura, utilizando sucatas de navios, madeira, pedra e fibra de vidro.

Na Fabio Pena Cal Galeria de Arte, est&atilde;o algumas de suas mais belas pinturas, identificadas pelo tra&ccedil;o espont&acirc;neo e pela refer&ecirc;ncia a Pop Art e ao Surrealismo.

Bel Borba j&aacute; participou de v&aacute;rias exposi&ccedil;&otilde;es individuais e coletivas, no Brasil e&nbsp;em outros pa&iacute;ses. Foi autor de diversos trabalhos, em locais p&uacute;blicos e particulares, principalmente em Salvador, mas tamb&eacute;m em outras cidades. De sal&atilde;o em sal&atilde;o, em 1986 chegou a Nova York, onde participou da execu&ccedil;&atilde;o de um mural sobre o Apartheid, na Segunda Avenida. Transitando com facilidade&nbsp;entre os espa&ccedil;os urbanos e as galerias, Bel Borba vai deixando suas marcas, com uma arte cheia de originalidade e presen&ccedil;a.</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>África Contemporânea</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=38</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/231120092013_exposicao-luanda-suave-e-frenetica-galeria-solar-ferrao_pelourinho_dimus-ipac.jpg">Salvador sedia exposi&ccedil;&atilde;o que apresenta um novo olhar sobre a &Aacute;frica. A exposi&ccedil;&atilde;o Luanda | Suave e Fren&eacute;tica 1, em cartaz na Galeria Solar Ferr&atilde;o, no Pelourinho, atualiza o imagin&aacute;rio sobre a produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica e a est&eacute;tica do continente africano, ao apresentar a produ&ccedil;&atilde;o de quatro artistas contempor&acirc;neos de Luanda, capital de Angola. 

A exposi&ccedil;&atilde;o apresenta v&iacute;deos, fotografias e obras de t&eacute;cnicas mistas de Cl&aacute;udia Veiga, Ihosvanny, Kiluanji e Yonamine, que pertencem &agrave; gera&ccedil;&atilde;o mais recente de artistas contempor&acirc;neos angolanos. Ao todo, est&atilde;o expostas 13 obras na Galeria, que refletem as transforma&ccedil;&otilde;es sociais vivenciadas em Luanda e as contradi&ccedil;&otilde;es que acompanham esse processo, a partir dos diversos olhares dos quatro artistas. At&eacute; a for&ccedil;a da migra&ccedil;&atilde;o chinesa no pa&iacute;s est&aacute; l&aacute;, retratada, como um destes novos elementos, pouco conhecidos por n&oacute;s, brasileiros, e principalmente baianos, que mantemos a imagem de uma &Aacute;frica ancestral. Com Luanda | Suave e Fren&eacute;tica 1 &eacute; poss&iacute;vel atualizar este imagin&aacute;rio e conhecer a for&ccedil;a da arte contempor&acirc;nea local. 

A exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; realizada em parceria entre a Diretoria de Museus do Instituto do Patrim&ocirc;nio Art&iacute;stico Cultural da Bahia (Dimus/IPAC), com a galeria paulista SOSO arte contempor&acirc;nea africana e a Funda&ccedil;&atilde;o Sindika Dokolo. A curadoria &eacute; de Fernando Alvim, vice-presidente da Funda&ccedil;&atilde;o e diretor da Trienal de Luanda, evento internacional que ter&aacute; sua segunda edi&ccedil;&atilde;o em 2010, contando, pela primeira vez, com a participa&ccedil;&atilde;o da arte da Bahia. 

Com o tema Geografias Emocionais, Arte e Afetos, a II Trienal de Luanda est&aacute; estruturada a partir de sete &aacute;reas: Artes Visuais, Arquitetura, Projetos, Arte P&uacute;blica, Artes C&ecirc;nicas, Exposi&ccedil;&otilde;es e Cidades. Promovido entre 13 de setembro e 19 de dezembro de 2010, o evento se estende para al&eacute;m de Luanda, envolvendo a&ccedil;&otilde;es que ser&atilde;o realizadas em 28 pa&iacute;ses.

Exposi&ccedil;&atilde;o Luanda, Suave e Fren&eacute;tica 1 
Centro Cultural Solar Ferr&atilde;o, Galeria Solar Ferr&atilde;o - Rua Greg&oacute;rio de Mattos, 45, Pelourinho, Salvador. Tel.: (71) 3117-6357 
Visita&ccedil;&atilde;o: at&eacute; 17 de janeiro de 2010 - de ter&ccedil;a a sexta, das 10h &agrave;s 18h; finais de semana e feriados, das 13h &agrave;s 17h.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Alice Vinagre: a rica sobreposição palavras, desenhos e cores</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=37</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/181120090955_031120091317_convite_alice.jpg">Alice Vinagre mistura mem&oacute;rias e poesia &agrave;s cores de suas tintas. A artista visual paraibana radicada em Pernambuco constr&oacute;i com sua pintura um universo po&eacute;tico e imag&eacute;tico, a partir de suas experi&ecirc;ncias pessoais. Alice &eacute; uma das artistas representadas em Salvador pela Fabio Penal Galeria de Arte.

Em sua exposi&ccedil;&atilde;o individual mais recente, em Alagoas, Alice Vinagre apresentou trabalhos que uniam palavras, desenhos e a caracter&iacute;stica marcante da artista: a sobreposi&ccedil;&atilde;o de elementos e cores. &ldquo;Anota&ccedil;&otilde;es sobre Pintura&rdquo; teve curadoria de Marcelo Silveira e apresenta&ccedil;&atilde;o de Moacyr dos Anjos. A artista nasceu em Jo&atilde;o Pessoa, Para&iacute;ba, em 1950. &Eacute; graduada em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ em 1984. 

&ldquo;Essa rela&ccedil;&atilde;o amb&iacute;gua entre figura e fundo, abstra&ccedil;&atilde;o e figura&ccedil;&atilde;o, desenho e pintura, obra e suporte, transforma o trabalho desta artista em um campo pouco afeito &agrave;s certezas ou afirma&ccedil;&otilde;es perempt&oacute;rias. Tudo se passa como se Alice preferisse evocar a altern&acirc;ncia de passagens &agrave; meia voz entre esses estados, em que nenhum deles quer ceder lugar em detrimento do seu oposto e, antes de desejarem apagar-se ou recuarem diante do outro, afirmam, ao contr&aacute;rio, sua necessidade da pluralidade, da exist&ecirc;ncia simult&acirc;nea de dimens&otilde;es que pertencem a tempos e espa&ccedil;os m&uacute;ltiplos&quot;, escreveu&nbsp;M&ordf; do Carmo Nino, no artigo &ldquo;Aspectos Po&eacute;ticos de um Processo&rdquo;, sobre o trabalho de Alice Vinagre.
Conhe&ccedil;a algumas obras de Alice Vinagre visitando o espa&ccedil;o &quot;ARTISTAS&quot; do nosso site, ou visitem o site de Alice Vinagre e saiba mais sobre seu trabalho: http://www.alicevinagre.com.br/</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>E a Água Conta Histórias</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=36</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/171120091848_imagem020cpia.jpg">A Fabio Pena Cal Galeria de Arte leva a arte de F&aacute;tima Tosca ao evento comemorativo do in&iacute;cio das obras do Horto Bela Vista, mega empreendimento imobili&aacute;rio da JHSF Incorporadora. No dia 18 de novembro, das 19h &agrave;s 21h30, no Show Room localizado no Acesso Norte da Av. Antonio Carlos Magalh&atilde;es, ser&aacute; aberta em evento para convidados a exposi&ccedil;&atilde;o E a &Aacute;gua Conta Hist&oacute;rias, com 22 aquarelas. A exposi&ccedil;&atilde;o fica em cartaz at&eacute; o dia 06 de dezembro, com visita&ccedil;&atilde;o gratuita, das 9h 19h.
F&aacute;tima Tosca foi uma das primeiras artistas da Fabio Pena Cal Galeria de Arte, compondo seu acervo desde 2001. Para Fabio Pena Cal, ela representa muito bem o esp&iacute;rito do Horto Bela Vista, pois tem a natureza (jardins e plantas) como um tema recorrente de seus trabalhos. &ldquo;Neste sentido &eacute; que sua est&eacute;tica casa bem com o diferencial deste empreendimento da JHSF, que busca o cuidado e a valoriza&ccedil;&atilde;o do meio ambiente, preservando grande parte da mata nativa&rdquo;, afirma Fabio Pena Cal, que destaca ainda o refinamento das obras de F&aacute;tima Tosca como um elo a mais na liga&ccedil;&atilde;o do seu trabalho com o p&uacute;blico ao qual o Horto Bela Vista &eacute; destinado. Ocupando um terreno de 340 mil m2, sendo destes cerca de 130 mil m2 de &aacute;rea verde e jardins, o Horto est&aacute; sendo desenvolvido para se tornar um dos bairros mais valorizados da cidade.
Ser&atilde;o 19 torres residenciais, tr&ecirc;s torres comerciais, um hotel e apartamentos com servi&ccedil;o de hotelaria, o Shopping Bela Vista, um centro de conven&ccedil;&otilde;es, um centro m&eacute;dico com hospital-dia e escola, compondo o primeiro empreendimento de uso misto de larga escala de Salvador.

O plano urban&iacute;stico do Horto Bela Vista &eacute; de Pablo Slemenson, profissional respons&aacute;vel por empreendimentos da JHSF que s&atilde;o refer&ecirc;ncia no mercado, tal como o Parque Cidade Jardim, em S&atilde;o Paulo. O escrit&oacute;rio Caramelo Arquitetos, de Salvador, assina os projetos dos edif&iacute;cios e do Shopping Bela Vista. O projeto de interiores e fachadas do Shopping &eacute; de David Bastos. Marcelo Faisal desenvolve o paisagismo da &aacute;rea, harmonizando 130 mil m2 de parques e jardins com 15 mil m2 de &aacute;rea verde preservada.
&nbsp;

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Pérolas Imperfeitas de David Glat </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=35</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/131120092009_perolaimperfeitapage.jpg">Em imagens distorcidas, fotografias em movimento que se at&ecirc;m sobre detalhes da cidade de Salvador, o fotografo David Glat apresenta no Museu de Arte Moderna da Bahia uma exposi&ccedil;&atilde;o que &eacute; um exerc&iacute;cio sobre o barroco-contempor&acirc;neo, a partir do patrim&ocirc;nio hist&oacute;rico da cidade. Em P&eacute;rolas Imperfeitas, que fica em cartaz at&eacute; o dia 09 de dezembro, na Galeria Subsolo, do MAM, ele apresenta 10 fotografias em grandes dimens&otilde;es, com um olhar diferenciado das refer&ecirc;ncias hist&oacute;ricas e arquitet&ocirc;nicas de Salvador. S&atilde;o portais, fortifica&ccedil;&otilde;es, casario, altares e fachadas de igrejas da cidade, retratadas na opul&ecirc;ncia de suas formas, com efeitos ilusionistas e predom&iacute;nio das curvas e do retorcido.

Carioca de nascimento, desde 1976 David Glat reside em Salvador, onde se dedica &agrave; fotografia e ao design gr&aacute;fico. Como fot&oacute;grafo publicit&aacute;rio, recebeu diversos pr&ecirc;mios nacionais e internacionais. Em P&eacute;rolas Imperfeitas David Glat assume um car&aacute;ter de desconstru&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o institucionalizado, exercitando o barroco atrav&eacute;s de uma linguagem visual compat&iacute;vel com as necessidades est&eacute;ticas da atualidade. 

P&eacute;rolas Imperfeitas - MAM Bahia
At&eacute; o dia 09 de dezembro
Visita&ccedil;&atilde;o de ter&ccedil;a a domingo, das 10h &agrave;s 18h. S&aacute;bados 12h &agrave;s 21h
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Nove Destinos em Inhotim</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=34</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/131120092001_inhotim01.jpg">Com a aquisi&ccedil;&atilde;o de nove novas obras para seu acervo permanente, o Instituto Inhotim, localizado em Brumadinho, a 60 quil&ocirc;metros de belo Horizonte, d&aacute; mais uma prova do porque &eacute; um dos principais espa&ccedil;os de arte contempor&acirc;nea do pa&iacute;s. O Inhotim possui um importante acervo de artistas contempor&acirc;neos brasileiros e internacionais e uma extensa cole&ccedil;&atilde;o bot&acirc;nica. Com a abertura de Nove Novos Destinos, que se somam aos demais destinos j&aacute; existentes no local, o Inhotim apresenta um dos maiores acervos de arte contempor&acirc;nea a c&eacute;u aberto do mundo. 

As novas obras s&atilde;o dos artistas Chris Burden, Matthew Barney, Doug Aitken, Valeska Soares, Rivane Neuenschwander, Jorge Macchi, Janet Cardiff &amp; George Bures Miler, Edgard de Sousa e Yayoi Kusama, que refor&ccedil;am o di&aacute;logo entre obra, arquitetura e paisagismo. 

O representativo acervo de arte contempor&acirc;nea de Inhotim vem sendo formado desde meados da d&eacute;cada de 1980, e tem como foco obras criadas a partir dos anos 1960. Possui pinturas, esculturas, desenhos, fotografias, v&iacute;deos e instala&ccedil;&otilde;es de artistas brasileiros e internacionais.&nbsp; 
Endere&ccedil;o: Rua B, 20, Inhotim, Brumadinho, MG, Brasil&nbsp; 35460-000 +55 31 3227 0001&nbsp; info@inhotim.org.br
Visita&ccedil;&atilde;o: Hor&aacute;rio: Quinta e Sexta 9:30 &agrave;s 16:30. Aos S&aacute;bados, Domingos e feriados de 9:30 &agrave;s 17:30</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Quando a arte encontra o mercado</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=33</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/131120091959_pop-life-art-in-a-materia-003.jpg">&Eacute; de Andy Warhol a c&eacute;lebre frase &quot;Bom neg&oacute;cio &eacute; a melhor arte&quot;. Com base nesta provoca&ccedil;&atilde;o, at&eacute; o dia 17 de janeiro a Tate Modern, em Londres, re&uacute;ne artistas da d&eacute;cada de 1980 que abra&ccedil;aram o com&eacute;rcio e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o de massa para construir suas pr&oacute;prias \'marcas\'. A exposi&ccedil;&atilde;o Pop Life: Art in a Material World apresenta o trabalho e as id&eacute;ias de Andy Warhol, Damien Hirst, Jeff Koons, Takashi Murakami, entre outros artistas que compartilhavam, ou ainda compartilham, desta mesma vis&atilde;o.
Na exposi&ccedil;&atilde;o, o p&uacute;blico pode ver como a li&ccedil;&atilde;o de Andy Warhol reflete-se no trabalho de artistas que, ao inv&eacute;s de simplesmente representar ou comentar a cultura de massas, trabalham justamente com a m&aacute;quina da auto-promo&ccedil;&atilde;o e do mercado. Se valendo do poder da cultura das celebridades, esses artistas v&atilde;o al&eacute;m do mundo das artes e exploram iniciativas que atraem p&uacute;blico dentro e fora das galerias, como rela&ccedil;&atilde;o que estabelecem com grandes marcas, como Takashi Murakami e sua rela&ccedil;&atilde;o com a Louis Vuitton. A intersec&ccedil;&atilde;o entre com&eacute;rcio e cultura &eacute; tradicionalmente vista como uma trai&ccedil;&atilde;o dos valores associados &agrave; arte moderna. 

Com Pop Life: Art in a Material World, a Tate Modern problematiza esta quest&atilde;o e nos apresenta, numa mega exposi&ccedil;&atilde;o de arte contempor&acirc;nea, destinada a ser um grande um grande sucesso e n&atilde;o apenas de p&uacute;blico, mas por envolver colecionadores, artistas e comerciantes, em torno de uma evento que trata de maneira criativa da rela&ccedil;&atilde;o entre arte e mercado.
Pop Life: Art in a Material World 
Tate Modern (Londres)
At&eacute; 17 de janeiro de 2010 
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Retratos e Auto-Retratos na nova exposição de José Paulo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=32</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/031120091354_jose_paulo2.jpg">No m&ecirc;s de novembro, na Galeria Amparo Sessenta, em Recife (PE), o p&uacute;blico pode conferir a exposi&ccedil;&atilde;o Retratos e Auto-Retratos, do pernambucano Jos&eacute; Paulo. Com um olhar sens&iacute;vel e&nbsp; criativo sobre coisas banais do cotidiano, o artista consegue extrair de cartelas de medicamentos os elementos est&eacute;ticos para suas obras.
Jos&eacute; Paulo &eacute; um dos artistas representados pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte, em Salvador.&nbsp; Em mar&ccedil;o deste ano, foi um dos pernambucanos que, ao lado do &iacute;cone da arte contempor&acirc;nea brasileira, Paulo Bruscky, participou da Bienal de Havana. Neste &uacute;ltimo trabalho, Retratos e Auto-Retratos, ele fez fotos impressas em papel fotogr&aacute;fico adesivado em chapa de alum&iacute;nio, que variam de 63 x 23 cm e 1 x 2,20 metros, de cartelas de rem&eacute;dios. Algumas delas, facilmente identific&aacute;veis como tais, outras, nem tanto. Em alguns momentos, o artista prop&otilde;e um jogo de formas, texturas e contrastes que remetem &agrave;s t&eacute;cnicas da pintura. 

O trabalho partiu de uma pesquisa realizada por Jos&eacute; Paulo com pessoas conhecidas. Entre as que foram pesquisadas e doaram seus medicamentos para as fotos (por isso, a explica&ccedil;&atilde;o de algumas cartelas amassadas), est&atilde;o o pr&oacute;prio Jos&eacute; Paulo e seu irm&atilde;o. Ao lado de cada obra, de cada &ldquo;medicamento&rdquo; tem a fam&iacute;lia que o usa. O artista registrou desde rem&eacute;dios tarjas pretas, at&eacute; medicamentos para gripe, sem identific&aacute;-los. Os 29 trabalhos expostos ficaram prontos depois de um ano de pesquisa e produ&ccedil;&atilde;o. 

Conhe&ccedil;a mais sobre o trabalho de Jos&eacute; Paulo na se&ccedil;&atilde;o ARTISTAS do site.
SERVI&Ccedil;O
Exposi&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Retratos e Auto-Retratos&rdquo;, de Jos&eacute; Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: at&eacute; 14 de novembro, de ter&ccedil;a a sexta, das 9h &agrave;s 13h; e das 14h &agrave;s 18h
Onde: Amparo Sessenta - Avenida Domingos Ferreira, 92 A, Pina. Recife &ndash; Pernambuco
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Alice Vinagre: a rica sobreposição palavras, desenhos e cores</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=31</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/031120091317_convite_alice.jpg">Alice Vinagre mistura mem&oacute;rias e poesia &agrave;s cores de suas tintas. A artista visual paraibana radicada em Pernambuco constr&oacute;i com sua pintura um universo po&eacute;tico e imag&eacute;tico, a partir de suas experi&ecirc;ncias pessoais. Alice &eacute; uma das artistas representadas em Salvador pela Fabio Penal Galeria de Arte.

Em sua exposi&ccedil;&atilde;o individual mais recente, em Alagoas, Alice Vinagre apresentou trabalhos que uniam palavras, desenhos e a caracter&iacute;stica marcante da artista: a sobreposi&ccedil;&atilde;o de elementos e cores. &ldquo;Anota&ccedil;&otilde;es sobre Pintura&rdquo; teve curadoria de Marcelo Silveira e apresenta&ccedil;&atilde;o de Moacyr dos Anjos. A artista nasceu em Jo&atilde;o Pessoa, Para&iacute;ba, em 1950. &Eacute; graduada em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ em 1984. 

&ldquo;Essa rela&ccedil;&atilde;o amb&iacute;gua entre figura e fundo, abstra&ccedil;&atilde;o e figura&ccedil;&atilde;o, desenho e pintura, obra e suporte, transforma o trabalho desta artista em um campo pouco afeito &agrave;s certezas ou afirma&ccedil;&otilde;es perempt&oacute;rias. Tudo se passa como se Alice preferisse evocar a altern&acirc;ncia de passagens &agrave; meia voz entre esses estados, em que nenhum deles quer ceder lugar em detrimento do seu oposto e, antes de desejarem apagar-se ou recuarem diante do outro, afirmam, ao contr&aacute;rio, sua necessidade da pluralidade, da exist&ecirc;ncia simult&acirc;nea de dimens&otilde;es que pertencem a tempos e espa&ccedil;os m&uacute;ltiplos&quot;, escreveu&nbsp;M&ordf; do Carmo Nino, no artigo &ldquo;Aspectos Po&eacute;ticos de um Processo&rdquo;, sobre o trabalho de Alice Vinagre.
Conhe&ccedil;a algumas obras de Alice Vinagre visitando o espa&ccedil;o &quot;ARTISTAS&quot; do nosso site, ou visitem o site de Alice Vinagre e saiba mais sobre seu trabalho: http://www.alicevinagre.com.br/</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Originais de Rodin em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=28</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/261020091952_rodin.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o Auguste Rodin - Homem e G&ecirc;nio chega a Salvador apresentando 62 obras originais do grande escultor franc&ecirc;s. Esta &eacute; a primeira vez que elas saem do Museu Rodin, em Paris (Fran&ccedil;a). As obras ficar&atilde;o por tr&ecirc;s anos no Palacete das Artes - Rodin Bahia, em regime de comodato in&eacute;dito no mundo. Esculturas como &quot;O Beijo&quot;, &quot;O Pensador&quot; e outras que comp&otilde;em &quot;A Porta do Inferno&quot; estar&atilde;o na exposi&ccedil;&atilde;o, que ser&aacute; aberta no dia 26 de outubro, em um evento para convidados.
As obras de Rodin foram cedidas em comodato de tr&ecirc;s anos pelo governo franc&ecirc;s para a realiza&ccedil;&atilde;o da exposi&ccedil;&atilde;o e devem voltar a Paris, podendo ser feito um novo contrato com outras cole&ccedil;&otilde;es do autor. As pe&ccedil;as expostas s&atilde;o originais registradas no invent&aacute;rio das cole&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas francesas, sendo consideradas propriedades inalien&aacute;veis do Estado Franc&ecirc;s.
As 62 pe&ccedil;as foram esculpidas em gesso, em uma tradu&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica de Rodin, que costumava trabalhar com este material, deixando que seus assistentes fundissem o metal para finaliza&ccedil;&atilde;o e reprodu&ccedil;&atilde;o de suas obras. Para Rodin, somente o gesso era capaz de moldar sobre o que j&aacute; fora criado, o metal ou o m&aacute;rmore impediam as tor&ccedil;&otilde;es e contornos necess&aacute;rios a sua representa&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica.
Entre os destaques da exposi&ccedil;&atilde;o, est&atilde;o obras como &ldquo;O Beijo&rdquo;, &ldquo;O Pensador&rdquo;, &ldquo;O Escultor e Sua Musa&rdquo;, &ldquo;Eva&rdquo;, &ldquo;A Defesa&rdquo;, &ldquo;O Desespero&rdquo;, &ldquo;Terceira Maquete para a Porta do Inferno&rdquo;, &ldquo;Glaucus&rdquo;, &ldquo;O Sono&rdquo;, &ldquo;A Medita&ccedil;&atilde;o&rdquo;, &ldquo;A Eclesi&aacute;stica&rdquo; e a &ldquo;Danaide&rdquo;.
Diversas medidas de seguran&ccedil;a foram tomadas para garantir a integridade das obras. Para a visita&ccedil;&atilde;o (que &eacute; gratuita e acontece de ter&ccedil;a-feira a domingo, das 10h &agrave;s 18h) solicita-se que os convidados n&atilde;o usem saltos. O piso do Palacete, datado do s&eacute;culo XIX, foi totalmente recuperado para a abertura da exposi&ccedil;&atilde;o.
O Projeto Rodin &eacute; uma iniciativa do governo do Estado da Bahia, atrav&eacute;s da Secretaria de Cultura e do Instituto do Patrim&ocirc;nio Art&iacute;stico e Cultural do Estado, e conta com o apoio do Governo Federal do Brasil, da Rep&uacute;blica Francesa e do Museu Rodin Paris.
Para mais informa&ccedil;&otilde;es, acessem http://palacetedasartesrodinbahia.blogspot.com/

SERVI&Ccedil;O
Auguste Rodin - Homem e G&ecirc;nio
Abertura para convidados: 26 de outubro, &agrave;s 19h
Local: Palacete das Artes &ndash; Rodin Bahia (Rua da Gra&ccedil;a, 284 &ndash; Salvador)
Visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a-feira a domingo, das 10h &agrave;s 18h
Entrada gratuita
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Reciclando conceitos na Casa Cor </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=27</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030920091815_270520091555_braz_marinho_1.jpg">O Espa&ccedil;o Galeria de Arte, coordenado pelo terceiro ano consecutivo por Fabio Pena Cal, mostra ao p&uacute;blico da 15&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Casa Cor, em Salvador,&nbsp;a exposi&ccedil;&atilde;o individual de Braz Marinho, Orizontimaginario. Nela, o artista pernambucano apresenta um recorte de uma de suas principais obras, Processo Construtivo, reciclando o pr&oacute;prio conceito de seu trabalho. Uma id&eacute;ia que segue o mesmo esp&iacute;rito da Casa Cor, que este ano aposta em projetos sustent&aacute;veis e materiais reciclados.
Processo Construtivo foi montado em 2000. Agora, na vers&atilde;o da Casa Cor Bahia, o p&uacute;blico vai poder conferir uma nova vers&atilde;o deste trabalho. &ldquo;Temos obras de Braz aqui na Galeria que foram desconstru&iacute;das para o Espa&ccedil;o da Casa Cor inclusive em seu tamanho, como Celerator, que originalmente possui 4m. Ele foi mexendo nas cores, nas dimens&otilde;es, reciclando conceitualmente seu pr&oacute;prio trabalho&rdquo;, afirma Fabio Pena Cal, presente ainda em 16 dos 37 espa&ccedil;os do evento, incluindo a Casa da &Aacute;rvore, de Rog&eacute;rio Menezes, um dos principais destaques desta edi&ccedil;&atilde;o, com obra &iacute;cone de Jos&eacute; Patr&iacute;cio.
Por tudo isso, a Galeria F&aacute;bio Pena Cal firma-se como o principal parceiro art&iacute;stico do evento, que acontece este ano no Espa&ccedil;o Solaire, constru&iacute;do na ladeira da Barra, at&eacute; o dia 15 de outubro. Para F&aacute;bio, a Casa Cor &eacute; um evento que se traduz como oportunidade para difundir a arte contempor&acirc;nea em um mercado espec&iacute;fico. &ldquo;Participar de um evento como esse, que atrai um p&uacute;blico de quase 50 mil pessoas, &eacute; uma forma de popularizar a arte contempor&acirc;nea, divulgando o trabalho de grandes artistas&rdquo;, afirma.
O projeto geral desta edi&ccedil;&atilde;o da Casa Cor &eacute; assinado pelo arquiteto Jos&eacute; Raimundo Marcelino. O paisag&iacute;stico, por Alex S&aacute; Gomes, homenageando Burle Marx. Em 2008, na edi&ccedil;&atilde;o do Hotel da Bahia, Fabio Pena Cal levou ao Espa&ccedil;o Galeria de Arte uma exposi&ccedil;&atilde;o coletiva de artistas pernambucanos por ele representados. Em 2007, na Associa&ccedil;&atilde;o Atl&eacute;tica, exp&ocirc;s trabalhos de F&aacute;tima Tosca e Leonel Matos.
Casa Cor 2009 - Espa&ccedil;o Galeria de Arte &ndash; Braz Marinho | At&eacute; 15 de outubro
Espa&ccedil;o Solaire - Ladeira da Barra, 235, Av. Sete de Setembro - Salvador
Visita&ccedil;&atilde;o: das 16h &agrave;s 22h
Ingresso: R$ 25

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Futurismo em Londres</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=26</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030920091515_futurismo.jpg">A Tate Modern comemora o centen&aacute;rio do Futurismo com uma exposi&ccedil;&atilde;o inovadora. Este movimento de arte foi lan&ccedil;ado pelo poeta italiano Filippo Tommaso Marinetti em 1909, com a publica&ccedil;&atilde;o do Manifesto do Futurismo, na primeira p&aacute;gina do jornal parisiense, Le Figaro. Os futuristas, inspirando-se em elementos do cubismo, criaram um novo estilo, que rompeu com as velhas tradi&ccedil;&otilde;es e expressa o dinamismo, a energia e o movimento da vida moderna.
A exposi&ccedil;&atilde;o na Tate Modern, uma das mais importantes galerias de arte contempor&acirc;nea do mundo, sediada em Londres, apresenta o trabalho de futuristas reconhecidos como Giacomo Balla, Umberto Boccioni e Gino Severini. Por outro lado, explora tamb&eacute;m os movimentos art&iacute;sticos que reagiram ao futurismo. Os destaques da exposi&ccedil;&atilde;o incluem obras de Boccioni, Picasso, Braque, Malevitch e Duchamp.
Futurismo | At&eacute; 20 de setembro
Tate Modern - Bankside &ndash; Londres - Inglaterra
Segunda a quinta das 10h &agrave;s 18h &ndash; Sexta e s&aacute;bado das 10h &agrave;s 22h
Gratuito</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Jardim de Infância: Irmãos Campana</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=25</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030920091512_campana-300x300.jpg">At&eacute; o dia 13 de setembro, os irm&atilde;os Campana visitam o MAM de S&atilde;o Paulo com a exposi&ccedil;&atilde;o Jardim de inf&acirc;ncia: Irm&atilde;os Campana visitam o MAM. Reconhecidos internacionalmente por seu trabalho, Fernando e Humberto passaram de designers a curadores, fazendo um recorte pessoal das 5mil pe&ccedil;as do acervo do MAM. A leitura dos dois possibilitou uma vis&atilde;o do design nas obras de arte do Museu.

Ao todos, est&atilde;o expostos 60 trabalhos de artistas como Vik Muniz, Geraldo de Barros, Keila Alaver, Farnese de Andrade, Leda Catunda, Chelpa Ferro, Lia Mena Barreto, entre outros.
Jardim de Inf&acirc;ncia: Irm&atilde;os Campana visitam o MAM | At&eacute; 13 de Setembro
MAM &ndash; Parque do Ibirapuera &ndash; S&atilde;o Paulo
Ter&ccedil;a a domingo das 10h &agrave;s 18h
Gr&aacute;tis aos domingos.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arte em Cerâmica e Azulejos</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=24</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030920091508_1udo.jpg">Salvador ganha um novo espa&ccedil;o expositivo, especialmente dedicado a difundir e valorizar a produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica em cer&acirc;mica. O Museu da Cer&acirc;mica Udo Knoff - o primeiro do g&ecirc;nero, em todo o pa&iacute;s &ndash; foi reaberto em junho pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrim&ocirc;nio Hist&oacute;rico e Cultural da Bahia, no Pelourinho. Agora, apresenta duas exposi&ccedil;&otilde;es: Azulejos de Udo e Keramike.

Azulejos de Udo apresenta as principais pe&ccedil;as do artista e colecionador alem&atilde;o, ap&oacute;s passarem pelo olhar apurado da curadoria realizada pela ceramista e historiadora Caroline Harari. Os azulejos portugueses, espanh&oacute;is, franceses, ingleses, holandeses e italianos coletados por Udo Knoff nos casar&otilde;es da Bahia, entre as d&eacute;cadas de 60 e 70, s&atilde;o expostos ao lado das pe&ccedil;as produzidas por alguns dos mais representativos artistas pl&aacute;sticos locais. Obras de Jenner Augusto, Genaro de Carvalho, Sante Scaldaferri, Calasans Neto e Caryb&eacute; foram criadas no ateli&ecirc; de Udo e adicionadas a sua cole&ccedil;&atilde;o.

Em Keramike - termo grego de onde se origina a palavra cer&acirc;mica -, a manipula&ccedil;&atilde;o arcaica das mat&eacute;rias primordiais (terra, &aacute;gua, ar e fogo), a massa mole, o cozimento e a combust&atilde;o sofrem releituras contempor&acirc;neas na produ&ccedil;&atilde;o de Adriana Ara&uacute;jo, &Aacute;urea Madeira, Cec&iacute;lia Menezes,&nbsp; Concei&ccedil;&atilde;o Fernandes, Ros&acirc;ngela Costa e Sarah Hallelujah. Para estas artistas, que transitam tamb&eacute;m por outros suportes, a escolha da t&eacute;cnica est&aacute; intrinsecamente ligada ao conte&uacute;do, ao conceito ou ao discurso presente em suas obras. 

Azulejos de Udo&nbsp;&amp; Keramike | Longa dura&ccedil;&atilde;o
Museu da Cer&acirc;mica Udo Knoff &ndash; Pelourinho &ndash; Salvador - Bahia
Ter&ccedil;a a sexta das 10h &agrave;s 18h &ndash; S&aacute;bado, domingo e feriado das 13h &agrave;s 17h
Gratuito
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Florian Raiss – Força e Delicadeza </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=23</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/260820090954_florian.jpg">A obra de Florian Raiss, artista&nbsp;carioca representado pela Galeria Fabio Pena Cal desde 2004, passeia pela pintura, pelo desenho e escultura. Com abordagem extremamente contempor&acirc;nea, Raiss imprime em suas obras uma for&ccedil;a e, ao mesmo tempo, delicadeza, nos remetendo tanto ao barroco quanto &agrave; arte cl&aacute;ssica, mitol&oacute;gica, greco-romana.
Em sua s&eacute;rie Quadr&uacute;pedes, de esculturas em bronze, ele revela um lado mais r&uacute;stico do ser humano. Sugere o embate civiliza&ccedil;&atilde;o versus natureza, grotesco versus sutileza, deixando evidente o lirismo, a fantasia.&nbsp;
&ldquo;Ao posicionar seus homens e mulheres de quatro, como um animal, ele nos remete ao lado mais selvagem da humanidade. Mas faz isto de maneira sutil, delicada, com sensibilidade, ao dotar suas fei&ccedil;&otilde;es de tra&ccedil;os finos e express&otilde;es suaves&rdquo;, disse Fabio Pena Cal, que destaca ainda a forte sensualidade das obras de&nbsp;Raiss, que&nbsp;se dedica &agrave; alma humana, &agrave; express&atilde;o de sentimentos.
De 73 a 75, o artista&nbsp;carioca passou pelas academias de Belas Artes de Floren&ccedil;a e de Roma, na It&aacute;lia. Depois, pela Academia de San Carlos, na Universidade Nacional Aut&ocirc;noma do M&eacute;xico, onde estudou at&eacute; 1977. Da&iacute; vem sua forma&ccedil;&atilde;o. Participou de diversas mostras individuais e coletivas. J&aacute; exp&ocirc;s em Long Beach, nos EUA, na Venezuela, Portugal, Su&eacute;cia e Alemanha.
&nbsp;&ldquo;Florian Raiss encontrou uma linguagem contempor&acirc;nea ao executar uma escultura que se fundamenta nos princ&iacute;pios b&aacute;sicos da modelagem e na fundi&ccedil;&atilde;o em bronze sem se perder nos efeitos provocativos da escultura figurativa do come&ccedil;o do s&eacute;culo vinte. Sabiamente desprendeu da modelagem os efeitos tentadores da gestualidade da mat&eacute;ria, para adotar uma feitura macia, transformando a mat&eacute;ria num amalgama de quem tem um prazer quase er&oacute;tico, delicado, sutil e sens&iacute;vel, um prazer de quem acaricia pacientemente o barro e o transforma no dom&iacute;nio de suas formas lisas e tentadoras, c&uacute;mplices de seu desejo.&rdquo;

(trecho de &ldquo;Um Escultor a Caminho do Humano&rdquo;, de Emanoel Araujo) 

&ldquo;Ao deparar-me ent&atilde;o com os desenhos de Florian Raiss, a primeira impress&atilde;o diante daquele &ldquo;di&aacute;rio &iacute;ntimo sensual&rdquo; &ndash; pois &eacute; assim que vejo o ato de desenhar, um gesto muito pessoal e sens&iacute;vel, e a mais direta e sincera das linguagens pl&aacute;sticas, foi a de que estava diante de um arquivo &ldquo;infernal&rdquo;, pleno de erotismo.&rdquo;
(Trecho de &ldquo;Vol&uacute;pia&rdquo;, de Ricardo Rezende)
Mais sobre o artista: www.florianraiss.com.br)
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A Arte de Eudes Mota</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=22</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200820091606_eudes.jpg">Eudes Mota &eacute; um dos mais representativos artistas pernambucanos da contemporaneidade. Representado&nbsp;em Salvador por Fabio Pena Cal, Eudes recentemente ganhou as p&aacute;ginas do jornal Di&aacute;rio de Pernambuco, com mat&eacute;ria especial sobre sua obra.
&ldquo;Eudes Mota sugere a identifica&ccedil;&atilde;o de nossas ra&iacute;zes s&oacute;cio-antropol&oacute;gicas. Para isso, contribuem tamb&eacute;m confession&aacute;rios, portas antigas recuperadas, casas artificiais de pombos, rifas de venda de fogos de festas juninas que encantaram o imagin&aacute;rio infantil. Embasa a arte de Eudes um misto de provoca&ccedil;&atilde;o e tranquilidade, a primeira refletindo um irrequieto processo criativo e a segunda, a forma cavalheiresca com que se relaciona com o mundo&rdquo;, disse o jornalista Cleofas Reis.

Leia mat&eacute;ria na integra, a seguir:

A arte de Eudes Mota
Por Cleofas Reis
(Di&aacute;rio de Pernambuco)
&Eacute; poss&iacute;vel n&atilde;o ser familiarizado com a arte pl&aacute;stica contempor&acirc;nea, mas entend&ecirc;-la e express&aacute;-la? Penso que a resposta &eacute; positiva, conseguindo-se penetrar algo do introspectivo do artista. H&aacute; os que facilitam esse processo. Eudes Mota faz esse tipo.
Com um hist&oacute;rico de mais de 40 anos de carreira, passou por v&aacute;rias fases, o que &eacute; comum nesse of&iacute;cio. Seu dom brotou ainda menino, atra&iacute;do pelas mulatas e carregadores de Portinari, se sensibilizando com o cubismo de Vicente do Rego Monteiro e a produ&ccedil;&atilde;o geom&eacute;trica de Mondrian e outros abstracionistas.
A Escolinha de Artes, nas Gra&ccedil;as, serviu-lhe de laborat&oacute;rio inicial para a combina&ccedil;&atilde;o infantil mas j&aacute; indicativa do seu jogo de cores, formas, sombras e luzes. A acomoda&ccedil;&atilde;o desses elementos, por&eacute;m, n&atilde;o lhe impediu depois manifesta&ccedil;&atilde;o quase heterodoxa &agrave; vista dos meios tradicionais de expressividade.
Chegando a um de ponto de bifurca&ccedil;&atilde;o da caminhada, mesmo j&aacute; laureado com pr&ecirc;mios e destaque de cr&iacute;ticos, Eudes Mota decidiu, podemos dizer at&eacute; ousadamente, enveredar pelo que ele chama de &quot;arte geom&eacute;trica conceitual contempor&acirc;nea&quot;. Suas &uacute;ltimas exposi&ccedil;&otilde;es e amostras (estas no seu atelier, na Capunga), dizem da sua cria&ccedil;&atilde;o mais do que quaisquer palavras.
Entretanto, ele alerta que n&atilde;o se tenha essa arte geom&eacute;trica conceitual como uma escola, motivo por que arrisco a conceitu&aacute;-la como um estado de esp&iacute;rito. Imagine-se uma iniciativa de se valer de uma p&aacute;gina de an&uacute;ncios classificados de jornal para se produzir algo provocante. Obter o mesmo resultado com base numa folhinha de calend&aacute;rio, auxiliando-se de inexpressivos c&oacute;digos de barras ou usando a imagem de um tabuleiro de xadrez. Tudo como uma ponte de liga&ccedil;&atilde;o do observador e a raz&atilde;o de ser da inventiva art&iacute;stica.
A elabora&ccedil;&atilde;o de Eudes Mota pode nos transportar tamb&eacute;m a ambientes culturais formadores na nossa nacionalidade, lembrando a obra de Gilberto Freyre, quando nos defrontamos com trabalhos que t&ecirc;m madeira como mat&eacute;ria-prima. Uns, como escumadeiras, sugerem opapel da culin&aacute;ria no relacionamento da casa-grande com a senzala. J&aacute; &quot;bandeiras&quot; nos reportam ao componente ind&iacute;gena e at&eacute; &agrave; arte pr&eacute;-colombiana.
Assim, Eudes Mota sugere a identifica&ccedil;&atilde;o de nossas ra&iacute;zes s&oacute;cio-antropol&oacute;gicas. Para isso, contribuem tamb&eacute;m confession&aacute;rios, portas antigas recuperadas, casas artificiais de pombos, rifas de venda de fogos de festas juninas que encantaram o imagin&aacute;rio infantil. Embasa a arte de Eudes um misto de provoca&ccedil;&atilde;o e tranquilidade, a primeira refletindo um irrequieto processo criativo e a segunda, a forma cavalheiresca com que se relaciona com o mundo. Tanto &eacute; que a eventualidade de ter imitadores ele encara filosoficamente est&oacute;ica: &quot;a arte n&atilde;o &eacute; monop&oacute;lio de ningu&eacute;m, muito dela se firma na experi&ecirc;ncia de antecessores.&quot;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Em Salvador, 5º Festival Nacional A Gosto da Fotografia </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=20</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030820091052_032_praca_ramos_1974.jpg">De 1&ordm; de agosto a 21 de setembro, a capital baiana ser&aacute; palco do A Gosto da Fotografia &ndash; 5&ordm; Festival Nacional, que ocupar&aacute; os mais importantes espa&ccedil;os culturais da cidade com exposi&ccedil;&otilde;es, palestra, oficinas, exibi&ccedil;&otilde;es de filmes e document&aacute;rios e feiras de livros. O evento busca contribuir para inserir o Estado no roteiro nacional e internacional das grandes mostras. Em cartaz na Galeria Acbeu e no Goethe Institut - ICBA.
Este ano, o festival tem como destaque a in&eacute;dita parceria com a Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo, que cedeu mostras de destacados fot&oacute;grafos latino-americanos.&nbsp; Ao todo, s&atilde;o nove exposi&ccedil;&otilde;es, em cartaz em per&iacute;odos distintos, que contemplar&atilde;o o trabalho de 13 conceituados fot&oacute;grafos. A lista, que inclui profissionais com os mais diferentes estilos, &eacute; formada por German Lorca, Carlos Moreira, L&uacute;cia Guanaes, Lucille Kanzawa, Pablo di Giulio, Roberto Linsker, Hirosuke Kitamura, Ricardo Alcaide, a fam&iacute;lia Chambi (nome dos mais representativos da fotografia peruana), al&eacute;m do emblem&aacute;tico Pierre Verger, especialista na cultura afro-brasileira.
N&uacute;cleos Tem&aacute;ticos
O A Gosto da Fotografia &ndash; 5&ordm; Festival Nacional este ano se organiza a partir de tr&ecirc;s n&uacute;cleos tem&aacute;ticos: Hist&oacute;ria e Mem&oacute;ria, Identidade e Ensaio e suas poss&iacute;veis deriva&ccedil;&otilde;es na imagem contempor&acirc;nea. 

No n&uacute;cleo Mem&oacute;ria estar&atilde;o dialogando as obras de dois nomes definitivos para a compreens&atilde;o da fotografia no Brasil: German Lorca e Carlos Moreira (que tiveram suas obras expostas no MAM Bahia, em 2008). Numa s&eacute;rie produzida entre 1950 e 2000, poder&atilde;o ser observadas as mudan&ccedil;as de um pa&iacute;s em seus usos e costumes, na po&eacute;tica do gestual e na vida cotidiana em s&eacute;ries (cor/ preto e branco). Completando esse di&aacute;logo, a exposi&ccedil;&atilde;o &quot;Retratos e Paisagens de um S&eacute;culo: quatro gera&ccedil;&otilde;es Chambi&quot;, que re&uacute;ne o grande fot&oacute;grafo peruano Martin Chambi (1891-1973), ao lado da sua filha Julia Chambi (1920-2003), do neto Teo Allain Chambi e do bisneto Andr&eacute;s Fernando Allain.
O n&uacute;cleo Identidade acentua ainda mais as quest&otilde;es contidas nos retratos a partir das imagens da fot&oacute;grafa brasileira radicada em Paris, Lucia Guanaes, na s&eacute;rie Transfigura&ccedil;&otilde;es, feitas em Salvador e tamb&eacute;m j&aacute; apresentadas no MAM. O fot&oacute;grafo venezuelano Ricardo Alcaide mostra Azul de Noturno Mar&mdash; feita em Londres entre 2000 e 2004. Esse n&uacute;cleo se completa com a presen&ccedil;a do fot&oacute;grafo Pablo di Giulio, que com seus retratos triplos de personagens an&ocirc;nimos.
O n&uacute;cleo Ensaio apresenta Hirosuke Kitamura &mdash;japon&ecirc;s radicado na Bahia. Nesta s&eacute;rie, a vida cotidiana em Salvador, seus recortes e seus gestos aparecem numa fotografia ora surreal, ora como resultado da busca de uma identidade mais existencialista.

Informa&ccedil;&otilde;es no site:/www.agostodafotografia.com.br</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pierre Verger e Christian Cravo: novas aquisições</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=19</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030820091038_verger.jpg">No m&ecirc;s em que a Bahia recebe as exposi&ccedil;&otilde;es do festival nacional A Gosto da Fotografia - principal evento local voltado para esta linguagem art&iacute;stica &ndash; a Galeria F&aacute;bio Pena Cal comemora as novas aquisi&ccedil;&otilde;es de seu acervo: fotografias de Pierre Verger e Christian Cravo. Em comum entre os dois, a singularidade do olhar de viajante, a delicadeza da express&atilde;o em preto e branco, a sensibilidade em captar o homem comum e o respeito pelas manifesta&ccedil;&otilde;es religiosas.
Pierre Verger foi um etn&oacute;logo, um viajante fascinado por pa&iacute;ses distantes e diferentes culturas. Registrou, al&eacute;m da Bahia, no Brasil, a &Aacute;frica, Europa, &Aacute;sia o Jap&atilde;o,&nbsp;a Am&eacute;rica Latina, sempre com um apurado senso est&eacute;tico e um rigor antropol&oacute;gico. &ldquo;Para mim, Verger &eacute; hist&oacute;ria. A aquisi&ccedil;&atilde;o de suas obras, atrav&eacute;s da Funda&ccedil;&atilde;o Pierre Verger,&nbsp;&eacute; fruto&nbsp;do&nbsp;desejo de preencher uma lacuna no acervo da Galeria, com trabalhos de um dos mais importantes artistas que j&aacute; passou por nosso estado, registrando a hist&oacute;ria de nosso povo, a hist&oacute;ria da Bahia.&rdquo;
Christian Cravo, por outro lado, &eacute; um artista&nbsp;que dialoga com o mercado, inclusive, o internacional. &ldquo;Ele &eacute; um artista jovem, cujo trabalho j&aacute; tem seu valor art&iacute;stico reconhecido. Al&eacute;m disso, seu nome j&aacute; carrega em si uma grife que, agora, est&aacute; se expandindo para o exterior. Ele mora mais tempo em Nova York do que em Salvador&rdquo;, conta Fabio Pena Cal.
Em suas fotos, Christian apresenta sua vis&atilde;o sobre a religiosidade em diferentes sociedades. J&aacute; fotografou manifesta&ccedil;&otilde;es religiosas ligadas &agrave; &aacute;gua na &Iacute;ndia, o C&iacute;rio de Nazar&eacute; em Bel&eacute;m do Par&aacute;, prociss&otilde;es no interior da Bahia, al&eacute;m de outros eventos na Costa da &Aacute;frica em diferentes pa&iacute;ses do Oriente.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição individual de Braz Marinho na CasaCor</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=18</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030820091032_braz_marinho_1.jpg">Pelo terceiro ano consecutivo, a Galeria F&aacute;bio Pena Cal participa do Espa&ccedil;o Galeria de Arte na Casa Cor. Em 2009, Fabio vai apresentar ao p&uacute;blico uma exposi&ccedil;&atilde;o individual do artista pernambucano Braz Marinho, que recentemente esteve na cidade para conferir o espa&ccedil;o e acertar detalhes da montagem.
Para F&aacute;bio Pena Cal, a Casa Cor &eacute; um evento que se traduz como oportunidade para difundir a arte contempor&acirc;nea em um mercado espec&iacute;fico, que &eacute; da arquitetura e design de interiores. S&atilde;o cerca de 40 mil visitantes, um p&uacute;blico, em sua maioria, sem muita informa&ccedil;&atilde;o ou conhecimento sobre arte. &ldquo;Participar de um evento como esse &eacute; uma estrat&eacute;gia para formar clientes e consumidores e, principalmente, para popularizar o trabalho de grandes artistas&rdquo;, afirma Fabio.
Em 2008, na edi&ccedil;&atilde;o Casa Cor do Hotel da Bahia, Fabio Pena Cal levou ao Espa&ccedil;o Galeria de Arte uma exposi&ccedil;&atilde;o coletiva de artistas pernambucanos por ele representados. Em 2007, na Associa&ccedil;&atilde;o Atl&eacute;tica, exp&ocirc;s trabalhos de F&aacute;tima Tosca e Leonel Mattos.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Claudia Andujar e Edward S.Curtis: paralelos nativos </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=16</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/150720090248_140_ga_andujar_06.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o itinerante Legado Sagrado e Retratos Yanomami chega a Salvador depois de percorrer v&aacute;rias cidades brasileiras. Na mostra, que a Caixa Cultural de Salvador exibe at&eacute; o dia 08 de agosto, os trabalhos do fot&oacute;grafo norte-americano Edward S. Curtis e da su&iacute;&ccedil;a naturalizada brasileira Claudia Andujar se aproximam e articulam, tra&ccedil;ando um paralelo entre a cultura ind&iacute;gena dos Estados Unidos e a do Brasil.
Em Legado Sagrado, 60 fotografias apresentam o trabalho do americano EdwardS.Curtis, pioneiro em revelar os costumes dos &iacute;ndios de seu pa&iacute;s, no in&iacute;cio do s&eacute;culo passado. As imagens exibem passagens da vida cotidiana e rituais dos peles-vermelha. J&aacute; em Retratos Yanomami, de Claudia Andujar, que dedica d&eacute;cadas de sua vida aos &iacute;ndios Yanomami, 30 imagens retratam a luta do povo ind&iacute;gena brasileiro pela preserva&ccedil;&atilde;o. Sempre entre a raz&atilde;o e a intui&ccedil;&atilde;o, os cortes, enquadramentos e personagens de Claudia se arredondam para falar de uma incessante busca pelo entendimento e di&aacute;logo.
Al&eacute;m da tem&aacute;tica, Andujar e Curtis tem em comum uma esp&eacute;cie de milit&acirc;ncia pac&iacute;fica. Eles representaram estes povos e buscaram, atrav&eacute;s da fotografia, contribuir para a preserva&ccedil;&atilde;o destas comunidades. A principal diferen&ccedil;a entre eles &eacute; a est&eacute;tica, que reflete n&atilde;o apenas diferen&ccedil;as de estilos, inten&ccedil;&atilde;o, mas a pr&oacute;pria natureza dos equipamentos empregados.
Mais informa&ccedil;&otilde;es, acessem os links: sobre a exposi&ccedil;&atilde;o, sobre o trabalho de Claudia Andujar e sobre Edward S. Curtis.
Sobre a exposi&ccedil;&atilde;o, sobre o trabalho de Claudia Andujar, sobre Edward S. Curtis</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A francesa Sophie Calle transforma fim de romance em exposição de arte </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=15</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/150720090241_sophie.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o Cuide de Voc&ecirc;, uma das mais famosas e pol&ecirc;micas mostras da artista conceitual francesa Sophie Calle, est&aacute; em cartaz no galp&atilde;o do SESC Pompeia, em S&atilde;o Paulo. A exposi&ccedil;&atilde;o, in&eacute;dita na Am&eacute;rica Latina, tem como ponto de partida um evento da vida da pr&oacute;pria artista, uma carta de rompimento que Calle recebeu de seu ex-namorado, o escritor Gr&eacute;goire Bouiller. Ela distribuiu a mensagem para outras 107 mulheres &ndash; desde celebridades a an&ocirc;nimas &ndash; para que cada uma a interpretasse &agrave; sua maneira, com sua linguagem. 

A exposi&ccedil;&atilde;o Cuide de Voc&ecirc; (uma refer&ecirc;ncia &agrave;&nbsp;frase final da carta), faz parte do calend&aacute;rio oficial do Ano da Fran&ccedil;a no Brasil e ficar&aacute; em cartaz na capital paulista at&eacute; 7 de setembro. Em seguida, chega em Salvador, onde ficar&aacute; exposta no Museu de Arte Moderna da Bahia entre 22 de setembro e 22 de novembro.

Entre as mulheres que interpretaram o final do romance de Sophie Calle, considerada por muitos a principal artista contempor&acirc;nea da Fran&ccedil;a, est&atilde;o desde a sua m&atilde;e, a compositora Laurie Anderson, a DJ Miss Kittin, as atrizes Jeanne Moreau, Victoria Abril e Maria de Medeiros, al&eacute;m de profissionais como lingu&iacute;sta, revisora, sex&oacute;loga, ju&iacute;za, delegada, tar&oacute;loga, antrop&oacute;loga, designer, assistente social, criminologista e clarividente. 

O resultado final do trabalho da artista consiste em um inovador exerc&iacute;cio de reflex&atilde;o, no qual diferentes linguagens, profiss&otilde;es, express&otilde;es art&iacute;sticas e pontos de vista interagem em torno de um tema cotidiano e universal. O di&aacute;logo que a mostra estabelece com o p&uacute;blico &eacute; o grande atrativo da exposi&ccedil;&atilde;o, inclusive, para os n&atilde;o iniciados em arte contempor&acirc;nea.

Mais informa&ccedil;&otilde;es, no site da exposi&ccedil;&atilde;o Cuide de Voc&ecirc;.</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Em Roma, a beleza das esculturas do costa riquenho Deredia</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=14</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/150720090238_deredia.jpg">At&eacute; 23 de setembro, Roma acolhe as belas e monumentais obras do escultor costa-riquenho, Jim&eacute;nez Deredia. A Rota da Paz &eacute; um projeto que prev&ecirc; nove grandes complexos de esculturas, expostos desde o Canad&aacute; &agrave; Terra do Fogo, passando pelos EUA, M&eacute;xico, Yucatan, Costa Rica, Colombia, Per&uacute; e Chile , em exposi&ccedil;&atilde;o at&eacute; o dia 13 de setembro, em Roma.
No Pal&aacute;cio das Exposi&ccedil;&otilde;es, um dos principais espa&ccedil;os culturais da cidade &ndash; que at&eacute; setembro sedia ainda a impactante exposi&ccedil;&atilde;o Bulgari &ndash; Eternidade e Hist&oacute;ria:&nbsp;125 anos de J&oacute;ias Italianas, ser&atilde;o expostos desenhos arquitet&ocirc;nicos, esculturas em miniatura e monumentais obras em bronze que pertencem ao grupo do Genesis. A exposi&ccedil;&atilde;o de Deredia tamb&eacute;m vai ocupar o F&oacute;rum Romano, que pela primeira vez acolhe uma mostra de arte contempor&acirc;nea, as pra&ccedil;as Barberini e S&atilde;o Lorenzo, os arredores do Coliseu, Parque da Musica, o Museu Romano e o Museu Altemps.
Nas esculturas de Deredia, a simbologia ligada &agrave; esfera descreve tanto a transmuta&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria, quanto a busca de si mesmo. Em seu trabalho, a esfera &eacute; um elemento que aponta para uma concep&ccedil;&atilde;o unificada e abrangente da vida e do universo, e que remete a valores ancestrais. Deredia reiterpreta um s&iacute;mbolo presente na cultura antiga pr&eacute;-colombiana, apresentando esculturas em pedra, cria&ccedil;&otilde;es dos antigos &iacute;ndios Boruca, de 2000 anos atr&aacute;s. Desta forma, ele cria uma liga&ccedil;&atilde;o entre o elemento esf&eacute;rico de cada um destes nove complexos de esculturas e as principais costela&ccedil;&otilde;es das cidades que fazem parte da Rota&nbsp;da Paz, fazendo, inclusive, &nbsp;uma conex&atilde;o das esferas&nbsp;com estrelas.
Para conhecer mais sobre a obra de Deredia, visite o site do escultor.</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Escultura gera debate na Itália; seria um Michelangelo?</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=13</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/080520090714_260420091014_seria_michelangelo.jpg">&Eacute; ou n&atilde;o um Michelangelo? Essa &eacute; a quest&atilde;o em estudo por especialistas em arte depois que o governo italiano investiu 3,3 milh&otilde;es de euros na compra de um pequeno crucifixo de madeira atribu&iacute;do ao g&ecirc;nio da Renascen&ccedil;a, no ano passado.
Obras de Michelangelo n&atilde;o costumam ser colocadas &agrave; venda, mas j&aacute; houve desenhos que obtiveram valores de at&eacute; US$ 20 milh&otilde;es em leil&atilde;o. Em compara&ccedil;&atilde;o, o pre&ccedil;o do crucifixo, vendido por Giancarlo Gallino, um negociante de antiguidades de Turim, parece uma pechincha. Mas eis a quest&atilde;o. Caso n&atilde;o se trate de um Michelangelo - algo que muitos cr&iacute;ticos da aquisi&ccedil;&atilde;o alegam -, o governo pode ter desperdi&ccedil;ado seus minguados recursos na compra de uma obra menor, ainda que atraente, e em meio a uma crise econ&ocirc;mica que resultou em corte de mais de um bilh&atilde;o de euros nas proje&ccedil;&otilde;es or&ccedil;ament&aacute;rias do Minist&eacute;rio da Cultura para os pr&oacute;ximos tr&ecirc;s anos.
O que alimentou ainda mais o debate foi o tratamento cerimonioso dado &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o. Definido por funcion&aacute;rios do Minist&eacute;rio da Cultura como &quot;embaixador da cultura italiana junto ao mundo&quot;, o crucifixo fez sua estr&eacute;ia p&uacute;blica em dezembro durante uma rara visita do Papa Bento 16. Depois, foi colocado em exibi&ccedil;&atilde;o na C&acirc;mara dos Deputados, em Roma, onde atraiu 30 mil visitantes, de acordo com a imprensa italiana, antes de se tornar a pe&ccedil;a central de uma exposi&ccedil;&atilde;o promovida pela diocese cat&oacute;lica de Trapani, na Sic&iacute;lia. De l&aacute;, depois de passar por Palermo, o crucifixo chegou ao Pal&aacute;cio Sforzesco, em Mil&atilde;o, onde est&aacute; exposto ao lado da Piet&aacute; Rondanini, na qual Michelangelo estava trabalhando ao morrer, em 1564.
Existe uma &quot;estrat&eacute;gia pol&iacute;tica por tr&aacute;s da opera&ccedil;&atilde;o&quot;, disse Tomaso Montanari, professor de hist&oacute;ria da arte na Universidade de N&aacute;poles e autor de diversos editorais em jornais e revistas especializadas nos quais critica a maneira &quot;exagerada e incomum&quot; pela qual a delicada escultura entalhada de 40cm de altura foi alardeada em toda a It&aacute;lia. A pe&ccedil;a n&atilde;o inclui a cruz contra a qual o corpo de um Cristo jovem e esbelto supostamente se apoiaria.
Montanari &eacute; apenas um entre os diversos especialistas em arte de todo o pa&iacute;s que protestaram contra as a&ccedil;&otilde;es do minist&eacute;rio e divulgaram uma carta aberta contra o &quot;uso propagand&iacute;stico&quot; da escultura pelo governo.
&quot;Para n&oacute;s, a hist&oacute;ria parecia pouco mais que uma opera&ccedil;&atilde;o de marketing cujo ojetivo &eacute; demonstrar ao pa&iacute;s que o Minist&eacute;rio da Cultura existe&quot;, disse Maurizia Migliorini, professora da Universidade de G&ecirc;nova que ajudou a redigir a carta. &quot;Mas enquanto isso o patrim&ocirc;nio cultural do pa&iacute;s est&aacute; em urgente necessidade de reparo, o pessoal do minist&eacute;rio ganha mal e as verbas s&atilde;o escassas. O gasto foi alto para uma pe&ccedil;a de atribui&ccedil;&atilde;o d&uacute;bia. Talvez tivesse sido melhor gastar esse dinheiro na restaura&ccedil;&atilde;o de alguma coisa ou para manter aberto um museu que enfrenta dificuldades.&quot;
Os promotores do Servi&ccedil;o Nacional de Auditoria italiano est&atilde;o estudando a aquisi&ccedil;&atilde;o a fim de determinar se o Estado pagou demais, e especialistas em arte da Renascen&ccedil;a ser&atilde;o consultados para determinar se a pe&ccedil;a &eacute; ou n&atilde;o um Michelangelo.
Muitos j&aacute; se pronunciaram. &quot;A atribui&ccedil;&atilde;o desonra Michelangelo e a hist&oacute;ria de Floren&ccedil;a no s&eacute;culo 15, onde existia ao menos uma d&uacute;zia de artes&atilde;os capazes de produzir um crucifixo da mesma qualidade&quot;, diz Francesco Caglioti, especialista em escultura renascentista, que acredita que o crucifixo seja um produto t&iacute;pico de um desses ateli&ecirc;s, e que valha cerca de 100 mil euros. &quot;Infelizmente meus colegas se esqueceram disso, e sempre que surge algo de belo o atribuem a um nome famoso. Parece que tudo que foi feito na Floren&ccedil;a do Renascimento pode ser atribu&iacute;do a 10 pessoas de mil m&atilde;os.&quot; Quando o marchand Gallino ofereceu o crucifixo para exposi&ccedil;&atilde;o na Casa Buonarroti, o museu florentino dedicado a Michelangelo, h&aacute; alguns anos, o conselho recusou a pe&ccedil;a. Luciano Berti, ent&atilde;o presidente da funda&ccedil;&atilde;o que administra o museu, &quot;considerou que era uma bela pe&ccedil;a, mas n&atilde;o de Michelangelo&quot;, disse Pina Ragioneri, hoje diretora da institui&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o existem documentos que vinculem o crucifixo a Michelangelo, e os bi&oacute;grafos contempor&acirc;neos do artista, Ascanio Condivi e Giorgio Vasari, n&atilde;o mencionam que tenha produzido trabalhos de pequena escala em madeira.
Os defensores da atribui&ccedil;&atilde;o, entre eles Giancarlo Gentilini, especialista em arte florentina, Cristina Acidini Luchinat, superintendente dos museus estatais de Floren&ccedil;a, e Antonio Paolucci, diretor dos museus do Vaticano, acreditam que o crucifixo tenha sido produzido por volta de 1495, quando Michelangelo tinha cerca de 20 anos, e apontam para sua semelhan&ccedil;a com outros trabalhos da era.
A execu&ccedil;&atilde;o demonstra dom&iacute;nio firme da anatomia humana. Vasari, que escreveu uma biografia de Michelangelo no s&eacute;culo 16, conta que o artista &quot;muitas vezes estudava cad&aacute;veres para descobrir os segredos da anatomia&quot;. &quot;Para sobreviver, um jovem artista teria de produzir trabalhos desse tipo&quot;, diz Gentilini. &quot;N&atilde;o se pode associar Michelangelo apenas a obras-primas.&quot; 

FONTE:&nbsp;Portal Terra</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Masp recebe mostra do fotógrafo Vik Muniz nesta sexta-feira 24 de abril</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=12</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/260420091009_vikmuniz.jpg">A mostra do artista pl&aacute;stico e fot&oacute;grafo Vik Muniz chega ao Masp (Museu de Arte de S&atilde;o Paulo) na pr&oacute;xima sexta-feira. Ao todo, a retrospectiva da carreira possui 131 obras - compostas por 200 imagens - de trabalhos realizados a partir de t&eacute;cnicas variadas e materiais quase sempre inusitados, como como a Mona Lisa feita de pasta de amendoim ou o retrato de Elizabeth Taylor montado a partir de centenas de pequenos diamantes.
&raquo; Veja fotos de algumas obras de arte de Vik Muniz 
A arte de Vik possibilita v&aacute;rias leituras e compreens&otilde;es, desde a interpreta&ccedil;&atilde;o de imagens at&eacute; as sofisticadas refer&ecirc;ncias est&eacute;ticas, te&oacute;ricas e intelectuais que a sustentam. &quot;Procuro fazer um trabalho que agrade de uma crian&ccedil;a como minha filha a um graduado de Harvard&quot;, afirma Vik.
As fotografias ter&atilde;o o suporte de tr&ecirc;s v&iacute;deos produzidos por um colaborador de Muniz, o fot&oacute;grafo Fabio Ghivelder. O recurso ajuda o visitante a entender como &eacute; a constru&ccedil;&atilde;o das obras de Muniz, como se fosse uma esp&eacute;cie de making of.
Uma das telas que v&atilde;o exibir esses v&iacute;deos ficar&aacute; no ch&atilde;o. A id&eacute;ia &eacute; que os espectadores tenham a real sensa&ccedil;&atilde;o que o fot&oacute;grafo teve ao congelar imagens da s&eacute;rie Pictures of Garbage (Imagens do Lixo, em uma tradu&ccedil;&atilde;o livre).
&quot;Minha inten&ccedil;&atilde;o inicial &eacute; conseguir uma rea&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica do espectador, atra&iacute;-lo, cativ&aacute;-lo. A partir do momento em que consigo isso, posso comunicar a informa&ccedil;&atilde;o que quero passar. Meu sonho &eacute; mudar a forma elitista com a qual a arte &eacute; encarada. N&atilde;o acredito na separa&ccedil;&atilde;o entre o popular e o inteligente, como se fossem coisas antag&ocirc;nicas&quot;, completou o artista.
Servi&ccedil;o:
Exposi&ccedil;&atilde;o 'Vik'
Retrospectiva com 131 obras do artista pl&aacute;stico Vik Muniz
Local: Museu de Arte de S&atilde;o Paulo - MASP
Endere&ccedil;o: Av. Paulista, 1578
Telefone: (11) 3251 5644
Classifica&ccedil;&atilde;o et&aacute;ria: livre
Estacionamento pago no local
Acesso a deficientes
Exposi&ccedil;&atilde;o: de 24 de abril a 12 de julho
Hor&aacute;rio de visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a domingo e feriados, das 11h &agrave;s 18h; &agrave;s quintas, das 11h &agrave;s 20h. 
Ingresso: Inteira - R$ 15,00; Estudantes - R$ 7,00
Menores de 10 anos e maiores de 60 anos - Gratuito
&Agrave;s ter&ccedil;as-feiras a entrada &eacute; gratuita

FONTE:&nbsp;Portal TERRA</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição de arte mostra Realismo Mágico em São Paulo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=11</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/260420090952_peticov.jpg">As pinturas de Antonio Peticov est&atilde;o em exibi&ccedil;&atilde;o na exposi&ccedil;&atilde;o A Contemporaneidade de uma Tradi&ccedil;&atilde;o no Artestudio Mauro Chaves em Pinheiros, zona oeste de S&atilde;o Paulo. No total, s&atilde;o 39 trabalhos em acr&iacute;lico sobre tela produzidos sobretudo entre os anos de 2008 e 2009. A mostra vai at&eacute; o dia 23 de maio e a entrada &eacute; gratuita.
&raquo; Veja as fotos das obras de Antonio Peticov
As primeiras express&otilde;es art&iacute;sticas da carreira de Peticov, nos anos 60, mostravam que o artista tenderia para o construtivismo, com uma pintura baseada na forte conota&ccedil;&atilde;o geom&eacute;trica. Depois que se muda para a Europa, no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1970, &eacute; que sua obra toma posi&ccedil;&atilde;o e pende para o &quot;realismo m&aacute;gico&quot;.
Quase metade dos trabalhos de Peticov da mostra tem como foco a pintura geom&eacute;trica - segundo ele, uma tend&ecirc;ncia do trabalho da maioria dos artistas brasileiros e, sobretudo, os paulistas. Apaixonado pela matem&aacute;tica, o artista deixa expl&iacute;cito seu interesse por formula&ccedil;&otilde;es exatas que determinam universos abstratos e as rela&ccedil;&otilde;es com a natureza.
Servi&ccedil;o:
Local: Artestudio Mauro Chaves - Rua Mourato Coelho 941, Vila Madalena
Ingresso - entrada gratuita
Hor&aacute;rio - Segunda &agrave; sexta das 10h &agrave;s 20h
Contato - 3031-1811/3814-4481
Quando - at&eacute; 23 de maio

FONTE:&nbsp;Portal TERRA - Arte e Cultura</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item></channel></rss>
